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Um blog de cartoons sobre as notícias da actualidade. Um sector informativo do Grupo Galeriacores.

sábado, 5 de dezembro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Investigadores conseguem capturar arco-íris

Scientists have shown how to trap a multi-colored rainbow
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Capturar um arco-íris era, até agora, algo com que se podia apenas sonhar. Mas por vezes os sonhos tornam-se realidade. Pela primeira vez, uma equipa de cientistas norte-americanos conseguiu capturar o fenómeno.

A técnica utilizada é de uma extrema simplicidade, recorrendo somente a algumas lentes e um prato de cristal. A descoberta pode ter efeitos práticos importantes, como a possibilidade de armazenar informação usando a luz, revolucionando as computações ópticas e as telecomunicações.

Há dois anos, Ortwin Hess, da Universidade de Surrey, descobriu um método para diminuir a velocidade e capturar a luz, utilizando-a para multiplicar por mil a memória dos computadores. O método baseava-se essencialmente na refracção negativa dos materiais artificiais.

A revista ‘New Scientist’ apresenta agora o trabalho desenvolvido pelos investigadores da Universidade Towson de Baltimore (Maryland, nos EUA), que conseguiram criar uma ‘armadilha’ para ‘aprisionar’ arco-íris, recorrendo a uma lente convexa de cristal com 4,5 milímetros de diâmetro, com uma das faces Roberta com película de ouro de 30 nanómetros de diâmetro. A face coberta é depois apoiada sobre um plano de cristal revestido também com película dourada, de 70 nanómetros de espessura. A luz que passa entre os dois planos, fica armazenada na camada de ar.

“É fantástico o facto de conseguirmos criar fenómenos tão complexos recorrendo a uma configuração tão simples”, congratulou-se Vera Smolyaninova, responsável pela investigação.

O próprio Ortwin Hess não poupa elogios a este projecto que vem validar todas as suas teorias anteriores nesta área.

“Isto é simplesmente incrível e muito elegante”, salientou.



Fonte: Correio da Manhã

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quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Árvores artificiais para reduzir dióxido de carbono

Artificial trees to reduce carbon?
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Árvores artificiais podem ser uma solução «mais em conta» para reduzir as emissões de dióxido de carbono, na atmosfera, diz a «BBC».


A ideia é da autoria de cientistas britânicos que revelam que este é um método mais prático e mais barato para ajudar o ambiente.


Num relatório publicado nesta semana pela Instituição Britânica de Engenheiros Mecânicos, os cientistas explicam, que por 20 mil dólares (cerca de 14 mil euros) uma árvore artificial poderia remover o CO2 emitido por 20 carros.


As árvores artificiais ainda são um protótipo, medem cerca de 12 metros de altura e quando estiverem terminadas podem ser instaladas ao lado das estradas.


As árvores captam o CO2 do ar através de um filtro. Depois, o carbono é removido e armazenado.


Em paralelo com o desenvolvimento destas árvores, dizem os cientistas, devem ser criadas outras novas tecnologias para o efeito.


Segundos os cientistas, estas árvores podem ser produzidas em grandes quantidades e em pouco tempo.



Fonte: IOL Diário

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sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Temperatura dos oceanos atinge novo recorde

Oceans reach record high temperatures
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A temperatura dos oceanos atingiu, em Julho deste ano, um novo recorde de temperatura máxima, com 17 graus Celsius.

De acordo com a Associated Press, que cita o Centro Nacional de Dados do Clima, a agência governamental, o anterior recorde realizou-se em 1988.

Os meteorologistas acham que esta subida resulta de uma combinação do fenómeno do El Nino com um agravamento do aquecimento global.

Este aumento pode aumentar o degelo das calotas polares e tornar mais fortes os furacões. No Golfo do México, onde a maioria destes fenómenos se desenvolve com o auxílio da água quente, a temperatura do mar ronda os 24,4 graus Celsius.

No que diz respeito ao Hemisfério Norte, a maioria da água tem estado mais quente do que o normal. No Mediterrâneo, registou-se um aumento de temperatura de 0,8 graus Celsius.

Tanto nos Oceanos Pacífico e Índico a temperatura tem vindo a elevar-se. Todavia, a maior subida deu-se no Árctico onde se verificaram mais 2,7 graus Celsius do que a média.

Este aumento nos oceanos é o sinal mais preocupante do aquecimento global, segundo a opinião do climatologista Andrew Weaver, da Universidade de Victoria, no Canadá.



Fonte: IOL Diário

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quinta-feira, 12 de março de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Vai ser possível ler a mente humana

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O Centro de Imagiologia da Wellcome Trust divulgou hoje um estudo segundo o qual é possível ler memórias espaciais através de imagens do cérebro. Para os investigadores este é mais um passo para que no futuro conseguirmos ler a mente das pessoas.

Uma equipa de cientistas do Wellcome Trust do University College of London registou as imagens da actividade cerebral de várias pessoas, tendo conseguido assim detectar as suas memórias espaciais.

O estudo foi feito com base nos processos mentais que os taxistas da capital britânica usam para interpretar os mapas da cidade e mostraram que é possível interpretar os sinais transmitidos pelos neurónios.

A nova descoberta vem juntar-se à conhecimento da importância do hipocampo na orientação dos indivíduos, assim como na memória e na imaginação de acontecimentos futuros. E fica agora comprovado que esta região cerebral grava também as memórias espaciais em padrões regulares.

Esta descoberta poderá ser importante para o tratamento do Alzheimer e outras doenças, mas como demonstra que é possível dizer o que uma pessoa está a pensar olhando apenas para a actividade cerebral, talvez abra caminho para leitura da mente humana.

Fonte: MSN Notícias

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terça-feira, 21 de outubro de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Abominável homem das neves

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Uma equipa de cientistas japoneses anunciou esta segunda-feira ter descoberto pegadas do lendário Yeti, (ou Abominável Homem das Neves) uma criatura que supostamente vive na região dos Himalaias, entre o Nepal e o Tibete, noticia a agência France Press.


«Medem 20 centímetros de comprimento e parecem-se com as dos humanos», disse à AFP Yoshiteru Takahashi, líder do Projeto Yeti Japão.


Takahashi tinha acabado de regressar com os sete membros de sua equipa, após uma terceira tentativa de encontrar a criatura, que segundo a lenda é metade homem metade macaco.


A equipa esteve 42 dias no cume Dhaulagiri IV, de 7.661 metros de altura, mas não conseguiu filmar a criatura. «Regressaremos logo que pudermos, até filmarmos o yeti», disse Takahashi, com convicção.


Até hoje, ninguém conseguiu uma prova da existência do yeti, embora muitos rumores tenham sido registados.


O registo visual mais famoso até hoje ocorreu com o explorador Anthony Wooldridge em 1986. Ele estava acampado nas montanhas localizadas no norte da Índia quando acreditou ter visto o yeti a alguns metros do acampamento. Segundo ele, o yeti teria ficado imóvel por 45 minutos.


Depois de examinado o local ficou comprovado, no entanto, que a criatura avistada seria apenas uma pedra coberta de neve. Anthony Wooldridge admitiu que se tinha enganado.

Fonte da notícia: IOL Diário

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sábado, 7 de junho de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Portugueses criam robô para detecção de minas

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Tecnologia. Graças a um projecto financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT), uma equipa de investigadores do Instituto de Sistemas e Robótica, da Universidade de Coimbra, desenvolveu um robô que consegue detectar minas antipessoal. É o 'Landmine Detecting Robot', ou 'Ladero', apenas.

"Ladero" já foi testado com sucesso num campo militar na Bélgica

O Ladero é um robô, com tudo o que se espera de um robô: tem oito patas, uma "barriga" cheia de fios e mecanismos, um corpo feito com peças de metal e mexe-se sozinho, controlado à distância. Mas esta máquina é muito provavelmente o único robô do mundo concebido para detectar minas antipessoal enterradas no chão e está pronto a ir para o terreno trabalhar.

Pelo menos, Lino Marques, que coordenou o seu desenvolvimento no Instituto de Sistemas e Robótica da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (ISR/FCTUC) não conhece nenhum sistema idêntico. "Há uma máquina grande, utilizada pelos exércitos para abrir corredores de passagem em campos minados, que vai à frente, e que detecta e rebenta as minas que encontra", explica o professor e investigador de Coimbra, notando que às vezes há minas que passam no seu crivo.

O Ladero tem várias vantagens. Ocupa um espaço pequeno (um cubo com um metro de lado, sensivelmente), é autónomo na progressão no terreno, porque tem um sistema de navegação que lhe permite detectar obstáculos e irregularidades no solo, e finalmente, tal como revelou nos testes a que foi sujeito, consegue detectar todas as minas que estiverem enterradas num determinado local, incluindo as de plástico, que são grande parte das minas antipessoal em uso, e também as mais difíceis de apanhar.

Financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT), o sistema levou oito anos a ser criado nos laboratórios do ISR, em Coimbra.

A ideia de desenvolver um robô para desempenhar esta tarefa surgiu a Lino Marques no final dos anos 90, numa altura em que o problema das minas antipessoal, que vitimam sobretudo civis em países pobres, tinha uma presença forte na agenda mediática. Houve por essa altura a viagem da princesa Diana a Angola, para dar visibilidade à questão, e o prémio Nobel da Paz foi atribuído a uma campanha e à sua líder, Jody Williams, para banir estas minas e desminar os territórios onde elas persistem.

Porque a questão o interessava, o investigador decidiu ir a Toulouse, França, participar num workshop sobre a utilização de robôs em situações deste tipo. "Logo a seguir, fizemos um projecto com dois alunos para detectar a variação térmica numa superfície utilizando radiação infravermelha", conta o professor e investigador de Coimbra. Na prática tratou-se de usar microondas para aquecer o solo, onde havia objectos de plásticos, que eram depois assinalados por sensores de infravermelhos. "Depois decidimos avançar para o robô. Submetemos um projecto à FCT, em 1999, para construir a plataforma [que viria a ser o corpo do robô], investigar vários métodos possíveis de detecção de minas e conceber um sistema de navegação para dar autonomia à máquina".

Em 2002, "a plataforma já se mexia", lembra Lino Marques. Para a detecção de minas, a equipa explorou várias vias: a detecção de metais, de calor, via infravermelhos, e detecção química.

Hoje o Ladero tem detectores de metais e de calor. A química ficou pelo caminho neste projecto - "não há exactamente um químico que se tire da prateleira pronto a usar", diz o investigador -, mas o trabalho feito acabou por dar origem a uma linha de investigação hoje importante no ISR de Coimbra, para o desenvolvimento de robôs que cheiram.

Neste momento, o Ladero está terminado e pronto a entrar em acção. Há três semanas, uma comitiva ligada ao governo angolano visitou o laboratório e ficou impressionada com ele. Mas para já não há nenhuma proposta de aplicação prática ou de transferência das potencialidades do robô para o mercado. "Mas se houver, estamos abertos a isso", conclui Lino Marques.

Fonte da notícia: Diário de Notícias

Nota Pessoal:

Parece que o investimento que José Sócrates e o seu governo tem feito em Portugal na área das novas tecnologias está a dar os seus bons frutos. Um excelente trabalho por parte dos investigadores e cientistas portugueses na área da robótica.

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terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Cientistas querem descobrir por que acreditamos em Deus

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Um grupo de cientistas da Universidade de Oxford, Reino Unido, vai gastar dois milhões e meio de euros para descobrir por que é que as pessoas acreditam em Deus.

Os investigadores do Centro Ian Ramsey para a Ciência e Religião e do Centro de Antropologia e da Mente, em Oxford (Reino Unido), vão desenvolver uma «abordagem científica ao porquê de se acreditar em Deus e a outros assuntos em torno da natureza e da origem da crença religiosa», explicaram na edição de hoje do jornal The Times.

Os cientistas não tentarão responder sobre se Deus existe ou não: eles vão investigar se a crença em Deus foi uma vantagem que contribuiu para a sobrevivência e evolução da espécie humana, ou, ao contrário, se a fé é, tal como outras características do Homem, um produto dessa evolução.
«Estamos interessados em explorar exactamente de que forma a crença em Deus é um fenómeno natural [na espécie humana]. Achamos que há mais de natural do que muitas pessoas supõem», adiantou o psicólogo Justin Barret.
O cientista compara os crentes a crianças de três anos de idade, que «assumem que os adultos sabem praticamente tudo o que há para saber».

Justin Barret, que é cristão, explicou que a tendência das crianças para acreditar na omnisciência dos outros, que é necessária para permitir que os seres humanos socializem e cooperem, é atenuada pela experiência ao longo do crescimento, mas continua no que diz respeito à crença em Deus.

«Geralmente ela continua na vida adulta», afirmou o investigador britânico, rematando: acreditar «é fácil, é intuitivo, é natural».

O estudo vai também tentar demonstrar se a crença na vida depois da morte é algo que tem de ser ensinado ou se é uma característica inata ao Homem, produto da selecção natural, tal como procurará investigar outras questões, por exemplo se os conflitos religiosos são inerentes à natureza humana.

Os cientistas vão relacionar a religião com a biologia evolutiva, recorrendo ainda a outras disciplinas científicas ligadas à mente, da neurociência à linguística.

O estudo conseguiu o financiamento de 2,5 milhões de euros da Fundação John Templeton, que apoia pesquisa em religião, ciência e espiritualidade, e terá a duração de três anos.



Fonte da notícia: Diário Digital Lusa

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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

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Novo método explica expansão do Universo


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Uma equipa internacional de cientistas desenvolveu um novo método para explicar a aceleração da expansão do Universo, um dos grandes mistérios da astronomia, informa esta quinta-feira a revista Nature.


Cita a Lusa que os astrónomos descobriram há uma dezena de anos que o Universo se expande mais rapidamente do que há milhares de milhões de anos.

Duas hipóteses foram avançadas para o explicar o fenómeno: a presença de uma misteriosa energia escura mais poderosa do que a força da gravidade, cuja tendência é travar a expansão iniciada com o Big Bang, ou um erro na teoria da gravitação de Einstein.

O método de observação agora divulgado pela Nature, desenvolvido por uma equipa de 51 cientistas de 24 instituições, permite medir as posições e velocidades de galáxias distantes e «oferece uma nova abordagem para esclarecer este mistério», afirmou o coordenador do estudo, Luigi Guzzo, do Observatório Astronómico de Brera, em Merate (Itália).

«A partir das velocidades de uma grande quantidade de galáxias, observadas a sete mil milhões de anos no passado, reconstituímos a estrutura em três dimensões de um volume importante do Universo longínquo e observámos a distribuição das galáxias num espaço de 3D», explicou um dos autores do estudo, Olivier Le Fèvre, responsável pelo espectrógrafo VIMOS no Very Large Telescope (VLT) europeu do Monte Paranal, no Chile, que permitiu a observação.

Segundo este astrofísico francês, a observação do espectro de vários milhares de galáxias revelou distorções cuja dimensão, «em épocas diferentes da história do Universo, permite testar a natureza» da energia escura.

«Com este novo método, os cientistas chegaram à conclusão de que a energia escura constitui 70 por cento do Universo, um número coincidente com o de estudos anteriores», refere um comunicado do Centro Nacional de Investigação Científica (CNRS) de França.

Mas, sobretudo, «também mostrámos que ao alargar as nossas medidas a volumes cerca de dez vezes mais consequentes» do que os estudados até agora, «esta técnica deverá poder dizer-nos se a aceleração cósmica provem de uma energia escura de origem exótica, ou requer uma alteração das leis da gravitação», sublinhou Luigi Guzzo.


Fonte da notícia: Portugal Diário

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sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Cientistas criam nova vida artificial em laboratório

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Cientistas do Instituto J. Craig Venter, nos EUA, acabam de revelar a criação de vida artificial em laboratório. No centro das atenções está uma minúscula bactéria, cujo ADN é formado apenas por um cromossoma, tratando-se do mais pequeno genoma que se conhece capaz de se replicar de forma autónoma numa célula.


A inovação deste estudo acontece porque a totalidade do património genético deste organismo acaba de ser quimicamente sintetizada no laboratório, de raiz, a partir dos seus componentes de base – e isso, apesar do diminuto tamanho deste genoma. Segundo os cientistas, poderá faltar muito pouco para que seja possível criar vida artificial.


O trabalho de Daniel Gibson e colegas, publicado na revista ‘Science’, revela os pormenores deste desafio técnico, que passa pela molécula de ADN da bactéria em questão, “Mycoplasma genitallium” (responsável por uma infecção sexualmente transmitida) que é uma cadeia com 582.970 tijolos de construção moleculares – os famosos “pares de bases” que entram na composição do ADN.


Para conseguir este feito, os cientistas tiveram de alterar o método utilizado até então, aproveitando a maquinaria celular da vulgar levedura da cerveja para conseguir juntar os pedaços do ADN e construir a grande molécula final. Inicialmente, os cientistas fabricaram quimicamente uma centena de segmentos do ADN da bactéria com cerca de cinco a sete mil pares de bases. O passo seguinte foi juntar esses segmentos, utilizando a bactéria intestinal “Escherichia coli” e obtiveram segmentos maiores, com 24 mil a 144 mil pares de bases. Para finalizar, utilizaram a levedura para juntar todos esses segmentos numa única molécula com os tais 582.970 pares de bases, criando assim uma cópia perfeita, mas artificial, do genoma de “Mycoplasma genitallium”.






Fonte da notícia: Ciência PT

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terça-feira, 13 de novembro de 2007

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Cientistas querem reabrir investigação sobre OVNIs

«Desejamos que o governo norte-americano pare de perpetuar o mito segundo o qual há uma explicação terra a terra e convencional de todos os fenómenos OVNI. O nosso país deve reabrir a investigação oficial que abandonou em 1969», declarou, numa conferência de imprensa em Washington, Fife Symington, antigo governador do Estado do Arizona e ex-piloto da Força Aérea dos EUA, que alega ter testemunhado um objecto voador não identificado em 1997.


O apelo foi assinado por um grupo internacional de 19 pilotos, cientistas e responsáveis políticos, dos quais a maioria se deslocou à capital norte-americana para partilhar publicamente os seus 'contactos' com os OVNI.


«Cremos que, por razões de segurança nacional e aérea, cada país deveria esforçar-se por identificar qualquer objecto a circular no espaço aéreo», sublinharam as personalidades na declaração pública.


Entre as personalidades contam-se um piloto reformado da companhia Air France, que diz ter-se cruzado em 1994 com um «enorme disco voador» durante um voo Nice-Londres, um piloto-caça iraniano que conta ter tentado em vão atacar um OVNI em 1976 e um antigo responsável das autoridades norte-americanas da aviação acivil, ao qual lhe foi confiscada uma investigação sobre os OVNI e recuperada no Alasca em 1987.


Fonte da notícia: SOL Sapo

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Jorge Goncalves

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