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Um blog de cartoons sobre as notícias da actualidade. Um sector informativo do Grupo Galeriacores.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Woody Allen, o talento genial

Woody Allen, a brilliant talent
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Woody Allen voltou ao seu palco principal, Nova Iorque, depois de uma aventura europeia bem sucedida por Londres (onde fez três filmes) e por Barcelona. O regresso à cidade natal fê-lo também regressar a temas do passado.

«Em Tudo Pode Dar Certo», assistimos ao desenrolar de uma filosofia/ideologia sobre religião, relações humanas e existencialismo em geral muito típica de Allen, que escolheu não aparecer e ser "encarnado" na perfeição, diga-se, por outro "ser" peculiar e único da comédia: Larry David.

O co-criador da mítica série Seinfeld, o mesmo que não aparecia por «não ser actor» mas que conheceu o sucesso na série de culto semiautobiográfica, «Calma, Larry», é o protagonista numa personagem que lhe assenta que nem uma "luva", mas que é tipicamente interpretada por Allen.

Boris (David) é um velho divorciado solitário, repleto de ideologias e amargo, que vive na certeza de ser um génio porque, um dia, foi considerado como físico para um Nobel. É no bairro onde vive que conhece uma influenciável e ingénua jovem fugitiva (Evan Rachel Wood) e vai pôr em prática a sua teoria principal sobre a vida: tudo o que funciona.

Sem força suficiente para prémios, mas com uma linha de raciocínio cativante (embora às vezes maçuda), o filme entretém como só Allen sabe entreter.



Fonte: Destak

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domingo, 8 de novembro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Francis Ford Coppola de passagem por Portugal

Francis Ford Coppola attends film festival in Portugal
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O realizador norte-americano Francis Ford Coppola tem mais de quarenta anos de carreira, mas não deu pelo passar do tempo, porque continua a encarar o cinema com o mesmo entusiasmo e prazer de quando começou
Num encontro com os jornalistas, horas antes de apresentar em ante-estreia o filme Tetro, Francis Ford Coppola revelou a sua visão sobre o cinema, sobre os desafios da realização, partilhou histórias da família e desvendou alguns detalhes do seu mais recente projecto.

Tetro, que teve estreia mundial em Maio em Cannes, passa esta noite em duas sessões já esgotadas no Estoril Film Festival e o realizador terá, entre as exibições, um encontro com o público.

O filme é um drama familiar sobre o clã Tetrocini, contado a partir da história de dois irmãos, Angelo e Benjamin, que se reencontram em Buenos Aires ao fim de anos de separação, exorcizando um passado que os irá surpreender e aproximar.

Francis Ford Coppola admitiu hoje que Tetro é o seu projecto mais pessoal e que a história tem ligações à sua própria família.

«Todos os filmes que fiz têm muito a história da minha vida», referiu o cineasta, sublinhando no entanto que Tetro não reproduz explicitamente episódios da história dos Coppola.

É um filme sobre rivalidades entre irmãos, entre pais e filhos, situações que fazem parte do universo pessoal de Coppola, mas que integram ideias universais que podem tocar o público.

Aproveitando a temática do filme, Coppola falou da sua própria família, dos filhos e da educação que lhes deu.

«Devemos incentivar os filhos a acreditar que são capazes de fazerem o que quiserem porque têm talento. Só precisam de se esforçar», defendeu o pai dos realizadores Roman e Sofia Coppola.

Com mais de quarenta anos de carreira, Francis Ford Coppola garante que não deu pelo passar do tempo – «parece que foram só dois anos» – e que está a escrever para um próximo filme.

«Faço tudo de coração e com muito entusiasmo. O cinema continua tão interessante e tão vivo que é sempre um prazer. Não cometam o erro de pensar que não há mais nada para inventar ou saber no cinema», sublinhou.

Do passado lamentou, por exemplo, ter perdido o argumento de um western no qual esteve a trabalhar e que acabou por ser levado ao grande ecrã por Clint Eastwood. Intitulava-se Imperdoável.

Coppola acredita que o cinema está a viver uma fase de grande mudança, «com muita pressão e competitividade», os estúdios preocupados com a pirataria e os descarregamentos ilegais, mas alerta que a salvação não passa apenas pelas novas tecnologias e pelo 3D.

«Tenho fé no seu futuro e espero estar vivo para poder ver todas as mudanças acontecerem», disse.

Esta é a segunda vez que Francis Ford Coppola passa por Portugal e desta estada recorda a comida e os «excelentes vinhos» que provou, juntando estas recordações ao seu gosto pela vinicultura, já que é proprietário de duas empresas de produção de vinho.

Apesar dos elogios, Coppola referiu que a curto-prazo só não produzirá um filme em Portugal por causa do euro.

«Como eu me auto-financio, procuro um país que tenha uma boa taxa de câmbio, como a Argentina, e o euro é muito difícil de lidar. Não teria dinheiro para fazer um filme em Portugal», disse.



Fonte: Sol

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terça-feira, 16 de junho de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Harrison Ford é o actor mais bem pago

Harrison Ford is the most well paid actor in Hollywood
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Actor recebeu nos últimos 12 meses 46,9 milhões de euros, liderando assim a lista da revista 'Forbes' dos actores mais bem pagos de Hollywood, onde também está presente Will Smith. Segundo a revista Forbes, Harrison Ford é, actualmente, o actor mais bem pago de Hollywood, uma vez que só no último ano recebeu 46,9 milhões de euros.
As receitas do filme Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal contribuíram para liderar a lista dos actores mais bem pagos de Hollywood, já que o filme arrecadou 504 milhões de euros nas bilheteiras de todo o mundo.

O actor doou parte do dinheiro que recebeu por ter participado neste filme aos estúdios Paramount. De lembrar que o actor só participou em quatro filmes desde o ano 2000.

Além de Harrison Ford, em segundo lugar na lista da Forbes encontra-se o actor cómico Adam Sandler, que no último ano recebeu 39,6 milhões de euros. Nos últimos 12 meses o actor protagonizou filmes como Não te Metas com Zohan ou Histórias para Adormecer. No próximo mês de Agosto estreia nas salas de cinema portuguesas mais um filme protagonizado por Sandler, intitulado Funny People, de Judd Appatow.

No terceiro lugar da lista da Forbes encontra-se Will Smith, com receitas no valor de 32,4 milhões de euros.

Seguem-se-lhe ainda Eddie Murphy, que no último ano recebeu 28,8 milhões de euros. O norte-americano Nicolas Cage também recebeu no último ano 28,8 milhões de euros.



Fonte: DN Sapo

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terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


George Clooney quer ser adoptado

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George Clooney quer ser adoptado. Mas não se iluda. Tudo não passou de uma brincadeira do actor, durante um programa de televisão americano.
A alusão à piada foi publicada pela revista «People».

«Sempre desejei ser adoptado mas nunca me quiseram», disse. O pai do actor, Nick Clooney, de 75 anos também estava no programa e foi surpreendido pelas declarações do filho que continuou:

«Alguém me quer adoptar? Sou muito rico e posso tratar de vocês», garantiu.

O actor foi mais longe na brincadeira e disse ao pai que ele era velho e precisava de amparo. Nick Clooney respondeu-lhe à letra: «Não preciso nada de amparo. Tu és o meu melhor plano de reforma».





Fonte da notícia: IOL Diário

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segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Dr. House

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«Dr. House» distinguido pelo sindicato de actores norte-americanos

A gala decorreu domingo à noite, em Los Angeles.Aconteceu este domingo à noite, em Los Angeles, a 15ª gala dos Screen Actors Guild Awards, a cerimónia de entrega de prémios pelo sindicato de actores norte-americanos.

Além das distinções atribuídas ao trabalho desenvolvido para a sétima arte, o sindicato de actores premia ainda o trabalho dos actores de televisão.

«Mad Men» e «30 Rock» foram escolhidas como as melhores séries.

Hugh Laurie, de «House», e Sally Field, de «Brothers & Sisters» conquistaram o troféu na categoria de melhores actores de séries dramáticas.

Já a dupla de «30 Rock», Tina Fey e Alec Baldwin, foram premiados na categoria comédia.

Conheça a lista completa:

Melhor actor em filme para televisão ou série: Paul Giamatti (John Adams)
Melhor actriz em filme para televisão ou Série: Laura Linney (John Adams)

Melhor actor em série dramática: Hugh Laurie (Dr. House)
Melhor actriz em série dramática: Sally Field («Brothers & Sisters»)
Melhor actor em série de comédia: Alec Baldwin («30 Rock»)
Melhor actriz em série de comédia: Tina Fey (30 Rock)
Melhor elenco em série dramática: «Mad Men»
Melhor elenco em série de comédia: «30 Rock»



Fonte da notícia: IOL Moda&Social

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domingo, 25 de janeiro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Woody Allen em Espanha

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Um telefonema de Penelope Cruz e ele foi convencido a ir até Barcelona realizar a sua fantasia de cineasta europeu

O único lugar onde Woody Allen realmente quer estar é na cama. "O meu lugar na cama é o meu lugar no mundo", explica. É onde vê jogos de baseball, onde lê, e onde escreve, normalmente da parte da manhã, porque se começar à noite por vezes fica tão excitado que não consegue dormir. É onde o acto de imaginar é, de facto, "agradável" e onde pode "ir escolher as pessoas" e ver as suas "personagens ganharem vida."
"E ponho música e vejo as personagens encenarem as suas cenas ao som da bela música. Sabe, divirto-me com isso. E se mais ninguém faz isto, é uma pena." Woody parece menos desafiador do que resignado. De todos os grandes artistas americanos, sofreu um dos mais violentos e cruéis reversos de fortuna, caindo da adulação pública para a reprovação generalizada. A sua solução para os caprichos do afecto do público é agarrar-se à crença de que isso não significa nada. "Quando somos miúdos pensamos para nós próprios: 'Fama e fortuna e vai ser tudo tão excitante e...'. Mas depois descobrimos rapidamente, depois de três ou quatro filmes: 'Espera aí, o lado positivo é nada e o negativo também é nada.' A adulação das massas ou dos críticos é uma experiência impessoal, e os sentimentos negativos [das] pessoas são uma experiência impessoal. O contrato que o público tem com a pessoa é: 'tu entretens-nos e nós aparecemos'. E é assim que o contrato deve ser.
" Da maneira como Allen fala, podemos pensar que estamos na véspera do lançamento de um dos seus projectos falhados, uma série de filmes triviais e ineficazes incluindo "Celebridade" e "A Vida e Tudo o Mais", que se seguiram ao escândalo público da sua separação de Mia Farrow, as horríveis acusações (negadas e nunca provadas) de abuso infantil e mais tarde o seu casamento (que já dura há 10 anos) com a filha adoptiva de Farrow, Soon-Yi Previn, então com 22 anos.
Na verdade, Woody fez um dos mais deliciosos e divertidos filmes em mais de uma década, "Vicky Cristina Barcelona", a história de duas jovens americanas (Scarlett Johansson e Rebecca Hall) que, durante umas férias de verão em Espanha, se envolvem numa relação com um atraente artista, que adora mulheres (Javier Bardem) mas também a sua confusa e deliciosa ex-mulher (Penélope Cruz).
O filme é uma representação dos acasos do amor com cada uma das mulheres que lutam por uma posição estável: a aventureira sexual que está sempre cronicamente insatisfeita (Johansson), a futura académica que não gosta de correr riscos e que corre o perigo de sufocar a paixão da vida (Hall) e o espírito intoxicante e anárquico (Cruz), que torna a arte grande e a vida num inferno.
Com o chapéu na mão
Num fim de semana recente, Allen esteve fechado num quarto de hotel, dando entrevistas - fardo raro para Allen, que costumava ser capaz de escapar a tais experiências de rotina. O cineasta, 72 anos, passou uma temporada em Los Angeles, ficando num hotel com a mulher e as suas duas filhas pequenas, enquanto fazia a sua estreia na ópera dirigindo a ópera cómica de Puccini "Gianni Schicchi."
Parece mais fraco do que se esperava, vestindo uma impecável camisa com quadrados azuis e umas calças de algodão. Tem o cabelo completamente grisalho, grossos óculos pretos e uma pele que, curiosamente, não tem rugas. Ficamos com a sensação de que ficaria mais feliz se toda a gente o deixasse sozinho para fazer o seu trabalho. O seu trato é delicado mas cauteloso.
Allen admite que ir até Barcelona, Espanha, para fazer um filme concretizou a sua fantasia de ser um dia um cineasta europeu. "Sempre quis fazer o tipo de filmes que vi nos anos 50. Os filmes de Truffaut e os filmes de Godard e os de Bergman e Fellini, e esses são os filmes que sempre influenciaram o meu trabalho. E sempre os copiei e fui influenciado por eles. 'Vicky Cristina Barcelona' parece-me, quando o vejo, como um desses filmes. Tem todas as características: a música, as pessoas a andarem de bicicleta pela Europa, a interacção das personagens e as cenas desfocadas que vemos nesses filmes."
O filme, cheio de belas imagens de edifícios de Gaudi e velhas igrejas, é um dos acidentes felizes que surgiram depois de ter deixado de ser popular na América. Allen realizou mais de 40 filmes e fez mais grandes obras do que quase qualquer realizador vivo - "Annie Hall", "Manhattan", "A Rosa Púrpura do Cairo", "Crimes e Escapadelas", "Hannah e as Suas Irmãs", "Maridos e Mulheres" - mas a América nem sempre tratou particularmente bem os seus iconoclastas. Allen não é como Orson Welles, reduzido a vender vinho Gallo, ou Charlie Chaplin, que fugiu para a Suíça, mas desde os anos 90 qued as suas receitas de bilheteira diminuíram e a qualidade dos seus filmes tornou-se mais irregular. O seu filme anterior, "O Sonho de Cassandra", fez menos de um milhão de dólares nos EUA, se bem que tenha arrecadado cerca de 20 milhões no resto do mundo. Ele tem de andar com o chapéu na mão à procura de financiadores, que são na maioria europeus.
Quase por necessidade, foi catapultado do seu cenário familiar de Nova Iorque para Londres e agora Barcelona. A mudança de cenário parece ter sido rejuvenescedora, resultando em "Match Point" e "O Sonho de Cassandra" - dramas satíricos acutilantes e niilistas, que investigam se o mal é alguma vez realmente punido.
Quando uma companhia espanhola, Mediapro, o contactou com a proposta de financiar um filme em Barcelona, o argumentista-realizador basicamente pensou: "Porque não?" "Barcelona é uma cidade onde posso viver muito facilmente", diz. "Se tivessem mencionado uma qualquer cidade na Ucrânia ou no Sudão ou algo assim, teria dito não. Mas Barcelona é uma cidade bela e maravilhosa."
Se bem que Nova Iorque seja uma personagem em muitos dos seus filmes, Allen nunca tinha escrito um filme para um local específico, mas a sua tarefa ficou mais fácil quando recebeu um telefonema inesperado de Penélope Cruz, que lhe perguntou se podia visitá-lo. "E quando a vi, pensei: 'Meu Deus, ela é - se acreditar nisto - mais bonita em pessoa do que é no ecrã.' Achei que ela era tão bela que quase fiquei sem fôlego." Cruz disse-lhe que adoraria entrar no seu filme de Barcelona e quando ela partiu Allen confessa que "ter-lhe-ia dado toda a mobília, sabe?" Teve conhecimento através dos seus contactos que Bardem também estava interessado. "Pensei: 'Está bem, tenho estes dois grandes e tempestuosos espanhóis e Barcelona, mas não tenho filme."
Nada como a sua personagem
Ao longo do ano, Allen escreve ideias para filmes em pedaços de papel e carteiras de fósforos e atira-as para dentro de uma grande gaveta. No caso de "Vicky Cristina Barcelona", usou uma ideia que teve em tempos acerca de duas raparigas que vão de férias até São Francisco. Transportou a história para Barcelona e juntou-lhe Scarlett Johansson, que se tornou figura recorrente nos seus filmes mais recentes, como um símbolo de juventude, de intoxicante indisponibilidade. Começou a moldar as personagens ao seu elenco e, quando filmava, nunca falou com os actores, a não ser para lhes dar indicações de cena.
Diz que não se importa se nunca mais voltar a representar num dos seus filmes. "Se não houver papéis para mim, então não interpretarei nenhum... E se houver uma personagem adorável chamada Gramps que seja sábia apesar da idade, então. ..." Torna-se claro, à medida que fala, que ele não é nada como a sua personalidade cinematográfica - não é nada um neurótico falador e assustadiço acometido de pânico existencial. Afirma que o seu alter-ego é apenas o seu número cómico, como o bigode e o chapéu de côco de Charlie Chaplin, e que a personagem nasceu do seu limitado talento de actor. "Não sou como Dustin Hoffman ou Robert De Niro. Esses tipos fazem milagres no ecrã. Sou um actor perfeitamente credível no meu pequeno âmbito. Assim posso interpretar um professor universitário, posso interpretar um psicanalista, podia interpretar um intelectual, apesar de não ser um intelectual, ou posso interpretar um tipo mais modesto.
Posso ser como Broadway Danny Rose ou podia interpretar um pequeno angariador de apostas ou um qualquer tipo de vigarista porque era capaz de fazer isso. O verdadeiro eu está mais perto do pequeno vígaro, mas posso interpretar os dois tipos de personagens."
Para um homem brilhante que compreende as muitas nuances do impulso humano, Woody é obstinadamente anti-psicológico (ou simplesmente cauteloso em público), decidido a dizer que nenhum dos seus filmes reflectem o que quer que seja da sua vida pessoal.
"Sinto sempre como se estivesse sempre a fazer o mesmo processo. Eu não os faço de forma diferente. Eu não sinto nenhuma sensação de libertação na Europa. Eu não sinto que faça filmes felizes quando estou feliz e filmes tristes quando estou triste. Eu não sinto que faça filmes autobiográficos. Eu não era particularmente feliz, ou a passar um bom momento da minha vida, quando fiz 'O Inimigo Público' e 'Bananas'. Esses são dois dos meus filmes cómicos mais patetas. Por outro lado, quando fiz 'O Sonho de Cassandra' e 'Match Point' estava a atravessar um período maravilhoso da vida. Estes têm sido anos muito bons para mim. Eu tenho um excelente casamento, filhos óptimos. Não há um plano ou uma agenda ou algo parecido. É sorte. É o acaso."
O único impulso que reconhece ter é o de trabalhar, como um maníaco, como se estivesse a afastar a morte. "É uma forma de lidar com o mundo. Sabe, da mesma maneira que alguém lida com o mundo sendo um coleccionador de selos ou um viciado em desporto ou um gigante da indústria ou um alcoólico ou qualquer coisa. A minha forma de lidar com os horrores da existência é pôr-me a trabalhar duramente e não olhar para cima."
Muitas das pessoas que vão ver o seu novo filme deliciar-se-ão com a comédia e com a possibilidade de passarem 90 minutos banhadas de sol em Barcelona. Mas, ele nota, a sua fábula espanhola é de facto "um filme muito triste". Este é, afinal de contas, o universo de Woddy Allen, não interessa em que continente é que é passado, ou quantas gargalhadas são dadas. Ninguém consegue o que deseja.
"Uma relação é como dois grupos de fios que estão espalhados por toda a parte e todos têm de se ligar", diz. Ele usa os dedos para demonstrar, tocando suavemente uma mão com a outra. Elas são delicadas e surpreendentemente jovens, mas a sua atitude acerca do amor é fatalista. "Se um dos fios não se ligar, então não funciona. É como se faltasse uma coisa. Falta o sal na dieta. É uma pequena coisa, mas dá cabo de nós. Morremos."


Fonte da notícia: Ípsilon.Público.pt

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sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Eleito casal do ano (2008)

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Vanessa Hudgens e Zac Efron, os jovens protagonistas de High School Musical, foram eleitos o casal do ano pela cadeia televisiva norte-americana Fox.


«Com o filme High School Musical conseguiram notabilidade em todo o mundo durante o ano 2008 e têm os dentes perfeitos», justificou o responsável da foxnews.com.


No segundo lugar da lista surge o casal Brad Pitt e Angelina Jolie, menos populares em comparação com anos anteriores. Seguem-se Halle Berry e o seu noivo Gabriel Aubry.


Pela primeira vez na história, este tipo de ranking distingue um casal de lésbicas. Ellen DeGeneres e Portia de Rossi, que se casaram em Agosto, ocupam a sexta posição.


Veja aqui o top 10 dos casais:


1 - Vanessa Hudgens e Zac Efron 2 - Brad Pitt e Angelina Jolie 3 - Halle Berry e Gabriel Aubry 4 - Gwen Stefani e Gavin Rossdale 5 - Liev Schreiber e Naomi Watts 6 - Ellen DeGeneres e Portia de Rossi 7 - Jake Gyllenhaal e Reese Witherspoon 8 - Nicolas Sarkozy e Carla Bruni 9 - Beyoncé Knowles e Jay-Z 10 - Justin Timberlake e Jessica Biel



Fonte da notícia: IOL Cinema

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Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


O dia em que a terra parou

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Keanu Reeves, Jennifer Connelly e Jaden Smith, filho de Will Smith, abrilhantaram a antestreia do filme «O Dia Em Que A Terra Parou», que decorreu no dia 17, em Tóquio, no Japão.


Veja aqui a galeria de fotos


O thriller de ficção científica conta a história de uma cientista de renome (Jennifer Connelly), que se encontra face a face com extra-terrestre chamado Klaatu (Keanu Reeves), que viajou pelo universo para avisar a Terra de uma crise global eminente.


O filme já estreou em Portugal e tem estreia marcada no Japão para o dia 19 de Dezembro.


Fonte da notícia: IOL Cinema

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quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


O Cavaleiro das Trevas

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«O Cavaleiro das Trevas» e «Homem de Ferro» figuram entre os 10 melhores filmes de 2008 para o Instituto de Cinema Americano.


A lista fica completa com os filmes «O Curioso Caso de Benjamin Button», «Frost/Nixon», «The Wrestler», «Gran Torino», «Wall-E», «Milk», «Frozen River» e «Wendy and Lucy».


Contrariamente a outros prémios, o Instituto de Cinema Americano não destaca apenas uma longa-metragem. Os realizadores destes 10 filmes vão ser homenageados no próximo dia 9 de Janeiro.


Na lista não figura o musical «Mamma Mia!», que recentemente entrou para a história ao torna-se o filme mais rentável de sempre no Reino Unido.




Fonte da notícia: IOL Diário

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quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Manoel de Oliveira celebra 100 anos

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O realizador português Manoel de Oliveira celebra esta quinta-feira o seu centésimo aniversário, mas nem a histórica ocasião o vai impedir de passar o dia a fazer aquilo que mais gosta, isto é, rodar as cenas de mais um filme. A história de Manoel de Oliveira confunde-se com a sua dedicação ao cinema. Envie uma mensagem de parabéns ao mestre do cinema português! O cineasta mais velho do mundo no activo está actualmente a rodar «Singularidades de uma Rapariga Loira», que se baseia num conto partir de um conto de Eça de Queirós, que deverá estrear no Festival de Cinema de Berlim.


Filmografia de Manoel de Oliveira


Cronologia de Manoel de Oliveira


Celebridades dão os parabéns a Manoel de Oliveira


Com apenas 20 anos, Manoel de Oliveira ingressou na escola de actores Rino Lupo, realizador italiano radicado no Porto. Foi no filme «Fátima Milagrosa», dirigido pelo cineasta italiano, que Manoel de Oliveira se estreou como actor, carreira que pouco desenvolveu ao longo dos seus 100 anos.


Realizou o seu primeiro filme com apenas 23 anos. A curta-metragem «Douro, Faina Fluvial» marcou a sua estreia com realizador. «Aniki-Bobó» (1942) foi a sua primeira longa-metragem de ficção do realizador, numa carreira que é composta por mais de 30 longas-metragens.


A longa carreira de Manoel de Oliveira no mundo do cinema já lhe valeu imensos prémios e distinções internacionais. O realizador é professor honorário Academia de Cinema de Skopje e em 2008 recebeu o Prémio Mundial do Humanismo.


Manoel Cândido Pinto de Oliveira nasceu a 11 de Dezembro de 1908 no Porto.




Fonte da notícia: IOL Diário

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Jerry Lewis recebe Oscar humanitário

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O comediante Jerry Lewis vai receber o prémio humanitário «Jean Hersholt» na cerimónia de entrega dos Oscares no próximo dia 22 de Fevereiro de 2009, escreve a BBC.

Lewis fez diversos contributos financeiros para a Associação de Distrofia Muscular.

O prémio «Hersholt» distingue os esforços humanitários que prestigiam a indústria cinematográfica. A última distinção foi entregue em 2007 ao produtor Sherry Lansing.

Paul Newman, Audrey Hepburn e Bob Hope foram outras das celebridades que foram distinguidas com o prémio.

Sid Ganis, o presidente da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, descreveu Jerry Lewis «como um lendário comediante que levou o riso a milhares de pessoas em todo o mundo».





Fonte da notícia: IOL Diário

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sábado, 6 de dezembro de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Retrospectiva de Clint Eastwood

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A Cinemateca realiza a partir do dia 11 em Lisboa uma retrospectiva integral da obra do realizador norte-americano Clint Eastwood, incluindo os dois mais recentes filmes do cineasta, «A Troca» e «Grand Torino».


«Clint Eastwood - Um homem com passado» decorrerá até Março de 2009 com a exibição de todos os filmes realizados por Eastwood e também aqueles em que participou como actor em produções de outros realizadores.


A retrospectiva abre na quinta-feira com a antestreia nacional de «Changeling/A Troca», um drama protagonizado por Angelina Jolie passado nos anos 1930 em Los Angeles.


Clint Eastwood recuperou para o cinema a história verídica de um caso de polícia, de uma mulher a quem é entregue uma criança que ela diz não ser o filho que foi dado como desaparecido.


A programação da Cinemateca, que será apresentada de forma cronológica, culminará com a antestreia nacional de «Gran Torino», que se estreará este mês nos Estados Unidos, o primeiro filme que o realizador protagoniza desde «Million Dollar Baby - Sonhos Vencidos» (2004).


Esta é uma retrospectiva dedicada a um realizador cujo cinema «transporta consigo a herança do cinema clássico norte-americano» e cujo estilo «foi sendo lapidado com o correr do tempo», escreveu a programadora Maria João Madeira, da Cinemateca, numa nota explicativa.


Na Cinemateca poderão ser vistos westerns, dramas sentimentais, thrillers policiais e biografias de entre os 32 filmes realizados por Eastwood entre 1971 e 2008.


Veja a lista


Haverá ainda filmes marcantes na carreira de Eastwood, como «Dirty Harry» («A fúria da razão» 1971), de Don Siegel, o primeiro no qual encarna o inspector Harry Callahan, e também «Por um punhado de dólares» (1964), «Por mais alguns dólares» (1965) e «O bom, o mau e o vilão», (1996), todos western-spaguetti de Sergio Leone.


Os premiados «Bird, fim de um sonho» (1988), «Imperdoável» (1992), «Mystic River» (2003), «As bandeiras dos nossos pais» e «As cartas de Iwo Jima", ambos de 2006, também não foram esquecidos.


Clint Eastwood nasceu em São Francisco em 1930, começou como figurante em Hollywood nos anos 1950 e durante sete anos vestiu a pele de cowboy numa série televisiva, um papel que lhe valeu a entrada no mundo do realizador italiano Sergio Leone nos anos 1960.


Em 1968, Eastwood criou a produtora Malpaso, garantindo a produção dos seus próprios filmes, o primeiro dos quais «Play misty for me» («Destino nas trevas»), de 1971, que a Cinemateca exibe no dia 15.


20 anos de Clint


À face de implacável, justiceiro, solitário e sombrio, que o persegue desde cedo, à sombra dos westerns e dos policiais «Dirty Harry», junta-se também a sensibilidade e a emotividade de filmes como «As pontes de Madison County» (1995), com Merryl Streep, «Mystic River» (2003) e «Million Dollar Baby» (2004).


O reconhecimento do trabalho de Eastwood consolidou-se sobretudo nos últimos 20 anos, com a atribuição dos mais importantes prémios de cinema, incluindo sucessivos Óscares para melhor filme e realização.


Tendo completado este ano dois filmes, «Changeling» e «Gran Torino», Clint Eastwood, de 78 anos, está a preparar o filme «The human factor», sobre Nelson Mandela, e trabalha num projecto sobre o escritor Mark Twain.



Fonte da notícia: IOL Diário

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quarta-feira, 26 de novembro de 2008

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Jactância de Paris Hilton

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«Sou inteligente, poderosa, faço o que quero e ninguém me controla»

A socialite Paris Hilton revelou à revista OK! que não passa por problemas financeiros, apesar do seu avô, o multimilionário Barron Hilton, ter decidido não a incluir na herança.


«Não vivo do dinheiro dos meus pais, ganho a vida com muito esforço», confessou Paris Hilton.


De acordo com a revista Forbes, a socialite recebeu mais de 5 milhões de euros em 2007 pelos vários negócios em que esteve envolvida, nomeadamente no cinema e na música.


Paris considera-se ainda, para além de bela, que também tem muito êxito. «Sou inteligente, poderosa, faço o que quero e ninguém me controla. Também sou divertida, acrescentou.



Fonte da notícia: IOL Diário

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terça-feira, 18 de novembro de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


80 anos de Rato Mickey

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Tem o par de orelhas mais iconográfico da animação mundial, é o rato entre os ratos protagonistas do cinema e da banda desenhada. Mickey celebra oitenta anos na terça-feira desde que apareceu em «Steamboat Willie», em 1928.


Segundo recorda a agência Lusa, a 18 de Novembro de 1928, em Nova Iorque, era exibido o primeiro filme de animação sonorizado, «Steamboat Willie», uma paródia a um filme de Buster Keaton que dá a conhecer um pequeno roedor, preto, de calções e sapatos.


Nesse mesmo ano de 1928 tinham sido exibidos dois outros filmes pioneiros, «Plane crazy» e «Gallopin Gaucho», mas o primeiro sonorizado e que é tido como o do nascimento de Mickey é «Steamboat Willie».


«É um personagem apelativo, pequenino, mas rebelde e ao mesmo tempo encantador. Hoje não tem o mesmo carisma, mas é uma das mais importantes personagens do século XX», disse à agência Lusa o investigador Leonardo de Sá.


A carismática personagem de animação, que chegou a chamar-se Mortimer Mouse, foi imaginada por Walt Disney, mas quem lhe definiu os traços que são hoje reconhecíveis em todo o mundo foi o desenhador norte-americano Ub Iwerks.
Na história do cinema de animação e da banda desenhada foram criadas outras personagens inspiradas em ratos, como Jerry, Mighty Mouse, Speedy Gonzalez, Stuart Little e o mais recente «chef» de Ratatui.


No entanto Mickey é o mais famoso de todos, é considerado a personificação da Disney como máquina de magia e fantasia, a referência numa extensa galeria de personagens de animação.


Entre as mais conhecidas aparições contam-se, por exemplo, «The band concert», com Mickey a conduzir uma orquestra durante um furacão ou o clássico «Fantasia», em que interpreta um aprendiz de feiticeiro.


Em 1930, dois anos depois da projecção dos primeiros filmes de animação, surgiram as tiras de banda desenhada na imprensa, novamente com desenhos de Iwerks e mais tarde de Floyd Gottfredson, aquele que definiria os traços e a personalidade de Mickey.


Só chegou a Portugal em 1935


Em Portugal as histórias do rato Mickey surgiram pela primeira vez a 21 de Novembro de 1935 numa revista intitulada «Mickey», que custava 1,50 escudos e que durou até finais de 1936.


Nela vinham publicadas em português, com a primeira página, as centrais e última página impressas a cores, as tiras dos jornais norte-americanos com uma diferença temporal de alguns meses.


Nos anos 1950 surgiu uma nova publicação - «Rato Mickey» - editada pela Agência Portuguesa de Revistas, mas a verdadeira massificação ocorreu nos anos 1980 através das revistas da Disney provenientes do Brasil.


Segundo Leonardo de Sá, o rato Mickey foi e continua a ser sobretudo uma personagem para o público infantil, mas a sua fama, ao longo destes oitenta anos, deve-se também ao sucesso que teve junto dos adultos.


Ao longo dos anos, a popularidade de Mickey tem sido alimentada por conta de uma gigantesca máquina de divulgação nos mais diferente canais, seja pela televisão, seja pela venda de produtos associados ou nos parques temáticos espalhados pelo mundo.


Como sublinhou Leonardo de Sá, Mickey continua a ser «uma das mais reconhecidas e identificáveis personagens para o público. É iconográfica como é, por exemplo, o Super-Homem».



Fonte da notícia: IOL Diário

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domingo, 16 de novembro de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Entrevista com o realizador Bernardo Bertolucci

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Bernardo Bertolucci. O realizador italiano é um dos homenageados do Estoril Film Festival e hoje, pelas 19.30, estará no Centro de Congressos do Estoril para a apresentação dos documentários 'ABCinema' e 'Bertolucci Secondo Il Cinema'. Em entrevista exclusiva ao DN recorda como o cinema o "roubou" à poesia.


Em jovem escreveu. Chegou mesmo a publicar. Alguma vez se arrependeu de ter deixado a escrita para fazer cinema?

O meu pai foi um grande poeta. E, como um filho de um carpinteiro quer ser carpinteiro, eu quis ser um poeta. Mas a dada altura reparei que já havia um poeta na família. E aos 15 ou 16 anos apaixonei-me pelo cinema. Senti que era o meu caminho.

Ganhou até um prémio literário...

Sim, aos 21 anos publiquei um livrinho de poemas. Foi na mesma altura em que fiz o meu primeiro filme. Saíram os dois ao mesmo tempo.

O que lhe chamava a atenção no cinema?

Por essa altura estava encantado pela Nouvelle Vague. Comecei a fazer filmes em 1962. Tinha visto O Acossado [de Godard]... Nessa altura só gostava de realizadores franceses. Não gostava do cinema italiano dos anos 60, apenas o que se tinha feito antes. E lembro-me que na minha primeira entrevista fui arrogante. Como se é quando se tem 21 anos... Na minha primeira conferência de imprensa disse que a ia fazer em francês. Perguntaram-me porquê? Éramos todos italianos! E estávamos em Roma! Mas respondi: Parce que le cinéma parle français... Era tudo o que havia de mais errado para dizer!

É impossível falar do seu cinema sem pensar em política. A Itália de Berlusconi será um dia retratada no cinema? E como?

Isso será feito, mas de um modo diferente do que nós fizemos nos anos 70. Em primeiro lugar, devo dizer que, para mim, Berlusconi não é um primeiro-ministro! Não se pode ser candidato quando se é dono dos meios de comunicação de um país! Por isso não tenho o mesmo respeito que teria por outro... Há alguns anos tive a ideia de fazer um terceiro acto do 1900. O 1900 foi um enorme sucesso. Ou seja, foi um filme meu partilhado pelos italianos. Mas hoje, quando se vê que 65 por cento dos italianos ainda estão apaixonados por Berlusconi, seria difícil conseguir o mesmo efeito.

O que o preocupa no presente?

Na campanha eleitoral, queixei-me que nunca se ouviu a palavra cultura! E não foi apenas nas pessoas de quem não gosto. É como se a cultura já não fosse considerada. E é assim que Berlusconi ganha as eleições. As televisões, e também a do estado, narcotizaram os cérebros das pessoas. O país está a ficar sub-culto.

O cinema pode ajudar a desintoxicar?

Não tenho poderes mágicos. Mas um filme e, depois, outro, e mais outro, pode ajudar. Eu estava triste com o cinema italiano, mas no último ano apareceram filmes encorajadores como o Gomorra e o Il Divo.

Há um renascimento do filme político?

Sim, talvez como uma reacção. Sobretudo à direita.

As artes ainda podem ser um veículo político no presente?

O cinema, como qualquer outra expressão, atravessa fases. Será interessante ver o que é que vai sobreviver do cinema depois deste novo mundo incrivelmente tecnológico. O cinema tem de se relacionar com o novo. Reflectir o que se passa. Há colegas meus que dizem que o digital é horrível. Mas o digital é uma expressão deste momento. O cinema tem sido capaz de se transformar, de viver mutações. Por isso acho que o cinema vai sobreviver, se souber reflectir essa realidade.

O que pensa do facto de Oliver Stone fazer um filme sobre George W. Bush com o presidente ainda em exercício?

O Oliver é um realizador muito bom. Acho que ele se quer candidatar à presidência... Já é o terceiro filme que faz sobre presidentes. Ou seja, está a estudar para ser presidente! (risos).

Obama inspirará realizadores?

Se calhar o Oliver está a pensar já num quarto filme (risos)... Como tantas outras pessoas, investi muita da minha fantasia ao pensar o que Obama poderá fazer como agente de mudança global. Não será fácil. Não será ajudado pela realidade da economia. Mas tem uma força incrível. E nunca disse nada ofensivo como tantos outros fazem. Outra coisa extraordinária de ver é ter um afro-americano na Casa Branca. É quase comovente.


Fonte da notícia: DN Online

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quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


O sucesso do novo James Bond

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O filme «Quantum of Solace», protagonizado por Daniel Craig, na pele de James Bond pela segunda vez, foi visto por 157.919 espectadores na semana de estreia, colocando-se directamente no primeiro lugar das exibições, segundo o Instituto do Cinema e Audiovisual.


O 22º filme da saga do agente secreto mais famoso do mundo gerou mais de 703 mil euros de receita bruta de bilheteira, entre os dias 6 e 12 de Novembro, em 94 salas de cinema em Portugal.


O conceituado «Mamma Mia!» surge em quarto lugar com 18.186 bilhetes vendidos, somando 800 mil espectadores desde que estreou.


O filme português «Arte de roubar», de Leonel Vieira, contabilizou 10.394 espectadores, situando-se no sexto lugar.


Top 10 de bilheteira:


1 - «007 - Quantum of Solace» - Marc Forster (157.919 espectadores) 2 - «High School Musical 3» - Kenny Ortega (27.887) 3 - «Saw V - A sucessão» - David Hackl (22.808) 4 - «Mamma Mia!» - Phyllida Lloyd (18.186) 5 - «Corrida mortal» - Paul W.S. Anderson (12.185) 6 - «Arte de roubar» - Leonel Vieira (10.394) 7 - «Destruir depois de ler» - Ethan e Joel Coen (9.606) 8 - «Busca implacável» - Pierre Morel (9.247) 9 - «A turma» - Laurent Cantet (5.898) 10 - «Olhos de lince» - DJ Caruso (5.571)


Fonte da notícia: IOL Diário

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quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Susan Sarandon no Lisbon Village Festival

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Não foi uma surpresa, foi uma confirmação: Susan Sarandon não usa meias-palavras e vai direita aos assuntos. Seja para dizer que se sentirá mais insegura em Nova Iorque caso o candidato republicano John McCain se torne Presidente dos EUA, ou para explicar que, apesar de achar óptimo que uma mulher seja Presidente, não apoiou a candidatura de Hillary Clinton por não acreditar que “a resposta seja qualquer vagina, tem que ser a certa”.

Na conferência de imprensa que deu hoje em Lisboa – onde está a convite do Lisbon Village Festival, que apresenta um ciclo com vários filmes seus – a actriz norte-americana falou de cinema, mas, sobretudo, de política. “Não vejo que as ideias políticas possam estar separadas daquilo que somos como pessoas”, disse, para explicar como escolhe os seus papéis no cinema. “Sinto uma responsabilidade quando escolho as histórias que quero contar”.

Sorridente e bem disposta, Sarandon, que vive com o actor e realizador Tim Robbins, disparou as suas críticas mais duras contra Hollywood. Em resposta a uma pergunta sobre o facto de estarem a aparecer filmes mais políticos, como W. de Oliver Stone, foi lapidar: “As boas e as más notícias são que Hollywood não é política. A única coisa pela qual nos castigam é por nos tornarmos velhos e gordos. Não se importam com política, e apostam numa coisa quando acham que lhes vai dar dinheiro. São banqueiros”. Apesar disso, não se considera uma crítica de Hollywood. “Não sou crítica. Sou realista. Aceito Hollywood pelo que é. Não tenho expectativas”.

As expectativas que tem, neste momento, estão concentradas no candidato democrata à Casa Branca, Barack Obama, embora esteja convencida de que “quem vier a ser Presidente vai herdar um grande, grande problema”. Apesar de tudo, vê algo de positivo no impasse em que mergulhou a crise financeira nos EUA depois de, na segunda-feira, o Congresso ter chumbado o acordo para salvar Wall Street. “Estou contente por se continuar a debater, porque acho que todos esses discursos de [George] Bush querendo empurrar-nos rapidamente para uma resposta são quase idênticos aos que nos conduziram ao Iraque. É importante que se estejam a fazer perguntas. Antes do Iraque ninguém podia fazer perguntas”.

O programa do Lisbon Village Festival inclui, hoje à noite, a antestreia nacional de um dos filmes mais recentes de Sarandon, Mr. Woodcock, uma comédia de Craig Gillespie. O ciclo que poderá ser visto no Cinema City do Campo Pequeno inclui outros recentes trabalhos da actriz que em 1996 recebeu um Óscar por Dead Man Walking: Romance and Cigaretts, de John Turturo (hoje às 20h30), Alfie, de Charles Shyer (hoje às 22h30); Uma História de Encantar, de Kevin Lima (hoje às 22h30); e No Vale de Elah, de Paul Haggis (4 de Outubro às 22h30).

Fonte da notícia: Público.pt

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sábado, 27 de setembro de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Morreu Paul Newman

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O actor norte-americano Paul Newman, de 83 anos, morreu esta sexta-feira nos Estados Unidos noticiou neste sábado a agência Associated Press. O actor lutava contra um cancro do pulmão e, recentemente, ao saber que tinha poucas semanas de vida pediu à família para deixar o hospital e morrer em casa.


Newman tinha três filhas com Joanne Woodward, com quem foi casado 40 anos, e outras duas do primeiro casamento com Jackie White. Há um mês, a imprensa norte-americana noticiou que o actor teria pedido para sua filha mais velha, Nell, cuidar dos negócios da família. Newman entrou em cerca de 60 filmes. Ao todo, recebeu nove nomeações para os Oscares, mas só ganhou a estatueta de melhor actor em 1986, pelo filme «A cor do dinheiro». Newman também pilotou carros de corrida e criou uma linha de produtos alimentícios, a «Newman's Own», que tem seu nome e rosto nos rótulos e cujos lucros são integralmente doados para instituições de solidariedade.

Fonte da notícia: IOL Diário

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quinta-feira, 24 de julho de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Will Smith: O actor mais bem pago de Hollywood

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Will Smith é actualmente o actor de cinema mais bem pago de Hollywood

Foi um ano grandioso para Will Smith. Não só pelos êxitos que teve nos cinemas de todo o mundo com o seu filme, «Hancock», como também pela soma de dinheiro que tem arrecadado nos últimos meses: 80 milhões de dólares (cerca de 51 milhões de euros). A sua conta bancária acaba de o tornar no mais bem pago de Hollywood, segundo a nova lista da Forbes.

Segundo o ranking da revista, a crise económica não afectou demasiado a actriz Cameron Diáz. Com 50 milhões de dólares (quase 32 milhões de euros) arrecadados no último ano, a protagonista de «Doidos Por Mary» ocupa o mesmo posto que Smith, mas na lista das mulheres.

Entre outras estrelas da «estratosfera» financeira do cinema, destaca-se Johnny Depp, em segundo lugar com 72 milhões de dólares (quase 46 milhões de euros) e Eddie Murphy e Mike Myers, com partilham o terceiro lugar com 55 milhões (cerca de 35 milhões de euros). Fechando o top 5 encontra-se Leonardo DiCaprio, com 53 milhões de dólares (mais de 33 milhões de euros) ganhos no último ano.

E para os que pensavam que a igualdade entre homens e mulheres já tinha sido alcançado no mundo do cinema, desiludam-se: a revista conclui que, com 32 milhões de dólares (mais de 20 milhões de euros) de Keira Knightley e os 27 milhões de Jennifer Aniston (mais de 17 milhões de euros), em Hollywood os homens cobram o dobro das suas colegas.

No entanto, ninguém assume o posto da apresentadora Oprah Winfrey, que é a personalidade mediática que mais dinheiro ganha ano após ano. Desde Julho do ano passado, a apresentadora aumentou a sua fortuna em 275 milhões de dólares (mais de 175 milhões de euros).

Fonte da notícia: IOL Diário
Nota Pessoal:
Se me perguntarem a minha opinião é simplesmente esta: Acho que é uma injustiça tremenda que viola o direito da igualdade. Mas o nosso mundo realmente é composto por extremos desta natureza. Em termos metafísicos e espirituais a própria Sagrada Escritura, por exemplo, no livro do Apocalipse, tem isto a dizer: "mas porque não és nem quente nem frio vomitar-te-ei da minha boca diz o Senhor....antes fosses frio". Estão a ver como é, este tipo de extremos estão em todo o lugar e nós, os seres humanos, quer queiramos quer não, somos vítimas de todos esses extremos.

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terça-feira, 27 de maio de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Sydney Pollack

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O realizador e actor Sydney Pollack morreu ontem aos 73 anos, devido a um cancro que lhe tinha sido diagnosticado há cerca de dez meses. Leslle Dar, agente do realizador, disse à Reuters que Pollack morreu na sua residência em Pacific Palisades, Los Angeles, rodeado pela família.

O maior êxito do realizador norte-americano foi o filme “África Minha”, com Robert Redford e Meryl Streep, que lhe valeu os Óscares de Melhor Realizador e Melhor Filme em 1986.

Nascido em 1934, Pollack iniciou a sua carreira no cinema como actor, actividade que nunca abandonou.

Como realizador, dirigiu vários nomes conhecidos da sétima arte, entre eles Burt Lancaster, Jane Fonda, Robert Mitchum, Al Pacino, Tom Cruise, Harrison Ford e Nicole Kidman.

O último filme em que Sydney Pollack participou foi “Michael Clayton – Uma Questão de Consciência”.

Fonte da notícia: Público P

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Jorge Goncalves

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