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Um blog de cartoons sobre as notícias da actualidade. Um sector informativo do Grupo Galeriacores.

sábado, 25 de abril de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Portugal comemora o 25 de Abril

PORTUGAL COMMEMORATES ITS PEACEFUL REVOLUTION
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As atenções estão hoje centradas no Presidente da República. A troca de recados entre Belém e São Bento, na última semana, fez aumentar como nunca a expectativa em relação às declarações de Cavaco Silva, que discursa hoje de manhã na sessão solene comemorativa do 25 de Abril, no Parlamento.

No último discurso, o chefe de Estado não poupou críticas aos gestores e às empresas e foi duro nos recados ao Governo. "Seria um erro muito grave, verdadeiramente intolerável, que, na ânsia de obter estatísticas mais favoráveis (...) se optasse por estratégias de combate à crise que ajudassem a perpetuar os desequilíbrios já existentes", afirmou o Presidente, no dia 17, na abertura do Congresso da Associação Cristã de Empresários e Gestores (ACEGE).

Confrontado com as palavras de Cavaco, Sócrates afirmou, em entrevista à RTP 1, que os recados não eram dirigidos ao seu Governo e negou que as críticas à "política do recado" fossem dirigidas ao Presidente.

Sobre as declarações de Sócrates, Belém mantém-se em silêncio. Hoje, o discurso do Presidente não deverá passar ao lado da crise económica. No ano passado, Cavaco disse estar preocupado com a ignorância dos jovens quanto ao 25 de Abril. Mas responsabilizou os partidos pelo alheamento dos mais novos em relação à política. Contactado pelo CM, Belém não quis revelar qual o tema dominante do discurso do Chefe de Estado.

EANES PEDE EXIGÊNCIA

O ex-Presidente da República Ramalho Eanes pediu aos portugueses para serem "mais exigentes" com os Governos. "Cabe a nós impor regras, exigir condutas e, quando necessário, substituir os governantes. Temos os governos e os partidos que merecemos, temos os sistemas de saúde e educação que merecemos, porque somos responsáveis pela nossa sociedade", afirmou anteontem o general no colóquio sobre o 25 de Abril, em Grândola, onde esteve Carlos Beato, Pacheco Pereira e Belmiro de Azevedo.

APONTAMENTOS

SÓCRATES RESPONDE

O primeiro-ministro responde hoje a dez perguntas colocadas através do site: www.socrates2009.pt. A residência oficial de José Sócrates vai estar aberta ao público hoje entre as 15h00 e as 18h00.

PRAÇA SALAZAR

O PSD e o CDS rejeitaram ontem discutir um voto de repúdio, proposto pelo BE, pela inauguração, hoje, de uma praça com o nome de Salazar em Santa Comba Dão. "O PSD suspendeu a democracia", atirou Luís Fazenda.

'CHUVA' DE CRAVOS

Um helicóptero da Força Aérea vai lançar hoje cinco mil cravos sobre o largo Camões, em Lisboa. Estará também disponível um "microfone aberto" a "textos, poemas, palavras de ordem, manifs".



Fonte: Correio da Manhã

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quinta-feira, 24 de abril de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


25 de Abril em Portugal cartoon

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Hoje completam-se 34 anos que uma revolução pacífica devolveu a Portugal a liberdade e, com esta, a Democracia, que andava arredia há quase meio século.

Trinta e quatro anos de liberdade e de democracia representativa parece não terem sido suficientes para que muitas pessoas se convencessem de que o poder que exercem os políticos é direccionado única e simplesmente para proveito e bem estar do povo e para defesa dos cidadãos. Seja de que estrato forem e em que função exerçam. Os detentores do poder, assim, terão que cada vez mais estar junto dos cidadãos para proporcionar a igualdade de oportunidades e a defesa intransigente dos descriminados. E isso nem sempre se regista. Umas vezes por pesporrência outra vezes por cegueira.

Parece ser fundamentalmente por essa razão que a população em geral anda cada vez mais divorciada da política. E, obviamente, essa tendência acentua-se sempre que um acto eleitoral se aproxima, e no fim do ano em curso, mais propriamente em Outubro próximo, há mais um, o das legislativas regionais. Preparam-se e planeiam-se já acções de campanha, comícios, contactos com as populações, etc.. Os Congressos partidários já começaram. Toda uma poderosa máquina de "marketing" bem engendrada está sendo preparada. A par disso vão-se tomando medidas com mais visibilidade para que a população se sugestione com empreendimentos eleitoralistas.

Aqui na Região a "azáfama", portanto, da "ante-pré-campanha-pré-eleitoral" para o acto de Outubro já começou. Os dois partidos mais representativos estão em acção. O PS já fez o seu Congresso e o PSD, em frenesim político, prepara-se para uma contraposição que demonstre aos eleitores os seus projectos. Há que aproveitar o tempo para reverem os discursos, deixando de se entrincheirar na crítica fácil. Outrossim apontando caminhos, criando, sobretudo, a ilusão, de que este é um mundo bom, governado por gente melhor.

Todo este ambiente não teria sido necessário sem o 25 de Abril de 1974, que restituiu a Portugal a liberdade e a democracia, de que esteve arredado na longa "noite" de 48 anos de fascismo.

Hoje, tudo é diferente. Mas nem tudo ocorre de modo a que o povo esteja, num todo, a viver melhores dias. Injustiças – muitas – têm condicionado um viver mais condigno. Por falta de dirigentes políticos a quem tem faltado um melhor sentido de retribuição da riqueza.

A sociedade precisa de elites políticas, culturais, intelectuais e económicas. Destacando-se da população, elas influenciam decisivamente a evolução social. A democracia não se opõe, pelo contrário necessita dessa classe dirigente, desde que seja aberta, móvel, lúcida e respeite as regras. Nem sempre o povo entende o caminho proposto e é normal que desconfie dos líderes. Estes, sob pressão, sentem necessidade de se justificar, corrigir, gerar resultados. Esta interacção saudável entre classes faz a comunidade progredir, mesmo com zangas e lutas.

25 de Abril de 1974. 34 anos são já passados. No entanto no aspecto social ainda há muito por fazer.

Tive a feliz oportunidade de assistir presencialmente a esse extraordinário evento. O povo festejou de um modo esfusiante a revolução dos cravos e continua a festejar a data em que foi devolvida a liberdade, da qual proveio a Democracia e dias melhores para este País à beira mar plantado.

Dias melhores vieram, mas continuou a constatar-se bolsas de pobreza.

Continua a haver ricos mais ricos e pobres com parcos rendimentos, cada vez mais pobres. Ainda há dias um estudo demonstravam que em Portugal havia dois milhões de pessoas, abaixo do limiar da pobreza, auferindo menos 400 euros mensais. Por outro lado há empresas com lucros fabulosos. Realidades que fazem pensar!...

Fonte da notícia: Diário dos Açores

Nota Pessoal:

Portugal comemora mais um 25 de Abril, 34 anos após a revolução dos cravos. Lembro-me de estar numa aula de educação bilingue, nos Estados Unidos, na altura que se deu o primeiro 25 de Abril. Lembro-me igualmente de toda a miséria que existia em Portugal antes dessa data. E, porque sou alguém que se lembra do antes e depois, apenas tenho isto a dizer: valeu a pena o 25 de Abril, valeu a grande coragem desses capitães de Abril. O meu obrigado a todos. Viva a Liberdade e viva Portugal!

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sexta-feira, 18 de abril de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Liberdade vai chegando a Cuba aos poucos

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O governo de Raúl Castro deverá autorizar em breve a tão esperada reforma migratória que irá permitir aos cubanos viajar para o estrangeiro sem necessidade de autorizações especiais, de acordo com o "El País", que cita fontes próximas do governo cubano.

De acordo com o diário espanhol, a flexibilização migratória já estará decidida, faltando apenas ultimar alguns pormenores para que as medidas entrem em vigor, o que poderá acontecer já nos próximos dias ou semanas.

Actualmente, os cubanos só podem sair do país com um documento chamado "carta branca" ou permissão de saída, cuja emissão custa 150 pesos cubanos (cerca de 100 euros) e que pode demorar meses ou, na melhor das hipóteses, algumas semanas a ser entregue ao peticionário. Continuaria, porém, a haver excepções. Médicos, recém-licenciados que ainda não tenham cumprido o seu serviço social, os militares e os membros do ministério do Interior com acesso a informação que afecte a segurança do Estado deverão continuar a pedir autorizações. Mas para a grande maioria da população, esta burocracia desapareceria.

Outro requisito para a saída de um cidadão cubano para o estrangeiro é a "carta de convite", ou seja, um documento que justifique a saída da pessoa (visita a familiares no estrangeiro ou participação em algum evento, por exemplo) e que é igualmente pedido pelas embaixadas dos países que os cubanos se propõem visitar. Quando esta nova lei entrar em vigor, este convite formal também passará a ser desnecessário o que, em última análise, passaria para os países "receptores" a possibilidade de limitarem as viagens de cidadãos cubanos.

A acontecer, esta medida dá resposta a uma cada vez mais forte exigência popular. Intelectuais e artistas comprometidos com a revolução pediram recentemente a abolição completa de permissão de entrada ou saída de Cuba, por não corresponder à nova realidade do país.

Integrada nesta flexibilização legal poderia ainda vir a estar o alargamento do período de tempo durante o qual os cubanos podem ficar no exterior sem terem que regressar ao seu país, sob risco de perderem os seus direitos. O actual prazo é de onze meses, que poderia ser ampliado para dois anos. Para além disto, os menores de idade poderiam sair com os seus pais, algo que actualmente está restringido e apenas é autorizado em casos excepcionais.

Do mesmo modo, espera-se uma simplificação dos trâmites de entrada temporária no país aos cubanos que residem no estrangeiro. A possibilidade de autorizar o regresso definitivo a Cuba dos emigrados está, porém, ainda em discussão.

Fonte da notícia: Público.pt

Nota Pessoal:

São realmente notáveis as mudanças políticas que se têm verificado em Cuba nos últimos tempos. A liberdade e democracia (de que tanto se fala nos países ocidentais) vai progressivamente chegando também àquela ilha e a todos os cubanos em geral. Tudo indica que o recente encontro do Secretário de Estado de Sua Santidade com Raul Castro esteja a dar os seus frutos. Ainda bem que assim é.

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sexta-feira, 21 de dezembro de 2007

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Liberdade encapotada


Os grandes títulos da imprensa norte-americana deram eco, este ano, à vida das celebridades, às presidenciais de 2008 e à guerra do Iraque mas ignoraram as principais crises humanitárias, como as da Somália e do Sri Lanka, escreve a Lusa.


De acordo com a organização não governamental Médicos Sem Fronteiras, os meios de comunicação social dos EUA não noticiaram a violência, o drama dos refugiados e as doenças na República Centro-Africana, Somália e Sri Lanka.


Os conflitos humanos na Birmânia, Zimbabué, República Democrática do Congo, Colômbia e na Chechénia e as vítimas da tuberculose e da má nutrição infantil foram também «esquecidos» pelos media norte-americanos.


«Com certeza que muitos órgãos de comunicação social noticiam o que se passa nas zonas de conflito em todo o mundo», afirmou Nicolas de Torrente, director-executivo da delegação dos Estados Unidos da Médicos Sem Fronteiras.


«Mas milhões de pessoas presas na armadilha da guerra, obrigadas a deixarem as suas casas e privadas de cuidados médicos básicos não têm a mesma atenção», sustentou em comunicado.


Desde 1998, ano em que a organização não governamental se insurgiu contra a fraca cobertura noticiosa da imprensa norte-americana sobre a fome no Sudão, que a Médicos Sem Fronteiras revela a sua apreciação sobre a informação nos EUA.

Fonte da notícia: Portugal Diário

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Jorge Goncalves

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