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Um blog de cartoons sobre as notícias da actualidade. Um sector informativo do Grupo Galeriacores.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Robôs em serviço

Robots at work
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Em 1942, o escritor americano Isaac Asimov delineou, num dos seus muitos contos, as três leis da robótica. É um conjunto de regras que se tornaram bem conhecidas de todos os fãs da ficção científica. E são ainda hoje, de longe, a mais famosa tentativa de sistematização das regras de interacção entre homens e robôs.

As leis de Asimov são princípios gerais de comportamento para garantir uma pacífica convivência entre robôs e humanos. A primeira e mais importante das leis estabelece que “um robô não pode ferir um ser humano ou, por inacção, permitir que um ser humano sofra algum mal”. As duas seguintes determinam que os robôs devem obedecer aos humanos e que devem proteger a sua própria existência.

Ora, estas leis (várias vezes revistas, tanto por Asimov como por outros autores) são muito conhecidas no meio académico – mas servem sobretudo para o ambiente de ficção científica em que foram criadas (e são mote para histórias em torno de robôs maléficos e desobedientes da lei, que se revoltam contra os humanos). No mundo real, os cientistas têm ainda outros problemas para resolver. Por um lado, porque os robôs verdadeiros são muito menos sofisticados do que os imaginados. Por outro, porque a convivência quotidiana entre robôs e pessoas ainda é um cenário de ficção científica.

Algures já nos próximos dez anos, porém, as cidades poderão estar um pouco mais próximas da fi cção, argumenta o investigador João Silva Sequeira, do Departamento de Engenharia Electrotécnica e de Computadores do Instituto Superior Técnico (IST), em Lisboa. O IST foi uma das instituições que participaram no URUS, um projecto de três anos e quatro milhões de euros, que envolveu 11 instituições de investigação e cujo objectivo era desenvolver robôs capazes de funcionar – e ser úteis – no complexo ambiente que são as cidades. Um dos desafios deste tipo de projectos passa precisamente por fazer com que humanos e robôs consigam interagir.

Porquê uma máquina?

Em finais do mês passado, os responsáveis do URUS puseram um carro – um pequeno Smart, rebaptizado SmartTer, que significa “mais esperto” – a andar sozinho em algumas ruas de Barcelona, a cidade onde o projecto foi conduzido (as ruas estavam, porém, cautelosamente vedadas). O carro faz percursos, evita obstáculos, trava se alguém se atravessar à frente. É um táxi autónomo, explica João Sequeira (partindo do princípio de que alguém se aventura num táxi sem ninguém ao volante).

O carro, contudo, não anda completamente sozinho: precisa da ajuda de mapas e de toda uma infra-estrutura de sensores, montados nas ruas, que lhe permitam saber onde está e por onde seguir. E aqui as dificuldades – com este robô ou com qualquer outro que tenha de se mover em locais complexos – começam a surgir.

Um problema é garantir uma comunicação constante entre a infra-estrutura de sensores e a máquina no terreno. “Não é razoável ter robôs nas ruas a falhar”, nota Sequeira.

A questão é que tanto nas comunicações via telemóvel como nas comunicações em redes de Internet sem fios é normal que os dados demorem a chegar de um ponto ao outro. Os humanos são tolerantes a estas falhas e conseguem continuar a funcionar sem problemas de maior (mantemos uma conversa ao telemóvel, mesmo que haja algumas interrupções e isso não nos impede de perceber o diálogo). Já para os robôs, alguns segundos sem comunicação bastam para que o correcto funcionamento fique comprometido.

A criação de robôs pode trazer problemas técnicos (como o da fiabilidade das comunicações) que os académicos acham muito interessantes. E também faz as delícias dos fãs de ficção científica. Mas, nas ruas de uma cidade, quais as razões para usar robôs em vez de pessoas? João Sequeira vê várias situações em que as máquinas seriam melhores.

Por exemplo, podem servir para tarefas que para os humanos são monótonas e repetitivas, como fechar os portões de jardins públicos à noite ou recolher lixo (em Itália, cientistas desenvolveram o DustBot, um robô verde, de aspecto atarracado e simpático, que serve para recolher sacos de lixo).

Outra opção é pôr estas máquinas a desempenhar tarefas que implicam riscos, como a vigilância nocturna. E também podem servir de assistentes pessoais ou de pontos de informação ambulantes. Um robô poderia ser ainda um bom recepcionista, diz João Sequeira (recentemente, a portuguesa YDreams desenvolveu uma série de pequenos robôs que acolhem e guiam visitantes do campus financeiro do banco Santander, nos arredores de Madrid). Idealmente, um robô recepcionista seria capaz de falar várias línguas e de ter memorizadas as regras culturais e sociais que deveria adoptar para cada visitante. “Por exemplo, em algumas sociedades, abordar alguém por trás não é bem visto.” As questões culturais, porém, são precisamente um ponto em que os investigadores ainda têm muito trabalho pela frente.

A cabeça é importante

Para além do SmartTer, o URUS desenvolveu outros dois robôs, chamados Tibi e Dabo (Tibidabo é o nome de uma montanha em Barcelona). Os dois foram desenhados para poderem vir a servir de guias turísticos.

A ideia é de que andem pelas ruas, respondam quando chamados e permitam que as pessoas obtenham informações através do ecrã com botões que está instalado na parte da frente. Foram construídos com base em Segways, espécie de scooters eléctricas de duas rodas, por vezes usadas pela polícia ou então por turistas que querem uma forma rápida e divertida de conhecer uma cidade. Às Segways, foi acrescentado um corpo, com braços e cabeça. São pouco mais baixos do que um homem adulto.

Contrariamente ao SmartTer (que mantém o aspecto de um carro, mas com uma série de aparelhos acoplados), Tibi e Dabo aproximam-se mais daquilo em que pensamos quando pensamos em robôs. São máquinas antropomórficas. E até têm um aspecto amistoso, apesar de não terem boca nem sobrancelhas, elementos faciais que, na robótica, são muito usados para simular emoções, como alegria, tristeza e irritação.

Os braços de Tibi e Dabo servem precisamente para os dotar de um aspecto mais humano. Não têm qualquer função prática — mas são importantes para fazer com que as pessoas se aproximem e estejam à vontade. Um “caixote com rodas” não teria o mesmo efeito, garante João Sequeira, dando como exemplo algumas experiências conduzidas no próprio IST, com robôs telecomandados. Numa experiência, Sequeira juntou na mesma sala robôs telecomandados (com o formato de “caixotes com rodas”) e alunos de doutoramento. A ideia era a de que os robôs interagissem, através do movimento, com os humanos, levando-os a fazer algumas acções, como sair da sala. Mas a comunicação entre pessoas (ainda que experientes a lidar com a tecnologia) e os caixotes com rodas não foi fácil — e alguns não se sentiam confortáveis quando os robôs lhes tocavam.

Há outras experiências a mostrar que os robôs nem sempre são socialmente aceites. Muitas crianças, por exemplo, são violentas em relação a estas máquinas.

Neste campo, a pergunta que os cientistas colocam, explica o investigador do IST, é “Que tipo de robôs gostaríamos de encontrar nas ruas?” E esta é uma questão em que os engenheiros precisam da ajuda das ciências sociais. As expectativas e o à-vontade a interagir com os robôs são influenciados por inúmeros factores.

Um estudo da Universidade de Hertfordshire, no Reino Unido, indicou que as pessoas mais extrovertidas preferem um robô de aspecto mais humano, ao passo que as introvertidas se sentem mais confortável como um desenho mais mecânico, como uma simples caixa com uma cabeça. Já a distância a que os robôs se podem aproximar sem causar susto ou desconforto é essencialmente uma questão cultural. Nas culturas latinas, por exemplo, o espaço pessoal é mais reduzido e as pessoas sentem-se confortáveis a pouca distância umas das outras — e, em princípio, também mais confortáveis com a proximidade de robôs humanóides.

Os estudos apontam para que as pessoas tendem a gostar de ver nas máquinas algumas características antropomórficas — e “algumas” é uma palavra-chave, refere João Sequeira. Se o robô for demasiado parecido com um humano, o desconforto volta a surgir. “Todas as pessoas querem uma cabeça. E também gostam que o robô exprima emoções.” Mas há um ponto que não deve ser ultrapassado: “As pessoas querem perceber que se trata de uma máquina”.


Fonte: Público

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sábado, 23 de janeiro de 2010

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


O futuro que tinha-mos imaginado para 2010

The future we had imagined for 2010
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Parece um mau filme de ficção científica. O ano que prometia tanto só desilude. Onde estão os robots babysitters, os carros flutuantes, os hotéis em Marte? O futuro chegou e não é nada do que estávamos à espera.


O futuro é como o amor à primeira vista: raramente corresponde às expectativas. Depositam-se grandes esperanças nele, investe-se couro e cabelo, mas há quase sempre alguma coisa que falha. E como num namoro que se precipitou, chega o momento em que o futuro se vira para o presente e diz: "Temos de falar. O problema não és tu, sou eu. Preciso de estar sozinho para decidir o que quero da minha vida." Só que o presente não vive sem o futuro - o cinema que o diga. E é por isso que para 2010 se projectou muito. E muito foi demais.


Primeira grande desilusão: "Há uns anos tinha-se uma grande expectativa em relação à inteligência artificial e de como ela permitiria desenvolver produtos que tomassem decisões simples e executassem tarefas elementares como um humano." Na realidade, a inteligência artificial é hoje usada em muitas situações, "mas não chega à idealização preconizada. Veja-se a diferença entre os computadores actuais e o famoso Hal 9000 do filme "2001 Odisseia no Espaço", baseado na obra de Artur C. Clark", diz José Fonseca, investigador e detentor do William Carter Award, uma espécie de Nobel da Fiabilidade Económica, que, como a maioria dos leitores, viu muitos filmes, leu muitos livros, teve muitas esperanças.


Esta "inteligência artificial aparece em obras como as do Izaac Asimov (por exemplo "I robot", publicado na década de 50), onde os robots têm cérebros positrónicos com um funcionamento semelhante ao nosso. Só que embora já haja robots que executam algumas tarefas com relativa autonomia, estas são muito elementares." A verdade, diz, é que "os existentes executam repetidamente e com exactidão as tarefas que são previamente programadas, mas não é possível terem uma opinião". A acreditar no "I robot" de Asimov, "em 1998 já haveria robots humanóides babysitter em casa das pessoas, em 2002 os robots já falariam e em 2015 já seriam tão evoluídos que iriam em expedições espaciais com humanos ao planeta Mercúrio para escavações de minério e tinham a capacidade de raciocínio".


Segunda desilusão: o único teletransporte que conhecemos é o que fazemos quando andamos de telemóvel no bolso. "As máquinas de teletransporte parecem efectivamente difíceis de materializar no nosso mundo, além de aparecerem nas séries e filmes Star Trek", diz José Fonseca. Não há duas sem três? Terceira desilusão: "Associada à medicina, a inteligência artificial e a robótica permitiriam a substituição de membros do nosso corpo por partes cibernéticas que funcionariam perfeitamente, tal como os originais. Como sabemos e, embora já se possam colocar certas próteses em órgãos tão vitais como o coração, também ainda estamos longe de onde a ficção científica nos colocaria nesta década."


Nem um homem em marte


É a quarta desilusão: já mandámos sondas para Marte, mas não homens (ou mulheres). "A conquista do espaço sofreu uma forte desaceleração desde a guerra fria e as viagens espaciais são só para uma elite muito restrita. Quem na década de 70 não imaginaria que já poderíamos estar muito mais avançados em termos espaciais em 2000 ou 2010?", pergunta o especialista. E dá a resposta: pode ser uma questão de dinheiro. E pode ser que "o investimento privado seja a chave para esta questão", com o turismo espacial a crescer nesta década, com novos investimentos, como a Virgin Galactic, de Richard Branson.


A quinta desilusão chega por email: "O interface entre o homem e o computador também tem evoluído pouco. Desde a década de 80, em que foi introduzido o rato, que ainda usamos o computador da mesma forma: com teclado e rato. Na década que passou houve avanços nesta área, com o aparecimento do iPhone da Apple e da consola WII da Nintendo, mas ainda não chegámos ao nível do filme "Minority Report." Em sexto lugar nesta lista de desalentos surge a massificação de carros 100% eléctricos ou movidos a outros combustíveis. "Eles já existem, mas não em grande escala. E também ainda não temos os carros flutuantes, tão comuns em filmes de acção científica." E é isto: 2010 parece um mau filme de ficção científica.


Mas tudo isto se explica. Segundo Sandro Mendonça, do departamento de Economia do ISCTE e membro da direcção da Rede Europeia da Economia da Comunicação, no início da década a Europa tinha como grande objectivo para 2010 aumentar o investimento na investigação e no desenvolvimento. "Japão e Estados Unidos eram os seus grandes rivais, com investimentos mais altos. A Europa falhou, o Japão apresentou grande volatilidade no investimento e os Estados Unidos desapostaram na criação de conhecimento novo." No que é que isto resulta? "Na área da biotecnologia, por exemplo, todo o conhecimento que obtivemos em relação ao genoma humano não teve efeitos. As farmacêuticas continuam no mesmo lugar, não se criaram vacinas com um target mais definido, mais afinado ao perfil de cada pessoa. Dez anos depois de o genoma ter sido descodificado, não se avançou." Ou seja, apesar de algumas descobertas, "houve pouco retorno ao nível de novos produtos socialmente úteis".


Mas nem tudo são más notícias, claro. "Na área da exploração espacial, há anos que se percebeu que os sonhos das décadas de 50 e 60, sobre hotéis em órbita, bases na Lua, viagens a Marte e exploração mineira algures no espaço não iam acontecer tão cedo. O que não quer dizer que não tenham ocorrido algumas surpresas de certa forma inesperadas", diz José Saraiva,investigador no CERENA (Centro de Recursos Naturais e Ambiente) do Instituto Superior Técnico. "É verdade que não há uma base lunar permanentemente habitada. Não sabemos quando haverá, se haverá. Temos uma melhor ideia de onde poderá vir a situar-se (nas regiões polares), se algum dia existir, mas até isso demonstra que ainda temos muito que saber sobre a Lua. Ou seja, a exploração lunar está atrasada e muito longe dos sonhos."


E Marte? "Aqui há boas e más notícias. Em 1996 foram apresentadas ao mundo imagens do famoso meteorito ALH84001, e sugerido que poderia conter microfósseis marcianos. Daí para cá a exploração marciana acelerou, mas sem humanos, claro. Não encontrámos ainda vida (ou restos dela) em Marte. Houve missões, conhecemos as paisagens avermelhadas do planeta, vimos o pôr-do-Sol pelos olhos dos rovers, sabemos que há água e que ela em tempos correu pela superfície, que houve mares e lagos e rios em Marte... Talvez daqui a umas décadas lá ponhamos o pé, mas também não está para breve."


É que aqui na terra, como no céu, ainda muita coisa por explicar. "Não há controlo do tempo meteorológico nem há previsão de sismos." Nas nossas casas, não há mordomos virtuais, "tratando da gestão doméstica, desde a limpeza da casa até a identificação das necessidades logísticas (conteúdo do frigorífico e da despensa) e fazendo automaticamente a encomenda dos produtos em falta", como seria expectável, diz Rui Rocha Mendes, da Impresa.DGSM - Desenvolvimento e Gestão de Soluções Multimédia. Resta-nos um consolo: é que sempre que se tentou adivinhar o futuro, adivinhou-se o fim do mundo. E agora, chegados a 2010, o fim do mundo já não nos parece tanto um filme de final feliz.



Fonte: Económico Sapo

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domingo, 9 de agosto de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Robôs cozinheiros no Japão

ROBOT COOKS IN JAPAN
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Em Nagoya, no Japão, já existem cozinheiros robôs. O atendimento é rápido e a comida é preparada e servida por robôs especialmente preparados para esse fim, noticia o site «LiveScience».


No restaurante FuA-Men - Fully Automated raMen (livremente traduzido para Lámen Totalmente Automatizado) é possível pedir as refeições através de um ecrã sensível ao toque, cuja informação vai directamente para os robôs que preparam, em alguns minutos um prato de lámen, refeição tradicional japonesa composta por macarrão com ervas e legumes temperados com carne de porco ou peixe de água-doce.


«Os benefícios na utilização de robôs como cozinheiros de lámen incluem a precisão no cozer do macarrão, movimentos precisos na adição de complementos e uma consistência no sabor e temperatura da sopa» afirmou Kenji Nagaya, presidente da fábrica de robôs «Aisei», numa nota publicada no site «Bigpond».


Os clientes garantem que, apesar destes robôs não serem em nada parecidos com humanos, não existem diferenças entre os pratos confeccionados pelos próprios e pelos chefes de cozinha, acrescenta o site «LiveScience».


Mas os robôs não são frios e «robóticos» como se pensa. Num vídeo publicado no Youtube é possível ver um deles a preparar os lámens, fazendo malabarismos com um prato, enquanto outro observa e exprime uma espécie de aplauso.


Fonte: IOL Diário

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terça-feira, 28 de julho de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Robots no desemprego

Robots on unemployment
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A braços com a pior recessão de sempre, os japoneses já começaram a cortar nas despesas, a começar pelos robôs, adianta o «El País». E, apesar de à primeira vista parecer mais barato manter um trabalhador deste tipo, a verdade é que o custo inicial é bastante maior. «A recessão provocou um atraso de vários anos no sector dos robôs», afirma Tetsuaki Ueda, analista na empresa de investigação Fuyu Keizai.

O colosso de Yaskawa Electric está neste momento com a produção suspensa, muito por culpa da quebra na indústria que ronda os 40%. A Sony, por exemplo, já deixou de fabricar o famoso cão «Aibo» que custava cerca de 2.000 dólares.

Kenyi Hara, analista da Seed Plannig sublinha que muitos dos projectos rebóticos em curso são exagerados e concentram-se demasiado na cópia humana, «daí não ser fácil a sua absorção pelo mercado, já que são um produto muito caro para um orçamento médio», defende.



Fonte: IOL Diário

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terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Robôs em medicina nos hospitais de Coimbra

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Os Hospitais da Universidade de Coimbra (HUC) dispõem a partir desta segunda-feira do primeiro Centro de Simulação Biomédica do país, destinado a treinar clínicos e equipas para intervir em doentes robôs em situação crítica, noticia a Lusa.


A formação de estudantes de medicina e enfermagem em anos terminais e pós-graduações de enfermeiros e médicos são outros domínios de intervenção deste centro que custou 700 mil euros, integralmente financiados através do mecenato por quatro fundações e empresas portuguesas.


O centro está dotado de robôs que simulam as funções humanas, de adultos, de um bebé, uma criança e até de uma parturiente, bem como de modelos cirúrgicos para treinos em órgãos específicos.


Um dos robôs custou cerca de 250 mil euros, e segundo Martins Nunes, responsável do novo centro, «é o simulador mais evoluído do mercado», capaz de «reproduzir praticamente toda a fisiologia humana».


O centro dispõe de quatro salas: de parto e gravidez, de adultos e crianças, de treinos de gestos clínicos e de cuidados intensivos e enfermagem. Cada uma delas está dotada dos robôs respectivos, e dos equipamentos necessários, como se se tratasse de um ambiente hospitalar com pacientes reais.


As intervenções das equipas médicas e dos clínicos individualmente são filmadas, e no final o comportamento será analisado no sentido de se melhorar a prontidão e a própria intervenção clínica.


«Aqui pode-se errar»


«Aqui pode-se errar e repetir as vezes necessárias até se fazer bem», sublinhou Martins Nunes, director do Serviço de Anestesiologia dos HUC, de que depende o novo centro.


Segundo o seu responsável, trata-se de um centro para servir o país, com um perfil multidisciplinar, pois abrange todas as áreas que tem cuidados críticos.


Fernando Regateiro, presidente do Conselho de Administração dos HUC, destacou o facto de ser possível reduzir o tempo de formação pós-graduada, por se poder recorrer a robôs que reproduzem a fisiologia humana.


«Protege o doente, e garante a segurança na intervenção», destacou o responsável, professor universitário de medicina, acrescentando que é também possível simular situações raras, deixando o clínico preparado para quando se deparar com elas.


A partir de terça-feira, e durante uma semana, representantes do Hospital Médico de Harvard (EUA) estarão em Coimbra para ministrar um curso de instrutores em simulação clínica.


Para 2009 o centro tem já programadas 54 acções de formação para grupos de 12 clínicos, de várias regiões do país.


Segundo Martins Nunes, o Centro de Simulação Biomédica será auto-sustentável. O conselho de fundadores vai garantir financiamento durante cinco anos. As acções de formação e a prestação de serviços a empresas, para treino de equipamentos, e utilização de medicamentos, serão outras fontes de financiamento.



Fonte da notícia: IOL Diário

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segunda-feira, 23 de junho de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Google quer conquistar a Lua

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A empresa Google lançou um desafio às equipas especialistas em robótica de todo o mundo para criarem um robot que percorra a Lua e comunique com a Terra. Os concorrentes ao prémio da Google estão a conceber uma máquina capaz de enviar mails, vídeo e fotos do espaço.

A Google vai colocar nas mãos da primeira equipa privada que seja capaz de colocar um robot na Lua, (fazê-lo percorrer 500 metros e mandar fotos e vídeo), cerca de 13 milhões de euros, mas tudo até 31 de Dezembro de 2012.

Se até esta data estes requisitos não forem cumpridos o prémio baixa para 9,6 milhões de euros e desce para zero se até 2014 nada for concretizado. Uma das exigências é que haja o menor envolvimento possível por parte dos governos.

«Nós acreditamos que o espaço deve ser aberto a qualquer pessoa, especialmente aqueles que lá querem ir», afirmou Becky Ramsey, directora dos projectos espaciais da Google.

Fonte da notícia: IOL Diário
Nota Pessoal:

É um excelente desafio sobretudo para aqueles que dominam bem a robótica. Acho uma ideia fantástica e uma óptima oportunidade para os peritos portugueses tanto de Aveiro como de Coimbra.

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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Sexo com robots: fantasia ou realidade?


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David Levy, autor de «Sexo com Robots: A Evolução das Relações entre Humanos e Robots» acredita que, em meados deste século, fazer sexo com um robot será possível, tendo em conta o desenvolvimento da inteligência artificial, avança a Agence France-Presse.

Segundo Levy, o robot sexual Gigolo Joe, vivido por Jude Law no cinema e criado para dar um auxílio emocional, além de prazer sexual, poderá tornar-se algo real em menos de quarenta anos.

Em Novembro do ano passado, os investigadores da Universidade de Waseda, no Japão, apresentaram um robot que sabe cozinhar e utilizar as mãos, banhadas em silicone para interagir com os humanos.

Uma empresa japonesa, a Axis, já fabricou aqueles que podem ser considerados os primeiros robots sexuais. Chamam-se Honeydolls e são bonecas de resina e silicone em tamanho real equipadas em cada seio com sensores ligados a um som.
As mulheres, no futuro, também poderão deixar-se tentar por robots sexuais, considera Levy, o que representa «uma vida sexual sem sentimento de culpa e livre do contágio de doenças sexualmente transmissíveis».

Nem todos concordam com a visão de «sexo 24 horas por dia», já que não acreditam que «os robots possam ser parecidos com os humanos nesse aspecto, em tão curto período de tempo».

O programador do cérebro do cão robótico Aibo, Frédéric Kaplan, acredita que as interacções entre máquinas e humanos «não são interessantes em termos de simulações de relações humanas». «Parece descabido pensar que os seres humanos se possam relacionar com robots», afirma a sexóloga norte-americana Yvonne K. Fulbright, embora reconheça que esse tipo de máquinas tenha um lugar no mercado. Contudo «as pessoas sentir-se-ão frustradas se esta for a sua única solução», concluiu.


Fonte da notícia: Portugal Diário

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Jorge Goncalves

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