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sexta-feira, 20 de março de 2009

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Insónias custam milhões

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DIA MUNDIAL DO SONO

Cada português consumiu, em média, duas caixas de medicamentos para dormir em 2008, o que equivale a 80 milhões de euros. Os problemas de sono afectam 30% da população, com graves custos sociais e económicos.

A insónia é a perturbação do sono mais frequente. Um estudo recente aponta para que 28% dos portugueses tenham dificuldade em iniciar ou manter um sono de qualidade, refere Marta Gonçalves, presidente da Associação Portuguesa do Sono, a propósito do Dia Mundial do Sono que hoje se assinala. As consequências da falta de sono podem ser devastadoras, já que o cansaço causado por noites mal dormidas aumenta quatro a seis vezes o risco de acidentes de viação e de trabalho.

Medicar é a solução mais habitual, mas nem sempre a mais eficaz. "É fácil prescrever, mas não é tão fácil retirar a medicação", sublinha a psiquiatra, acrescentando que, embora o número de consultas do sono esteja a aumentar , a resposta no Serviço Nacional de Saúde ainda é insuficiente.

A dependência de indutores de sono foi vivida por Maria Pinto durante 18 anos. A preocupação com o estado de saúde dos pais roubava-lhe a tranquilidade necessária para dormir e, não obstante ter formação na área da saúde (é médica dentista) e conhecer os riscos do uso prolongado de hipnóticos, assume que ficou "viciada". Só recentemente aprendeu que há outras vias para resolver o problema das insónias. No Grupo Psicoeducativo de Intervenção não Farmacológica na Insónia, a funcionar desde Dezembro no Hospital de S. João (Porto), o objectivo é ajudar cada pessoa a detectar as causas que a impedem de conciliar o sono e desenvolver estratégias para conseguir dormir bem sem apoio de medicamentos, explica a psicóloga Dulce Sousa. Os resultados são bastante animadores.

Alzira Nogueira tem 36 anos e uma longa história de noites mal dormidas. Desde os 17 anos que dorme à força de indutores do sono. "Nos últimos dois anos, a situação agravou-se e nem duas horas seguidas conseguia dormir. Durante o dia, andava cansada, sem paciência", conta esta atendedora de posto da Maia.

Desde que frequenta o grupo psicoeducativo, dorme sete horas seguidas. A solução passou por pequenos truques, como ter um caderno na mesinha de cabeceira onde aponta as ideias que tem quando está deitada (evitando ficar a remoer o assunto com medo de se esquecer), retirar do quarto todos os factores de estimulação e, acima de tudo, saber relaxar.

Dulce Sousa explica que é fundamental aprender a preparar o organismo para a função de descanso. Como nem todos conseguem relaxar facilmente, há técnicas que ajudam a serenar o corpo e a cabeça.

Para Maria Glória Sá, a grande dificuldade era "desligar do filme do dia": ia para a cama com os problemas do quotidiano e, embora adormecesse rapidamente, acordava muitas vezes. Durante o dia, andava sempre exausta, a ponto de ter de fazer pausas para dormir. "O meu trabalho obriga-me a conduzir muito. Tinha de parar e dormir um pouco", conta.

Uma das coisas que agora sabe é que sestas superiores a 20 minutos são prejudiciais porque interferem com o ciclo vigília-sono. Outra medida de higiene do sono que adoptou foi deixar o computador fora do quarto.

Conhecer e respeitar o nosso próprio ritmo é fundamental para vencer as insónias. "Cada pessoa tem uma necessidade individual de horas de sono e o seu próprio ciclo biológico, o que significa que todos temos uma boa hora para nos deitarmos e levantarmos", adianta Marta Gonçalves.

Para ser eficaz a longo prazo, a intervenção terapêutica nas perturbações do sono não é simples nem rápida, porque exige que se pesquise as origens do problemas. "Em 30 a 40% dos casos, as causas estão relacionadas com quadros de depressão e ansiedade", de acordo com a presidente da Associação Portuguesa de Sono. As restantes situações podem decorrer de alterações do ritmo circadiano, deficiente higiene do sono, dores e outros problemas.



Fonte: Jornal de Notícias

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