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Um blog de cartoons sobre as notícias da actualidade. Um sector informativo do Grupo Galeriacores.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Linguagem corporal durante o sono

Body language while you sleep
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Se temos uma linguagem corporal quando estamos acordados, por que não durante o sono? Um cientista britânico acredita na relação entre as posições em que dormimos e a nossa personalidade.


Dorme de costas, em posição fetal ou de lado? Chris Idzikowski, médico e director do Centro de Sono de Edimburgo, na Escócia, afirma que a forma como dormimos pode ser uma manifestação postural do subconsciente. O investigador, ex-presidente da Sociedade Britânica do Sono e colaborador permanente de algumas instituições internacionais para o estudo desta área, acredita ter identificado uma relação entre a posição assumida durante o sono e o perfil psicológico da pessoa. Para este estudo Idzikowski inquiriu cerca de 1000 indivíduos, tendo conseguido determinar as 6 posições de sono mais comuns. Os resultados foram surpreendentes: “o perfil por detrás de cada postura é muito diferente do que poderíamos esperar”, admite o britânico.


Confira o que o seu corpo diz sobre si quando está de olhos fechados.




Posição fetal (41%)
A mais comum das posturas, principalmente entre as mulheres (51%). Corresponde a pessoas cuja aparência exterior forte esconde uma extrema sensibilidade. São tímidos ao primeiro contacto, tornando-se mais descontraídos e abertos com o tempo.





O "Corcunda" (13%)
Semelhante à posição de tronco mas com os braços à frente do corpo. Pessoas que dormem nesta posição tendem a ser donas de uma personalidade aberta, embora possam tornar-se desconfiadas e cínicas. Demoram a tomar uma decisão, mas quando a tomam tendem a ser irredutíveis.





Tronco (15%)
De lado, com os braços junto ao corpo. Os que dormem em posição de “tronco” são geralmente pessoas sociáveis, simpáticas, geralmente muito populares. Podem confiar demasiado, tornando-se ingénuas.





Posição de soldado (8%)
De barriga para cima, com braços e pernas esticados ao longo do corpo. Típica de pessoas calmas, reservadas e exigentes, tanto com os outros como consigo própria.



Queda livre (7%)
De barriga para baixo, com as mãos por baixo da almofada, cabeça para um dos lados. Por fora, estas pessoas podem parecer sociáveis e impetuosas; na verdade, são espíritos nervosos e muito sensíveis à crítica.


Estrela-do-mar (5%)
De barriga para cima, com braços por baixo da almofada e pernas esticadas para os lados. A esta postura parecem corresponder bons ouvintes, que fazem amigos muito facilmente, mas que detestam ser o centro das atenções.


De acordo com as pesquisas do autor britânico, a posição “queda-livre” beneficia a digestão, enquanto quem prefere dormir como “estrela do mar” ou “soldado” tem mais tendência a ressonar e a ter perturbações durante o sono. Ainda segundo o inquérito de Idzikowski, a maior parte das pessoas dorme com um braço ou perna de fora dos lençóis. Uma em cada dez pessoas cobre-se totalmente com a roupa da cama.




Fonte: Saúde/Sapo

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sexta-feira, 20 de março de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Insónias custam milhões

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DIA MUNDIAL DO SONO

Cada português consumiu, em média, duas caixas de medicamentos para dormir em 2008, o que equivale a 80 milhões de euros. Os problemas de sono afectam 30% da população, com graves custos sociais e económicos.

A insónia é a perturbação do sono mais frequente. Um estudo recente aponta para que 28% dos portugueses tenham dificuldade em iniciar ou manter um sono de qualidade, refere Marta Gonçalves, presidente da Associação Portuguesa do Sono, a propósito do Dia Mundial do Sono que hoje se assinala. As consequências da falta de sono podem ser devastadoras, já que o cansaço causado por noites mal dormidas aumenta quatro a seis vezes o risco de acidentes de viação e de trabalho.

Medicar é a solução mais habitual, mas nem sempre a mais eficaz. "É fácil prescrever, mas não é tão fácil retirar a medicação", sublinha a psiquiatra, acrescentando que, embora o número de consultas do sono esteja a aumentar , a resposta no Serviço Nacional de Saúde ainda é insuficiente.

A dependência de indutores de sono foi vivida por Maria Pinto durante 18 anos. A preocupação com o estado de saúde dos pais roubava-lhe a tranquilidade necessária para dormir e, não obstante ter formação na área da saúde (é médica dentista) e conhecer os riscos do uso prolongado de hipnóticos, assume que ficou "viciada". Só recentemente aprendeu que há outras vias para resolver o problema das insónias. No Grupo Psicoeducativo de Intervenção não Farmacológica na Insónia, a funcionar desde Dezembro no Hospital de S. João (Porto), o objectivo é ajudar cada pessoa a detectar as causas que a impedem de conciliar o sono e desenvolver estratégias para conseguir dormir bem sem apoio de medicamentos, explica a psicóloga Dulce Sousa. Os resultados são bastante animadores.

Alzira Nogueira tem 36 anos e uma longa história de noites mal dormidas. Desde os 17 anos que dorme à força de indutores do sono. "Nos últimos dois anos, a situação agravou-se e nem duas horas seguidas conseguia dormir. Durante o dia, andava cansada, sem paciência", conta esta atendedora de posto da Maia.

Desde que frequenta o grupo psicoeducativo, dorme sete horas seguidas. A solução passou por pequenos truques, como ter um caderno na mesinha de cabeceira onde aponta as ideias que tem quando está deitada (evitando ficar a remoer o assunto com medo de se esquecer), retirar do quarto todos os factores de estimulação e, acima de tudo, saber relaxar.

Dulce Sousa explica que é fundamental aprender a preparar o organismo para a função de descanso. Como nem todos conseguem relaxar facilmente, há técnicas que ajudam a serenar o corpo e a cabeça.

Para Maria Glória Sá, a grande dificuldade era "desligar do filme do dia": ia para a cama com os problemas do quotidiano e, embora adormecesse rapidamente, acordava muitas vezes. Durante o dia, andava sempre exausta, a ponto de ter de fazer pausas para dormir. "O meu trabalho obriga-me a conduzir muito. Tinha de parar e dormir um pouco", conta.

Uma das coisas que agora sabe é que sestas superiores a 20 minutos são prejudiciais porque interferem com o ciclo vigília-sono. Outra medida de higiene do sono que adoptou foi deixar o computador fora do quarto.

Conhecer e respeitar o nosso próprio ritmo é fundamental para vencer as insónias. "Cada pessoa tem uma necessidade individual de horas de sono e o seu próprio ciclo biológico, o que significa que todos temos uma boa hora para nos deitarmos e levantarmos", adianta Marta Gonçalves.

Para ser eficaz a longo prazo, a intervenção terapêutica nas perturbações do sono não é simples nem rápida, porque exige que se pesquise as origens do problemas. "Em 30 a 40% dos casos, as causas estão relacionadas com quadros de depressão e ansiedade", de acordo com a presidente da Associação Portuguesa de Sono. As restantes situações podem decorrer de alterações do ritmo circadiano, deficiente higiene do sono, dores e outros problemas.



Fonte: Jornal de Notícias

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terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Descanso evita doenças

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Cientistas norte-americanos descobriram que as pessoas que dormem menos de sete horas são mais propensas a constipar-se, segundo uma investigação publicada segunda-feira na revista de informação especializada Jama.


As pessoas que dormem menos de sete horas por noite têm três vezes mais probabilidades de desenvolver doenças respiratórias depois de estarem expostas ao vírus de um resfriado do que as que dormem oito horas ou mais, lê-se no artigo, citado pela agência Lusa.


Já tinha ficado demonstrado que o descanso durante a noite é benéfico para o corpo mas a investigação avança que quem dorme entre sete e oito horas durante a noite também tem as taxas mais baixas de doenças coronárias e de morte.


O médico Sheldon Cohen, da Universidade Carnegie Mellon de Pittsburgh (Pensilvânia) e os seus colegas estudaram entre 2000 e 2004 os hábitos de 153 mulheres e homens sãos, com uma idade média de 37 anos.


Os participantes foram entrevistados diariamente, durante um período de duas semanas, e tiveram que responder sobre o número de horas que dormiam por noite, o tempo que passavam até conciliarem o sono e se se sentiam descansados pela manhã.


Depois, os participantes estiveram em quarentena e foi-lhes administradas umas gotas nasais com o rinovírus comum que causa os catarros.


Durante os cinco dias posteriores, os participantes informaram de todos os sinais e sintomas da doença e os cientistas recolheram amostras da mucosidade e análises de sangue para estudar a resposta dos anticorpos ao vírus.


A experiência demonstrou que quanto menos uma pessoa dormia, mais probabilidades tinha de desenvolver uma constipação, além de descobrirem que a baixa eficiência do sono também está associada ao desenvolvimento do catarro.


Os participantes que mais tardaram em conciliar o sono e passaram menos de 92 por cento do seu tempo na cama dormindo, tiveram cinco vezes em média mais probabilidades de doença que aqueles cujo rendimento do sono foi de 98 por cento ou mais.





Fonte da notícia: IOL Diário

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sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Dormir muito reduz risco de doenças cardiovasculares

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Uma investigação científica demonstrou que quantas mais horas de sono se tiver, menos risco há de contrair doenças de foro cardiovascular.

Dormir uma hora a mais por noite pode reduzir o risco de calcificação das artérias, um dos primeiros sintomas das doenças cardiovasculares, de acordo com um estudo publicado no Journal of the American Medical Association (Jama), citado pela BBC.

A investigação revela que a hora suplementar de sono equivale a uma diminuição de 17 milímetros de mercúrio da tensão sistémica, sendo que pelo menos 12% dos 495 participantes no estudo - voluntários de boa saúde na faixa dos 40 anos - começaram a ser vítimas de calcificação nas artérias ao longo de um período de acompanhamento de cinco anos.

As artérias calcificadas foram descobertas em 27% dos participantes que dormem menos de cinco horas por noite, taxa que caiu para 11% nos que dormem entre cinco e sete horas. No caso dos que dormem mais de sete horas, apenas 6% tiveram calcificação das artérias.



Os benefícios do sono, para as artérias, parecem mais significativos nas mulheres, mas não foram verificados entre as raças, segundo os investigadores.





Fonte da notícia: Notícias MSN

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Jorge Goncalves

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