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Um blog de cartoons sobre as notícias da actualidade. Um sector informativo do Grupo Galeriacores.

sábado, 25 de outubro de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


José Rodrigues dos Santos, o fenómeno português

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Entrevista por e-mail ao jornalista e escritor bestseller português, que lança agora o seu sexto romance - «A Vida Num Sopro». Um livro esgotado num único dia. José Rodrigues dos Santos explica a razão de tanto sucesso.

Em menos de nada, 50 mil exemplares de A Vida Num Sopro desapareceram. O último romance do jornalista José Rodrigues dos Santos foi posto à venda na quinta-feira, dia 23, e no dia seguinte já estava nas bancas a 2ª edição - outros 60 mil exemplares.

Rodrigues dos Santos é um fenómeno de vendas em Portugal. Está traduzido em treze países, da Tailândia aos Estados Unidos. Os seis romances que assina atingiram o meio milhão de livros vendidos em Portugal. Há ainda a acrescentar o facto de, no caso de O Codex 632, os direitos cinematográficos terem sido vendidos para os EUA. E, a nível nacional, o realizador Leonel Vieira tem os direitos de adaptação ao grande ecrã de A Ilha das Trevas.

A Vida Num Sopro, que tem o carimbo da Gradiva, é um livro cuja acção se passa nos anos 30, num Portugal transmontano afectado pelo arranque do Estado Novo. A acção deste livro centra-se no amor de Luís e Amélia, posto à prova pela tensão das relações familiares, numa morte inesperada e na guerra espanhola que se vive do lado de lá da fronteira.

PortugalDiário - A Vida Num Sopro é um romance que tem a guerra e a ditadura como pano de fundo? O que o motivou a escrever mais um livro com esta temática - a guerra? José Rodrigues dos Santos - Bem, este não é um livro sobre guerra, é um livro sobre a ascensão do Estado Novo. Através do enredo desfiado por uma história de amor, viajamos até ao período histórico que corresponde à afirmação de Salazar. A Guerra Civil de Espanha constitui um importantíssimo episódio desse período, mas é apenas um dos elementos do romance.

PD - Este livro baseia-se muito nas histórias que a sua avó Amélia lhe contou. Há aqui um retrato biográfico sobre a sua família? J.R.S - Sim, sem dúvida que a história da minha família inspirou a narrativa ficcional. Amélia e Luís, os dois principais personagens do romance, eram na verdade os meus avós maternos. Usei muitos elementos verídicos da sua vida, mas misturei-os com muita ficção.

PD - Neste livro, qual é a sua personagem preferida, e porquê? J.R.S - Não há uma personagem favorita. As minhas personagens em A vida num sopro reflectem os tempos que se viviam.

PD - Este livro utiliza uma série de palavras com um uso muito local. São expressões que conhecia ou que aprendeu/pesquisou? J.R.S - Está a falar dos regionalismos de Trás-os-Montes, presumo. Uma parte já conhecia de ouvir da minha avó Amélia. Expressões como «não me arrelies», «levas uma trepa», «bota aí», «ra`is t`a parta o diabo» e outras eram usadas por ela. Mas outras foram pesquisadas.

PD - Relê os seus livros depois de publicados? J.R.S - Pontualmente algumas coisas. Mas o facto é que os tenho a todos gravados na minha mente.

PD - Este livro é já um bestseller e, ainda antes da sua apresentação, já vai na segunda edição. Como é que explica o sucesso editorial dos seus livros? J.R.S - Essa pergunta deveria ser dirigida aos leitores, claro, mas parece-me que há três factores determinantes. Primeiro, a escrita. Procuro escrever de uma forma límpida e fluida, sem aqueles burilados estilísticos que irritam tanta gente. Depois, a história. Invisto muito na narrativa, há muita acção, há sempre coisas a acontecer, surpresas, reviravoltas, penso que tudo isso os leitores também apreciam. Finalmente, a mistura de ficção com não ficção. Procuro que os meus romances não se limitem a contar uma história, mas a acrescentar algo de novo ao conhecimento dos leitores. Em vez de um simples passatempo, tento que os meus romances sejam sobretudo um ganhatempo. Através de uma história de ficção, os leitores ficam a conhecer os Descobrimentos, como aconteceu em O Codex 632, ou o problema do fim do petróleo, como é o caso de O Sétimo Selo, ou a ascensão do Estado Novo, como se verifica em A vida num sopro.

Fonte da notícia: IOL Diário

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segunda-feira, 21 de abril de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Jornalismo de Jeff Jarvis

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..."No jornalismo as boas ideias são do público"....uma entrevista com Jeff Jarvis no Jornal Público.




Fonte da notícia: Público.pt




Nota Pessoal:


Jeff Jarvis deve ser um perito nesta área, naturalmente que fala quem sabe.

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domingo, 3 de fevereiro de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Dr. Alberto João Jardim entra na «terceira idade»

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Alberto João Jardim, aos 65 anos, recorda alguns momentos mais difíceis e outros saudosos. Assinala os tempos do gonçalvismo quando ainda era director do Jornal da Madeira, «um dos raros jornais em Portugal que não estava controlado pelos comunistas», e já exercia funções de dirigente do então PPD, «eu sabia que se o 25 de Novembro falhasse, a minha cabeça estava a prémio».

Assinala também como «cansativa» a sucessão de governos logo após o 25 de Abril de 1974 e «das coisas mais angustiantes e mais difíceis» o momento do Bloco Central.

Morte de Sá Carneiro: «Coisa tremenda» e «terrível»

«Coisa tremenda» e «terrível» é como lembra a morte de Francisco Sá Carneiro: «Era o grande apoio e a grande alavanca do desenvolvimento das autonomias da Madeira e dos Açores».

«O dr. Sá Carneiro era único na sua concepção das autonomias, era um homem extremamente culto e, por isso, compreendeu que era um normal processo dialéctico que se iria perpetuar através dos tempos sem pôr em causa a unidade nacional».

«De repente, ver tudo isto se desmoronar com a sua morte, foi terrível», afirma com semblante carregado.

Recorda também os governos do professor Cavaco Silva que «ao princípio, não entendia, como entende hoje, as autonomias, via-as com fortes desconfianças e, por outro lado, estava rodeado de algumas pessoas que também eram hostis à descentralização. Graças a Deus, essas desconfianças dissiparam-se e, no final dos seus mandatos, muito ajudou a Madeira».

Guarda, por outro lado, «uma recordação grata» do relacionamento com o Governo da República liderado por António Guterres.

«Não concordei com a forma como o engenheiro Guterres governou o País mas havia uma excelente relação institucional e pessoal, quer com o primeiro-ministro, quer com os seus ministros». Por isso, mostra-se «chocado» com o «mau relacionamento que o engenheiro Sócrates instituiu».

«Houve mesmo uma preocupação de negar diálogo para ser assumido um confronto ¿ que espero que venha a acabar com este ciclo de negociações entretanto estabelecidas com o ministro da Presidência ¿ que penso que as pessoas que foram arquitectas desta estratégia julgam que rende votos, em Lisboa, dizer mal da Madeira e do Alberto João Jardim», avança.

Apesar de assumir querer sentir-se, em 2011, como «um passarinho fora da gaiola», recitando Mário Soares, Alberto João Jardim reconhece, porém, gostar de «estar no meio da gente» e de «participar na vida política».

«Já disse ao meu partido, nas visitas que recentemente fiz aos militantes em todo o arquipélago, que o facto do partido ter um novo líder em 2011, estarei ao dispor do partido e do novo líder para, se me pedirem, saltar para cima do palco», refere. «Eu salto!», conclui, mesmo que, na altura, tenha 68 anos.


Fonte da notícia: Portugal Diário

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quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Lisandro vê Cristiano Ronaldo até na sopa


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O jornal argentino La Nacion publicou, nesta quarta-feira, uma extensa entrevista com Lisandro López. O avançado do F.C. Porto fez um balanço da sua vida em Portugal, desde a sua chegada em 2005. Os dragões compraram, recentemente, os restantes 50 por cento do passe do jogador, por cerca de 4,5 milhões de euros. Lisandro mostra-se satisfeito pela continuidade. Aqui fica um resumo da entrevista de «Licha»:

Hospitalidade portuguesa:

«Aqui são hospitaleiros, a cidade tem pouco mais de um milhão de habitantes e, quando cheguei com o Lucho, gostámos logo do Porto, porque tem tudo, rio, mar, praias, partes antigas, museus, etc. Pode formar-se uma fila infernal de trânsito, mas também são capazes de travar a fundo para deixar passar um peão.»

Simpatia de taxista:

«No início, eu e o Lucho ficámos num hotel e o clube deu-nos um carro. Certa vez, vínhamos de um treino já de noite e perdemo-nos por completo. Parámos num semáforo, pedimos direcções a um taxista e ele disse para o seguirmos: Foram 20 minutos, mas quando vimos estávamos à porta do hotel. Foi uma atitude incrível. Quando vamos comer, prepara-nos sempre uma mesa especial. Mas, nas ruas, não são de começar aos gritos, dizendo: 'Ei, dá-me a tua camisola!'. Cumprimentam-nos e seguem em frente.»

Cristiano Ronaldo:

«É terrível o que acontece aqui com o Ronaldo. É como com o Messi na Argentina. É o maior ídolo da actualidade. Tivemos Eusébio, Figo, Rui Costa, mas hoje em dia Cristiano Ronaldo está em todo o lados, nos cartazes, nos anúncios de televisão, etc. Até o vês na sopa!»

Evolução em Portugal:

«Estou a viver sozinho e de quando em vez sou visitado por família e amigos, que ficam cá dez a quinze dias. Aprendi uma língua nova e também já sei cozinhar algumas coisas, mas normalmente safo-me porque acaba por cozinhar alguma das esposas dos jogadores argentino. Desportivamente, também aprendi, tive dois técnicos com tácticas diferentes, os treinos são muito diferentes dos argentinos e conheci outra idiossincrasia, porque tive de jogar com um russo, com um polaco, com um marroquino, etc.»

Liga dos Campeões:

«A Liga dos Campeões é espectacular, ficamos com pele de galinha, os estádios explodem. Este ano jogámos na Turquia, com o Besiktas, e juro que nunca tinha visto nada assim, nem mesmo na Argentina. Havia uma onda de pressão no estádio, as pessoas estavam loucas, possuídas. No ano passado, jogámos contra o Chelsea, com Shevchenko e Drogba no ataque, e não acreditava que os estava a defrontar. Lembro-me de estar em casa, vendo os golos de Shevchenko no Milan. Foi um impacto para mim estar a jogar contra um monstro assim. Troquei de camisola com o Drogba, mas tive de ser eu a pedir.»

Liga portuguesa:

«A Liga portuguesa não tem a dimensão da inglesa, italiana ou espanhola, tem menos marketing. Mas penso apenas em continuar aqui, cumprir, manter este nível, porque sei que, um dia, vou poder marcar golos na selecção argentina.»


Fonte da notícia: Maisfutebol

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segunda-feira, 29 de outubro de 2007

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Presidente francês disparatou-se no programa televisivo do «60 Minutes»

Presidente francês irrita-se e abandona entrevista no «60 Minutes»


Milhares de americanos sintonizados na rede de TV CBS assistiram na noite deste domingo a um ataque de nervos do presidente da França, Nicolas Sarkozy. Convidado do tradicional programa de entrevistas 60 Minutes, Sarkozy irritou-se durante a conversa, arrancou o microfone, levantou-se e foi embora (assista às cenas abaixo). A entrevista, previamente gravada, foi arranjada pelo secretário de imprensa do francês, com o intuito de apresentá-lo ao público dos Estados Unidos. Foi uma bela introdução.
O motivo que levou Sarkozy a perder a cabeça foi uma pergunta sobre o estado de sua relação com a ex-esposa Cécilia. Na ocasião da gravação, o casal ainda não se havera divorciado, mas boatos de que romperiam em breve preenchiam centenas de páginas de jornais e revistas mundo afora. Atravessando um momento delicado, o sensível presidente francês afirmou que "se tivesse algo a dizer sobre Cécilia, com certeza não falaria aqui". Levantou resmungando e saiu.
Sobrou para o secretário de imprensa, a quem Sarkozy já havia chamado de imbecil durante a entrevista. "Ele é um estúpido", disse o governante, que afirmou ter "um trabalho muito grande a fazer", e que por isso não tinha tempo para entrevistas.







Fonte da notícia: ABRIL.COM

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Jorge Goncalves

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