} Galeriacores Cartoon Notícias

Home

 

Galeriacores Cartoon Notícias

Um blog de cartoons sobre as notícias da actualidade. Um sector informativo do Grupo Galeriacores.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Temperatura dos oceanos atinge novo recorde

Oceans reach record high temperatures
Para ver a animação clique neste cartoon gif e aguarde uns segundos.
To view the animation click on this cartoon gif and wait a few seconds.



A temperatura dos oceanos atingiu, em Julho deste ano, um novo recorde de temperatura máxima, com 17 graus Celsius.

De acordo com a Associated Press, que cita o Centro Nacional de Dados do Clima, a agência governamental, o anterior recorde realizou-se em 1988.

Os meteorologistas acham que esta subida resulta de uma combinação do fenómeno do El Nino com um agravamento do aquecimento global.

Este aumento pode aumentar o degelo das calotas polares e tornar mais fortes os furacões. No Golfo do México, onde a maioria destes fenómenos se desenvolve com o auxílio da água quente, a temperatura do mar ronda os 24,4 graus Celsius.

No que diz respeito ao Hemisfério Norte, a maioria da água tem estado mais quente do que o normal. No Mediterrâneo, registou-se um aumento de temperatura de 0,8 graus Celsius.

Tanto nos Oceanos Pacífico e Índico a temperatura tem vindo a elevar-se. Todavia, a maior subida deu-se no Árctico onde se verificaram mais 2,7 graus Celsius do que a média.

Este aumento nos oceanos é o sinal mais preocupante do aquecimento global, segundo a opinião do climatologista Andrew Weaver, da Universidade de Victoria, no Canadá.



Fonte: IOL Diário

Etiquetas: , , , , , , , , , , , , , , , ,

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


As zonas mortas dos oceanos

Para ver a animação clique neste cartoon e aguarde uns segundos. To view the animation click on this cartoon and wait a few seconds.

Estudo mostra que áreas com muito pouco oxigénio começam a afectar os recursos que retiramos do mar para nos alimentarmos

As chamadas «zonas mortas» dos oceanos, com muito pouco oxigénio, estão a aumentar, com consequências graves para a vida marinha, revela um estudo que a Lusa revela.

«Apercebemo-nos que a hipoxia [baixo teor de oxigénio nos tecidos orgânicos] não é um problema local mas um problema global que tem graves consequências para os ecossistemas», alertou o especialista Robert Diaz, do Instituto de Ciência Marinha da Virgínia, nos Estados Unidos.

«Está a tornar-se um problema de tal magnitude, que começa a afectar os recursos que retiramos do mar para nos alimentarmos», adiantou.

Robert Diaz e um outro investigador, Rutger Rosenberg, apontam, na edição de hoje da revista Science, a existência no mundo de mais de 400 «zonas mortas», o dobro das estimativas avançadas pelas Nações Unidas há dois anos. Segundo os dois cientistas, a continuar este crescimento, deixará de haver no mar caranguejos, camarões ou peixes.

As novas zonas dos oceanos com muito pouco oxigénio têm sido detectadas na América do Sul, África e em parte da Ásia. A principal causa do fenómeno reside nas algas, que privam outras vidas marinhas de oxigénio, embora os cientistas apontem o dedo também aos adubos químicos, aos despejos de esgotos e à queima de combustíveis fósseis.

Fonte da notícia: IOL Diário

Etiquetas: , , , , , ,

sexta-feira, 2 de maio de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Oceanos cartoon animado

Para ver a animação clique neste cartoon e aguarde uns segundos. To view the animation click on this cartoon and wait a few seconds.

Os oceanos estão a perder oxigénio. A notícia pode não ser novidade, mas um artigo publicado hoje na revista "Science" acrescenta provas a esta tese. Esta perda pode estar relacionada com o aquecimento do planeta, e pode pôr em risco espécies marinhas que não sobrevivem abaixo de certos limiares de oxigénio (O2).

O estudo feito por cientistas alemães e norte-americanos analisa a variação da concentração do gás ao longo de mais de quatro décadas, nas regiões tropicais do oceano Atlântico, Índico e Pacífico. E conclui que no Atlântico e no Pacífico existe uma camada de água a profundidades intermédias, com uma baixa concentração de O2, que tem vindo a aumentar de tamanho.

As algas e o fitoplâncton libertam oxigénio para os oceanos através da fotossíntese. Mas a temperatura das águas vai influenciar a retenção deste gás, porque o O2 é tanto menos solúvel quanto mais alta for a temperatura.

A partir de uma certa profundidade, os seres que fazem fotossíntese deixam de existir, porque já não têm luz. Por outro lado, há uma grande quantidade de microrganismos que se alimenta da “chuva” de detritos que cai da superfície do mar, gastando o oxigénio nesse processo.

Assim, o nível deste gás vai diminuindo. Entre os 200 e os 1000 metros de profundidade, há uma camada de água com uma concentração muito baixa de oxigénio, chamada zona de oxigénio mínimo. A partir desta profundidade, correntes profundas vindas dos pólos, que estão carregadas de oxigénio, misturam-se e aumentam a sua concentração.

Este projecto científico foi tentar perceber se têm havido alterações no tamanho das zonas de oxigénio mínimo nas regiões tropicais dos oceanos.

Já foram feitos estudos que previam um aumento destas camadas, relacionado com o aquecimento global. A equipa analisou sete pontos georreferenciados que, desde 1960, tinham dados mais ou menos constantes sobre a concentração do gás a diferentes profundidades.

Atlântico com menos gás

Os cientistas analisaram três pontos no Atlântico, dois no Pacífico e um no Índico. Dos três, o Atlântico foi o que registou maior baixa na concentração do oxigénio. “Encontrámos a maior redução entre os 300 e os 700 metros, no nordeste tropical do Atlântico, enquanto as mudanças no leste do Índico são menos pronunciadas”, disse Lothar Stramma, o primeiro autor do artigo, do Instituto para as Ciências Marinhas de Leibniz, na cidade alemã de Kiel.

No Atlântico, a zona de oxigénio mínimo quase duplicou em menos de 50 anos. O aquecimento global poderá estar por trás disto: se a temperatura média do mar aumentar, a quantidade de oxigénio solúvel diminui. Mas os cientistas ainda não têm dados para relacionar os dois fenómenos. “A redução também pode ser causada por processos naturais”, disse Stramma.

No entanto, este tipo de monitorização não pode ser posta de lado. Há 251 milhões de anos, no final do Período Pérmico, a Terra viveu a maior extinção em massa conhecida. Os oceanos ficaram sem oxigénio, o que levou ao desaparecimento maciço de espécies marinhas e terrestres.

Sabe-se que esta extinção esteve relacionada com um grande aumento da concentração de dióxido de carbono, um dos gases responsável pelas alterações climáticas que vivemos.

Fonte da notícia: Público.pt

Nota Pessoal:
O nosso materialismo e consumo excessivo e desenfreado dos nossos recursos terrestres estão na origem e causa destes e outros problemas ambientais. Terra, por enquanto, só existe uma e, em minha opinião, há que tomar medidas sérias e adequadas para combater e inverter esta situação antes que seja tarde demais.

Etiquetas: , , , , , ,


Jorge Goncalves

web site hit counter

Add to Technorati Favorites
Estou no Blog.com.pt

Galeriacores / Home I ForumsIGrupo/Groups I Cartoons I Publicações I Culinária/Recipes

Altar virtual /Chapel I Notícias dos Açores I Notícias da Graciosa I Links I Fotos-Photos


Pesquisa personalizada

Outros blogs de interesse:

Notícias da Ilha Graciosa
Notícias dos Açores
Curiosidades
TV grátis via Satélite
Satellite free TV
Desgarradas pela Internet
O mundo da música grátis
Plantas Milagrosas
Saúde e dietas
Galeriacores cartoon humor


Photography Newsfeed:




Galeriacores © Some rights reserved

Creative Commons License
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.

Contacte o dono deste blog:

Galeriacores@gmail.com




Melhor visualização com a Internet Explorer / Best viewd with the Internet Explorer