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quarta-feira, 15 de julho de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Desigualdade entre ricos e pobres

Rich and Poor
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A disparidade entre os rendimentos na população portuguesa mais rica face à mais pobre diminuiu no ano passado e o risco de pobreza manteve-se, atingindo 18% dos portugueses.

As conclusões constam do relatório do Instituto Nacional de Estatística sobre rendimento e condições de vida, hoje divulgado.

No ano passado, o rendimento dos 20% da população com maior rendimento era 6,1 vezes o rendimento dos 20% da população com menor rendimento, quando em 2007 este rácio era de 6,5. A tendência tem sido de queda ao longo dos últimos anos, já que em 2006 se situava em 6,8 e em 2005 em 6,9.

Ou seja, o fosso entre o rendimento dos ricos face aos pobres baixou no ano passado, tendo por base os rendimentos auferidos pelos portugueses em 2007, de acordo com a análise do INE.

Estreitando a análise para apenas 10% da população, o rácio que mede a desigualdade sobe para 10. Ou seja, os 10% mais ricos auferiram rendimentos 10 vezes superiores aos 10% mais pobres. O que também representa uma descida da desigualdade, já que em 2007 este rácio era de 10,8.

No relatório o INE adianta que o coeficiente de Gini, com um valor de 36%, evidencia também uma ligeira melhoria no distanciamento entre os mais ricos e os mais pobres.

Apesar de a população residente continuar a caracterizar-se por forte desigualdade na distribuição dos rendimentos.

O coeficiente de Gini é indicador de desigualdade na distribuição do rendimento que visa sintetizar num único valor a assimetria dessa distribuição. Assume valores entre 0(quando todos os indivíduos têm igual rendimento) e 100 (quando todo o rendimento se concentra num único indivíduo).

Risco de pobreza nos 18%

O INE refere ainda que inquérito revela que segundo os dados provisórios de 2007, 18% dos indivíduos encontravam-se em risco de pobreza, mantendo-se o valor estimado para 2005 e para 2006.

Segundo o INE, a taxa de risco de pobreza correspondia à proporção de habitantes com rendimentos anuais por adulto equivalente inferiores a 4.878 euros em 2007 (cerca de 406 euros por mês).

A análise por grandes grupos etários evidencia uma melhoria no risco de pobreza para os idosos: de 26% em 2006 para um valor de 22% em 2007. O risco de pobreza agravou-se para a população em situação de desemprego, com 35%, em comparação com 32% no ano anterior.

O relatório do INE refere que considerando apenas os rendimentos do trabalho, de capital e transferências privadas, 41% da população residente em Portugal estaria em risco de pobreza.

As transferências sociais, relacionadas com a doença e incapacidade, família desemprego e inclusão social, que reduziram em aproximadamente 6 pontos percentuais a proporção da população em risco de pobreza.



Fonte: Jornal de Negócios

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sexta-feira, 20 de março de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Portugal está a envelhecer

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Portugal vai manter os actuais dez milhões de habitantes em 2060, segundo as previsões do Instituto Nacional de Estatística (INE) que dão ainda conta de um envelhecimento acentuado da população. Daqui a 50 anos, existirão 271 idosos por cada 100 jovens.

Em 2060, o INE prevê que existam 10 364 mil habitantes em Portugal. Com este cenário, denominado central, em que pesam os fluxos migratórios, nascimentos e mortes, o número de pessoas com mais de 64 anos será de 3,347 milhões, enquanto os de jovens com idade inferior a 15 anos irá rondar os 1,2 milhões.

Quanto ao número total de habitantes, Portugal deverá registar um aumento da população até 2034. A partir desse ano, os valores começam a diminuir.

Sem a influência da imigração, sustenta o INE, o número de residentes em Portugal diminuiria significativamente. No âmbito da hipótese "improvável" de ausência de imigrantes e mantendo as suposições em termos de nascimentos (fecundidade) e mortes (cenário sem migrações), Portugal perderia 25 por cento dos residentes nos próximos 50 anos, que passariam a ser 8,105 milhões.

No cenário elevado, a população aumentará continuamente até 2060, como resultado de maiores volumes migratórios anuais e conjugados com níveis de fecundidade mais elevados.

Neste caso, o número de pessoas a viver em Portugal, em 2060, chegará aos 11, 992 milhões.





Fonte: Correio da Manhã

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Jorge Goncalves

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