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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Astrofísicos acreditam na existência de planetas como o nosso

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Planetas parecidos com a Terra, habitáveis - em termos humanos - e com algum tipo de vida provavelmente existem em órbita de estrelas vizinhas ao nosso sistema, afirmam os astrofísicos americanos reunidos no congresso anual da Associação Americana para o Progresso da Ciência (AAAS), realizado esta semana em Chicago.

"Há uma dúzia de sistemas solares comparáveis com o nosso a uma distância de uns 30 anos-luz ou menos, e acho que um bom número destas estrelas, talvez a metade, tem planetas como a Terra a orbitar em torno delas", afirmou Alan Boss, astrofísico do Carnegie Institution for Science.

"Acho que por isso há boas hipóteses de que encontremos planetas como a Terra em distâncias entre 10, 20 ou 30 anos-luz", acrescentou.

Boss disse ainda estar convencido de que o telescópio espacial americano Kepler - que será lançado em 5 de março - e o satélite europeu Corot - colocado em órbita em 2006 - acabarão por encontrar planetas assim, similares à Terra.

"Eu ficaria muito assustado se o Kepler ou o Corot não descobrirem planetas 'terrestres', principalmente porque já estamos a descobrir", afirmou ainda.

O Corot descobriu o menor planeta externo ao sistema solar conhecido até então - cerca de duas vezes o diâmetro da Terra - perto da sua estrela e também muito quente, segundo anunciaram os astrónomos no início de Fevereiro.

Com a próxima geração de telescópios espaciais será possível detecter "se há metano e oxigênio na atmosfera, o que seria uma prova sólida, não apenas de que são habitáveis, como também estão habitados", explicou.

"Se existe um mundo habitável e se ele evolui durante tantos milhares de milhões de anos, é claro que ele vai gerar algum tipo de forma de vida", garantiu.

Raymond Jeanloz, professor de ciência planetária e astronomia da Universidade da Califórnia, falou no mesmo sentido.

"Concebemos a vida em função da compreensão que temos da genética, no sentido de que a vida é inevitável se os mesmos elementos necessários para sua existência na Terra também estão presentes em outro lugar", explicou.
A respeito de eventuais civilizações extraterrestres, Alan Boss comentou que se trata "de uma busca interessante e importante, ainda que as probabilidades de encontrar sejam muito poucas".

"Mas se encontrarmos algo será uma descoberta tão gigantesca que faz com que valha a pena que continuemos à procura", concluiu.



Fonte: Sapo AFP

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terça-feira, 8 de abril de 2008

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Cartoon animado do novo sistema extra-solar

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Está a cinco mil anos-luz de nós. Tem um sol, que mede metade do nosso, e dois planetas gigantes que orbitam à metade da distância que Júpiter e Saturno mantêm do Sol. Cientistas britânicos descobriram um sistema solar semelhante ao nosso apelidado de OGLE-2006-BLG-109L, avança a BBC.

As notícias de descobertas astrómicas são frequentes nos dias que correm, mas este sistema tem uma particularidade que o aproxima de nós, apesar de estar tão longe. “A grande particularidade do nosso sistema é existirem quatro planetas do tipo terrestre, Mercúrio, Vénus, Terra e Marte, e quatro planetas gigantes, Júpiter, Saturno, Urano e Neptuno”, explica ao PÚBLICO, Nuno Santos, investigador do Centro de Astrofísica da Universidade do Porto (UP).

O facto de estes dois planetas gigantes descobertos, parecidos com Júpiter e Saturno, estarem afastados da estrela do novo sistema é o factor de identificação com o sistema solar em que a Terra se insere. “Nós estamos a descobrir cada vez mais planetas e o objectivo é encontrar um parecido com a Terra”, diz Nuno Santos. “Muitos planetas gigantes descobertos até agora orbitam muito perto da estrela, estes planetas estão longe da estrela, em contraposição com os outros já descobertos”, explica.

Os cientistas britânicos que anunciaram a descoberta acreditam que será difícil detectar um planeta parecido com a Terra neste novo sistema, uma vez que ele está muito longe, o que dificulta a observação de planetas pequenos.

Apesar de já terem sido descobertos cerca de 300 sistemas extra-solares, só perto de dez por cento destes é que abrigam mais do que um planeta.

Técnicas de observação mais avançadas

Nuno Santos acredita que caminhamos para a descoberta de planetas semelhantes ao planeta azul. “Temos em curso um projecto de um instrumento que vai ser colocado nos telescópios da ESO [European Organisation for Astronomical Research] e que vai permitir a descoberta de outros planetas”, referiu.

O sistema OGLE foi descoberto através da técnica das lentes gravitacionais, em que a variação de brilho observada numa estrela permite descobrir o que passou por detrás dela, chegando-se, assim, à descoberta de novos planetas. Os cientistas ingleses acreditam que com o avanço tecnológico será possível descobrir mais sistemas planetários.

O astrónomo ouvido pelo PÚBLICO diz que a técnica das lentes gravitacionais já descobriu alguns planetas mas realça também a “técnica dos trânsitos”, que detecta a sombra do planeta quando este passa em frente a estrela que orbita, e a da “velocidade radial”, que mede as variações na velocidade com a qual a estrela se afasta ou se aproxima de nós – esta última é a responsável pela descoberta de mais planetas até agora.

Fonte da notícia: Público.pt


Nota Pessoal:
Fico verdadeiramente fascinado com estas novas descobertas científicas do nosso universo. Cosmologia é uma área tão complexa de tanto fascínio e mistério. Será que algum dia o homem vai conseguir viajar para além do nosso sistema solar? Penso que para isso só se ele conseguir primeiro inventar a máquina do tempo. Hehehehe.....se calhar é exactamente isso que vai acontecer num futuro próximo. Nunca se sabe. Há que esperar para ver até onde isto vai chegar.

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quarta-feira, 2 de abril de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Cartoon do Buraco Negro heheheh

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Astrónomos da Agência espacial norte-americana (NASA) identificaram o buraco negro mais pequeno até agora conhecido. O J1650 tem uma massa quatro vezes maior do que o nosso Sol e o tamanho aproximado de uma grande cidade.
“Há anos que os astrónomos tentam saber qual o tamanho mínimo possível de um buraco negro e este pequeno é um grande passo na resposta a esta questão”, comentou Nikolai Shaposhnikov, do Centro Espacial Goddard, da NASA, em Maryland.
Apesar da sua reduzida dimensão, a sua força gravitacional poderá ser maior do que muitos dos outros buracos negros identificados no centro das galáxias.
Shaposhnikov explicou que se alguém se aventurasse próximo do J1650 - na zona Sul da constelação Ara, na Via Láctea - a gravidade esticaria o seu organismo ao ponto de se parecer com um fio de esparguete.
O satélite da NASA Rossi X-ray Timing Explorer, aliado a uma nova técnica para estimar o tamanho do buraco negro, permitiu chegar a esta descoberta, anunciada numa conferência da Sociedade Astronómica Americana, em Los Angeles.
O novo método consiste em medir as oscilações do gás quente que se acumula à volta do buraco negro, quando este absorve a matéria.
Shaposhnikov e o seu colega Lev Titarchuk descobriram que o J1650 tem uma massa 3.8 vezes maior do que o Sol e um diâmetro de cerca de 24 quilómetros. “Isto torna o buraco negro num dos objectos mais pequenos encontrados fora do nosso sistema solar”, disse Shaposhnikov.
Antes do J1650, o buraco negro mais pequeno conhecido era o GRO 1655-40, com uma massa 6.3 vezes a do Sol.

Fonte da notícia: Público.pt

Nota Pessoal:

Um Buraco Negro que é, sem dúvida, mais um dos grandes mistérios do nosso Universo. Cosmologia e Física Quântica, são duas das grandes áreas que sempre me fascinaram imenso. Tanto que ainda há para descobrir nesta nossa inefável existência em que estamos inseridos. Ah, e depois do grande prazer que eu tive em fazer este cartoon animado, tendo em conta tudo o que o Sr. Bush tem feito ao longo de toda a sua presidência, confesso que não me importaria nada se ele fosse mesmo engolido por um destes Buracos Negros.

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Jorge Goncalves

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