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domingo, 22 de março de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Musicoterapia

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Já alguma vez conseguiu relaxar ao ouvir música? Já alguma vez ouviu uma música que imediatamente lhe despertou sentimentos fortes ou o transportou para alguma recordação especial? Já alguma vez sentiu como que uma força interior ao ouvir música? Alguma vez cantou uma canção de embalar para tranquilizar um bebé? Se respondeu "Sim" a alguma destas questões, então já experimentou o poder da música.

Poder esse com história milenar. Há 2000 anos a.c., quando o imperador da China queria saber como andavam as coisas nas suas províncias, convocava os músicos de cada uma delas para que tocassem para ele, e de acordo com a música que embalava o seu povo, o imperador sabia se este estava bem ou mal. Durante a Segunda Guerra Mundial, médicos e enfermeiros americanos constatam que os veteranos de guerra que beneficiam de algumas sessões musicais restabelecem-se rapidamente de traumas físicos e psíquicos.

De facto, a resposta ao som musical permite avaliar os estados físico, cognitivo, comportamental, emocional e comunicativo. A música e o som afectam a actividade muscular, a respiração, a tensão arterial e o metabolismo, e desempenham função de apoio ao processo de mudança dos indivíduos. Segundo Mário de Andrade (1999), a música é equiparável aos medicamentos mas numa prespectiva de dosagem inversa, porque na terapêutica musical, ao contrário da medicamentosa, aos doentes insensíveis deve diminuir-se a dose (músicas mais fáceis, sem grande complexidade).

Dada a capacidade simbólica da música e a sua credibilização como um instrumento eficaz no plano terapêutico, nasce a Musicoterapia. A Musicoterapia é uma ciência paramédica que utiliza a música e os seus elementos (Som, Ritmo, Melodia, Harmonia) através do canto, movimentos, expressão corporal, dança, etc., a fim de atender às necessidades físicas, mentais, sociais e cognitivas; e, desenvolver potenciais e/ou restaurar funções de optimização intra e/ou interpessoal, melhor qualidade de vida, através da prevenção, reabilitação ou tratamento (Federação Mundial de Musicoterapia, 1996).

O objectivo principal da musicoterapia não é a música, nas suas vertentes mais desenvolvidas, ou seja, Saber, Ensinar ou Tocar. Mas sim, fazer entender que em terapia, a música é um meio e não um fim. Tem o poder de criar vivências emocionais correctivas num ambiente livre, seguro e protector. Pode também ser o alívio do sofrimento psíquico através de produções no mundo dos sons. Não interessa que tipo de sons, de música ou de ruídos que os pacientes produzem, mas que produzam, que os criem, que através deles expressem os seus sentimentos e emoções (Lecourt , 1988).



Fonte: Médicos de Portugal

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sexta-feira, 20 de março de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Insónias custam milhões

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DIA MUNDIAL DO SONO

Cada português consumiu, em média, duas caixas de medicamentos para dormir em 2008, o que equivale a 80 milhões de euros. Os problemas de sono afectam 30% da população, com graves custos sociais e económicos.

A insónia é a perturbação do sono mais frequente. Um estudo recente aponta para que 28% dos portugueses tenham dificuldade em iniciar ou manter um sono de qualidade, refere Marta Gonçalves, presidente da Associação Portuguesa do Sono, a propósito do Dia Mundial do Sono que hoje se assinala. As consequências da falta de sono podem ser devastadoras, já que o cansaço causado por noites mal dormidas aumenta quatro a seis vezes o risco de acidentes de viação e de trabalho.

Medicar é a solução mais habitual, mas nem sempre a mais eficaz. "É fácil prescrever, mas não é tão fácil retirar a medicação", sublinha a psiquiatra, acrescentando que, embora o número de consultas do sono esteja a aumentar , a resposta no Serviço Nacional de Saúde ainda é insuficiente.

A dependência de indutores de sono foi vivida por Maria Pinto durante 18 anos. A preocupação com o estado de saúde dos pais roubava-lhe a tranquilidade necessária para dormir e, não obstante ter formação na área da saúde (é médica dentista) e conhecer os riscos do uso prolongado de hipnóticos, assume que ficou "viciada". Só recentemente aprendeu que há outras vias para resolver o problema das insónias. No Grupo Psicoeducativo de Intervenção não Farmacológica na Insónia, a funcionar desde Dezembro no Hospital de S. João (Porto), o objectivo é ajudar cada pessoa a detectar as causas que a impedem de conciliar o sono e desenvolver estratégias para conseguir dormir bem sem apoio de medicamentos, explica a psicóloga Dulce Sousa. Os resultados são bastante animadores.

Alzira Nogueira tem 36 anos e uma longa história de noites mal dormidas. Desde os 17 anos que dorme à força de indutores do sono. "Nos últimos dois anos, a situação agravou-se e nem duas horas seguidas conseguia dormir. Durante o dia, andava cansada, sem paciência", conta esta atendedora de posto da Maia.

Desde que frequenta o grupo psicoeducativo, dorme sete horas seguidas. A solução passou por pequenos truques, como ter um caderno na mesinha de cabeceira onde aponta as ideias que tem quando está deitada (evitando ficar a remoer o assunto com medo de se esquecer), retirar do quarto todos os factores de estimulação e, acima de tudo, saber relaxar.

Dulce Sousa explica que é fundamental aprender a preparar o organismo para a função de descanso. Como nem todos conseguem relaxar facilmente, há técnicas que ajudam a serenar o corpo e a cabeça.

Para Maria Glória Sá, a grande dificuldade era "desligar do filme do dia": ia para a cama com os problemas do quotidiano e, embora adormecesse rapidamente, acordava muitas vezes. Durante o dia, andava sempre exausta, a ponto de ter de fazer pausas para dormir. "O meu trabalho obriga-me a conduzir muito. Tinha de parar e dormir um pouco", conta.

Uma das coisas que agora sabe é que sestas superiores a 20 minutos são prejudiciais porque interferem com o ciclo vigília-sono. Outra medida de higiene do sono que adoptou foi deixar o computador fora do quarto.

Conhecer e respeitar o nosso próprio ritmo é fundamental para vencer as insónias. "Cada pessoa tem uma necessidade individual de horas de sono e o seu próprio ciclo biológico, o que significa que todos temos uma boa hora para nos deitarmos e levantarmos", adianta Marta Gonçalves.

Para ser eficaz a longo prazo, a intervenção terapêutica nas perturbações do sono não é simples nem rápida, porque exige que se pesquise as origens do problemas. "Em 30 a 40% dos casos, as causas estão relacionadas com quadros de depressão e ansiedade", de acordo com a presidente da Associação Portuguesa de Sono. As restantes situações podem decorrer de alterações do ritmo circadiano, deficiente higiene do sono, dores e outros problemas.



Fonte: Jornal de Notícias

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Jorge Goncalves

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