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Um blog de cartoons sobre as notícias da actualidade. Um sector informativo do Grupo Galeriacores.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Árvores artificiais para reduzir dióxido de carbono

Artificial trees to reduce carbon?
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Árvores artificiais podem ser uma solução «mais em conta» para reduzir as emissões de dióxido de carbono, na atmosfera, diz a «BBC».


A ideia é da autoria de cientistas britânicos que revelam que este é um método mais prático e mais barato para ajudar o ambiente.


Num relatório publicado nesta semana pela Instituição Britânica de Engenheiros Mecânicos, os cientistas explicam, que por 20 mil dólares (cerca de 14 mil euros) uma árvore artificial poderia remover o CO2 emitido por 20 carros.


As árvores artificiais ainda são um protótipo, medem cerca de 12 metros de altura e quando estiverem terminadas podem ser instaladas ao lado das estradas.


As árvores captam o CO2 do ar através de um filtro. Depois, o carbono é removido e armazenado.


Em paralelo com o desenvolvimento destas árvores, dizem os cientistas, devem ser criadas outras novas tecnologias para o efeito.


Segundos os cientistas, estas árvores podem ser produzidas em grandes quantidades e em pouco tempo.



Fonte: IOL Diário

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sexta-feira, 24 de julho de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Cérebro humano artificial

Artificial human brain
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Um cérebro humano artificial poderá ser construído daqui a dez anos. Quem o diz é o cientista sul-africano, Henry Markram, director do Blue Brain Project (BBP), que apresentou a ideia numa conferência académica TED na cidade de Oxford, na Inglaterra, escreve a BBC.

O BPP é um projecto científico internacional que é financiado através do governo suíço e de doações. O objectivo é construir uma simulação computorizada do cérebro de mamíferos.

O cientista já construiu elementos do cérebro de um camundongo, pequeno roedor da família dos murídeos, conhecido por rato-doméstico. A equipa de Markram concentra a investigação especificamente na coluna neocortical, conhecida por neocortex.

Este projecto tem, actualmente, um modelo de software de dezenas de milhares de neurónios, cada um diferente do outro, que ajudou a construir, artificialmente, uma coluna neocortical.

«Supercomputador» com 10 mil processadores

Os dados gerados são colocados junto com alguns algoritmos, uma sequência de instruções para solucionar um problema, num supercomputador.

«É preciso um portátil para fazer todos os cálculos para um neurónio. E por isso são precisos 10 mil portáteis», considerou o cientista. Em vez disso, é usado um supercomputador com 10 mil processadores.

As simulações começaram já a dar pistas aos investigadores acerca do funcionamento do cérebro. «O sistema é estimulado e cria a sua própria representação», explicou Markram.

Esta representação é projectada e, desta feita, é possível compreender como funciona o cérebro humano. O cientista reforçou a importância do projecto para a solução de problemas mentais.



Fonte: IOL Diário

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sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Um olho artificial que vê como nós

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Inspirados no formato do globo ocular e da retina, cientistas dos EUA produziram fotodetectores flexíveis que se moldam a uma superfície curva e criaram o primeiro protótipo de olho artificial que imita os olhos e visão humana

Investigadores dos Estados Unidos inspiraram-se nos olhos criados pela biologia para os seres vivos mais complexos na Terra - o ser humano - e desenvolveram o primeiro sistema artificial de captação de imagem que vê como nós, sem distorções, o que é um avanço sem precedentes.

O novo "olho biónico" utiliza uma superfície curva, o que elimina a distorção causada pelos sistemas de "visão" que usam superfícies planas na captação da luz, como acontece com as actuais máquinas fotográficas e de vídeo. Os cientistas das universidades de Illinois e Northwestern produziram, assim, o primeiro "olho" artificial que vê como nós.

O protótipo, descrito na revista Nature, é o passo que faltava para mudar a concepção das actuais máquinas fotográficas e de vídeo.

Utilizando superfícies planas para a captação da luz, estas máquinas distorcem em consequência disso as margens da imagem, sendo necessário incorporar-lhes um complexo jogo de lentes para reverter essa distorção. A estratégia é inteligente, mas essa é também uma das razões porque as máquinas são mais caras e, em muitos casos, pesadas.

O olho biónico agora criado permitirá dar um salto tecnológico gigantesco neste campo. Mas a melhoria das máquinas fotográficas será apenas uma pequena parte das possibilidades que este novo desenvolvimento oferece.

A produção de retinas e olhos artificiais para aplicação médica pode ser outra possibilidade. E, uma vez aperfeiçoado e miniaturizado o novo dispositivo optoelectrónico, é possível conceber também a sua utilização em equipamentos de diagnóstico médico, capazes, por exemplo, de navegar na corrente sanguínea, ou ainda em aplicações industrias ainda não imaginadas neste momento.

O protótipo desenhado pela equipa liderada por John Rogers, da universidade de Illininois, tem aproximadamente o tamanho e a forma de um olho humano e inclui uma "retina" artificial, curva na forma, e sensível à luz. A chave deste novo dispositivo residiu justamente na possibilidade de adaptar o material foto-sensível à superfície curva, algo que não era possível até agora.

A equipa conseguiu desenvolver fotodetectores suficientemente maleáveis para se adaptarem à superfície curva que imita o globo ocular. Para já, a definição da imagem conta apenas com 256 píxeis, o que é pouco. O passo seguinte é acrescentar definição à imagem produzida por este mecanismo. - F.N.

Fonte da notícia: DN Online

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terça-feira, 5 de agosto de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


O robot-pintor do artista português Leonel Moura

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O robot-pintor do artista português Leonel Moura, em exposição numa mostra de tecnologia em São Paulo, tem suscitado polémica em torno da criação artística a partir de uma inteligência artificial. «Até que ponto nós estamos dispostos a aceitar que uma obra possa ser feita com criatividade artificial?», questiona uma reportagem da edição deste mês da revista Bravo, ao destacar a criação de Leonel Moura.

Apresentado na quarta edição da bienal internacional de arte e tecnologia, patente ao público até 14 de Setembro, o robot português realiza obras de arte no estilo das pinturas gestuais.

A inspiração do RAP (Robotic Action Painter), que integra o acervo do Museu de História Natural de Nova Iorque, são as informações inseridas na sua memória e os dados recebidos do público.

Semelhante a uma formiga, o robot passeia sobre uma folha de papel, pára, baixa uma das suas seis canetas coloridas e começa a fazer um desenho de traços e tons vibrantes.

«O seu programa dá-lhe plena autonomia para escolher por onde circular, o que fazer e quando parar. Trata-se quase de um anti-programa», disse o artista à revista Bravo.

É arte?

Ao fim de dois dias de trabalho, desde a abertura da exposição, no fim de Junho, o RAP decidiu que havia terminado uma obra, mas poderia ainda estar debruçado sobre a mesma peça.

«O desenho pronto, assinado por ele e por seu inventor, encontra-se pendurado em uma das paredes da instituição (local da bienal). É arte?», questiona a revista.

Leonel Moura garante que o trabalho de seu robot é arte, porque os seus trabalhos são criativos e os desenhos não se repetem. «Eu identifico arte com criatividade, com o facto de se fazer algo que não existia antes. Nenhum desenho ou pintura do meu robot se repete ou copia alguma coisa já vista. Ele não se submete a um conjunto de instruções. Ele cria», argumenta o artista.

Como funciona o RAP

«Quando eu anuncio a possibilidade da criatividade artificial, evidentemente proponho uma ruptura com a arte muito calcada no indivíduo. Confirmo que a arte pode nascer de um componente não-humano e sobre o qual eu, de facto, não tenho o menor controlo».

Leonel Moura salienta que o RAP decide quando o seu trabalho pode ser considerado pronto, por meio do anti-programa. «Instalo no robot comandos binários como: Se tiver de usar uma caneta, escolha você se vai usar ou não. Se optar por usar uma, escolha você qual delas. E assim por diante».

Especialista na área de inteligência artificial e robótica, Leonel Moura criou o Robotarium, em 2007, o primeiro zoológico de robots, localizado em Alverca, Portugal.

«Estagnámos nessa visão romantizada do autor, e a Internet acabou de repente com essa possibilidade de endeusar tanto um artista. No universo dos sites, o que nos interessa é o conteúdo, não quem o colocou lá».

Vinte robots produzem pinturas por 10 mil dólares cada

No seu atelier, o artista português vive cercado por vinte robots, com pinturas que são vendidas por 10 mil dólares, refere a revista. «As pessoas compram porque os quadros ficam realmente bonitos, mas também porque se encantam com a história dos robots».

A quarta edição do evento apresenta ainda outros 15 trabalhos de artistas da Áustria, Bélgica, Brasil, Colômbia, Coreia, Estados Unidos, França, Inglaterra, México e Suécia.

A mostra incluiu ainda robots que lêem as expressões faciais dos visitantes e respondem com emissão de cores, carpas que se transformam em peixes-DJs, alterando com os seus movimentos o som ambiente da exposição, entre outros.

Fonte da notícia: IOL Diário
Nota Pessoal:
Quer seja arte quer não seja julgo que o que interessa realmente é que o artista está a fazer grande dinheiro com a sua arte artificial.

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Jorge Goncalves

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