} Galeriacores Cartoon Notícias

Home

 

Galeriacores Cartoon Notícias

Um blog de cartoons sobre as notícias da actualidade. Um sector informativo do Grupo Galeriacores.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Robôs em serviço

Robots at work
Para ver a animação clique neste cartoon gif e aguarde uns segundos.
To view the animation click on this cartoon gif and wait a few seconds.



Em 1942, o escritor americano Isaac Asimov delineou, num dos seus muitos contos, as três leis da robótica. É um conjunto de regras que se tornaram bem conhecidas de todos os fãs da ficção científica. E são ainda hoje, de longe, a mais famosa tentativa de sistematização das regras de interacção entre homens e robôs.

As leis de Asimov são princípios gerais de comportamento para garantir uma pacífica convivência entre robôs e humanos. A primeira e mais importante das leis estabelece que “um robô não pode ferir um ser humano ou, por inacção, permitir que um ser humano sofra algum mal”. As duas seguintes determinam que os robôs devem obedecer aos humanos e que devem proteger a sua própria existência.

Ora, estas leis (várias vezes revistas, tanto por Asimov como por outros autores) são muito conhecidas no meio académico – mas servem sobretudo para o ambiente de ficção científica em que foram criadas (e são mote para histórias em torno de robôs maléficos e desobedientes da lei, que se revoltam contra os humanos). No mundo real, os cientistas têm ainda outros problemas para resolver. Por um lado, porque os robôs verdadeiros são muito menos sofisticados do que os imaginados. Por outro, porque a convivência quotidiana entre robôs e pessoas ainda é um cenário de ficção científica.

Algures já nos próximos dez anos, porém, as cidades poderão estar um pouco mais próximas da fi cção, argumenta o investigador João Silva Sequeira, do Departamento de Engenharia Electrotécnica e de Computadores do Instituto Superior Técnico (IST), em Lisboa. O IST foi uma das instituições que participaram no URUS, um projecto de três anos e quatro milhões de euros, que envolveu 11 instituições de investigação e cujo objectivo era desenvolver robôs capazes de funcionar – e ser úteis – no complexo ambiente que são as cidades. Um dos desafios deste tipo de projectos passa precisamente por fazer com que humanos e robôs consigam interagir.

Porquê uma máquina?

Em finais do mês passado, os responsáveis do URUS puseram um carro – um pequeno Smart, rebaptizado SmartTer, que significa “mais esperto” – a andar sozinho em algumas ruas de Barcelona, a cidade onde o projecto foi conduzido (as ruas estavam, porém, cautelosamente vedadas). O carro faz percursos, evita obstáculos, trava se alguém se atravessar à frente. É um táxi autónomo, explica João Sequeira (partindo do princípio de que alguém se aventura num táxi sem ninguém ao volante).

O carro, contudo, não anda completamente sozinho: precisa da ajuda de mapas e de toda uma infra-estrutura de sensores, montados nas ruas, que lhe permitam saber onde está e por onde seguir. E aqui as dificuldades – com este robô ou com qualquer outro que tenha de se mover em locais complexos – começam a surgir.

Um problema é garantir uma comunicação constante entre a infra-estrutura de sensores e a máquina no terreno. “Não é razoável ter robôs nas ruas a falhar”, nota Sequeira.

A questão é que tanto nas comunicações via telemóvel como nas comunicações em redes de Internet sem fios é normal que os dados demorem a chegar de um ponto ao outro. Os humanos são tolerantes a estas falhas e conseguem continuar a funcionar sem problemas de maior (mantemos uma conversa ao telemóvel, mesmo que haja algumas interrupções e isso não nos impede de perceber o diálogo). Já para os robôs, alguns segundos sem comunicação bastam para que o correcto funcionamento fique comprometido.

A criação de robôs pode trazer problemas técnicos (como o da fiabilidade das comunicações) que os académicos acham muito interessantes. E também faz as delícias dos fãs de ficção científica. Mas, nas ruas de uma cidade, quais as razões para usar robôs em vez de pessoas? João Sequeira vê várias situações em que as máquinas seriam melhores.

Por exemplo, podem servir para tarefas que para os humanos são monótonas e repetitivas, como fechar os portões de jardins públicos à noite ou recolher lixo (em Itália, cientistas desenvolveram o DustBot, um robô verde, de aspecto atarracado e simpático, que serve para recolher sacos de lixo).

Outra opção é pôr estas máquinas a desempenhar tarefas que implicam riscos, como a vigilância nocturna. E também podem servir de assistentes pessoais ou de pontos de informação ambulantes. Um robô poderia ser ainda um bom recepcionista, diz João Sequeira (recentemente, a portuguesa YDreams desenvolveu uma série de pequenos robôs que acolhem e guiam visitantes do campus financeiro do banco Santander, nos arredores de Madrid). Idealmente, um robô recepcionista seria capaz de falar várias línguas e de ter memorizadas as regras culturais e sociais que deveria adoptar para cada visitante. “Por exemplo, em algumas sociedades, abordar alguém por trás não é bem visto.” As questões culturais, porém, são precisamente um ponto em que os investigadores ainda têm muito trabalho pela frente.

A cabeça é importante

Para além do SmartTer, o URUS desenvolveu outros dois robôs, chamados Tibi e Dabo (Tibidabo é o nome de uma montanha em Barcelona). Os dois foram desenhados para poderem vir a servir de guias turísticos.

A ideia é de que andem pelas ruas, respondam quando chamados e permitam que as pessoas obtenham informações através do ecrã com botões que está instalado na parte da frente. Foram construídos com base em Segways, espécie de scooters eléctricas de duas rodas, por vezes usadas pela polícia ou então por turistas que querem uma forma rápida e divertida de conhecer uma cidade. Às Segways, foi acrescentado um corpo, com braços e cabeça. São pouco mais baixos do que um homem adulto.

Contrariamente ao SmartTer (que mantém o aspecto de um carro, mas com uma série de aparelhos acoplados), Tibi e Dabo aproximam-se mais daquilo em que pensamos quando pensamos em robôs. São máquinas antropomórficas. E até têm um aspecto amistoso, apesar de não terem boca nem sobrancelhas, elementos faciais que, na robótica, são muito usados para simular emoções, como alegria, tristeza e irritação.

Os braços de Tibi e Dabo servem precisamente para os dotar de um aspecto mais humano. Não têm qualquer função prática — mas são importantes para fazer com que as pessoas se aproximem e estejam à vontade. Um “caixote com rodas” não teria o mesmo efeito, garante João Sequeira, dando como exemplo algumas experiências conduzidas no próprio IST, com robôs telecomandados. Numa experiência, Sequeira juntou na mesma sala robôs telecomandados (com o formato de “caixotes com rodas”) e alunos de doutoramento. A ideia era a de que os robôs interagissem, através do movimento, com os humanos, levando-os a fazer algumas acções, como sair da sala. Mas a comunicação entre pessoas (ainda que experientes a lidar com a tecnologia) e os caixotes com rodas não foi fácil — e alguns não se sentiam confortáveis quando os robôs lhes tocavam.

Há outras experiências a mostrar que os robôs nem sempre são socialmente aceites. Muitas crianças, por exemplo, são violentas em relação a estas máquinas.

Neste campo, a pergunta que os cientistas colocam, explica o investigador do IST, é “Que tipo de robôs gostaríamos de encontrar nas ruas?” E esta é uma questão em que os engenheiros precisam da ajuda das ciências sociais. As expectativas e o à-vontade a interagir com os robôs são influenciados por inúmeros factores.

Um estudo da Universidade de Hertfordshire, no Reino Unido, indicou que as pessoas mais extrovertidas preferem um robô de aspecto mais humano, ao passo que as introvertidas se sentem mais confortável como um desenho mais mecânico, como uma simples caixa com uma cabeça. Já a distância a que os robôs se podem aproximar sem causar susto ou desconforto é essencialmente uma questão cultural. Nas culturas latinas, por exemplo, o espaço pessoal é mais reduzido e as pessoas sentem-se confortáveis a pouca distância umas das outras — e, em princípio, também mais confortáveis com a proximidade de robôs humanóides.

Os estudos apontam para que as pessoas tendem a gostar de ver nas máquinas algumas características antropomórficas — e “algumas” é uma palavra-chave, refere João Sequeira. Se o robô for demasiado parecido com um humano, o desconforto volta a surgir. “Todas as pessoas querem uma cabeça. E também gostam que o robô exprima emoções.” Mas há um ponto que não deve ser ultrapassado: “As pessoas querem perceber que se trata de uma máquina”.


Fonte: Público

Etiquetas: , ,

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Robô que faz descobertas científicas

This robot makes scientific discoveries
Para ver a animação clique neste cartoon e aguarde uns segundos.
To view the animation click on this cartoon and wait a few seconds.



Investigadores britânicos criaram a primeira máquina capaz de realizar experiências científicas e fazer descobertas sem intervenção humana, indica um estudo publicado, esta sexta-feira, pela revista «Science».
O robô chama-se «Adão» e foi desenhado e desenvolvido por equipas de cientistas das Universidades de Aberystwyth, do País de Gales, e Cambridge para executar automaticamente várias etapas de investigações.
Graças à inteligência artificial, a máquina fez descobertas a partir da recolha e classificação de resultados de experiências que realizou.
De acordo com um dos seus criadores, Ross King, da universidade galesa, «Adão» trabalhou e chegou a conclusões, depois verificadas manualmente, sobre o genoma da levedura, um organismo usado pelos cientistas para estudar sistemas biológicos mais complexos.
Nessas experiências, a máquina colocou a hipótese de que a levedura codifica enzimas específicas que catalizam reacções bioquímicas da substância, criou experiências para a demonstrar, realizou testes, interpretou resultados e repetiu o ciclo.
«Devido à grande complexidade dos organismos biológicos, é importante registar com a maior minúcia os pormenores das experiências biológicas», afirmou, acrescentando que «é um trabalho difícil e penoso para cientistas humanos, mas fácil para um robô».
A «Adão» deve juntar-se em breve outro robô, «Eva», programado para trabalhar com doenças infecciosas, como a malária.
Ross King antevê, «em última instância», a possibilidade de equipas conjuntas de robôs e humanos trabalharem futuramente lado a lado nos laboratórios.
De acordo com outro da mesma área publicado na «Science», os cientistas Hod Lipson e Michael Schmidt, da Universidade de Cornell (Nova Iorque), criaram um robô que usa algoritmos para determinar leis físicas básicas mediante a observação de sistemas simples, como o de um duplo pêndulo.
Sem instruções sobre as leis da física ou geometria, o algoritmo foi capaz de determinar no programa informático que as oscilações e outros movimentos são resultado de um processo específico e básico.
Se dispusessem de um computador com esse algoritmo, considera Schmidt, cientistas como Newton ou Kepler levariam poucas horas a chegar às leis físicas que determinam a queda de uma maçã ou o movimento dos planetas.



Fonte: IOL Diário

Etiquetas: , , , , , , , , , , , , ,

sábado, 7 de março de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Robótica do futuro

Para ver a animação clique neste cartoon e aguarde uns segundos.
To view the animation click on this cartoon and wait a few seconds.



Há quem afirme que já existem mais robôs do que pessoas, considerando o ritmo acelerado da sua produção. As vendas de robôs de serviço pessoal e profissional têm crescido desde o virar do século e devem atingir os 5,5 milhões este ano. Até 2011, esse número deverá duplicar e chegar aos 11,5 milhões.

A esta velocidade é provável que, num futuro não muito distante, os robôs sejam usados da mesma forma que hoje são utilizados os computadores pessoais. Tal progresso exigirá a produção de máquinas muito mais inteligentes e autónomas do que é possível construir na actualidade.

As máquinas de hoje são ainda um milhão de vezes mais simples do que o cérebro humano – uma das razões que justificam o facto de não possuírem as singulares qualidades de uma pessoa. Ainda não têm, por exemplo, a nossa habilidade de entender os outros ou de responder apropriadamente a emoções.

Será necessária uma tecnologia da complexidade do cérebro humano para criar entidades que possuam tais características.

INTELIGÊNCIA LIMITADA

Por agora, as máquinas têm uma inteligência específica confinada e restringida à execução de determinadas tarefas – apesar de ser, em alguns casos, superior à humana, como na rápida execução de complexos cálculos matemáticos.

Na hora de construir inteligências artificiais, o Homem goza de muito maior liberdade do que aquela que a Natureza teve quando ‘construiu’ o ser humano: podem estar completamente libertas das restrições e limitações da organização mental humana.

Para que um andróide desenvolva uma inteligência parecida à do Homem, é muito provável que necessite de algumas das suas supostas ‘debilidades’, como o egoísmo e a ambição. Os cientistas acreditam que em 2050 os cérebros robóticos irão competir com a inteligência humana, executando cem triliões de instruções por segundo.

AUTÓNOMOS

Na Medicina, na Aeronáutica, na Indústria, na Defesa e em tantas outras áreas, os robôs da actualidade já desempenham tarefas por conta própria sem intervenção humana. Estão cada vez mais presentes e ‘inteligentes’ no dia a dia de uma sociedade.

Pesquisas sobre o desempenho dos robôs domésticos conduzidas nos Estados Unidos e no Japão mostram que as crianças criam fortes laços com as máquinas, ao ponto de preferirem, na maioria dos casos, um robô a um ursinho de pelúcia.

AS TRÊS LEIS DA ROBÓTICA DE ASIMOV

Na ficção científica, já existem, há mais de 60 anos, as famosas leis da robótica, directrizes criadas pelo escritor russo Isaac Asimov que ditavam a ‘ética’ dos robôs para evitar que fossem mal utilizados. As três leis são as seguintes:

Primeira Lei: Um robô não pode ferir um ser humano ou permitir que um ser humano seja ferido.

Segunda Lei: Um robô deve obedecer às ordens dos seres humanos, excepto quando elas entrem em conflito com a Primeira Lei.

Terceira Lei: Um robô precisa de proteger a sua própria existência, contanto que ela não entre em conflito com a Primeira ou Segunda leis.

SAIBA MAIS

TERCEIRA GERAÇÃO

A terceira geração de robôs terá ‘cérebros’ computadorizados com uma inteligência semelhante à dos macacos.

2050

Os computadores actuais têm potência para replicar apenas o sistema nervoso de insectos. Mas até 2050 terão a mesma capacidade intelectual de um ser humano.

IGUALDADE

A geração com cem milhões de instruções por segundo poderá imitar o raciocínio humano e mesmo ultrapassá-lo em 2050.

NOTAS

COMPETIÇÃO - Robocup é uma competição mundial que visa o estudo e desenvolvimento da Inteligência Artificial e da Robótica.D

DONA DE CASA - O robô é capaz de ajudar nas tarefas domésticas.

MÚSICO - A Toyota já desenvolveu um robô que imita o verdadeiro músico.

ESPAÇO - Naves não tripuladas exploram o Sistema Solar de forma mais barata e eficiente.
Os astronautas em órbita também não dispensam a ajuda de braços robóticos para recolher satélites avariados.



Fonte: Correio da Manhã

Etiquetas: , , , , , , , , , , , ,

segunda-feira, 23 de junho de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Google quer conquistar a Lua

Para ver a animação clique neste cartoon e aguarde uns segundos. To view the animation click on this cartoon and wait a few seconds.

A empresa Google lançou um desafio às equipas especialistas em robótica de todo o mundo para criarem um robot que percorra a Lua e comunique com a Terra. Os concorrentes ao prémio da Google estão a conceber uma máquina capaz de enviar mails, vídeo e fotos do espaço.

A Google vai colocar nas mãos da primeira equipa privada que seja capaz de colocar um robot na Lua, (fazê-lo percorrer 500 metros e mandar fotos e vídeo), cerca de 13 milhões de euros, mas tudo até 31 de Dezembro de 2012.

Se até esta data estes requisitos não forem cumpridos o prémio baixa para 9,6 milhões de euros e desce para zero se até 2014 nada for concretizado. Uma das exigências é que haja o menor envolvimento possível por parte dos governos.

«Nós acreditamos que o espaço deve ser aberto a qualquer pessoa, especialmente aqueles que lá querem ir», afirmou Becky Ramsey, directora dos projectos espaciais da Google.

Fonte da notícia: IOL Diário
Nota Pessoal:

É um excelente desafio sobretudo para aqueles que dominam bem a robótica. Acho uma ideia fantástica e uma óptima oportunidade para os peritos portugueses tanto de Aveiro como de Coimbra.

Etiquetas: , , , , ,

sábado, 7 de junho de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Portugueses criam robô para detecção de minas

Para ver a animação clique neste cartoon e aguarde uns segundos. To view the animation click on this cartoon and wait a few seconds.


Tecnologia. Graças a um projecto financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT), uma equipa de investigadores do Instituto de Sistemas e Robótica, da Universidade de Coimbra, desenvolveu um robô que consegue detectar minas antipessoal. É o 'Landmine Detecting Robot', ou 'Ladero', apenas.

"Ladero" já foi testado com sucesso num campo militar na Bélgica

O Ladero é um robô, com tudo o que se espera de um robô: tem oito patas, uma "barriga" cheia de fios e mecanismos, um corpo feito com peças de metal e mexe-se sozinho, controlado à distância. Mas esta máquina é muito provavelmente o único robô do mundo concebido para detectar minas antipessoal enterradas no chão e está pronto a ir para o terreno trabalhar.

Pelo menos, Lino Marques, que coordenou o seu desenvolvimento no Instituto de Sistemas e Robótica da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (ISR/FCTUC) não conhece nenhum sistema idêntico. "Há uma máquina grande, utilizada pelos exércitos para abrir corredores de passagem em campos minados, que vai à frente, e que detecta e rebenta as minas que encontra", explica o professor e investigador de Coimbra, notando que às vezes há minas que passam no seu crivo.

O Ladero tem várias vantagens. Ocupa um espaço pequeno (um cubo com um metro de lado, sensivelmente), é autónomo na progressão no terreno, porque tem um sistema de navegação que lhe permite detectar obstáculos e irregularidades no solo, e finalmente, tal como revelou nos testes a que foi sujeito, consegue detectar todas as minas que estiverem enterradas num determinado local, incluindo as de plástico, que são grande parte das minas antipessoal em uso, e também as mais difíceis de apanhar.

Financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT), o sistema levou oito anos a ser criado nos laboratórios do ISR, em Coimbra.

A ideia de desenvolver um robô para desempenhar esta tarefa surgiu a Lino Marques no final dos anos 90, numa altura em que o problema das minas antipessoal, que vitimam sobretudo civis em países pobres, tinha uma presença forte na agenda mediática. Houve por essa altura a viagem da princesa Diana a Angola, para dar visibilidade à questão, e o prémio Nobel da Paz foi atribuído a uma campanha e à sua líder, Jody Williams, para banir estas minas e desminar os territórios onde elas persistem.

Porque a questão o interessava, o investigador decidiu ir a Toulouse, França, participar num workshop sobre a utilização de robôs em situações deste tipo. "Logo a seguir, fizemos um projecto com dois alunos para detectar a variação térmica numa superfície utilizando radiação infravermelha", conta o professor e investigador de Coimbra. Na prática tratou-se de usar microondas para aquecer o solo, onde havia objectos de plásticos, que eram depois assinalados por sensores de infravermelhos. "Depois decidimos avançar para o robô. Submetemos um projecto à FCT, em 1999, para construir a plataforma [que viria a ser o corpo do robô], investigar vários métodos possíveis de detecção de minas e conceber um sistema de navegação para dar autonomia à máquina".

Em 2002, "a plataforma já se mexia", lembra Lino Marques. Para a detecção de minas, a equipa explorou várias vias: a detecção de metais, de calor, via infravermelhos, e detecção química.

Hoje o Ladero tem detectores de metais e de calor. A química ficou pelo caminho neste projecto - "não há exactamente um químico que se tire da prateleira pronto a usar", diz o investigador -, mas o trabalho feito acabou por dar origem a uma linha de investigação hoje importante no ISR de Coimbra, para o desenvolvimento de robôs que cheiram.

Neste momento, o Ladero está terminado e pronto a entrar em acção. Há três semanas, uma comitiva ligada ao governo angolano visitou o laboratório e ficou impressionada com ele. Mas para já não há nenhuma proposta de aplicação prática ou de transferência das potencialidades do robô para o mercado. "Mas se houver, estamos abertos a isso", conclui Lino Marques.

Fonte da notícia: Diário de Notícias

Nota Pessoal:

Parece que o investimento que José Sócrates e o seu governo tem feito em Portugal na área das novas tecnologias está a dar os seus bons frutos. Um excelente trabalho por parte dos investigadores e cientistas portugueses na área da robótica.

Etiquetas: , , , , ,

sexta-feira, 4 de abril de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Festival de Robótica na Universidade de Aveiro

Para ver a animação clique neste cartoon e aguarde uns segundos. To view the animation click on this cartoon and wait a few seconds.
Azores, Açores, ilhas portuguesas, viagens, passeios, cruzeiros, cursos técnicos, cursos

O Festival Nacional de Robótica começou na passada quarta-feira na Universidade de Aveiro e termina domingo, 6 de Abril, e pode ser acompanhado, na íntegra, no canal Seca2.tv.

Os robots prestam provas nas várias ligas do festival, em condução autónoma (realizada desde a 1ª edição), e nas competições que seguem as regras oficiais do RoboCup: Liga de futebol de robôs médios, Ligas de futebol júnior, Busca e salvamento júnior e Dança.

Em simultâneo decorre a 13ª edição do Concurso Micro-Rato, competição robótica que se realiza desde 1995, com duas modalidades de participação distintas: «Micro-Rato», destinada a pequenos robots móveis e autónomos e «Ciber-Rato», uma competição em ambiente simulado entre agentes robóticos virtuais.

De 2 a 6 de Abril vão passar pelos pavilhões desportivos da Universidade de Aveiro e da EB 2/3 João Afonso de Aveiro, 180 equipas (40 sénior e 140 júnior), num total de 670 participantes provenientes de 72 instituições ibéricas.

Nos dias de festival, com entrada gratuita, há competições, demonstrações, visitas guiadas e palestras.

O Festival também é um encontro científico, onde investigadores e empresários nacionais na área da Robótica se reúnem para apresentar os mais recentes resultados da sua actividade.

Existirão ainda demonstrações permanentes de empresas do sector e de algumas das actividades em robótica aérea e submarina, protagonizadas pelo Instituto Superior de Engenharia do Porto (ISEP).

O evento funcionará também como fase de pré-selecção para as equipas nacionais que irão participar no Robocup, competição a nível mundial, que decorrerá de 13 a 20 de Julho, em Suzhouna, China.

O Festival, organizado anualmente desde 2001, tem como objectivo a promoção da ciência e da tecnologia, junto dos jovens estudantes dos vários graus de ensino e do público em geral.

A par da competição no primeiro dia às 09h20, o Dr. Bradley Nelson, do ETH Zurich, «distinguished lecturer» da IEEE Robotics and Automation Socienty, dará a palestra de abertura na conferência associada ao festival (8th Conference on Autonomous Robot Systems and Competitions http://robotica.ua.pt/robotica2008/sm/main.htm).

Bradley Nelson, dará outra palestra, na Quinta-feira, dia 3, no âmbito das actividades do capítulo português da Robotics and Automation Socienty.

A organização é dos Departamentos de Electrónica Telecomunicações e Informática, Engenharia Mecânica, Instituto de Engenharia Electrónica e Telemática da UA e da Fábrica – Centro de Ciência Viva de Aveiro.

Fonte da notícia: OLN Aveiro



Nota Pessoal:


É bom saber que também se fazem robôs em Portugal e da Universidade de Aveiro apoiar os estudantes no desenvolvimento técnico de pesquisa científica e tecnológica na área de robótica. É mais uma razão para eu sentir orgulho em ser português.
Os meus parabéns a todos aqueles que apresentam esta semana os seus projectos neste Festival Nacional.

Etiquetas: , , , ,

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Sexo com robots: fantasia ou realidade?


Para ver efeito especial neste cartoon queira, por favor, clicar na imagem e aguardar uns segundos
Gajos, gajas, sexo, filmes, fotos, galerias, aventura, trabalhar na net, fazer dinheiro, Açores

David Levy, autor de «Sexo com Robots: A Evolução das Relações entre Humanos e Robots» acredita que, em meados deste século, fazer sexo com um robot será possível, tendo em conta o desenvolvimento da inteligência artificial, avança a Agence France-Presse.

Segundo Levy, o robot sexual Gigolo Joe, vivido por Jude Law no cinema e criado para dar um auxílio emocional, além de prazer sexual, poderá tornar-se algo real em menos de quarenta anos.

Em Novembro do ano passado, os investigadores da Universidade de Waseda, no Japão, apresentaram um robot que sabe cozinhar e utilizar as mãos, banhadas em silicone para interagir com os humanos.

Uma empresa japonesa, a Axis, já fabricou aqueles que podem ser considerados os primeiros robots sexuais. Chamam-se Honeydolls e são bonecas de resina e silicone em tamanho real equipadas em cada seio com sensores ligados a um som.
As mulheres, no futuro, também poderão deixar-se tentar por robots sexuais, considera Levy, o que representa «uma vida sexual sem sentimento de culpa e livre do contágio de doenças sexualmente transmissíveis».

Nem todos concordam com a visão de «sexo 24 horas por dia», já que não acreditam que «os robots possam ser parecidos com os humanos nesse aspecto, em tão curto período de tempo».

O programador do cérebro do cão robótico Aibo, Frédéric Kaplan, acredita que as interacções entre máquinas e humanos «não são interessantes em termos de simulações de relações humanas». «Parece descabido pensar que os seres humanos se possam relacionar com robots», afirma a sexóloga norte-americana Yvonne K. Fulbright, embora reconheça que esse tipo de máquinas tenha um lugar no mercado. Contudo «as pessoas sentir-se-ão frustradas se esta for a sua única solução», concluiu.


Fonte da notícia: Portugal Diário

Etiquetas: , ,


Jorge Goncalves

web site hit counter

Add to Technorati Favorites
Estou no Blog.com.pt

Galeriacores / Home I ForumsIGrupo/Groups I Cartoons I Publicações I Culinária/Recipes

Altar virtual /Chapel I Notícias dos Açores I Notícias da Graciosa I Links I Fotos-Photos


Pesquisa personalizada

Outros blogs de interesse:

Notícias da Ilha Graciosa
Notícias dos Açores
Curiosidades
TV grátis via Satélite
Satellite free TV
Desgarradas pela Internet
O mundo da música grátis
Plantas Milagrosas
Saúde e dietas
Galeriacores cartoon humor


Photography Newsfeed:




Galeriacores © Some rights reserved

Creative Commons License
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.

Contacte o dono deste blog:

Galeriacores@gmail.com




Melhor visualização com a Internet Explorer / Best viewd with the Internet Explorer