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terça-feira, 9 de março de 2010

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Vinho ajuda a manter a linha

Drinking wine daily helps keep your body thin
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Um estudo revela que as mulheres que ingerem diariamente dois copos de vinho, cerveja ou qualquer outra bebida alcoólica correm menos riscos de engordar do que as que não bebem álcool, avança a Globo.


Cientistas do hospital Brigham and Women de Boston, nos Estados Unidos, falaram com 19 mil mulheres americanas sem problemas de excesso de peso, sobre a quantidade de bebidas consumidas diariamente e monitorizaram-nas durante 13 anos.


Nesta pesquisa, o maior grupo, com 7346 pessoas, era formado por mulheres que não consumiam bebidas alcoólicas. O segundo grupo,com 6312 pessoas, era formado por mulheres que bebiam cerca de um terço de copo de vinho, cerveja ou outra bebida alcoólica por dia, 20 por cento tomava um copo e seis por cento ingeria dois copos.


No período de 13 anos, as mulheres que não consumiam álcool foram as que mais engordaram, e as que tomavam o equivalente a dois copos diários foram as que ficaram mais próximas do peso ideal.


O vinho tinto revelou-se a bebida mais eficiente contra o excesso de peso, mas todos os tipos de álcool consumidos mostraram a mesma «associação inversa entre consumo de álcool e o risco de peso a mais ou obesidade», de acordo com o estudo.


Os investigadores evitaram, no entanto, recomendar o consumo de álcool como maneira de lutar contra a obesidade, devido aos problemas médicos, psíquicos e sociológicos associados ao álcool.

Fonte: IOL

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domingo, 1 de fevereiro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Maus hábitos alimentares podem surgir na infância

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Os jovens podem desenvolver hábitos alimentares pouco saudáveis vários anos antes da adolescência. Um estudo publicado no “Journal of Nutrition Education and Behavior” sugere que esta mudança pode ocorrer quando as crianças passam da idade pré-escolar para a escolar.
Investigadores da Universidade do Tennessee, em Knoxville, e da Brown University Medical School, inquiriram as mães de 174 crianças, com idades entre os dois e os doze anos. As crianças estudadas foram divididas em dois grupos: dos dois aos cinco anos e dos seis aos 12 anos. O peso e a altura das crianças foram obtidas de registos médicos, enquanto os questionários sobre os hábitos alimentares e de actividade física foram preenchidos pelas mães.
Entre os dois grupos foram registadas diferenças alimentares e de exercício físico. As mães do grupo mais velho apontaram hábitos menos saudáveis que as outras: maior consumo de sal, doces e bebidas açucaradas, menos refeições em família, menos actividade física e mais horas em frente à televisão, especialmente aos fins-de-semana.
Mas o estudo, citado pelo “Medical News Today”, revelou que os hábitos das crianças mais jovens também não são os mais adequados. “Apesar de as crianças em idade pré-escolar terem hábitos alimentares mais saudáveis, de acordo com os pais, estas crianças cumprem apenas duas recomendações nutricionais: consumo diário de fruta e poucas gorduras. Todos os outros pais relataram padrões de alimentação e tempos livres que não correspondem às recomendações actuais”, escreveu Hollie A. Raynor, investigadores da Universidade do Tennessee e co-autora do estudo.
Dados estudos
Título: Parent-reported Eating and Leisure-time Activity Selection Patterns Related to Energy Balance in Preschool and School-aged Children.Publicação: “Journal of Nutrition Education and Behavior”, Volume 41, Janeiro/Fevereiro 2009.Autores: Hollie A. Raynor; Elissa Jelalian; Patrick M. Vivier; Chantelle N. Hart; Rena R. Wing.





Fonte da notícia: Peso & Medida (Público.pt)

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sábado, 12 de julho de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Crianças portuguesas são as mais gordas da Europa

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Aos 11 anos as crianças portuguesas são as mais gordas da Europa. Para além de serem «significativamente mais baixas» que as suas congéneres da União Europeia, são também mais pesadas do que padrão para a idade. Espanha é o país cujo Índice de Massa Corporal (IMC) das crianças mais se aproxima do nível das portuguesas, estas são algumas das conclusões apresentadas pelo estudo «Pro Children», financiado pela União Europeia e publicado no jornal Público.

Em vez de 17, 68 para as raparigas e de 17,48 para os rapazes, como níveis padrão para a idade, as crianças portuguesas de 11 anos apresentam valores de 19,1 para as meninas e 19,4 para os rapazes.

Dos nove países estudados ¿ Áustria, Bélgica, Dinamarca, Islândia, Holanda, Noruega, Portugal, Espanha e Suécia ¿ é no nosso país que existe uma maior prevalência de crianças, aos 11 anos, com peso a mais ou obesas: 30,6 por cento de rapazes e 21,6 de raparigas inseridos numa das categorias.

Dentro da média portuguesa, as crianças algarvias são as que sofrem mais de pré-obesidade. Se a média europeia se situa nos 20 por cento, na região do Algarve ascende aos 30 por cento.

O pior ainda está para vir

João Breda, coordenador da Plataforma Nacional contra a Obesidade da Direcção-Geral de Saúde, admitiu que o excesso de peso entre as crianças é hoje uma característica do sul da Europa. «Está relacionada com a perda dos valores de alimentação tradicional de características mediterrâneas, e também com o baixo nível educacional dos pais», explicou.

Em Portugal, a obesidade representa 3,5 por cento das despesas de saúde, segundo a Direcção Geral de Saúde, o que corresponde a cerca de 235 milhões de euros. Mas este número pode pior no futuro. Em 2025, Portugal será o quarto ou quinto país com mais casos de diabetes, prevê Davide Carvalho, um dos principais especialistas portugueses da doença.

90 milhões contra a obesidade

A União Europeia anunciou a aplicação de um programa que consiste na disponibilização de 90 milhões de euros por ano para promover a distribuição gratuita de fruta e legumes nas escolas do 1º ciclo, no entanto, ainda não se sabe como esse capital será aplicado pelo Ministério da Educação.

Fonte da notícia: IOL Diário
Nota Pessoal:
Os doces, bebidas açucaradas e refrigerantes, gelados e o fast food são, na minha opinião, as causas principais deste problema que, de salientar, teve a sua origem nos EUA e depois foi-se propagando por toda a Europa e o mundo em geral. Hoje mete-se açúcar em tudo, até no Ketchup...

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Jorge Goncalves

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