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Um blog de cartoons sobre as notícias da actualidade. Um sector informativo do Grupo Galeriacores.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Fidel acusa Obama pelo aparecimento da Gripe A em Cuba

Fidel blames Obama for the introduction of the Flu Virus in Cuba
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O Presidente norte-americano aligeirou as visitas de cubanos residentes em Miami e o facto contribuiu para a introdução em Cuba do vírus H1N1, considera Fidel Castro. Os turistas de países como o Canadá e a Espanha também terão ajudado.
Castro escreve, num artigo divulgado pelos meios de comunicação social cubanos e citado pela TSF, que «os sintomas iniciais da febre A H1N1 surgiram quase em simultâneo no México, Estados Unidos e Canadá».
«Quando o Presidente dos Estados Unidos suprimiu as restrições de visitas a Cuba de cubanos residentes nos Estados Unidos, a epidemia já estava avançada nesse país. Também os quatro países que mais geram turismo em Cuba contribuíram para o alastramento da doença», atirou.
O líder histórico da ilha sublinhou que «os primeiros portadores do vírus para Cuba foram turistas, porque inicialmente os casos de contágio eram poucos». «À medida que o vírus se foi estendendo às províncias, sobretudo as com maior número de familiares residentes nos Estados Unidos, foi necessário adquirir novos equipamentos de análises».
Para Castro, «o mais estranho é que Obama autorizou um maior número de pessoas a viajarem para Cuba mas continua a proibir a compra de equipamentos e medicamentos nos Estados Unidos para combate à epidemia».


Fonte: A Bola

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quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Irmã de Fidel Castro foi agente secreta da CIA

Fidel Castro's sister was a CIA secret agent
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Segredo de Juanita Castro foi revelado no livro de memórias «Fidel e Raul, meus irmãos. A história secreta», escrito pela mesma

Por vezes, as memórias que algumas pessoas guardam contêm segredos que nunca se revelarão. No entanto, alguns desses segredos são fundamentais para compreender a trajectória de um país, de um governo ou mesmo de uma revolução, como foi o caso da publicação das memórias de Juanita Castro, irmã de Fidel e Raúl Castro.

«Fidel e Raul, meus irmãos. A história secreta» é o livro onde Juanita Castro conta primeira pessoa o que aconteceu durante a ascensão e os primeiros anos de poder do seu irmão Fidel, perante um perante um país que sente como seu, Cuba, e que deixou depois de provar os métodos e resultados com que Fidel governava para ajudar ao máximo o general Raul Castro.

Juanita revela ainda todos os segredos que a impulsionaram a fugir de Cuba e confessou também que, durante vários anos, trabalhou como agente para o maior inimigo dos seus irmãos: a CIA.

Segundo Juanita, as razões que a levaram a tornar-se numa agente «Donna» para a CIA, foi o descontentamento da falsa revolução. No inicio da sua colaboração Juanita ajudou os seus irmãos a conseguir dinheiro para a campanha, ajudava na construção de clínicas e hospitais, até que, pouco a pouco, o mesmo movimento que apoiou a revolução para o povo, virou as costas para louvar a igualdade, justiça e liberdade.

Começaram entao as execuções, as detenções ilegais e as injustiças contra as quais os irmãos Castro tinham lutado e quando Juanita descobriu decidiu mudar a sua forma de viver.

Começou a ajudar pessoas mais carenciadas da ilha com a ajuda da mãe, até 1963 ano em que esta morreu. Nessa altura, Juanita pediu ajuda ao seu irmão Raúl, para a ajudar a fugir de Cuba. Assim, em 1964, Raúl conseguiu que a irmã fugisse para o México, onde «Donna» fez um comunicado onde rompia oficialmente com a revolução.

Esta foi a última vez que Juanita viu os seus irmãos. Agora, a história da irmã espia de Castro, pode ser lida num livro que renuncia ao poder digno de admiração, rumo ao mundo em que é mais fácil ver o outro lado do que desfrutar das vantagens de ser irmã do ditador de Cuba.




Fonte: IOL Diário

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sábado, 18 de abril de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Cúpula das Américas

AMERICAS' SUMMIT
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Se "Cúpula das Américas" pode parecer um assunto um tanto monótono e burocrático, vamos colocar da seguinte forma: este quinto encontro entre as nações do continente americano vai servir basicamente como um primeiro encontro entre duas pessoas. E o encontro aqui citado pode ser visto tanto entre empresas como pessoal.

Analistas ouvidos pelo G1 acreditam que a quinta edição, aberta na sexta-feira (17), trará de novo a postura mais ‘humilde’ dos Estados Unidos, tudo para que possa se aproximar não de meia dúzia de nações, mas de quase todas.

No caso, e apenas para ilustrar o que deve acontecer de prático no encontro em Port of Spain, em Trinidad e Tobago, é o caso de amigos tentarem ‘desencalhar’ duas pessoas conhecidas entre si com um encontro em um restaurante. Tudo para que ambos, no mínimo, se transformem em bons amigos.

A Cúpula das Américas chega a sua quinta edição. Iniciada em 1994, em Miami, e realizada em média a cada quatro anos (as outras foram em 1998, 2001 e 2005), engloba os países com chefes de Estados eleitos democraticamente. Daí a exclusão de Cuba dos encontros. Daí mais uma razão para os conflitos.

Assim sendo, Cuba acaba sendo um ponto em conflito para que o jantar entre as pessoas (no caso, nações) possa se tornar um sucesso. No último dia 13, os EUA levantou restrições de viagens à ilha e de remessas de dinheiro feitas por cubano-americanos para suas famílias que moram em Cuba, entre outras ações. O embargo comercial, porém, segue em pé. Assim como as relações tumultuadas entre os países bolivarianos (leia-se Venezuela, Bolívia e Equador).

Para ajudar a quebrar barreiras colocadas anteriormente por relações que não deram certo, principalmente por conta da postura do ex-presidente americano George W. Bush, Barack Obama, representando os norte-americanos, não vai com um carro esportivo com a capota levantada, terno e gravata de seda e o som estourando em decibéis. Mas de boné, calça de sarja, camiseta pólo e com um sorriso aberto. No som, algo mais próximo de MPB. Do outro, Hugo Chávez, representando logicamente a Venezuela, e mais Bolívia e, claro Cuba, vem com sua roupa militar ou vermelha. Cara sisuda, não sabendo exatamente o que esperar do outro lado, já que nos últimos oito anos (duas cúpulas) sempre se acostumou a ver e não ouvir Bush.

“Os EUA não chegam com um plano pré-concebido e já costurando com seus aliados mais próximos para traçar o plano deles meio que na marra. Isto é uma mudança importante. Esta mesma postura foi tomada na Otan e no G-20. Os EUA mais ouviram do que levaram coisas prontas. Este é um ponto importante na diplomacia americana. Nas últimas décadas os EUA chegaram com uma proposta já fechada”, afirmou Luiz Augusto Estrella Faria, professorde Relações Internacionais e Economia da UFRGS. “Vai ser um começo diferente na relação principalmente entre Chávez e Obama, diferentemente do que foi entre Chávez e Bush. Agora, Obama vai ouvir. Não quer dizer que ele vai acreditar ou colocar em prática, mas vai ouvir”, completou.

O professor Rafael Duarte Villa, professor de relações internacionais do departamento de ciências polícias do instituto de relações internacionais da USP, acredita que a quinta edição da cúpula servirá para as partes interessadas ‘trocarem os cartões de visita’.

“Sem dúvida o ponto diferente deste encontro é que deixa de lado a discussão sobre algumas temáticas tradicionais de outros encontros, fundamentalmente como sobre economia, sobre zona de livre comércio, narcotráfico, terrorismo. O centro da agenda é Cuba e a possibilidade de reintegração dela ao conjunto interamericano”, afirmou. “Os EUA precisam dizer para Chávez a mesma coisa que disse o (presidente da Espanha, José Luis Rodríguez) Zapatero quando começou o seu governo. A época de (ex-presidente espanhol José María) Aznar com Chávez foi de enfrentamento. Quando começou, Zapatero disse inteligentemente para Chávez para começarem do zero. Pode ser uma atitude também dos países bolivarianos. Um processo de aproximação com os Estados Unidos”, disse.

Charles Pennaforte, diretor do Centro de Estudos em Geopolitica e Relacões Internacionais do Rio de Janeiro (Cenegri), crê que os Estados Unidos, ou basicamente Barack Obama, estão no caminho certo com relação à América Latina.

“A ideia do governo Obama é apagar a tradição do período Bush, que relegou para o segundo plano a América Latina”, afirmou. “A discussão tende a avançar, o encontro vai ser positivo porque será o primeiro encontro geral de Obama com os outros governos da América Latina. A Venezuela ainda é reticente, mas será um exercício de diplomacia de Obama. A marca de Chávez é a retórica antiamericana, mas Obama é esperto neste aspecto, ele tentará apagar este período anterior do Bush”, disse.

Todos estão de acordo que mudanças não devem acontecer a curto prazo, que a Cúpula não trará alterações nos rumos das negociações a partir das próximas semanas. Assim sendo, o melhor é que cada um continue enviando flores e chocolates para os outros. Ao menos mal não vai fazer.

Fonte: G1 Mundo Notícias

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sexta-feira, 18 de abril de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Liberdade vai chegando a Cuba aos poucos

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O governo de Raúl Castro deverá autorizar em breve a tão esperada reforma migratória que irá permitir aos cubanos viajar para o estrangeiro sem necessidade de autorizações especiais, de acordo com o "El País", que cita fontes próximas do governo cubano.

De acordo com o diário espanhol, a flexibilização migratória já estará decidida, faltando apenas ultimar alguns pormenores para que as medidas entrem em vigor, o que poderá acontecer já nos próximos dias ou semanas.

Actualmente, os cubanos só podem sair do país com um documento chamado "carta branca" ou permissão de saída, cuja emissão custa 150 pesos cubanos (cerca de 100 euros) e que pode demorar meses ou, na melhor das hipóteses, algumas semanas a ser entregue ao peticionário. Continuaria, porém, a haver excepções. Médicos, recém-licenciados que ainda não tenham cumprido o seu serviço social, os militares e os membros do ministério do Interior com acesso a informação que afecte a segurança do Estado deverão continuar a pedir autorizações. Mas para a grande maioria da população, esta burocracia desapareceria.

Outro requisito para a saída de um cidadão cubano para o estrangeiro é a "carta de convite", ou seja, um documento que justifique a saída da pessoa (visita a familiares no estrangeiro ou participação em algum evento, por exemplo) e que é igualmente pedido pelas embaixadas dos países que os cubanos se propõem visitar. Quando esta nova lei entrar em vigor, este convite formal também passará a ser desnecessário o que, em última análise, passaria para os países "receptores" a possibilidade de limitarem as viagens de cidadãos cubanos.

A acontecer, esta medida dá resposta a uma cada vez mais forte exigência popular. Intelectuais e artistas comprometidos com a revolução pediram recentemente a abolição completa de permissão de entrada ou saída de Cuba, por não corresponder à nova realidade do país.

Integrada nesta flexibilização legal poderia ainda vir a estar o alargamento do período de tempo durante o qual os cubanos podem ficar no exterior sem terem que regressar ao seu país, sob risco de perderem os seus direitos. O actual prazo é de onze meses, que poderia ser ampliado para dois anos. Para além disto, os menores de idade poderiam sair com os seus pais, algo que actualmente está restringido e apenas é autorizado em casos excepcionais.

Do mesmo modo, espera-se uma simplificação dos trâmites de entrada temporária no país aos cubanos que residem no estrangeiro. A possibilidade de autorizar o regresso definitivo a Cuba dos emigrados está, porém, ainda em discussão.

Fonte da notícia: Público.pt

Nota Pessoal:

São realmente notáveis as mudanças políticas que se têm verificado em Cuba nos últimos tempos. A liberdade e democracia (de que tanto se fala nos países ocidentais) vai progressivamente chegando também àquela ilha e a todos os cubanos em geral. Tudo indica que o recente encontro do Secretário de Estado de Sua Santidade com Raul Castro esteja a dar os seus frutos. Ainda bem que assim é.

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sábado, 23 de fevereiro de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Não haverá mudanças em Cuba, garante Fidel

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Fidel Castro assegurou esta quinta-feira, no primeiro artigo publicado após ter anunciado que renunciava à presidência, que a sua saída do cargo não será uma «mudança de regime», como espera o presidente dos Estados Unidos.

No primeiro artigo publicado nas «Reflexões do companheiro Fidel», rubrica que tinha o nome de «Reflexões do Comandante-Chefe», Castro abordou a reacção do seu «adversário» norte-americano: na terça-feira, Bush disse esperar que esta decisão de Fidel Castro significasse o início de uma «transição democrática» e do «caminho para a liberdade» em Cuba. Para o líder cubano, o que Bush queria realmente dizer era esperar que o país estivesse no «caminho da anexação».

Recorde-se que na terça-feira, uma mensagem publicada por Fidel jornal oficial do Partido Comunista Cubano, o Granma, dava conta que Castro não aceitará o cargo do Presidente do Conselho de Estado, para o que foi eleito desde 1976.

Reagindo às declarações de Bush e de todos os candidatos às presidenciais norte-americanas, Fidel reiterou que os cubanos não regressarão «jamais ao passado», antes do triunfo da Revolução que destronou Fulgêncio Batista, em 1959.

O líder cubano escreveu ainda que contava publicar um reflexão só na próxima semana, mas não podia «guardar silêncio durante tanto tempo» depois de ter ouvido as declarações de George W. Bush e dos candidatos norte-americanos: «É preciso disparar ideologicamente contra eles, de forma rápida», sublinha. No próximo domingo, a nova Assembleia Nacional eleita no final de Janeiro deve escolher o novo Conselho de Estado e o Presidente do país: tudo indica que será o irmão de Fidel, Raul, que já governa o país nos últimos 19 meses, desde que a doença afastou Castro da governação.

Fonte da notícia: Portugal Diário

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Jorge Goncalves

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