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Um blog de cartoons sobre as notícias da actualidade. Um sector informativo do Grupo Galeriacores.

domingo, 25 de julho de 2010

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


A vida num dia

One day in your life
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«A vida num dia» é o projecto de filmagem lançado pelo sítio na Internet Youtube, que decorre hoje na avenida 24 de julho, em Lisboa.


O desafio é feito a qualquer pessoa, no mundo inteiro. Em Lisboa a acção centra-se na avenida 24 de julho, com a possibilidade de, posteriormente, ver o vídeo que fez, editado o seu vídeo numa película completa.


Os participantes têm 24 horas, e poderão filmar o que entendenderem, desde o pôr do sol até uma refeição familiar ou alguém orando, cada um tem é de recolher imagens de instantes vitais «mundanos ou extraordinários, alegres ou dramáticos», segundo o YouTube.


Em Lisboa, o projecto começa às 19:30 e decorerrá até às 22:30.


O projecto é dirigido pelo escocês Kevin MacDonald e produzido pelo realizador Ridley Scott.


Podem ser enviados tantos vídeos quanto desejarem. Para os enviarem basta ir ao sítio do YouTube, e preencher um questionário elaborado por MacDonald que inclui perguntas como: «O que gostas?, De que tens medo?, O que te faz rir?, O que tens nos bolsos?, O que tens nos bolsos tem alguma história?».


«A vida num dia» é o primeiro filme da história do cinema que será montado com vídeos de autores amadores, e que se forem seleccionados «aparecerão nos créditos do documentário como co-realizadores», afirma numa nota à imprensa o YouTube.


Vinte desses «amadores» cujos vídeoos foram escolhidos receberão como prémio uma viagem a Park City (Utah) para a estreia do filme, «A vida num dia», no Festival de Cinema de Sundance, em 2011.


Fonte: IOL

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quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Cidadãos Repórter no YouTube

YouTube wants citizen reporters
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Pela terceira vez desde 2007 o YouTube volta à carga com um canal de jornalismo do cidadão. Desta feita, pede ajuda aos jornalistas profissionais a quem caberá seleccionar o que é notícia.

Durante os dois ou três minutos que levar a ler este artigo mais de 40 horas de vídeo entraram nos servidores do YouTube . Muitos deles poderão ter inequívoco interesse jornalístico. A discussão entre uma aluna e a professora numa escola do Porto por causa de um telemóvel ou as recentes manifestações na capital do Irão são disso um bom exemplo. Mas encontrá-los no popular site de partilha de vídeos não é nada fácil.


Numa altura em que os media tradicionais, cientes de que jamais terão o dom a ubiquidade, procuram estimular os seus leitores a filmar, fotografar e contar as histórias de que são testemunhas, o YouTube acaba de anunciar mais um relançamento do seu canal de jornalismo do cidadão.


Apresentado pela primeira vez em 2007 como um agregador de reportagens e vídeos de cariz político e relançado em Abril deste ano, o CitizenTube passa a ser tecnicamente suportado por uma plataforma -
YouTube Direct - que permitirá aos cidadãos repórter inserir os seus vídeos e comentários directamente no YouTube através de um qualquer site noticioso. Claro que isto só será possível se o site em causa já estiver ligado a esta plataforma.


Para que um vídeo submetido por esta via no YouTube seja publicado, os editores do site noticioso terão de aprová-lo previamente. Uma vez aprovado o vídeo ficará imediatamente disponível no YouTube acompanhado de um link para o website através do qual foi feito submetido.


Caso julguem necessário, os editores poderão ainda contactar o autor do vídeo para obter mais informações sobre as imagens.

Bom negócio


Os responsáveis pelo YouTube acreditam que os vídeos com valor noticioso, depois de devidamente seleccionados, chegarão mais rapidamente junto do grande público. E no negócio das notícias, tempo também é dinheiro. Em contrapartida, os sites das estações de televisão e dos jornais terão ao seu dispor imagens que de outra forma poderiam ficar perdidas entre as centenas de horas de vídeo que todos os dias chegam aos servidores do YouTube.


Para o director do
Observatório da Comunicação o sucesso deste novo canal reside precisamente na capacidade de seleccionar os vídeos.


"Os agregadores e distribuidores de conteúdos como o YouTube e as empresas jornalísticas têm lógicas diferenciadas", lembra Gustavo Cardoso. "Embora ambas utilizem processos editoriais, para por um site de jornalismo do cidadão a funcionar é mais importante a qualidade dos editores do que a qualidade dos jornalistas".


O YouTube Direct já foi testado por conceituados media norte-americanos tais como: NPR (rádio pública), "The San Francisco Chronicle" (jornal), canal afiliado da estação de televisão NBC em Boston e pelos sites Politico.com e The Huffington Post. Será desta que vai avante?

Fonte: Expresso

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sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Um olho artificial que vê como nós

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Inspirados no formato do globo ocular e da retina, cientistas dos EUA produziram fotodetectores flexíveis que se moldam a uma superfície curva e criaram o primeiro protótipo de olho artificial que imita os olhos e visão humana

Investigadores dos Estados Unidos inspiraram-se nos olhos criados pela biologia para os seres vivos mais complexos na Terra - o ser humano - e desenvolveram o primeiro sistema artificial de captação de imagem que vê como nós, sem distorções, o que é um avanço sem precedentes.

O novo "olho biónico" utiliza uma superfície curva, o que elimina a distorção causada pelos sistemas de "visão" que usam superfícies planas na captação da luz, como acontece com as actuais máquinas fotográficas e de vídeo. Os cientistas das universidades de Illinois e Northwestern produziram, assim, o primeiro "olho" artificial que vê como nós.

O protótipo, descrito na revista Nature, é o passo que faltava para mudar a concepção das actuais máquinas fotográficas e de vídeo.

Utilizando superfícies planas para a captação da luz, estas máquinas distorcem em consequência disso as margens da imagem, sendo necessário incorporar-lhes um complexo jogo de lentes para reverter essa distorção. A estratégia é inteligente, mas essa é também uma das razões porque as máquinas são mais caras e, em muitos casos, pesadas.

O olho biónico agora criado permitirá dar um salto tecnológico gigantesco neste campo. Mas a melhoria das máquinas fotográficas será apenas uma pequena parte das possibilidades que este novo desenvolvimento oferece.

A produção de retinas e olhos artificiais para aplicação médica pode ser outra possibilidade. E, uma vez aperfeiçoado e miniaturizado o novo dispositivo optoelectrónico, é possível conceber também a sua utilização em equipamentos de diagnóstico médico, capazes, por exemplo, de navegar na corrente sanguínea, ou ainda em aplicações industrias ainda não imaginadas neste momento.

O protótipo desenhado pela equipa liderada por John Rogers, da universidade de Illininois, tem aproximadamente o tamanho e a forma de um olho humano e inclui uma "retina" artificial, curva na forma, e sensível à luz. A chave deste novo dispositivo residiu justamente na possibilidade de adaptar o material foto-sensível à superfície curva, algo que não era possível até agora.

A equipa conseguiu desenvolver fotodetectores suficientemente maleáveis para se adaptarem à superfície curva que imita o globo ocular. Para já, a definição da imagem conta apenas com 256 píxeis, o que é pouco. O passo seguinte é acrescentar definição à imagem produzida por este mecanismo. - F.N.

Fonte da notícia: DN Online

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Jorge Goncalves

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