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Um blog de cartoons sobre as notícias da actualidade. Um sector informativo do Grupo Galeriacores.

quinta-feira, 18 de março de 2010

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Rainha de Copas

Queen of Hearts
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Da pacata rainha de copas dos baralhos convencionais à temperamental rainha de copas de Alice no País das Maravilhas - seja o livro, seja o filme - a distância é grande. E a origem desta figura também é longínqua. As cartas de jogar, oriundas da China, tornaram-se populares na Europa no final do século XIV. Veio depois a divisão em naipes (espadas, copas, ouros, paus) e a presença de figuras da corte - originalmente, rei, cavaleiro e servo. A rainha existia apenas nos baralhos de tarot. Nos baralhos convencionais, fez uma aparição num baralho alemão do século XV.

As variações eram muitas. Em França, por exemplo, as figuras representavam inicialmente personagens mitológicas ou bíblicas. A rainha de copas era a Judite bíblica. Já em Inglaterra, as figuras não representavam ninguém em particular, embora haja histórias segundo as quais a rainha de copas seria Isabel de Iorque, mulher de Henrique VII, ou mesmo Ana Bolena, mulher de Henrique VIII. Verdade ou não, certo é que a coifa da rainha do baralho corresponde às modas da época Tudor.

Os revolucionários franceses, naturalmente, não jogavam com reis e rainhas, pelo que criaram versões alternativas das figuras, representando os novos valores. Foi também por esta altura que o ás se fixou como a carta mais valiosa, em vez do rei.

Quanto à Rainha de Copas de Lewis Carroll, tornou-se uma das personagens mais queridas do mundo subterrâneo visitado por Alice. Isto apesar de ser retratada como uma tirana irascível, cuja frase mais frequente é um "Cortem-lhe a cabeça!", sentença que ordena por tudo e por nada. Há quem veja nela uma caricatura da rainha Vitória, mas esta parece não se ter dado conta: foi, desde o início, uma grande admiradora da obra de Carroll.


Fonte: Sapo Magazine

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sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


«Jackass 3» filmado em 3D

Jackass 3 movie will be in 3D
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O estúdio Paramount Pictures deu luz verde para ser produzida a terceira iteração dos filmes Jackass, baseados no programa da MTV. O filme será filmado em 3D, facto que foi confirmado pela Sony à revista Variety.


Esta tecnologia permite um maior realismo, o que, neste caso, significa quedas sangrentas e vómitos induzidos.


A rodagem está planeada para ter início a 25 de Janeiro, e o filme terá data de estreia já em 2010.


O criador do programa, Jeff Tremaine, vai realizar o filme, e a equipa de produção incluirá Spike Jonze e o protagonista Johnny Knoxville. O filme decorrerá em multiplos locais: Knob Lick, Kentucky, Mianus, Connecticut, Fukang, China, Buttzville, New Jersey and Gayville, South Dakota.


Os estúdios procuram aumentar os lucros apostando na técnica 3D, que já demonstrou sucesso em filmes recentes tais como «Cloudy With a Chance» da Sony, ou «Beowulf» da Paramount. A acrescentar que as primeiras televisões 3D chegam ao mercado esta Primavera, o que aumentará a procura de filmes em 3D.


O franchise Jackass tem sido uma fonte de rendimento para o estúdio. Os dois primeiros filmes - com um custo total de $16,5 milhões (cerca de €11 milhões) - ganharam 164,1 milhões de dólares (cerca de 109 milhões euros).


Fonte: IOL

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domingo, 8 de novembro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Francis Ford Coppola de passagem por Portugal

Francis Ford Coppola attends film festival in Portugal
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O realizador norte-americano Francis Ford Coppola tem mais de quarenta anos de carreira, mas não deu pelo passar do tempo, porque continua a encarar o cinema com o mesmo entusiasmo e prazer de quando começou
Num encontro com os jornalistas, horas antes de apresentar em ante-estreia o filme Tetro, Francis Ford Coppola revelou a sua visão sobre o cinema, sobre os desafios da realização, partilhou histórias da família e desvendou alguns detalhes do seu mais recente projecto.

Tetro, que teve estreia mundial em Maio em Cannes, passa esta noite em duas sessões já esgotadas no Estoril Film Festival e o realizador terá, entre as exibições, um encontro com o público.

O filme é um drama familiar sobre o clã Tetrocini, contado a partir da história de dois irmãos, Angelo e Benjamin, que se reencontram em Buenos Aires ao fim de anos de separação, exorcizando um passado que os irá surpreender e aproximar.

Francis Ford Coppola admitiu hoje que Tetro é o seu projecto mais pessoal e que a história tem ligações à sua própria família.

«Todos os filmes que fiz têm muito a história da minha vida», referiu o cineasta, sublinhando no entanto que Tetro não reproduz explicitamente episódios da história dos Coppola.

É um filme sobre rivalidades entre irmãos, entre pais e filhos, situações que fazem parte do universo pessoal de Coppola, mas que integram ideias universais que podem tocar o público.

Aproveitando a temática do filme, Coppola falou da sua própria família, dos filhos e da educação que lhes deu.

«Devemos incentivar os filhos a acreditar que são capazes de fazerem o que quiserem porque têm talento. Só precisam de se esforçar», defendeu o pai dos realizadores Roman e Sofia Coppola.

Com mais de quarenta anos de carreira, Francis Ford Coppola garante que não deu pelo passar do tempo – «parece que foram só dois anos» – e que está a escrever para um próximo filme.

«Faço tudo de coração e com muito entusiasmo. O cinema continua tão interessante e tão vivo que é sempre um prazer. Não cometam o erro de pensar que não há mais nada para inventar ou saber no cinema», sublinhou.

Do passado lamentou, por exemplo, ter perdido o argumento de um western no qual esteve a trabalhar e que acabou por ser levado ao grande ecrã por Clint Eastwood. Intitulava-se Imperdoável.

Coppola acredita que o cinema está a viver uma fase de grande mudança, «com muita pressão e competitividade», os estúdios preocupados com a pirataria e os descarregamentos ilegais, mas alerta que a salvação não passa apenas pelas novas tecnologias e pelo 3D.

«Tenho fé no seu futuro e espero estar vivo para poder ver todas as mudanças acontecerem», disse.

Esta é a segunda vez que Francis Ford Coppola passa por Portugal e desta estada recorda a comida e os «excelentes vinhos» que provou, juntando estas recordações ao seu gosto pela vinicultura, já que é proprietário de duas empresas de produção de vinho.

Apesar dos elogios, Coppola referiu que a curto-prazo só não produzirá um filme em Portugal por causa do euro.

«Como eu me auto-financio, procuro um país que tenha uma boa taxa de câmbio, como a Argentina, e o euro é muito difícil de lidar. Não teria dinheiro para fazer um filme em Portugal», disse.



Fonte: Sol

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quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Filme «O 13.º Dia» apresentado em Fátima

The new film about the miracle of Fatima
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No próximo dia 13 de Outubro é apresentado em Fátima, em estreia mundial, o novo filme «The 13th Day» (“O 13.º Dia”).

O Santuário de Fátima acolhe o lançamento desta iniciativa particular, que será exibida no anfiteatro do Centro Pastoral Paulo VI, pelas 21:00.

O 13.º Dia é um filme independente de ficção baseado na história das aparições de Fátima, com especial destaque para o dia 13 de Outubro de 1917.

Após uma apresentação particular aos responsáveis do Santuário, a instituição reconhece neste filme “um grande valor”. “É um filme intenso e de sensibilidade apurada. Revela pesquisa, dedicação e está bem construído”.

A sinopse dá conta que “num mundo dividido por perseguições, guerra e opressão, três crianças foram escolhidas para anunciar uma mensagem de esperança. Baseado nas memórias da irmã Lúcia e nas memórias de muitas testemunhas. «O 13.º Dia» dramatiza a incrível e verdadeira história dos três pastorinhos de Fátima, que presenciaram seis aparições da Senhora do Céu, entre Maio e Outubro de 1917, e que culminou num milagre final visto por milhares de pessoas”.

Produzido pela “13th Day Films Ltd”, «O 13.º Dia» foi escrito e realizado por Ian e Dominic Higgins, produzido por Natasha Howes e tem Leo Hughes como produtor executivo.

A banda sonora é um original de Andrew Guthrie.

As filmagens decorreram em Portugal e em Inglaterra e o filme é anunciado como inovador em termos tecnológicos, nomeadamente ao nível dos efeitos especiais .

As entradas para a exibição no dia 13 são gratuitas.

Rodado em Inglês, o filme terá legendagem em Português.



Fonte: Agência Ecclesia

Visite a página oficial: http://www.the13thday.com/

View the Official trailer: http://www.youtube.com/watch?v=bvwcgsNA89g

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terça-feira, 16 de junho de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Harrison Ford é o actor mais bem pago

Harrison Ford is the most well paid actor in Hollywood
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Actor recebeu nos últimos 12 meses 46,9 milhões de euros, liderando assim a lista da revista 'Forbes' dos actores mais bem pagos de Hollywood, onde também está presente Will Smith. Segundo a revista Forbes, Harrison Ford é, actualmente, o actor mais bem pago de Hollywood, uma vez que só no último ano recebeu 46,9 milhões de euros.
As receitas do filme Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal contribuíram para liderar a lista dos actores mais bem pagos de Hollywood, já que o filme arrecadou 504 milhões de euros nas bilheteiras de todo o mundo.

O actor doou parte do dinheiro que recebeu por ter participado neste filme aos estúdios Paramount. De lembrar que o actor só participou em quatro filmes desde o ano 2000.

Além de Harrison Ford, em segundo lugar na lista da Forbes encontra-se o actor cómico Adam Sandler, que no último ano recebeu 39,6 milhões de euros. Nos últimos 12 meses o actor protagonizou filmes como Não te Metas com Zohan ou Histórias para Adormecer. No próximo mês de Agosto estreia nas salas de cinema portuguesas mais um filme protagonizado por Sandler, intitulado Funny People, de Judd Appatow.

No terceiro lugar da lista da Forbes encontra-se Will Smith, com receitas no valor de 32,4 milhões de euros.

Seguem-se-lhe ainda Eddie Murphy, que no último ano recebeu 28,8 milhões de euros. O norte-americano Nicolas Cage também recebeu no último ano 28,8 milhões de euros.



Fonte: DN Sapo

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segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Dr. House

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«Dr. House» distinguido pelo sindicato de actores norte-americanos

A gala decorreu domingo à noite, em Los Angeles.Aconteceu este domingo à noite, em Los Angeles, a 15ª gala dos Screen Actors Guild Awards, a cerimónia de entrega de prémios pelo sindicato de actores norte-americanos.

Além das distinções atribuídas ao trabalho desenvolvido para a sétima arte, o sindicato de actores premia ainda o trabalho dos actores de televisão.

«Mad Men» e «30 Rock» foram escolhidas como as melhores séries.

Hugh Laurie, de «House», e Sally Field, de «Brothers & Sisters» conquistaram o troféu na categoria de melhores actores de séries dramáticas.

Já a dupla de «30 Rock», Tina Fey e Alec Baldwin, foram premiados na categoria comédia.

Conheça a lista completa:

Melhor actor em filme para televisão ou série: Paul Giamatti (John Adams)
Melhor actriz em filme para televisão ou Série: Laura Linney (John Adams)

Melhor actor em série dramática: Hugh Laurie (Dr. House)
Melhor actriz em série dramática: Sally Field («Brothers & Sisters»)
Melhor actor em série de comédia: Alec Baldwin («30 Rock»)
Melhor actriz em série de comédia: Tina Fey (30 Rock)
Melhor elenco em série dramática: «Mad Men»
Melhor elenco em série de comédia: «30 Rock»



Fonte da notícia: IOL Moda&Social

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domingo, 25 de janeiro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Woody Allen em Espanha

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Um telefonema de Penelope Cruz e ele foi convencido a ir até Barcelona realizar a sua fantasia de cineasta europeu

O único lugar onde Woody Allen realmente quer estar é na cama. "O meu lugar na cama é o meu lugar no mundo", explica. É onde vê jogos de baseball, onde lê, e onde escreve, normalmente da parte da manhã, porque se começar à noite por vezes fica tão excitado que não consegue dormir. É onde o acto de imaginar é, de facto, "agradável" e onde pode "ir escolher as pessoas" e ver as suas "personagens ganharem vida."
"E ponho música e vejo as personagens encenarem as suas cenas ao som da bela música. Sabe, divirto-me com isso. E se mais ninguém faz isto, é uma pena." Woody parece menos desafiador do que resignado. De todos os grandes artistas americanos, sofreu um dos mais violentos e cruéis reversos de fortuna, caindo da adulação pública para a reprovação generalizada. A sua solução para os caprichos do afecto do público é agarrar-se à crença de que isso não significa nada. "Quando somos miúdos pensamos para nós próprios: 'Fama e fortuna e vai ser tudo tão excitante e...'. Mas depois descobrimos rapidamente, depois de três ou quatro filmes: 'Espera aí, o lado positivo é nada e o negativo também é nada.' A adulação das massas ou dos críticos é uma experiência impessoal, e os sentimentos negativos [das] pessoas são uma experiência impessoal. O contrato que o público tem com a pessoa é: 'tu entretens-nos e nós aparecemos'. E é assim que o contrato deve ser.
" Da maneira como Allen fala, podemos pensar que estamos na véspera do lançamento de um dos seus projectos falhados, uma série de filmes triviais e ineficazes incluindo "Celebridade" e "A Vida e Tudo o Mais", que se seguiram ao escândalo público da sua separação de Mia Farrow, as horríveis acusações (negadas e nunca provadas) de abuso infantil e mais tarde o seu casamento (que já dura há 10 anos) com a filha adoptiva de Farrow, Soon-Yi Previn, então com 22 anos.
Na verdade, Woody fez um dos mais deliciosos e divertidos filmes em mais de uma década, "Vicky Cristina Barcelona", a história de duas jovens americanas (Scarlett Johansson e Rebecca Hall) que, durante umas férias de verão em Espanha, se envolvem numa relação com um atraente artista, que adora mulheres (Javier Bardem) mas também a sua confusa e deliciosa ex-mulher (Penélope Cruz).
O filme é uma representação dos acasos do amor com cada uma das mulheres que lutam por uma posição estável: a aventureira sexual que está sempre cronicamente insatisfeita (Johansson), a futura académica que não gosta de correr riscos e que corre o perigo de sufocar a paixão da vida (Hall) e o espírito intoxicante e anárquico (Cruz), que torna a arte grande e a vida num inferno.
Com o chapéu na mão
Num fim de semana recente, Allen esteve fechado num quarto de hotel, dando entrevistas - fardo raro para Allen, que costumava ser capaz de escapar a tais experiências de rotina. O cineasta, 72 anos, passou uma temporada em Los Angeles, ficando num hotel com a mulher e as suas duas filhas pequenas, enquanto fazia a sua estreia na ópera dirigindo a ópera cómica de Puccini "Gianni Schicchi."
Parece mais fraco do que se esperava, vestindo uma impecável camisa com quadrados azuis e umas calças de algodão. Tem o cabelo completamente grisalho, grossos óculos pretos e uma pele que, curiosamente, não tem rugas. Ficamos com a sensação de que ficaria mais feliz se toda a gente o deixasse sozinho para fazer o seu trabalho. O seu trato é delicado mas cauteloso.
Allen admite que ir até Barcelona, Espanha, para fazer um filme concretizou a sua fantasia de ser um dia um cineasta europeu. "Sempre quis fazer o tipo de filmes que vi nos anos 50. Os filmes de Truffaut e os filmes de Godard e os de Bergman e Fellini, e esses são os filmes que sempre influenciaram o meu trabalho. E sempre os copiei e fui influenciado por eles. 'Vicky Cristina Barcelona' parece-me, quando o vejo, como um desses filmes. Tem todas as características: a música, as pessoas a andarem de bicicleta pela Europa, a interacção das personagens e as cenas desfocadas que vemos nesses filmes."
O filme, cheio de belas imagens de edifícios de Gaudi e velhas igrejas, é um dos acidentes felizes que surgiram depois de ter deixado de ser popular na América. Allen realizou mais de 40 filmes e fez mais grandes obras do que quase qualquer realizador vivo - "Annie Hall", "Manhattan", "A Rosa Púrpura do Cairo", "Crimes e Escapadelas", "Hannah e as Suas Irmãs", "Maridos e Mulheres" - mas a América nem sempre tratou particularmente bem os seus iconoclastas. Allen não é como Orson Welles, reduzido a vender vinho Gallo, ou Charlie Chaplin, que fugiu para a Suíça, mas desde os anos 90 qued as suas receitas de bilheteira diminuíram e a qualidade dos seus filmes tornou-se mais irregular. O seu filme anterior, "O Sonho de Cassandra", fez menos de um milhão de dólares nos EUA, se bem que tenha arrecadado cerca de 20 milhões no resto do mundo. Ele tem de andar com o chapéu na mão à procura de financiadores, que são na maioria europeus.
Quase por necessidade, foi catapultado do seu cenário familiar de Nova Iorque para Londres e agora Barcelona. A mudança de cenário parece ter sido rejuvenescedora, resultando em "Match Point" e "O Sonho de Cassandra" - dramas satíricos acutilantes e niilistas, que investigam se o mal é alguma vez realmente punido.
Quando uma companhia espanhola, Mediapro, o contactou com a proposta de financiar um filme em Barcelona, o argumentista-realizador basicamente pensou: "Porque não?" "Barcelona é uma cidade onde posso viver muito facilmente", diz. "Se tivessem mencionado uma qualquer cidade na Ucrânia ou no Sudão ou algo assim, teria dito não. Mas Barcelona é uma cidade bela e maravilhosa."
Se bem que Nova Iorque seja uma personagem em muitos dos seus filmes, Allen nunca tinha escrito um filme para um local específico, mas a sua tarefa ficou mais fácil quando recebeu um telefonema inesperado de Penélope Cruz, que lhe perguntou se podia visitá-lo. "E quando a vi, pensei: 'Meu Deus, ela é - se acreditar nisto - mais bonita em pessoa do que é no ecrã.' Achei que ela era tão bela que quase fiquei sem fôlego." Cruz disse-lhe que adoraria entrar no seu filme de Barcelona e quando ela partiu Allen confessa que "ter-lhe-ia dado toda a mobília, sabe?" Teve conhecimento através dos seus contactos que Bardem também estava interessado. "Pensei: 'Está bem, tenho estes dois grandes e tempestuosos espanhóis e Barcelona, mas não tenho filme."
Nada como a sua personagem
Ao longo do ano, Allen escreve ideias para filmes em pedaços de papel e carteiras de fósforos e atira-as para dentro de uma grande gaveta. No caso de "Vicky Cristina Barcelona", usou uma ideia que teve em tempos acerca de duas raparigas que vão de férias até São Francisco. Transportou a história para Barcelona e juntou-lhe Scarlett Johansson, que se tornou figura recorrente nos seus filmes mais recentes, como um símbolo de juventude, de intoxicante indisponibilidade. Começou a moldar as personagens ao seu elenco e, quando filmava, nunca falou com os actores, a não ser para lhes dar indicações de cena.
Diz que não se importa se nunca mais voltar a representar num dos seus filmes. "Se não houver papéis para mim, então não interpretarei nenhum... E se houver uma personagem adorável chamada Gramps que seja sábia apesar da idade, então. ..." Torna-se claro, à medida que fala, que ele não é nada como a sua personalidade cinematográfica - não é nada um neurótico falador e assustadiço acometido de pânico existencial. Afirma que o seu alter-ego é apenas o seu número cómico, como o bigode e o chapéu de côco de Charlie Chaplin, e que a personagem nasceu do seu limitado talento de actor. "Não sou como Dustin Hoffman ou Robert De Niro. Esses tipos fazem milagres no ecrã. Sou um actor perfeitamente credível no meu pequeno âmbito. Assim posso interpretar um professor universitário, posso interpretar um psicanalista, podia interpretar um intelectual, apesar de não ser um intelectual, ou posso interpretar um tipo mais modesto.
Posso ser como Broadway Danny Rose ou podia interpretar um pequeno angariador de apostas ou um qualquer tipo de vigarista porque era capaz de fazer isso. O verdadeiro eu está mais perto do pequeno vígaro, mas posso interpretar os dois tipos de personagens."
Para um homem brilhante que compreende as muitas nuances do impulso humano, Woody é obstinadamente anti-psicológico (ou simplesmente cauteloso em público), decidido a dizer que nenhum dos seus filmes reflectem o que quer que seja da sua vida pessoal.
"Sinto sempre como se estivesse sempre a fazer o mesmo processo. Eu não os faço de forma diferente. Eu não sinto nenhuma sensação de libertação na Europa. Eu não sinto que faça filmes felizes quando estou feliz e filmes tristes quando estou triste. Eu não sinto que faça filmes autobiográficos. Eu não era particularmente feliz, ou a passar um bom momento da minha vida, quando fiz 'O Inimigo Público' e 'Bananas'. Esses são dois dos meus filmes cómicos mais patetas. Por outro lado, quando fiz 'O Sonho de Cassandra' e 'Match Point' estava a atravessar um período maravilhoso da vida. Estes têm sido anos muito bons para mim. Eu tenho um excelente casamento, filhos óptimos. Não há um plano ou uma agenda ou algo parecido. É sorte. É o acaso."
O único impulso que reconhece ter é o de trabalhar, como um maníaco, como se estivesse a afastar a morte. "É uma forma de lidar com o mundo. Sabe, da mesma maneira que alguém lida com o mundo sendo um coleccionador de selos ou um viciado em desporto ou um gigante da indústria ou um alcoólico ou qualquer coisa. A minha forma de lidar com os horrores da existência é pôr-me a trabalhar duramente e não olhar para cima."
Muitas das pessoas que vão ver o seu novo filme deliciar-se-ão com a comédia e com a possibilidade de passarem 90 minutos banhadas de sol em Barcelona. Mas, ele nota, a sua fábula espanhola é de facto "um filme muito triste". Este é, afinal de contas, o universo de Woddy Allen, não interessa em que continente é que é passado, ou quantas gargalhadas são dadas. Ninguém consegue o que deseja.
"Uma relação é como dois grupos de fios que estão espalhados por toda a parte e todos têm de se ligar", diz. Ele usa os dedos para demonstrar, tocando suavemente uma mão com a outra. Elas são delicadas e surpreendentemente jovens, mas a sua atitude acerca do amor é fatalista. "Se um dos fios não se ligar, então não funciona. É como se faltasse uma coisa. Falta o sal na dieta. É uma pequena coisa, mas dá cabo de nós. Morremos."


Fonte da notícia: Ípsilon.Público.pt

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sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


O dia em que a terra parou

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Keanu Reeves, Jennifer Connelly e Jaden Smith, filho de Will Smith, abrilhantaram a antestreia do filme «O Dia Em Que A Terra Parou», que decorreu no dia 17, em Tóquio, no Japão.


Veja aqui a galeria de fotos


O thriller de ficção científica conta a história de uma cientista de renome (Jennifer Connelly), que se encontra face a face com extra-terrestre chamado Klaatu (Keanu Reeves), que viajou pelo universo para avisar a Terra de uma crise global eminente.


O filme já estreou em Portugal e tem estreia marcada no Japão para o dia 19 de Dezembro.


Fonte da notícia: IOL Cinema

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quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


O Cavaleiro das Trevas

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«O Cavaleiro das Trevas» e «Homem de Ferro» figuram entre os 10 melhores filmes de 2008 para o Instituto de Cinema Americano.


A lista fica completa com os filmes «O Curioso Caso de Benjamin Button», «Frost/Nixon», «The Wrestler», «Gran Torino», «Wall-E», «Milk», «Frozen River» e «Wendy and Lucy».


Contrariamente a outros prémios, o Instituto de Cinema Americano não destaca apenas uma longa-metragem. Os realizadores destes 10 filmes vão ser homenageados no próximo dia 9 de Janeiro.


Na lista não figura o musical «Mamma Mia!», que recentemente entrou para a história ao torna-se o filme mais rentável de sempre no Reino Unido.




Fonte da notícia: IOL Diário

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quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Manoel de Oliveira celebra 100 anos

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O realizador português Manoel de Oliveira celebra esta quinta-feira o seu centésimo aniversário, mas nem a histórica ocasião o vai impedir de passar o dia a fazer aquilo que mais gosta, isto é, rodar as cenas de mais um filme. A história de Manoel de Oliveira confunde-se com a sua dedicação ao cinema. Envie uma mensagem de parabéns ao mestre do cinema português! O cineasta mais velho do mundo no activo está actualmente a rodar «Singularidades de uma Rapariga Loira», que se baseia num conto partir de um conto de Eça de Queirós, que deverá estrear no Festival de Cinema de Berlim.


Filmografia de Manoel de Oliveira


Cronologia de Manoel de Oliveira


Celebridades dão os parabéns a Manoel de Oliveira


Com apenas 20 anos, Manoel de Oliveira ingressou na escola de actores Rino Lupo, realizador italiano radicado no Porto. Foi no filme «Fátima Milagrosa», dirigido pelo cineasta italiano, que Manoel de Oliveira se estreou como actor, carreira que pouco desenvolveu ao longo dos seus 100 anos.


Realizou o seu primeiro filme com apenas 23 anos. A curta-metragem «Douro, Faina Fluvial» marcou a sua estreia com realizador. «Aniki-Bobó» (1942) foi a sua primeira longa-metragem de ficção do realizador, numa carreira que é composta por mais de 30 longas-metragens.


A longa carreira de Manoel de Oliveira no mundo do cinema já lhe valeu imensos prémios e distinções internacionais. O realizador é professor honorário Academia de Cinema de Skopje e em 2008 recebeu o Prémio Mundial do Humanismo.


Manoel Cândido Pinto de Oliveira nasceu a 11 de Dezembro de 1908 no Porto.




Fonte da notícia: IOL Diário

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sábado, 6 de dezembro de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Retrospectiva de Clint Eastwood

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A Cinemateca realiza a partir do dia 11 em Lisboa uma retrospectiva integral da obra do realizador norte-americano Clint Eastwood, incluindo os dois mais recentes filmes do cineasta, «A Troca» e «Grand Torino».


«Clint Eastwood - Um homem com passado» decorrerá até Março de 2009 com a exibição de todos os filmes realizados por Eastwood e também aqueles em que participou como actor em produções de outros realizadores.


A retrospectiva abre na quinta-feira com a antestreia nacional de «Changeling/A Troca», um drama protagonizado por Angelina Jolie passado nos anos 1930 em Los Angeles.


Clint Eastwood recuperou para o cinema a história verídica de um caso de polícia, de uma mulher a quem é entregue uma criança que ela diz não ser o filho que foi dado como desaparecido.


A programação da Cinemateca, que será apresentada de forma cronológica, culminará com a antestreia nacional de «Gran Torino», que se estreará este mês nos Estados Unidos, o primeiro filme que o realizador protagoniza desde «Million Dollar Baby - Sonhos Vencidos» (2004).


Esta é uma retrospectiva dedicada a um realizador cujo cinema «transporta consigo a herança do cinema clássico norte-americano» e cujo estilo «foi sendo lapidado com o correr do tempo», escreveu a programadora Maria João Madeira, da Cinemateca, numa nota explicativa.


Na Cinemateca poderão ser vistos westerns, dramas sentimentais, thrillers policiais e biografias de entre os 32 filmes realizados por Eastwood entre 1971 e 2008.


Veja a lista


Haverá ainda filmes marcantes na carreira de Eastwood, como «Dirty Harry» («A fúria da razão» 1971), de Don Siegel, o primeiro no qual encarna o inspector Harry Callahan, e também «Por um punhado de dólares» (1964), «Por mais alguns dólares» (1965) e «O bom, o mau e o vilão», (1996), todos western-spaguetti de Sergio Leone.


Os premiados «Bird, fim de um sonho» (1988), «Imperdoável» (1992), «Mystic River» (2003), «As bandeiras dos nossos pais» e «As cartas de Iwo Jima", ambos de 2006, também não foram esquecidos.


Clint Eastwood nasceu em São Francisco em 1930, começou como figurante em Hollywood nos anos 1950 e durante sete anos vestiu a pele de cowboy numa série televisiva, um papel que lhe valeu a entrada no mundo do realizador italiano Sergio Leone nos anos 1960.


Em 1968, Eastwood criou a produtora Malpaso, garantindo a produção dos seus próprios filmes, o primeiro dos quais «Play misty for me» («Destino nas trevas»), de 1971, que a Cinemateca exibe no dia 15.


20 anos de Clint


À face de implacável, justiceiro, solitário e sombrio, que o persegue desde cedo, à sombra dos westerns e dos policiais «Dirty Harry», junta-se também a sensibilidade e a emotividade de filmes como «As pontes de Madison County» (1995), com Merryl Streep, «Mystic River» (2003) e «Million Dollar Baby» (2004).


O reconhecimento do trabalho de Eastwood consolidou-se sobretudo nos últimos 20 anos, com a atribuição dos mais importantes prémios de cinema, incluindo sucessivos Óscares para melhor filme e realização.


Tendo completado este ano dois filmes, «Changeling» e «Gran Torino», Clint Eastwood, de 78 anos, está a preparar o filme «The human factor», sobre Nelson Mandela, e trabalha num projecto sobre o escritor Mark Twain.



Fonte da notícia: IOL Diário

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domingo, 16 de novembro de 2008

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Entrevista com o realizador Bernardo Bertolucci

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Bernardo Bertolucci. O realizador italiano é um dos homenageados do Estoril Film Festival e hoje, pelas 19.30, estará no Centro de Congressos do Estoril para a apresentação dos documentários 'ABCinema' e 'Bertolucci Secondo Il Cinema'. Em entrevista exclusiva ao DN recorda como o cinema o "roubou" à poesia.


Em jovem escreveu. Chegou mesmo a publicar. Alguma vez se arrependeu de ter deixado a escrita para fazer cinema?

O meu pai foi um grande poeta. E, como um filho de um carpinteiro quer ser carpinteiro, eu quis ser um poeta. Mas a dada altura reparei que já havia um poeta na família. E aos 15 ou 16 anos apaixonei-me pelo cinema. Senti que era o meu caminho.

Ganhou até um prémio literário...

Sim, aos 21 anos publiquei um livrinho de poemas. Foi na mesma altura em que fiz o meu primeiro filme. Saíram os dois ao mesmo tempo.

O que lhe chamava a atenção no cinema?

Por essa altura estava encantado pela Nouvelle Vague. Comecei a fazer filmes em 1962. Tinha visto O Acossado [de Godard]... Nessa altura só gostava de realizadores franceses. Não gostava do cinema italiano dos anos 60, apenas o que se tinha feito antes. E lembro-me que na minha primeira entrevista fui arrogante. Como se é quando se tem 21 anos... Na minha primeira conferência de imprensa disse que a ia fazer em francês. Perguntaram-me porquê? Éramos todos italianos! E estávamos em Roma! Mas respondi: Parce que le cinéma parle français... Era tudo o que havia de mais errado para dizer!

É impossível falar do seu cinema sem pensar em política. A Itália de Berlusconi será um dia retratada no cinema? E como?

Isso será feito, mas de um modo diferente do que nós fizemos nos anos 70. Em primeiro lugar, devo dizer que, para mim, Berlusconi não é um primeiro-ministro! Não se pode ser candidato quando se é dono dos meios de comunicação de um país! Por isso não tenho o mesmo respeito que teria por outro... Há alguns anos tive a ideia de fazer um terceiro acto do 1900. O 1900 foi um enorme sucesso. Ou seja, foi um filme meu partilhado pelos italianos. Mas hoje, quando se vê que 65 por cento dos italianos ainda estão apaixonados por Berlusconi, seria difícil conseguir o mesmo efeito.

O que o preocupa no presente?

Na campanha eleitoral, queixei-me que nunca se ouviu a palavra cultura! E não foi apenas nas pessoas de quem não gosto. É como se a cultura já não fosse considerada. E é assim que Berlusconi ganha as eleições. As televisões, e também a do estado, narcotizaram os cérebros das pessoas. O país está a ficar sub-culto.

O cinema pode ajudar a desintoxicar?

Não tenho poderes mágicos. Mas um filme e, depois, outro, e mais outro, pode ajudar. Eu estava triste com o cinema italiano, mas no último ano apareceram filmes encorajadores como o Gomorra e o Il Divo.

Há um renascimento do filme político?

Sim, talvez como uma reacção. Sobretudo à direita.

As artes ainda podem ser um veículo político no presente?

O cinema, como qualquer outra expressão, atravessa fases. Será interessante ver o que é que vai sobreviver do cinema depois deste novo mundo incrivelmente tecnológico. O cinema tem de se relacionar com o novo. Reflectir o que se passa. Há colegas meus que dizem que o digital é horrível. Mas o digital é uma expressão deste momento. O cinema tem sido capaz de se transformar, de viver mutações. Por isso acho que o cinema vai sobreviver, se souber reflectir essa realidade.

O que pensa do facto de Oliver Stone fazer um filme sobre George W. Bush com o presidente ainda em exercício?

O Oliver é um realizador muito bom. Acho que ele se quer candidatar à presidência... Já é o terceiro filme que faz sobre presidentes. Ou seja, está a estudar para ser presidente! (risos).

Obama inspirará realizadores?

Se calhar o Oliver está a pensar já num quarto filme (risos)... Como tantas outras pessoas, investi muita da minha fantasia ao pensar o que Obama poderá fazer como agente de mudança global. Não será fácil. Não será ajudado pela realidade da economia. Mas tem uma força incrível. E nunca disse nada ofensivo como tantos outros fazem. Outra coisa extraordinária de ver é ter um afro-americano na Casa Branca. É quase comovente.


Fonte da notícia: DN Online

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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

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TV: um acto violento cada três minutos

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Estudo espanhol revela que televisões emitem uma média de 23,7 actos violentos por hora

As televisões espanholas emitem uma média de 23,7 actos violentos por hora, ou um a cada três minutos, a maioria dos quais em programas informativos e cinema, segundo um estudo da Universidade Complutense de Madrid, noticia a Lusa.

O estudo, hoje conhecido, baseia-se na análise e comparação de 133 horas de emissão de estações nacionais e regionais de televisão em Espanha durante os anos de 2000, 2005 e 2007 e as reacções de 19 grupos de telespectadores. A análise contabilizou no período analisado 3.156 actos violentos, detectando um aumento significativo face a 2000.

Segundo o estudo, a violência na televisão está «fortemente masculinizada», já que 75 por cento dos agressores são homens e quase 70 por cento das vítimas são mulheres. Em termos horários, a maior quantidade de violência ocorre a partir das oito da noite, ainda que no ano passado se tenham mostrado mais frequente entre as 14:00 e as 20:00.

Seis em cada 10 actos de violência correspondem a danos físicos, três são de tipo social - insultos, retenção de pessoas e violência simbólica - e um é contra a propriedade. Cerca de 76 por cento dos casos de agressão tem efeitos positivos para o autor ou ficam marcados por ausências de castigos.

Os noticiários emitem 21,3 por cento da violência vista na televisão; o cinema 19,3 por cento; os anúncios de programação própria 12,5 por cento; as séries 12,2 por cento e a publicidade 9,5 por cento. Segundo o estudo, os espectadores distinguem claramente a violência real da de ficção, considerando que a mais grave é a que se emite nos noticiários.


Fonte da notícia: Portugal Diário

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Jorge Goncalves

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