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Um blog de cartoons sobre as notícias da actualidade. Um sector informativo do Grupo Galeriacores.

terça-feira, 7 de abril de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Dia Mundial da Saúde

WORLD HEALTH DAY 2009
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Assinala-se esta terça-feira o Dia Mundial da Saúde:
Governo dos Açores investe, só este ano, seis milhões de euros na oferta turística na área da Saúde

Ao presidir, hoje, à cerimónia que marcou o início simbólico das obras de remodelação das Termas da Ferraria e da requalificação da respectiva zona balnear, as quais envolvem um investimento de cerca de quatro milhões de euros, Carlos César reputou esse investimento de muito importante no conceito do “destino Açores”.

O presidente do Governo aludiu ao facto do Turismo de Saúde ter-se transformado numa das áreas com maior potencial da actividade turística mundial e disse que os investimentos governamentais – não só ali, como nas Termas das Furnas, do Carapacho e do Varadouro – constituem um marco importante de criação de um novo produto turístico nos Açores, estando prevista, para a execução desta política, um investimento público que, só no corrente ano, vai chegar aos seis milhões de euros.

“Em todos os casos, a nossa grande tarefa é, também, a de encontrar e convocar iniciativas privadas neste segmento de actividade que terá, certamente, um grande futuro nos Açores”, acrescentou.

Para tal, e no caso presente das Termas da Ferraria, já foram transmitidas orientações à Secretaria da Economia para avançar, de imediato, com o processo de interessamento de privados na exploração do complexo, bem como nos trabalhos preparatórios da respectiva concessão.

No local, cujas características serão salvaguardadas, serão oferecidas novas utilizações, como as de um serviço de restauração autónomo e complementar ao conceito termal de base, piscinas públicas e um cuidado ordenamento que favorecerá a fruição do lugar e a exploração da sua mais-valia.

Como explicou Carlos César, “esse cuidado de protecção, reforçado pela inclusão do monumento natural no recém-criado Parque Natural de São Miguel, esteve presente no desenvolvimento de todo o projecto e foi também, por esse facto, que a ele foi associada uma forte componente de paisagismo.”

Texto integral da intervenção do presidente do Governo, Carlos César, na cerimónia de colocação da 1ª. pedra da empreitada de remodelação das termas e qualificação da zona blanear da Ferraria:

Estamos a proceder, hoje, ao acto simbólico que determina o início das obras de remodelação das Termas da Ferraria e da requalificação da respectiva zona balnear. Não se trata de um acto de rotina de distribuição de apoios que se esgotam no seu próprio mediatismo, nem de um investimento qualquer: é um investimento que reputamos de grande importância no conceito do “destino Açores” e que ascende a cerca de quatro milhões de euros.

Trata-se de uma obra que, ao longo do tempo, encontrou vários obstáculos e imprevistos, mas que, com a determinação e a persistência que o Governo sempre colocou neste projecto, é possível, agora, entrar na fase decisiva da sua concretização.

Tendo em conta a importância deste local e a necessidade de preservar os valores naturais e afectivos que ele comporta, a intervenção a que vamos proceder foi precedida pela aprovação, em 2005, de um decreto legislativo que declarou este local como monumento natural regional, estabelecendo objectivos para a sua valorização e preservação e impedindo usos que pudessem, directa ou indirectamente, potenciar a destruição do património material e imaterial que representa.

Esse cuidado de protecção, reforçado pela inclusão do monumento natural no recém-criado Parque Natural de São Miguel, esteve presente no desenvolvimento de todo o projecto e foi também, por esse facto, que a ele foi associada uma forte componente de paisagismo.

É igualmente em virtude desse cuidado de forte protecção ambiental, e tendo em conta os valores intrínsecos e a beleza incontornável da Ponta da Ferraria, que foram solicitadas à equipa projectista a reestruturação e valorização dos usos tradicionais deste espaço, centrando o projecto no aproveitamento dos valores geotermais, geológicos e de relação com o mar que o território aqui oferece.

Nesse contexto, o Governo dos Açores entendeu mandar recuperar este conjunto, mantendo e melhorando a utilização termal, mas atribuindo-lhe valências diferenciadas e criando novas ofertas.

O projecto aprovado, tal como já foi apresentado, centra-se na recuperação do antigo edifício das Termas da Ferraria. Para tal foi delineada uma intervenção que, respeitando as características do local, oferece novas utilizações, como as de serviço de restauração autónomo e complementar ao conceito termal de base, as piscinas públicas e um cuidado ordenamento que favorece a fruição do lugar e a exploração da sua mais-valia.

Paralelamente a este processo de construção que agora se inicia, já foram transmitidas orientações à Secretaria da Economia para avançar, de imediato, com o processo de interessamento de privados na exploração do complexo, bem como nos trabalhos preparatórios de concessão da mesma.

Com o arranque deste empreendimento é dado mais um passo para a diversificação da oferta turística dos Açores, com consequências directas, neste caso, para a melhoria da qualidade de vida dos residentes através da oferta de uma zona balnear e de lazer de grande qualidade.

Na verdade, o Turismo de Saúde tem-se transformado numa das áreas com maior potencial da actividade turística mundial e, muito particularmente, no espaço europeu. Tal facto leva, inclusive, alguns especialistas a considerarem que este será o segmento que registará um maior crescimento até 2015.


Aqui, na Ferraria, estamos, assim, a agir em conformidade com esse potencial, realizando um investimento que se junta a outros como o do ressurgimento das Termas nas Furnas, em S. Miguel, o da recuperação das Termas do Carapacho, na ilha Graciosa, ou o do estudo das possibilidades que encerram as Termas do Varadouro, no Faial.


No âmbito de uma nova estratégia de promoção do nosso Turismo, estas intervenções constituem um marco importante de criação de um novo produto turístico nos Açores, estando prevista, para a execução desta política, um investimento público só no corrente ano de seis milhões de euros. Em todos os casos, a nossa grande tarefa é, também, a de encontrar e convocar iniciativas privadas neste segmento de actividade que terá, certamente, um grande futuro nos Açores.

Estamos, pois, a contribuir para a geração de emprego e de novas oportunidades de crescimento económico, não só na própria freguesia dos Ginetes – que, com esta obra, vê recuperada uma parte importante da sua memória colectiva e, ao mesmo tempo, vê surgir um novo pólo de desenvolvimento – mas, também, em todos os Açores, com uma intervenção planeada de valorização turística do nosso património natural e geológico.

Ficamos todos a aguardar, após a conclusão destas obras, que espero que decorram bem e nos prazos previstos, pelo funcionamento pleno desta infra-estrutura de tão grande importância.
Mais tarde ou mais cedo, a verdade é que posso, uma vez mais, e em nome do Governo, dizer: compromisso assumido, compromisso cumprido.
Muito obrigado!”.
Fonte: GaCS

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quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

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Experiências de quase-morte

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«Quando dei por mim, não estava a dormir. Estava a pairar por cima do meu próprio corpo». Margarida Rebelo Pinto relatou sua experiência de quase-morte depois de um AVC. No livro, da editora Ésquilo, «Relatos Verídicos. Experiências de Quase-Morte (EQMs)» há duas dezenas de experiências que contam como é «o outro lado da vida».

Apresentado esta quarta-feira, o PortugalDiário falou com um dos autores para quem o livro deixa a marca de que «há algo mais para além desta vida terrena». Apoiado em estudos científicos - contando com um publicado na prestigiada revista médica «Lancet» - e em dados médicos, a certeza ficou impressa: «Em termos científicos, já não se pode afirmar que a mente e a consciência dependem do cérebro e do corpo físico para permanecerem vivas e em pleno funcionamento».

São dezenas de portuguesas que o atestam, e uma mão-cheia de actores de Hollywood que não se furtam a revelar e como estas experiências são «vivências transformadores». «O traço comum a todas estas experiências está na forma como a vida destas pessoas mudou radicalmente», explica Patrícia Costa Dias, um dos autores.

Questionada se sentiu dúvidas quando ouviu estes relatos, Patrícia Costa Dias é peremptória: «Não. Muitas destas pessoas experienciaram estes relatos em tenras idades, sem terem ouvido outras histórias. Além disso, e como no estudo publicado na «Lancet» - em que as pessoas foram entrevistadas após terem tido a experiência, dois e oito anos depois, nunca alterando o testemunho - também nós entrevistamos algumas pessoas mais do que uma vez e os seus relatos mantiveram-se inalterados».

Portugal não tem base de dados científica

O livro conta com a coordenação do professor Manuel Domingos, presidente da Sociedade Portuguesa de Neuropsicologia, e com o contributo do cardiologista holandês Pim van Lommel, para explicarem os pontos de vista e os limites da ciência, e darem a sua perspectiva científica sobre o fenómeno.

O holandês foi entrevistado para o livro e acedeu à tradução do seu artigo científico, que inclui um estudo com 344 pacientes que foram reanimados com sucesso depois de uma paragem cardíaca em dez hospitais.

Sobre quando será possível fazer um estudo como o publicado na «Lancet» em Portugal, a autora fala no mínimo de cinco anos, mas sem optimismos atira a data mais para a frente: «Uma década. Não existe uma base de dados científica nos hospitais, ou num organismo central, o que torna muito difícil o estudo».

No prefácio, o professor de psiquiatria e de ciências da Consciência da Faculdade de Medicina de Lisboa, Mário Simões, refere aliás a esperança de que o livro possa «contribuir para que, num futuro próximo, possa ser criada uma base de dados sistematizada com todos os elementos (...) necessários a uma abordagem rigorosa e que sirva de referência para futuras investigações».

Também o professor Nuno Grande, professor da Universidade do Porto e figura emblemática do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar, teve oportunidade de acompanhar, enquanto médico, quatro pessoas que passaram por EQMs.

No livro explica como um paciente, em coma, ouviu o que ele disse e menciona a importância da fundação BIAL, a que Nuno Grande está ligado, e que atribuiu um prémio, partindo do convencimento «que há alguma coisa para lá da morte que deixa marcas na vivência de todos nós, naqueles que continuam vivos».

A experiência também marcou uma das autoras. Patrícia Costa Dias revela que despiu todos os preconceitos e «cresceu». «Se tivesse que resumir a obra a uma palavra falaria de crescimento. Aprendi, evolui e cresci com este trabalho».





Fonte da notícia: IOL Diário

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terça-feira, 9 de dezembro de 2008

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Robôs em medicina nos hospitais de Coimbra

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Os Hospitais da Universidade de Coimbra (HUC) dispõem a partir desta segunda-feira do primeiro Centro de Simulação Biomédica do país, destinado a treinar clínicos e equipas para intervir em doentes robôs em situação crítica, noticia a Lusa.


A formação de estudantes de medicina e enfermagem em anos terminais e pós-graduações de enfermeiros e médicos são outros domínios de intervenção deste centro que custou 700 mil euros, integralmente financiados através do mecenato por quatro fundações e empresas portuguesas.


O centro está dotado de robôs que simulam as funções humanas, de adultos, de um bebé, uma criança e até de uma parturiente, bem como de modelos cirúrgicos para treinos em órgãos específicos.


Um dos robôs custou cerca de 250 mil euros, e segundo Martins Nunes, responsável do novo centro, «é o simulador mais evoluído do mercado», capaz de «reproduzir praticamente toda a fisiologia humana».


O centro dispõe de quatro salas: de parto e gravidez, de adultos e crianças, de treinos de gestos clínicos e de cuidados intensivos e enfermagem. Cada uma delas está dotada dos robôs respectivos, e dos equipamentos necessários, como se se tratasse de um ambiente hospitalar com pacientes reais.


As intervenções das equipas médicas e dos clínicos individualmente são filmadas, e no final o comportamento será analisado no sentido de se melhorar a prontidão e a própria intervenção clínica.


«Aqui pode-se errar»


«Aqui pode-se errar e repetir as vezes necessárias até se fazer bem», sublinhou Martins Nunes, director do Serviço de Anestesiologia dos HUC, de que depende o novo centro.


Segundo o seu responsável, trata-se de um centro para servir o país, com um perfil multidisciplinar, pois abrange todas as áreas que tem cuidados críticos.


Fernando Regateiro, presidente do Conselho de Administração dos HUC, destacou o facto de ser possível reduzir o tempo de formação pós-graduada, por se poder recorrer a robôs que reproduzem a fisiologia humana.


«Protege o doente, e garante a segurança na intervenção», destacou o responsável, professor universitário de medicina, acrescentando que é também possível simular situações raras, deixando o clínico preparado para quando se deparar com elas.


A partir de terça-feira, e durante uma semana, representantes do Hospital Médico de Harvard (EUA) estarão em Coimbra para ministrar um curso de instrutores em simulação clínica.


Para 2009 o centro tem já programadas 54 acções de formação para grupos de 12 clínicos, de várias regiões do país.


Segundo Martins Nunes, o Centro de Simulação Biomédica será auto-sustentável. O conselho de fundadores vai garantir financiamento durante cinco anos. As acções de formação e a prestação de serviços a empresas, para treino de equipamentos, e utilização de medicamentos, serão outras fontes de financiamento.



Fonte da notícia: IOL Diário

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quinta-feira, 27 de março de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Enfermeiras de mini-saia cartoon


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Não usar uma mini-saia no trabalho pode significar menos dinheiro no fim do mês. Esta é pelo menos a ideia da clínica espanhola San Rafael, em Cádis, que retirou a dez recepcionistas e enfermeiras o seu prémio de produtividade, por não usarem a saia curta que faz parte do uniforme obrigatório, escreve o diário espanhol “El País” na sua edição online.

As mulheres recusaram o traje estipulado, que além de deixar as pernas descobertas obriga ao uso de um avental justo e pouco prático. Assim, no fim do mês receberam menos 30 euros, o preço por andarem com os tradicionais fatos de saúde.

As funcionárias sentem que a decisão, mais do que injusta do ponto de vista económico, vai contra a lei da igualdade. “Sentimo-nos objectos decorativos. Quando estamos a trabalhar não temos liberdade de movimentos e não nos podemos baixar para atender doentes que estão acamados. Temos que expor o nosso corpo para fazermos o nosso trabalho”, explicou Adela Sastre, presidente do comité da empresa.

O gerente da clínica, que pertence ao grupo Pascual, desafiou os trabalhares a levarem o caso aos tribunais. José Manuel Pascual diz que a medida é justa e apenas surge na sequência do incumprimento da normativa de vestuário. O código aplica-se a outros centros de saúde do grupo onde, contudo, ainda não houve queixas.

A Delegação Provincial de Saúde da Junta de Andaluzia em Cádis informou que já enviou um requerimento à empresa sobre este assunto. A mesma fonte garantiu que a Junta mantém um acordo com a empresa para os hospitais, mas apenas assistencial.

A secretária provincial do sindicato de enfermagem (Satse), Carmen de Porres, considerou a situação “indigna e vergonhosa”. “As saias, collants, tamancos e coifa caíram em desuso há mais de 20 anos por ser muito pouco funcional”, acrescentou a representante.

“Parece mentira que em pleno século XXI e quando todo o mundo fala de igualdade entre homens e mulheres existam empresas deste tipo”, criticou a dirigente sindical. “As saias sobem cada vez mais e o decote baixa”, lamentou a representante.As auxiliares e enfermeiras da clínica anunciaram ontem que iam levar este assunto até às últimas consequências.


Fonte da notícia:
Público.pt

Nota Pessoal

Há que ser sincero e muito claro sobre este assunto. O nosso mundo está actualmente de pernas para cima e cabeça para baixo, é um facto, qualquer dia ainda pedem aos médicos para andarem nus dentro das clínicas e dos hospitais.

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Jorge Goncalves

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