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sábado, 18 de abril de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Cúpula das Américas

AMERICAS' SUMMIT
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Se "Cúpula das Américas" pode parecer um assunto um tanto monótono e burocrático, vamos colocar da seguinte forma: este quinto encontro entre as nações do continente americano vai servir basicamente como um primeiro encontro entre duas pessoas. E o encontro aqui citado pode ser visto tanto entre empresas como pessoal.

Analistas ouvidos pelo G1 acreditam que a quinta edição, aberta na sexta-feira (17), trará de novo a postura mais ‘humilde’ dos Estados Unidos, tudo para que possa se aproximar não de meia dúzia de nações, mas de quase todas.

No caso, e apenas para ilustrar o que deve acontecer de prático no encontro em Port of Spain, em Trinidad e Tobago, é o caso de amigos tentarem ‘desencalhar’ duas pessoas conhecidas entre si com um encontro em um restaurante. Tudo para que ambos, no mínimo, se transformem em bons amigos.

A Cúpula das Américas chega a sua quinta edição. Iniciada em 1994, em Miami, e realizada em média a cada quatro anos (as outras foram em 1998, 2001 e 2005), engloba os países com chefes de Estados eleitos democraticamente. Daí a exclusão de Cuba dos encontros. Daí mais uma razão para os conflitos.

Assim sendo, Cuba acaba sendo um ponto em conflito para que o jantar entre as pessoas (no caso, nações) possa se tornar um sucesso. No último dia 13, os EUA levantou restrições de viagens à ilha e de remessas de dinheiro feitas por cubano-americanos para suas famílias que moram em Cuba, entre outras ações. O embargo comercial, porém, segue em pé. Assim como as relações tumultuadas entre os países bolivarianos (leia-se Venezuela, Bolívia e Equador).

Para ajudar a quebrar barreiras colocadas anteriormente por relações que não deram certo, principalmente por conta da postura do ex-presidente americano George W. Bush, Barack Obama, representando os norte-americanos, não vai com um carro esportivo com a capota levantada, terno e gravata de seda e o som estourando em decibéis. Mas de boné, calça de sarja, camiseta pólo e com um sorriso aberto. No som, algo mais próximo de MPB. Do outro, Hugo Chávez, representando logicamente a Venezuela, e mais Bolívia e, claro Cuba, vem com sua roupa militar ou vermelha. Cara sisuda, não sabendo exatamente o que esperar do outro lado, já que nos últimos oito anos (duas cúpulas) sempre se acostumou a ver e não ouvir Bush.

“Os EUA não chegam com um plano pré-concebido e já costurando com seus aliados mais próximos para traçar o plano deles meio que na marra. Isto é uma mudança importante. Esta mesma postura foi tomada na Otan e no G-20. Os EUA mais ouviram do que levaram coisas prontas. Este é um ponto importante na diplomacia americana. Nas últimas décadas os EUA chegaram com uma proposta já fechada”, afirmou Luiz Augusto Estrella Faria, professorde Relações Internacionais e Economia da UFRGS. “Vai ser um começo diferente na relação principalmente entre Chávez e Obama, diferentemente do que foi entre Chávez e Bush. Agora, Obama vai ouvir. Não quer dizer que ele vai acreditar ou colocar em prática, mas vai ouvir”, completou.

O professor Rafael Duarte Villa, professor de relações internacionais do departamento de ciências polícias do instituto de relações internacionais da USP, acredita que a quinta edição da cúpula servirá para as partes interessadas ‘trocarem os cartões de visita’.

“Sem dúvida o ponto diferente deste encontro é que deixa de lado a discussão sobre algumas temáticas tradicionais de outros encontros, fundamentalmente como sobre economia, sobre zona de livre comércio, narcotráfico, terrorismo. O centro da agenda é Cuba e a possibilidade de reintegração dela ao conjunto interamericano”, afirmou. “Os EUA precisam dizer para Chávez a mesma coisa que disse o (presidente da Espanha, José Luis Rodríguez) Zapatero quando começou o seu governo. A época de (ex-presidente espanhol José María) Aznar com Chávez foi de enfrentamento. Quando começou, Zapatero disse inteligentemente para Chávez para começarem do zero. Pode ser uma atitude também dos países bolivarianos. Um processo de aproximação com os Estados Unidos”, disse.

Charles Pennaforte, diretor do Centro de Estudos em Geopolitica e Relacões Internacionais do Rio de Janeiro (Cenegri), crê que os Estados Unidos, ou basicamente Barack Obama, estão no caminho certo com relação à América Latina.

“A ideia do governo Obama é apagar a tradição do período Bush, que relegou para o segundo plano a América Latina”, afirmou. “A discussão tende a avançar, o encontro vai ser positivo porque será o primeiro encontro geral de Obama com os outros governos da América Latina. A Venezuela ainda é reticente, mas será um exercício de diplomacia de Obama. A marca de Chávez é a retórica antiamericana, mas Obama é esperto neste aspecto, ele tentará apagar este período anterior do Bush”, disse.

Todos estão de acordo que mudanças não devem acontecer a curto prazo, que a Cúpula não trará alterações nos rumos das negociações a partir das próximas semanas. Assim sendo, o melhor é que cada um continue enviando flores e chocolates para os outros. Ao menos mal não vai fazer.

Fonte: G1 Mundo Notícias

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quarta-feira, 23 de julho de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


O homem forte da América Latina

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O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, fez uma oferta surpreendente ao primeiro-ministro da Rússia, Vladimir Putin: “Se as Forças Armadas russas quiserem estar na Venezuela, serão recebidas calorosamente”.

A proposta do Chefe de Estado venezuelano foi feita durante a visita oficial ao país e surgiu numa altura em que a Rússia ameaça enviar bombardeiros para Cuba, como resposta ao sistema de defesa anti-míssel que os Estados Unidos pretendem construir na Europa Central.

Caso a oferta seja aceita, a Rússia poderá instalar bases militares nas Caraíbas, mesmo às portas dos Estados Unidos.

Para defender a sua proposta, Chávez sustentou que a Venezuela está tão bem situada como Cuba e mostrou-se contra o que considera serem os “planos agressivos” dos Estados Unidos. O presidente venezuelano afirmou mesmo que “içariam bandeiras, tocariam os tambores e cantariam canções, porque ali estariam os seus aliados com quem partilhar a mesma visão do mundo”.

Em Moscovo, Chávez negociou o reforço do armamento venezuelano, através da compra de armas.

O presidente da Venezuela estará esta quarta-feira em Portugal, onde se encontrará com o primeiro-ministro José Sócrates. No encontro serão assinados acordos bilaterais económicos, para as áreas das obras públicas, habitação e energia. Esta será a terceira vez, em menos de oito meses, que os dois líderes se encontram.

Fonte da notícia: Correio da Manhã

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sexta-feira, 7 de março de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Países da América Latina desejam incrementar relações económicas com os Açores

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Os Açores, último ponto de partida de portugueses em direcção à América Latina – e por isso constituindo uma referência afectiva para todos os países daquela área –, poderão estender ao turismo e ao comércio os laços que os unem ao outro lado do Atlântico.

O desejo foi expresso esta manhã, no decorrer de uma audiência que o presidente do Governo dos Açores concedeu a um grupo de diplomatas da América Latina acreditados em Portugal e constituído pelos embaixadores da Argentina, do México, do Uruguai, do Panamá, do Peru, da República Dominicana e da Colômbia e pelo ministro conselheiro da embaixada do Brasil em Lisboa.

Falando em nome da delegação, e na qualidade de decano dos representantes diplomáticos latino-americanos no nosso país, o embaixador da Argentina, Jorge Faurie, disse mesmo que as emergentes economias da América Latina constituiriam boas oportunidades de negócio para investidores açorianos, ao mesmo tempo que o arquipélago se poderia incluir nos destinos turísticos de populações que vêem crescer o seu poder de compra a um bom ritmo, comparável, como disse, ao dos Açores, que é superior ao da média da União Europeia.

Essa atractividade dos Açores, que se estende, igualmente, à possibilidade de investimentos oriundos da América Latina, foi sublinhado pelo presidente do Governo, para quem a centralidade do arquipélago, no âmbito das relações entre a Europa e a América, permite aos Açores desempenhar um papel significativo na política externa portuguesa.

Sublinhando o interesse no incremento das relações entre os Açores e os países da América Latina, Carlos César manifestou o desejo de que a visita dos diplomatas possa para isso contribuir, com o que a Região verá acrescida a sua visibilidade e valorizado o seu papel no contexto das relações transatlânticas.

Fonte da notícia: GaCS

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domingo, 2 de dezembro de 2007

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Chávez ameaçou os EUA e a Espanha

O presidente venezuelano, Hugo Chávez, ameaçou agir contra interesses dos Estados Unidos da América (EUA) e da Espanha no país.

Chávez, que este domingo submete a sua proposta de reforma constitucional a um referendo nacional, prometeu que, se os norte-americanos tentassem boicotar o acto eleitoral, “não haverá nem mais uma gota de petróleo” para os EUA.

No comício de encerramento da campanha para o referendo, Chávez afirmou que a segurança das instalações petrolíferas será reforçada com forças militares no domingo.Relativamente à Espanha e ao incidente com o Rei Juan Carlos, que o mandou calar, durante a Cimeira Ibero-Americana, o presidente venezuelano voltou a insistir num pedido de desculpas. Caso o monarca espanhol não aceda ao pedido, Chávez ameaçou tomar medidas contra os interesses de Espanha na Venezuela. “Compraram alguns bancos aqui. Não me custa nada voltar a nacionalizá-los”, afirmou, referindo aos grupos Santander e BBVA.

Na consulta popular de amanhã, cerca de 16 milhões de venezuelanos irão votar uma reforma constitucional à Carta Magna de 1999, com base na qual Chávez reforça os seus poderes, incluindo a possibilidade de se manter indefinidamente na presidência e propondo algumas medias de carácter económico e social.


Fonte da notícia: Correio da Manhã

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Jorge Goncalves

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