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Um blog de cartoons sobre as notícias da actualidade. Um sector informativo do Grupo Galeriacores.

domingo, 15 de março de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Museu Virtual da RTP

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A RTP propõe, a partir de hoje, uma visita virtual ao espólio de rádio e televisão. Um moderno portal de Internet, onde se mostram os objectos e os conteúdos – sons e imagem – que fizeram a história destes media em Portugal, é lançado hoje. Mas ainda não existe o museu físico de rádio e televisão, prometido desde o encerramento do Museu da Rádio, da Rua do Quelhas, a 1 de Abril de 2006.
Talvez arranque no segundo semestre deste ano. Mas não como museu, apenas como “colecção visitável”, o que contraria a Lei da rádio, que obriga à sua existência.
A viagem virtual começa no átrio de entrada do edifício da RTP, na Avenida Marechal Gomes da Costa, em Lisboa. A partir daí, as portas abrem-se: “Bem vindo ao Museu Virtual da RTP”, pode ler-se no final da introdução em museu.rtp.pt. O visitante virtual pode escolher a mostra da colecção de alguns dos objectos ligados à história da rádio, ou os da televisão, ou ainda optar pelos conteúdos, onde pode ouvir, no caso da rádio, e ver, no caso da televisão, uma selecção dos sons e imagens que marcaram os 74 anos de rádio e os 52 de televisão.
Se preferir tem ainda acesso, numa das portas virtuais, a entrar na exposição sobre os 50 anos da RTP, percorrendo o espaço onde esta exposição tem estado patente e onde deverá, mais tarde, nascer o espaço físico que acolherá parte da colecção de objectos da rádio e televisão.
Museu prometido há três anos continua por nescerA criação de um museu da rádio e da televisão é prometida desde 2006, quando, depois de 1 de Abril desse ano, o Museu da Rádio, que se situava na Rua do Quelhas foi encerrado, para que a RTP pudesse vender o prédio que o acolhia. Cerca de cinco mil objectos, que representam uma das maiores colecções da Europa sobre história da rádio, foram então empacotados, esperando pela construção de um novo espaço, que teria metade do tamanho do edifício do Quelhas e que seria dividido com a televisão. Mas até hoje o novo museu da rádio e televisão, projectado para as instalações da RTP na Avenida Marechal Gomes da Costa, continua por nascer.
“Tentamos alargar o leque de públicos, a pensar em quem não se desloca ao espaço dos museus. E este é um espaço que permite uma visualização que não é possível directamente”, frisa Pedro Braumann, director do gabinete de estudos e documentação da RTP, responsável pela iniciativa do Museu Virtual, que não quis avançar com o custo deste investimento: “Foram algumas dezenas de milhares de euros”, adiantou apenas.
É o mesmo responsável que explica, sobre a ainda não existência de um museu físico, em paralelo com um virtual, que o novo contrato de concessão do serviço público de televisão obriga apenas à existência de uma colecção visitável: “Um museu obriga a uma série de obrigações com quadro de pessoal, por exemplo, e o contrato de concessão (do serviço público de televisão) apenas obriga a ter uma colecção museológica visitável”, disse, referindo-se à cláusula 20 desse diploma, que fala da “obrigação museológica de ter uma colecção representativa da evolução da rádio e televisão”.
Braumann garante, contudo, que o espólio de rádio e televisão está disponível integralmente para pessoas com interesses específicos, como investigadores.
Crítica à falta de critério científico
Mas Manuel Bravo, conservador do Museu da Rádio entre 1996 e 2004, que enaltece o carácter apelativo deste novo Museu Virtual, lembra outro diploma legal que obriga o contrato de concessão de serviço público de televisão a ir mais longe: “O contrato de concessão de serviço público é da televisão. E o que a Lei da Rádio ainda em vigor obriga, no seu artigo 48, é à existência e manutenção de um museu de rádio”, frisa o antigo conservador, jornalista e ex-director de informação da RDP.
Manuel Bravo questiona ainda a inexistência, entre o espólio “exposto” no Museu Virtual, de material de rádio profissional: “Não vejo aqui gravadores e microfones profissionais. Onde estão as nagras? E o magnetofone K4, dos poucos que existem na Europa? E um telégrafo? Onde está a telegrafia sem fios? De onde vem a rádio? Quem fizer esta visita virtual, cientificamente não fica a saber nada”, alerta o ex-conservador.
Do espólio do museu de rádio ficam ainda esquecidos objectos de carácter mais sentimental, como os estúdios de gravação de teatro radiofónico, que incluíam a caixa de areia que serviu para gravar os passos que iniciam o “Grândola, Vila Morena”. Ou o rádio de António Oliveira Salazar, comprado pelo ditador em 1937 e mais tarde adaptado a gira-discos, porque Salazar não quis gastar dinheiro num novo. Ou a secretária onde Fernando Pessa escrevia em casa, doada pela família.
“Andamos a juntar peças desde 1966. O Museu só abriu em 1992. Foi uma dificuldade para o abrir, lembrou Manuel Bravo ao PÚBLICO em 2006, numa visita guiada ao Museu da Rádio, já depois de ter fechado as portas.
Museus virtuais complementam
Rogério Santos, docente da Universidade Católica, investigador, com várias obras publicadas sobre a história da rádio e autor do blogue Indústrias Culturais, defende que os museus virtuais deviam ser um complemento e lembra que, apesar de promoverem uma maior acessibilidade, não promovem a investigação da história dos “media”: “É um erro transformar a coisa física numa realidade virtual e não quer dizer que se esteja a promover a investigação. Este tipo de museus deviam ser exclusivamente um complemento”, diz, lembrando a promessa da RTP de criar um museu da rádio e televisão após a venda do edifício do Quelhas.
António Nabais, museólogo, presidente da Assembleia Geral da Associação Portuguesa de Museus, frisa o valor do espólio de rádio português: “É um património riquíssimo, que a Alemanha ou o Reino Unido perderam com a II Guerra Mundial. Não devia estar encaixotado. Temos objectos únicos no mundo. Nós todos temos direito a esse património. Pagámos para o erguer e pagámos para o destruir”, defende o especialista.
Sobre o modelo de museu virtual, Nabais frisa as vantagens, mas diz que não chega: “O virtual é muito bom, é uma boa forma de divulgar, mas só tem sentido quando não temos nada. Neste caso devia ser complementar de um espaço físico. Estamos a assistir ao encerramento de museus, como o caso do da Rádio, do de Arte Popular, do Museu do Vinho de Alcobaça. Estamos a empobrecer o país. Este é um sinal de empobrecimento, não podemos só preocupar-nos com os bancos que estão a falir. E aqui não consta que a Polícia Judiciária se tenha preocupado com o Museu da Rádio.”



Fonte: Público.pt


Clique aqui para visitar o museu virtual

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terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Vida e obra de José Saramago

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A história da vida e da obra de José Saramago, o "escritor tardio" que deu o único Nobel da literatura a Portugal, vai ser contada num documentário a ser emitido esta quarta-feira em horário nobre na RTP1.


O documentário "procura ser um retrato da vida e da obra de José Saramago, contado de um modo que não é o da convencional biografia.

Começamos pelo momento da grande viragem, quando ele escreve `Levantado do Chão` [no final da década de 1970] e encontra a sua maneira de escrita", explicou à Lusa o autor e jornalista Alberto Serra.


No trabalho do jornalista da RTP, estão os "pontos cardeais" da vida do escritor, desde Azinhaga do Ribatejo, onde José Saramago nasceu, até Lavre, onde escreveu "Levantado do Chão" e começou a caminhada para o Nobel, além de Lisboa e Lanzarote, onde vive actualmente.


Testemunhos e depoimentos de quem o conheceu na infância e de quem o conhece agora fazem parte do documentário.


A companheira Pilar del Rio, a filha Violante, o "colega" Gabriel Garcia Marquez, o ensaísta Eduardo Lourenço, o professor e linguista Carlos Reis e o crítico literário norte-americano Harold Bloom são alguns dos que falam do homem e do escritor.


As reconstituições e criações de atmosferas permitem ao grande público entrar na obra do Nobel, "sem que tenha de fazer um esforço enorme de perceber as leituras".


Marionetas, um coro tradicional alentejano e leituras ilustradas com imagens cinematográficas foram os recursos escolhidos por Alberto Serra e Pedro Silveira Ramos, "autor da linha gráfica e imagens".


"Há um momento feito em teatro de marionetas, para recriar `As Intermitências da Morte`, que conta com um personagem adicional, que é o próprio Saramago, a assistir à representação", ilustrou a título de exemplo Alberto Serra.


"Em `Todos os Nomes` [título de uma das obras de Saramago] procurámos recriar o ambiente da conservatória onde o José [personagem central] anda à procura dos registos de nascimento de uma mulher que veio a descobrir mais tarde que desapareceu.


As imagens são complementadas com a leitura de excertos do livro feita pelo actor João Reis", explicou ainda.


No documentário há uma preocupação em "humanizar", aproximar a "figura" do público em geral.


"Como ele próprio diz, as pessoas têm ideia que ele é distante, duro, arrogante, e há momentos neste documentário em que essa ideia é desmontada pelo próprio Saramago", disse Alberto Serra.


Quarta-feira às 21:00, logo após o "Telejornal", os telespectadores podem aproveitar para "conhecer melhor Saramago e aperceberem-se da riqueza e profunda humanidade que a sua obra mostra", adianta.


O documentário vai para o ar no chamado "horário nobre", exactamente 10 anos depois de o prémio Nobel da Literatura ter sido atribuído a José Saramago.


A escolha do horário é vista pelo autor como "uma das obrigações do serviço público de televisão".


Fonte da notícia: RTP

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quarta-feira, 19 de março de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Iraque/5 anos depois: Carlos Fino, primeiro repórter a anunciar a guerra, fala da actual situação

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Brasília, 19 Mar (Lusa) - Cinco anos depois de anunciar em directo na RTP o início da invasão norte-americana do Iraque, o jornalista português Carlos Fino considera que está ainda por fazer o balanço da administração do Presidente George W. Bush.

Primeiro repórter a anunciar o início dos bombardeios a Bagdad, na madrugada de 20 de Março de 2003, faz quinta-feira cinco anos, Carlos Fino é actualmente conselheiro de imprensa da embaixada de Portugal no Brasil.

"O que constato, como observador, é que essa política da guerra contra o terror não só se consolidou na prática da administração norte-americana, como também na filosofia de actuação, e suscitou, igualmente, resistências e adaptações", assinalou o ex-correspondente da RTP.

Na sua avaliação, duas tendências estão em jogo - o uso da força para combater o terror e o reforço do Estado de Direito, com medidas de maior justiça, equilíbrio social e de mais diálogo para encontrar soluções.

"O jogo não está fechado e depende muito do que se passa na sede da única potência mundial que temos hoje. Se ganharem as forças que até agora têm definido essa linha (da administração Bush), continuaremos a ter a guerra ao terror, mas pode ser que haja uma mudança em Washington", referiu Fino.

O jornalista destacou que os próprios Estados Unidos defendem uma solução que passa por um entendimento político alargado dentro do Iraque e pela saída faseada das tropas estrangeiras, negociada com as novas autoridades iraquianas para evitar a anarquia e o terrorismo.

"Por outro lado, um dos candidatos à Casa Branca fala em permanência das tropas no Iraque por mais cem anos", acrescentou.

O ex-correspondente da RTP lembrou que a II Guerra do Golfo teve implicações globais, como a divisão da Organização das Nações Unidas (ONU), da NATO, manifestações por todo o mundo, adopção de medidas de segurança mais rígidas, como maior controlo nos aeroportos.

Na sua opinião, não se pode deixar de dar algum crédito às reacções americanas suscitadas pelo 11 de Setembro, porque há um problema sério de segurança internacional que tem de ser encarado.

"Resta saber se essa estratégia de acentuar os aspectos de força é a mais adequada para combater esse fenómenos", afirmou, citando críticos portugueses dessa política como o general Loureiro dos Santos e o sociólogo Boaventura de Sousa Santos.

Para Carlos Fino, os defensores da guerra contra o terror querem que ela se instale na política mundial um pouco como se instalou a luta contra o comunismo, marcando toda uma época.

Questionado sobre a posição da União Europeia neste contexto, o jornalista disse que a UE nunca se constituiu num pólo de contraponto a esse paradigma, embora os franceses tenham defendido isso.

"A União Europeia é uma potência comercial, mas não militar. Há uma tendência dentro do bloco de salientar mais os aspectos dos direitos humanos, das questões de justiça, equilíbrio social e defesa do ambiente. Mas o que predomina é a ligação com os Estados Unidos", observou.

Fino citou ainda uma frase muito conhecida nos meios jornalísticos: "A relação entre Estados Unidos e Europa é como a música de Wagner - não é tão má como parece à primeira vista".

No entanto, o ex-correspondente de guerra acredita que "muitos líderes europeus, à noite, rezam para que alguma coisa mude em Washington".

"E depende muito disso, porque os outros Estados, que não estão ligados a este paradigma da luta contra o terror, os países emergentes, como Brasil, China, Índia, África do Sul, todas as movimentações de opinião, as ONGs, os fóruns de Porto Alegre e do mundo não parecem suficientes para alterar essa situação", acrescentou.

Carlos Fino nota também que a maior preocupação hoje em alguns Estados norte-americanos não é com a guerra do Iraque e sim com a economia.

"Talvez não se faça na opinião pública uma ligação directa entre os biliões de dólares gastos no Iraque e a situação económica no país, entre a guerra e o aumento do preço do petróleo", explicou.

Outro aspecto a considerar, que é diferente da guerra no Vietname, é o facto de o conflito no Iraque estar a ser travada por um corpo de militares que são voluntários e contratados por empresas privadas de segurança que assumem os riscos.

"Esse tipo de actuação parece ser mais imune à críticas por parte da generalidade do público", comentou Fino.

No seu escritório actual na embaixada portuguesa em Brasília, uma foto sua tirada em frente a um tanque de guerra em Bagdad traz-lhe lembranças dos três meses em que passou na frente da linha de tiros.

"Logo na entrada das tropas norte-americanas constatamos que as forças implicadas não eram suficientemente grandes para contornar toda a situação. Por outro lado, parece não ter havido um plano de acção bem definido para o `day after", observou.

Fino recordou ainda alguns acontecimentos que marcaram o seu trabalho de correspondente no Iraque, reconhecido internacionalmente.

Um deles foi o disparo de um tanque norte-americano contra o Hotel Palestina, em Bagdad, onde estavam abrigados os correspondentes estrangeiros.

"Senti muito aquele tiro. Bastaria um pequeno ângulo diferente do canhão para que fôssemos nós (a morrer) e não os meus dois colegas de trabalho que estavam dois pisos abaixo".

© 2008 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A.2008-03-19 09:40:02

Fonte da notícia: RTP

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quinta-feira, 6 de março de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Livro de Rodrigues dos Santos oferecido em voo da TAP

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Exemplares autografados do mais recente bestseller do pivot da RTP vão ser distribuídos esta quinta-feira no voo Nova Iorque-Lisboa.

Por ocasião da viagem de nove jornalistas norte-americanos a Portugal, que visitarão os locais onde se desenrola a acção de Codex 632, de José Rodrigues dos Santos, os passageiros da TAP irão receber edições autografadas da obra.

Codex 632 será nos Estados Unidos sob a égide da editora Harper Collins, a mais recente obra de José Rodrigues dos Santos.

Parte da indagação sobre a verdadeira identidade de Cristóvão Colombo para urdir uma elaborada análise histórica, conjugada com uma narrativa contemporânea.

O bestseller português será lançado em território americano no 1º de Abril. Em Portugal, encontra-se através da editora Gradiva.

Fonte da notícia: SOL Sapo

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quarta-feira, 14 de novembro de 2007

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


RTP quer despedir Rodrigues dos Santos por justa causa


A administração da RTP instaurou um processo disciplinar ao jornalista José Rodrigues dos Santos que visa o despedimento do "pivot" por justa causa.


As razões invocadas pela administração da estação pública para justificar o despedimento não se prendem com as declarações proferidas pelo jornalista à revista "Pública" publicadas a 7 de Outubro, mas sim com questões laborais, nomeadamente em relação a incumprimento de horários e quebra de "lealdade com a empresa" avança a edição de hoje do "Público" e do "Diário de Notícias".


O processo disciplinar foi a consequência de um inquérito que a administração da estação pública abriu contra o jornalista a 15 de Outubro - depois de o pivot ter acusado Almerindo Marques, presidente da RTP, de interferência na nomeação de uma correspondente, em 2004.


À data dos factos, o "pivot" era director de informação do canal, vindo mais tarde a demitir-se do cargo. Nem a RTP, nem Rodrigues dos Santos comentam o assunto.

Fonte da notícia: Jornal de Negócios Online

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Jorge Goncalves

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