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Um blog de cartoons sobre as notícias da actualidade. Um sector informativo do Grupo Galeriacores.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Armageddon Australiano

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IF world leaders want proof of global warming’s devastating effects, they should open an atlas on the page marked Australia.

Many of the country’s iconic images are under threat from the impact of the planet’s rising temperatures.
Virtually all the climate change disasters predicted by scientists are expected to hit Australia over coming decades. Kangaroos, wombats and koalas face extinction and the Great Barrier Reef could die.
The golden beaches that have shaped Australian culture will one day disappear under the waves while its famous bush country crackles with rampaging wildfires.
Out in the wide, sweeping deserts, disrupted weather systems will unleash monsoon-force rains, destroying the fragile natural landscapes that have evolved over millions of years. Already, Australia is preparing to accept the first legion of climate- change refugees – Pacific islanders looking for sanctuary as rising seas slowly wipe their ancient homelands off the map.
Yesterday thousands of Australians march - ed through Melbourne and Sydney in the first wave of a worldwide demonstration demanding a radical agreement at the UN’s Copenhagen climate-change conference.
This week world leaders converge on the Danish capital to forge a binding agreement between 192 nations designed to replace the Kyoto Protocol. President Barack Obama, Gordon Brown, Prince Charles and Chinese premier Wen Jiabao head the VIP guest list of dignitaries ready to add their names and influence to a debate which has been billed as the planet’s last chance to prevent Armageddon.
Australia’s Prime Minister Kevin Rudd will head a delegation of 114 officials, almost twice the number of British representatives, adding their weight to arguments that will map out mankind’s future...



Fonte: Daily Express.co.uk


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quinta-feira, 23 de julho de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Jardim quer extinção do Tribunal Constitucional

The Controversial Portuguese Politician
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Alberto João Jardim vai fazer avançar o seu projecto de revisão constitucional na Assembleia da República, quer o PSD nacional queira quer não. Ontem explicou o projecto no Parlamento da região

"Não querer discutir, neste momento, a revisão constitucional é querer fugir à questão de fundo deste país", disse ontem Alberto João Jardim, no Parlamento madeirense, no início do debate da proposta de revisão constitucional do PSD/Madeira. Uma afirmação que contraria a opinião de Aguiar Branco, vice-presidente do PSD nacional que, há uma semana, remeteu esta discussão para um futuro sem data marcada.

Só que Jardim já tem tudo acertado com os deputados do seu partido, candidatos à Assembleia da República, para abrirem o processo de revisão logo no início da próxima legislatura fazendo sua a proposta que será votada pelo PSD, CDS e MPT no próximo dia 28. Para além de querer o país a debater as mudanças na Lei Fundamental, Jardim quer ver, ainda, uma larga discussão em torno do Estatuto do Jornalista que, no seu entender, tem implicações "graves" em termos de liberdade de imprensa.

Foi na sala provisória do parlamento regional que o líder madeirense defendeu a sua dama e que no final solicitou ao seu presidente o envio o texto final para conhecimento de todos os órgãos de soberania. Jardim vai também mandar publicar na imprensa diário o texto na integra para que o "o povo madeirense saiba do que é que estamos a falar" e faça escolhas nas próximas eleições entre "os partidos que querem mais autonomia e os que a rejeitam".

A ausência do PS, PCP, BE e PND - "gente inculta(...) marginais da autonomia" como disse - acabou por proporcionar ao presidente do PSD/Madeira todo o tempo do mundo para, mais uma vez, lembrar que "não se pode continuar nisto", ou seja, "enredados numa teia" que não é mais do que a "jurisprudência" do Tribunal Constitucional, "restritiva dos direitos do povo madeirense". Jardim propõe por isso a extinção do TC, transferindo a sua acção para as mãos de juízes de carreira do Supremo Tribunal de Justiça.

Além do mais, alegou que a revisão constitucional de 2004 manteve "fronteiras indefinidas" no que concerne aos direitos das autonomias, mantendo o conceito de que o Estado "é unitário", quando, "na realidade, não é".

No seu entender, a República procede "fraudulentamente" para com as regiões em termos legislativos. Já o poder socialista foi novamente consagrado como de "natureza siciliana". Totalmente descontraído, reiterou a sua proposta visando a admissão dos partidos regionais. "Se até há a Opus Gay por que razão não há-de haver partidos regionais", disse.

Jardim referiu-se também à questão do Estatuto Político-Administrativo dos Açores, questionando a estratégia do governo de Carlos César, ao fazer aprovar esta lei sem revisão constitucional. Há aqui, segundo afirmou, "gato escondido com rabo de fora", ou seja, os socialistas quiseram "travar a iniciativa" do PSD/M, quando o que interessa é "blindar" o Estatuto em sede de revisão.

Quanto ao projecto de revisão constitucional ontem discutido, defendeu a sua proposta, propondo somente ligeiras alterações algumas repescadas do projecto do CDS/PP (ver texto em baixo). Para além do célebre artigo sobre a proibição do fascismo e do comunismo, ou seja, dos regimes totalitários, mantém-se o texto da proposta, embora Jardim admita o desaparecer desta referência por "não fazer sentido" num Estado de direito democrático.

Fonte: DN Portugal

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terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Desaparecimento dos mamutes

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Solos ricos em fragmentos de diamantes de origem cósmica descobertos em seis locais na América do Norte confirmam a teoria de que uma queda de meteoritos terá provocado um período glaciar responsável pela extinção dos mamutes.


«Estas descobertas constituem uma indicação sólida do impacto de meteoritos há 12.900 anos com enormes consequências ambientais em plantas, animais e seres humanos no conjunto do território norte-americano», explica o arqueólogo Douglas Kenneth, da Universidade de Oregon, um dos autores deste novo estudo publicado na última edição da revista Science.


Em Outubro de 2007, uma equipa de 26 investigadores pertencentes a 16 instituições tinha avançado a teoria da queda de vários cometas para explicar o período glaciar de 1.300 anos aparentemente responsável pela extinção de várias espécies animais, entre as quais os mamutes, bem como pela fragmentação da cultura pré-histórica de Clóvis, uma das mais antigas que habitaram no continente americano. Esse estudo tinha sido publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS).


Uma das camadas de sedimentos ricos em nano-diamantes de origem cósmica descobertas cobria directamente vestígios da cultura Clóvis no sítio arqueológico de Murray Springs, no Arizona. Esses nano-diamantes formam-se a elevadas temperaturas e sob fortes pressões criadas por um impacto cósmico e encontram-se na composição dos meteoritos. Podem ser produzidos na Terra, mas só sob efeito de uma forte explosão ou por vaporização química.


Além de Murray Springs, foram encontradas fortes concentrações de nano-diamantes de origem cósmica em Bull Creek (Oklahoma), Gainey (Michigan), Topper (carolina do Sul), bem como no Canadá em Lake Hind (Manitoba) e Chobot (Alberta).




Fonte da notícia: IOL Diário

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sexta-feira, 9 de maio de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Insectos tropicais a caminho da extinção cartoon

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Muitas das espécies tropicais de insectos podem extinguir-se até ao final deste século a menos que se consigam adaptar ao aumento previsto das temperaturas do planeta, alertam cientistas norte-americanos na revista “Proceedings of the National Academy of Sciences”.
Os cientistas da Universidade de Washington lembram que uma alteração no número de insectos pode ter efeitos secundários na polinização das plantas e, consequentemente, na produção agrícola.
Para chegarem às suas conclusões, os investigadores estudaram o impacto em 38 espécies de insectos tropicais, especialmente sensíveis a mudanças de temperatura, das alterações climáticas entre 1950 e 2000.
Segundo explica a BBC online, os insectos não conseguem regular a temperatura do seu corpo. A única coisa que podem fazer quando são expostos a altas temperaturas é procurar sombra e locais mais frescos. Por isso, o aumento médio previsto de dois a quatro graus, até ao final do século, pode ser um problema de sobrevivência.
“Nos trópicos, muitas espécies parecem viver perto da sua temperatura óptima, o que lhes permite sobreviver”, explicou Joshua Tewksbury, da Universidade de Washington, citado pela BBC online. “Quando a temperatura sobe acima desse nível óptimo, pode não haver muito a fazer” por estas espécies, acrescentou.
Apesar de algumas espécies poderem migrar para latitudes mais elevadas e zonas mais frescas, outras não terão essa possibilidade.
Mas se nos trópicos muitas espécies poderão desaparecer, é certo que as populações de latitudes mais elevadas poderão aumentar.

Fonte da notícia: Público.pt

Nota Pessoal:
E depois de extintos ficarão extintos para sempre para nunca mais serem vistos em lado nenhum o que é pena realmente. Para além do valor que representam no reino animal são também uma fonte científica inigualável de estudo e de pesquisa que desaparece permanentemente. Sem dúvida que todos nós é que ficaremos a perder com isso.

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segunda-feira, 17 de março de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Muitas espécies de animais desaparecem todos os dias

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Açores, Azores, Ilhas dos Açores, conhecer os Açores, visitar os Açores

Jane Memmott é professora de Ecologia em Bristol e lidera vários projectos de investigação em todo o mundo na área das espécies invasoras. Esteve no Museu da Ciência, em Coimbra, onde há uma exposição que alerta para o perigo da extinção das espécies

"Um escaravelho raro sentado sobre uma orquídea num vale remoto dos Andes poderá segregar uma substância que cura o cancro do pâncreas." A frase vai passando num ecrã pendurado numa das paredes do Museu da Ciência em Coimbra, onde, até Junho, se pode visitar a exposição A Diversidade da Vida, 300 Anos de Lineu. A proposição que soa tanto a hipótese científica como a enunciado poético pretende, tal como toda a exposição, sensibilizar para o perigo do desaparecimento de espécies em todo o mundo.

Foi no contexto desta exposição que a professora de Ecologia da Universidade de Bristol, Reino Unido, Jane Memmott esteve no Museu da Ciência da Universidade de Coimbra (UC), para a conferência Problemas no Paraíso: espécies invasoras, sistemas complexos e biologia da conservação.

Em miúdos: a biodiversidade está em risco e, muitas vezes, a culpa é nossa - umas de forma acidental, outras, consciente. Nesta longa história de mortes de plantas e de animais também acontecem acasos infelizes, como quando, pouco depois da Segunda Guerra Mundial, uma espécie de cobra da Austrália foi transportada acidentalmente num navio para a ilha de Guam. O resultado foi uma praga responsável pela extinção de vários pássaros.

Já os restantes actos que sabemos terem consequências negativas para a biodiversidade não são novidade para ninguém: a caça, a poluição, a destruição de florestas.

Novidade é o modelo matemático criado por Jane Memmott que permite representar graficamente a complexidade das redes e cadeias naturais que nos circundam e que envolvem os insectos, as plantas nativas ou invasoras, os pássaros, as sementes, os predadores e as vítimas. O que ela conseguiu foi passar estas intrincadas e frágeis teias para o computador, reduzindo-as a um esqueleto, a um gráfico de linhas e cores. A ferramenta permite efectuar previsões, comparações entre territórios e, por fim, testar hipóteses no terreno, o que pode trazer grandes avanços à investigação na área.

Açores e Bristol

Jane Memmott lidera vários grupos de investigação em diferentes pontos do mundo, na área da Ecologia e das espécies invasoras, entre outras. Um dos estudos em curso pretende perceber a forma como a dispersão de sementes é afectada por plantas invasoras nos Açores. Neste projecto, está a trabalhar Ruben Heleno, um doutorando português de 26 anos que divide o tempo entre aquele arquipélago e Bristol.

Quando acabou o curso de Biologia em Coimbra, Ruben decidiu que queria seguir investigação. Um dia, sentou-se ao computador e começou a meter palavras no Google relacionadas com a sua área de estudo. Foi ter à página da Universidade de Bristol, depois a Jane Memmott, depois aos projectos de Jane Memmott e, quando dá por ele, já está a enviar um e-mail à professora e a obter uma resposta no próprio dia: ia para os Açores como doutorando orientado pela especialista de Bristol.

Quem também anda naquele arquipélago são os investigadores da Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves, com quem Ruben Heleno acaba por trocar informações. Tudo por causa de um pássaro chamado priolo (na ilustração), uma ave raríssima que existe apenas em S. Miguel e que está em perigo. Serão cerca de 200 a 400 os casais que habitam em certas zonas montanhosas da ilha, florestas ameaçadas por pastagens e produção de madeira.

O objectivo da Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves é recuperar 300 hectares de floresta natural - 150 já estão - controlando a expansão das espécies exóticas e voltando a plantar espécies nativas. É preciso aumentar o habitat do priolo, limpando as zonas afectadas pela espécie invasora (criptoméria-do-japão).

74 mortes por dia

Desde há 100 anos que a principal causa de extinção de espécies é a destruição de habitats pela mão humana, explica o director do Museu de Ciência, Paulo Gama Mota, acrescentando que a segunda é o aquecimento global.

Apesar de esta ser a sexta maior fase de extinções desde o início do mundo - a "mãe de todas as extinções" aconteceu há mais de 250 milhões de anos -, ela deve-se, em grande medida, à nossa acção: às transformações do uso do solo, à poluição, às mudanças climáticas... De acordo com algumas previsões (em artigos da Nature e no livro A Criação - Um apelo para salvar a vida na terra, de E.O. Wilson, por exemplo), até 2050 poderão desaparecer 25 a 35 por cento das espécies.

Exemplos de animais que já não existem em Portugal? O urso-pardo. Desapareceu por caça excessiva. O lobo-ibérico continua em perigo, graças à destruição de bosques, à caça furtiva, ao atropelamento e ao envenenamento (há apenas 200 em todo o país). Igualmente em perigo, em vários países da Europa, está o cágado-de-carapaça-estriada, por captura ilegal para fins comerciais, poluição da água, incêndios...

Vinte e sete mil espécies desaparecem por ano, 74 por dia, três por hora... Na exposição do Museu da Ciência, há um vídeo que projecta mensagens sobre o que podemos fazer: andar a pé, usar transportes públicos, poupar água, reduzir a utilização de sacos plásticos, reciclar o lixo, evitar madeiras exóticas... Jane Memmott vai todos os dias de bicicleta para a faculdade. Diz que é "uma sortuda" por causa disso.

Fonte da notícia: PÚBLICO PT

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Jorge Goncalves

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