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Um blog de cartoons sobre as notícias da actualidade. Um sector informativo do Grupo Galeriacores.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


O mito da supermãe

The Supermom Myth
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Para a filósofa e feminista francesa Elisabeth Badinter, "uma revolução silenciosa" instalou-se nos últimos anos em França depois da revolução feminista dos anos 1960. O resultado é um retrocesso ideológico relativamente ao papel das mulheres, com "um regresso ao naturalismo" na maternidade e a "culpabilização das mães", pressionadas a amamentar os filhos, a abdicar da carreira, a serem uma espécie de "supermães".

O livro "Le conflit, la femme et la mère" (Flammarion) saiu há uma semana em França, está no topo das listas de vendas e tem dominado o debate, envolvendo políticos e intelectuais, feministas e não feministas, mulheres e mães que, nos blogues ou na imprensa, dizem ser a favor ou contra as ideias do livro.

Umas identificam-se plenamente com o alerta lançado por Elisabeth Badinter e dizem ter finalmente encontrado alguém que as compreende; concordam com o princípio de que a sociedade impõe um modelo de maternidade que as faz esquecerem-se de si próprias, do seu corpo, do seu trabalho, da sua sexualidade, e reconhecem a pressão subjacente ao facto de que a identidade feminina se afirma através da maternidade. Outras refutam a ideia de que amamentar e ser uma mãe presente e disponível para os filhos representa um castigo ou uma tirania, como defende a autora.

Estando ou não de acordo, a análise de Badinter é "absolutamente crucial, uma reflexão que não tem sido feita, um grito de alerta muito importante neste momento", disse ao P2 Ana Cristina Santos, socióloga especializada em Estudos do Género e investigadora no Birbeck Institute for Social Research de Londres.

Direito à escolha

A especialista portuguesa reconhece o lado verdadeiro no discurso de Elisabeth Badinter, mas diz que feminismo e maternidade "não são irreconciliáveis", desde que prevaleça "o direito à escolha", essa grande conquista dos movimentos feministas no século XX. E lembra o slogan que dominou as campanhas para a despenalização do aborto em Portugal - "A maternidade deve ser uma escolha, não um castigo" - para dizer que ele ilustra esta tensão entre feminismo e maternidade. Essa tensão, porém, "não é inevitável", insiste.

A investigadora nota que, na Noruega, foi o movimento feminista que conseguiu que a licença de maternidade fosse prolongada para um ano - ser feminista não significa necessariamente ser contra um modelo de mãe presente.

"Não podemos assumir escolhas pelas pessoas. Essa ênfase no direito à escolha e à autodeterminação individual é a herança comum dos movimentos feministas", frisa.

Em Portugal, especifica, este regresso ao naturalismo não se verifica de forma tão contundente, embora "haja pressão para as mães amamentarem". Muito importante para esse debate sobre os benefícios da amamentação tem sido a posição da comunidade médica e científica - agora diz que o leite materno é melhor para os bebés, mas nos anos 1960 e 1970 dizia que era o leite em pó.

Representante do movimento feminista português, Maria José Magalhães reconhece o fenómeno que aponta Elisabeth Badinter, mas considera que ele é mais notório noutros países.

"Em Portugal, o retrocesso ideológico relativamente ao papel das mulheres na sociedade é menor porque acontece em paralelo com os avanços ideológicos no que se refere à igualdade", disse ao P2 a presidente da UMAR (União de Mulheres Alternativa e Resposta) e investigadora da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto. Maria José Magalhães enumera a igualdade no trabalho, a aprovação das licenças de maternidade e paternidade, a despenalização do aborto em 2007. Mas reconhece: "Na ideologia conservadora, há este novo mito de a mãe ficar a cuidar dos filhos e volta este ideal da maternidade. Quando há grandes crises, surgem essas ideias".

Mas nota que um estudo de 2008 (revisão de vários estudos feitos nos Estados Unidos desde a década de 1970) concluiu que os filhos de mães trabalhadoras são mais felizes, mais bem sucedidos e mais resistentes do que os outros. "Se a mãe não se sentir realizada, a relação com a criança também não é boa", salienta a investigadora. O mais importante para a relação não é a quantidade, mas "a qualidade" do tempo que a mãe passa com a criança.

Ana Cristina Santos reconhece, como Elisabeth Badinter, que "existe um discurso conservador que tem de ser desafiado". Mas modera a questão, apontando um ponto de vista diferente: "O discurso da mulher como mãe também tem uma componente emancipatória porque tem significado direitos adquiridos [como a licença de maternidade] e tem representado reconhecimento social para as mulheres".

Um primeiro passo


O livro é dedicado a Robert Badinter. O marido da escritora e distinto jurista foi o responsável, enquanto ministro da Justiça do Presidente François Mitterrand, pela abolição da pena de morte em França em 1981, um combate que iniciara em 1972. Poderá este acontecimento mudar as mentalidades, as dinâmicas? Será Elisabeth Badinter uma segunda Simone Veil, ministra da Saúde que, em 1974, lutou e conseguiu que fosse aprovada a despenalização da interrupção voluntária da gravidez em França? Ou será este livro apenas mais um episódio de passagem no debate feminista?

Muito vai depender da forma como "o movimento feminista agarrar o tema", considera Ana Cristina Santos. "Se aproveitar o embalo para discutir estas questões, para demarcar espaço social e político também nesta área da maternidade [como o tem feito com o aborto e a violência doméstica], então acho possível fazer-se a diferença. Senão será apenas um primeiro passo, mas um passo importante."





Fonte: Público

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terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Bebés não reconhecem medo e alegria

University study shows young babies don't recognize facial expressions
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Bebés dos quatro aos oito meses não são capazes de distinguir expressões emocionais como o medo, cólera ou alegria, segundo um estudo científico da Universidade Fernando Pessoa (UFP) no Porto, informa a Lusa.

«Expressão Facial: O reconhecimento das emoções básicas cólera e alegria - estudo empírico com bebés portugueses de quatro aos oito meses de idade» é o nome da investigação realizada pelo Laboratório de Expressão Facial da Emoção da UFP que vai ser apresentada entre quinta-feira e sábado na Conferência Anual da Sociedade Internacional de Neuropsicologia, em Acapulco, México.
Este estudo desenvolvido pelo Laboratório de Expressão Facial da Emoção tem como objectivo perceber se a matriz das emoções básicas são diferenciadas pelos bebés.
«Percebemos que os bebés conseguem identificar emoções básicas, não conseguem é reconhecê-las quando há um movimento esquelético-muscular, ou seja quando a exibição das emoções é feita de forma sequencial», explicou o psicólogo Freitas-Magalhães, director do Laboratório de Expressão Facial da Emoção da UFP.

Para este estudo empírico, foram apresentadas a 40 bebés, fotografias de homens e mulheres expressando facialmente diversas emoções. «A exibição das emoções no palco do rosto é feita de forma sequencial e os bebés manifestam essa dificuldade quando tal sucede», declarou o psicólogo. As dificuldades dos bebés devem-se quer «à falta de maturação das estruturas mentais superiores» quer «à ausência de maturação dos aspectos perceptíveis».

Segundo Freitas-Magalhães, o bebé não identifica a emoção se o rosto não emitir toda a sua configuração, sendo o movimento muscular de grande importância.

O psicólogo acrescentou que este estudo, que se iniciou em 2007, vai realizar-se este ano a nível internacional. «Iremos fazer o chamado estudo intercultural, saber se o mesmo ocorre com bebés de outros países, nomeadamente dos EUA, Reino Unido e Índia, que são nossos parceiros ao nível de investigação», sustentou.



Fonte: IOL

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sábado, 1 de agosto de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Bebés atirados de 15 metros de altura

Baby-Throwing Ritual in India
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Centenas de bebés foram atirados do telhado de uma mesquita esta quinta-feira no oeste da índia, num ritual de prosperidade para o início do Outono. Segundo a «Associated Press», as crianças, a maioria com dois anos ou menos, foram atiradas de cerca de 15 metros de altura. A queda foi amortecida por lençóis esticados-

O ritual, no santuário muçulmano de Baba Umer Durga, é uma tradição de 700 anos seguida tanto por muçulmanos como por hinduístas, que tem gerado polémica.

As autoridades locais garantem que não houve feridos.




Fonte: IOL Diário

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segunda-feira, 25 de maio de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Dia Internacional das Crianças Desaparecidas

INTERNATIONAL MISSING CHILDREN'S DAY
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O Instituto de Apoio à Criança (IAC) detectou, em 2008, 37 crianças em fuga nas ruas de Lisboa, tendo sido apenas sete encaminhadas para instituições, segundo dados avançados pela Lusa, esta segunda-feira, Dia Internacional das Crianças Desaparecidas.

A equipa de rua do IAC detectou em duas das seis zonas de Lisboa, o maior número de menores. Uma das zonas começa no Largo dos Restauradores e passa pelo Largo São Domingos, Martim Moniz, Almirante Reis, Mouraria e Alfama e a outra vai desde a Praça do Chile, Guerra Junqueiro, Praça de Londres, Avenida de Roma e Campo Grande.

Esta equipa pertence ao Projecto Rua - Núcleo de Intervenção em Contexto Fuga (NICF) na cidade de Lisboa e cabe-lhe fazer «giros de diagnóstico» para avaliar e sinalizar situações de emergência de crianças e jovens em fuga, assim como procurar respostas para estes casos.

Ao longo dos trabalhos foram encontrados 23 rapazes e 13 raparigas, prevalecendo as faixas etárias dos 11 aos 13 e dos 17 aos 18 anos. Foi ainda encontrado um bebé.

Destacam-se ainda 17 situações de mendicidade, dez de prostituição, cinco de trabalho infantil, um sem-abrigo, um a «preparar esquemas» e cinco noutras situações de risco.

Actualmente, a equipa está a acompanhar um dos casos, seis foram encaminhados para instituições, um está a ser acompanhado por outra instituição, quatro deles não foi possível acompanhar e 25 estão a ser procurados semanalmente durante os giros.

Além dos giros diurnos e nocturnos, em seis zonas pré-definidas da cidade, a equipa trabalha em cooperação com a Linha SOS Criança Desaparecida (116 000), recebendo denúncias de crianças que se encontrem desaparecidas no distrito de Lisboa.



Fonte: IOL Diário

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sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Apoio financeiro à natalidade

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Os bebés que nasçam em Lamas de Olo, Vila Real, têm direito a um apoio financeiro de 1000 euros e a uma mensalidade de cem euros até aos 10 anos, numa iniciativa anunciada, esta sexta-feira, que visa contribuir para o aumento da natalidade, escreve a Lusa.

O apoio financeiro à natalidade, uma iniciativa já implementada por algumas freguesias de Trás-os-Montes e Alto Douro, procura criar incentivos para o aumento da população, cada vez mais envelhecida.

A Junta de Freguesia de Lamas de Olo disponibiliza, a partir deste ano, um apoio financeiro de 1000 euros a todos os bebés que nasçam na localidade.

Segundo o presidente da autarquia, Domingos Fernandes, será ainda atribuído um subsídio mensal de 100 euros às crianças até que façam os 10 anos, para ajudar as famílias com a alimentação das crianças.

Segundo o autarca o objectivo é estimular a fixação das pessoas na freguesia e contribuir para o aumento desta aldeia - tal como muitas outras em Trás-os-Montes e Alto Douro - muito afectada pela emigração e pelo abandono das actividades agrícolas.

Lamas de Olo, freguesia localizada em pleno Parque Natural do Alvão, possui apenas dez jovens, até aos doze anos, e uma população que ronda as 250 pessoas.

Domingos Fernandes referiu que já foram contempladas com este apoio duas crianças que nasceram este ano na localidade.

No distrito de Vila Real, a Câmara de Murça atribuiu um apoio financeiro de 750 euros às crianças que nasçam no concelho, uma medida que foi implementada depois de, em 2002, ter instituído um subsídio de dois mil euros dirigido aos casais que se casam e ali se fixem.

Alto Douro perdeu 125 mil euros

Em 2007, também as juntas de freguesia de Arroios, concelho de Vila Real, e Provezende, concelho de Sabrosa, anunciaram um apoio financeiro de 250 euros aos bebés lá nascidos.

A Câmara de Vimioso, no distrito de Bragança, foi a primeira em Portugal a anunciar um apoio financeiro de 500 euros aos bebés que nasçam no concelho.

Na Alemanha o apoio a cada nascimento pode chegar aos 25 mil euros.

A região do Alto Douro apresenta indicadores de fraco desenvolvimento económico - com uma população a empobrecer - expressos num poder de compra inferior ao da região Norte, e próximos dos 55 por cento do todo nacional, havendo mesmo concelhos em que não chegam a atingir os 40 por cento.

Desde a década de 60, a região do Alto Douro sofreu uma evolução demográfica negativa, sendo que, na década de 90, a perda populacional foi da ordem dos nove por cento. Em 25 anos, o território perdeu 125 mil habitantes.

Fonte da notícia: IOL Diário

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quarta-feira, 16 de julho de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Gémeos de duas cores diferentes

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Florence Addo-Gerth e Stephan Gerth apresentaram os filhos, os gémeos recém-nascidos, Ryan e Leo, em Berlim, na Alemanha, esta quarta-feira. Seriam gémeos como tantos outros se não tivessem a particularidade de serem de cores diferentes. Um bebé negro e outro bebé branco é o resultado da mistura de uma mãe oriunda do Gana e um pai alemão.

Esta surpresa preparada pela mãe natureza tem uma explicação científica. Os gémeos não idênticos resultam da fecundação de dois óvulos por dois espermatozóides individuais que carregam informações genéticas diferentes.

Por isso, Florence e Stephan Gerth conseguiram conceber duas crianças de cores diferentes, com informações genéticas completamente diferentes, em que as únicas coisas que têm em comum são os pais e o dia de nascimento.

Mas existem casos ainda mais bizarros que acontecem quando mães e pais da mesma cor, que possuem parentes distantes negros ou mulatos, dão origem a crianças de cores diferentes da dos progenitores. Nestes casos, para que não haja dúvida quanto à paternidade da criança, a genética tem que explicar tudo muito bem.

Fonte da notícia: IOL Diário
Nota Pessoal:
Pois é, a natureza tem destas coisas mas a genética consegue explicar tudo muito bem.

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domingo, 1 de junho de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Dia Internacional da Criança

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Mais uma vez, vamos celebrar com alegria o Dia Internacional da Criança. E é bom e premente que se comemore o futuro da sociedade que cada criança representa. Infelizmente pairam sobre as crianças nuvens que ofuscam a sua dignidade intrínseca. Legalizou-se o aborto, que mata um bebé a quem é negado ditatorialmente o direito a viver. Em muitos países, faz-se discriminação eugénica, e eliminam-se as crianças com alguns problemas com que a sociedade não se quer preocupar. A eutanásia, não pedida, aplicada a bebés recém-nascidos já é aceite e mesmo praticada em vários países da Europa. O sistema educativo que entrou em colapso, não continua o papel educativo delegado pelos Pais.

Continuamos a ter taxas de insucesso e abandono escolares preocupantes e que nos deveriam envergonhar. Lamentavelmente muito do chamado “sucesso educativo” não passa de uma operação de cosmética estatística.

O trabalho infantil, apesar de ter diminuído, ainda é uma forma inqualificável de exploração das crianças.

Quantas crianças são usadas pelos pais que entraram em ruptura como balas de estilhaço contra um e/ou outro? Onde está o “superior interesse da criança”, quando a justiça, que é demorada, tem de intervir? E que dizer dos maus tratos infligidos a tantas e tantas crianças de todos os grupos sociais e culturais, maus tratos físicos e também psicológicos, talvez os mais traumatizantes?

Neste Dia Internacional da Criança gostaríamos que esta mensagem fosse lida e entendida como um simples contributo para a reflexão de Pais, de Professores e de outros educadores e que ela não ficasse perdida pelo barulho que se costuma fazer neste dia à volta e com as crianças como se o seu mundo fosse, como devia, um mundo justo e amoroso que muitas vezes não é para com as crianças.

O futuro está hoje em cada criança. Por isso, urge redireccionar o nosso modo de lidar com cada uma delas. Só o amor pode salvar o futuro que cada criança representa.

Associação Famílias

Fonte da Notícia: Agência Ecclesia
Notícia relacionada: Público

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quinta-feira, 13 de março de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Precisamos de muitos bebés

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Azores, Açores, ilhas dos Açores, a nossa natureza, dos Açores, viagens, paisagens e fotos
Depois do alerta do INE que revelou taxas de natalidade baixíssimas, e traçou um cenário pessimista para 2050, a OCDE revela que Portugal é dos países que menos incentiva a natalidade. Medidas do Governo têm sido «desastradas».

Portugal é um dos 30 países da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Económico (OCDE) que menos incentivam a natalidade. A conclusão é de um relatório divulgado pela OCDE, que tem em conta o impacto de variáveis como os impostos, contribuições para a Segurança Social e os subsídios do rendimento líquido das famílias.

Dados recentes divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) revelam que a taxa de natalidade atingiu, em 2006, os valores mais baixos de que há registo, sendo que nasceram menos 4.100 bebés em Portugal do que em 2005. Estas estatísticas levam o INE a traçar um cenário muito pessimista para 2050, apontando que Portugal terá perdido um quarto da população, passando para 7,5 milhões de pessoas.


Algumas autarquias já promovem várias medidas de apoio à natalidade e combate à desertificação. São os casos dos municípios de Alijó e de Mértola, que oferecem incentivos às famílias que tenham o segundo filho.


O Governo tem anunciado ultimamente algumas medidas na área da natalidade e das famílias, medidas essas que não têm agradado à Associação Portuguesa de Famílias Numerosas (APFN). «Finalmente temos um primeiro-ministro que olha para este problema, mas as medidas anunciadas têm sido desastradas», referiu Fernando Castro, presidente da organização, em declarações ao PortugalDiário.

A entrada em vigor dos quatro meses de subsídio para grávidas com rendimentos baixos é uma das políticas merece o aplauso da APFN. No entanto, outras medidas têm sido aplicadas pelo Governo de Sócrates. Houve um reforço dos abonos de família para os agregados mais carenciados e, em 2008, as famílias com filhos até três anos vão poder beneficiar, na dedução do IRS, da duplicação da dedução específica. A confiança do Governo no sucesso destas medidas levou Sócrates a anunciar o aumento de 33 por cento da rede de creches na cobertura do território, até 2009.


Fernando Castro refere que o Governo «promove medidas natalistas e implementa anti-natalistas». O dirigente da APFN sustenta que tem de haver «uma promoção da conjugalidade» e crítica a penalização fiscal contra os casais. E dá um exemplo: «Não existe margem para baixar os impostos dos produtos para crianças e o IVA das cadeirinhas, mas baixaram o IVA dos ginásios».


Relatório da OCDE aponta as diferenças
Em 2007, um contribuinte solteiro que auferisse um rendimento correspondente a 67 por cento da média teria de entregar ao Estado 16,6 por cento do rendimento bruto. No caso do contribuinte ter dois filhos, entregaria ao Estado apenas 5,7 por cento do seu rendimento bruto. A diferença entre os dois valores é um incentivo público à natalidade. Existe uma diferença de 10,8 por cento, mas que, ainda assim, é considerado um valor muito baixo face aos outros países da organização internacional.


Fonte da notícia: Portugal Diário

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sábado, 22 de dezembro de 2007

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Primeiros bebés de 2008 serão «turistas»

Região de Turismo do Algarve vai premiar os primeiros 250 pequeninos nascidos em Portugal


Os primeiros 250 bebés que nasçam em 2008 em Portugal Continental vão ser baptizados pela Região de Turismo do Algarve de «bebés turistas 2008» e ganham um "kit" com presentes e um passaporte para viajar até ao Algarve com a família.


A nova acção de marketing da Região de Turismo do Algarve (RTA) tem o objectivo de impulsionar o turismo em família, lê-se num comunicado enviado à comunicação social.


A iniciativa pioneira consiste em oferecer um "kit" de viagem aos primeiros bebés do ano, que será entregue nas principais maternidades com um «passaporte, um saco, uma bolsa térmica, uma bolsa de documentos, uma manta em tecido polar, um álbum de fotografias, uma moldura».
A RTA vai também oferecer uma máquina fotográfica reutilizável para captar os pormenores da primeira visita dos bebés à região algarvia.


«Esta é uma forma simpática de darmos as boas-vindas às crianças nascidas no primeiro dia de 2008 e (...) posicionarmos o Algarve como destino turístico familiar», explicou o presidente da RTA, António Pina.


O presidente da RTA vai deslocar-se até à Maternidade Alfredo da Costa, em Lisboa, na manhã do dia 1 de Janeiro para oferecer um "kit" ao menino ou à menina que ali tiver nascido na madrugada do primeiro dia de 2008.


Esta iniciativa promocional do Algarve está orçada em cerca de dez mil euros e prevê a distribuição de 250 kits «Bebé Turista» do Algarve, a dividir por dez hospitais e maternidades do país.


Fonte da notícia: Portugal Diário

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domingo, 25 de novembro de 2007

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Cavaco Silva manda fazer mais bebés

Cavaco manda fazer mais bebés

O Presidente da República, Cavaco Silva, está preocupado com a desertificação do Interior do País, preocupação que registou numa visita de dois dias ao distrito da Guarda. Para o efeito, deslocou-se aos concelhos da Guarda e Gouveia. No fim da iniciativa, questionou--se: “Por que é que nascem tão poucas crianças? O que é preciso fazer para que nasçam mais crianças em Portugal?” Em jeito de desabafo, o Chefe de Estado frisou: “Eu não acredito que tenha desaparecido nos portugueses o entusiasmo por trazer novas vidas ao Mundo”.

Uma frase que ilustra a preocupação do Presidente que admite mesmo que “algo está errado num povo que não cuida da sua continuidade”, tanto de Portugal como da Beira Interior. “Um país sem crianças é um país sem futuro”, lembrou o Chefe de Estado, que tem dedicado especial atenção à fraca natalidade em Portugal. “Por isso, é que eu tenho incentivado muito a actuações de natureza política e de toda a sociedade, para conseguir que pais e mães apostem mais na vida”, prosseguiu Cavaco Silva.

O Presidente da República manifestou esta sua preocupação durante a inauguração em Gouveia do Museu da Miniatura Automóvel, que “será visitado por muitas crianças, certamente”. Na inauguração de um espaço museológico único no País, marcaram presença Elisabete Jacinto, Manuel Gião e Pedro Matos Chaves, ícones do desporto automóvel nacional.Antes, Cavaco Silva registou que “há de facto aqui [distrito da Guarda] um despovoamento”. A razão aparente está na “escassez de iniciativa empresarial”, sendo que “enquanto não surgirem empresas no Interior do País, enquanto não surgirem investimentos, será muito difícil manter os jovens e criar emprego”, salientou o Presidente.

O Chefe de Estado afirmou ainda ter ouvido algumas palavras de desânimo por parte dos autarcas da região que “pedem mais acção por parte do Estado”. E rematou: “Hoje já não é o problema das estradas, mas mais incentivos à formação dos jovens, ao aumento da taxa de natalidade e apoios para que as empresas se instalem no distrito da Guarda e vejam a fronteira [ com Espanha] não como uma ameaça mas como uma oportunidade”.

NOTAS SOLTAS

ESPERANÇACavaco Silva disse ontem ter esperança que a actual situação de despovoamento possa ser invertida com a criação de empregos na área do turismo, o aproveitamento dos produtos locais e com a aplicação dos incentivos fiscais para as empresas, anunciados recentemente pelo Governo e previstos para o Orçamento de 2008.

GOUVEIA

A passagem presidencial pelo concelho de Gouveia terminou ontem com uma visita à Fundação D. Laura dos Santos, na localidade de Moimenta da Serra, que foi pioneira na implementação de uma unidade geriátrica de acamados, a funcionar há 25 anos.


Fonte da notícia: Correio da Manhã

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Jorge Goncalves

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