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Um blog de cartoons sobre as notícias da actualidade. Um sector informativo do Grupo Galeriacores.

terça-feira, 16 de março de 2010

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


A auto-confiança é a chave do sucesso

Building self-confidence for success
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Descubra o profissional confiante que há em si.

Todos nós temos fases em que nos achamos capazes de qualquer coisa e outras em que, pelo contrário, qualquer objectivo nos parece demasiado fora do nosso alcance. Mas há pessoas cuja auto-confiança é suficientemente forte para não se deixar abalar por metas quase impossíveis de atingir ou resultados totalmente fora das suas expectativas. Para saber reconhecer, e descobrir o ser confiante que há em si, destacamos os seis sinais mais evidentes de uma elevada autoconfiança.

1. Admite facilmente quando erra. A pessoa auto-confiante não tem receio de assumir os seus erros porque sabe que o êxito não se faz apenas de sucessos, mas também de tentativas e de falhas. Quem está seguro do seu valor, enquanto profissional ou mesmo a nível pessoal, encara uma falha como um percalço no caminho mas nunca como um obstáculo para chegar ao sucesso.

2. Fala com entusiasmo dos seus feitos. Não se trata aqui de presunção ou vaidade, mas sim o orgulho próprio de quem se entrega com paixão aquilo que são as suas funções e responsabilidades. Pessoas com uma elevada auto-estima não se inibem de falar de si, nem de demonstrar o seu valor aos outros.

3. Apresenta-se com segurança. A linguagem corporal é o primeiro elemento denunciador do nível de autoconfiança de alguém. Uma boa postura, com um olhar directo e um cumprimento firme são sinais reveladores de uma personalidade segura de si, com uma elevada auto-estima. Por outro lado, também o vestuário poderá indicar o tipo de personalidade com que se está a lidar.

4. Não teme “remar contra a maré”. Porque está seguro de si e das suas convicções, e não demonstra qualquer dificuldade em lidar com o erro, não hesita quando se trata de defender as suas opiniões contra qualquer argumento ou teoria. Se realmente acredita numa coisa, manterá a sua convicção até provar que está certo… ou que estava errado!

5. Não receia mudar de opinião. Tal como defende as suas convicções, uma pessoa auto-confiante não encara a mudança de opinião como um efeito da derrota ou um sinal de fragilidade. Como não sente que tenha algo a provar aos outros, mudar de ideias é tão natural como defender até às ultimas consequências as suas convicções.

6. Tem sempre uma abordagem positiva. Não admitem derrotismos nem discursos negativistas. Mesmo quando analisa fracassos, ou algo menos bem conseguido, existem sempre palavras de optimismo e pontos positivos a realçar.

7. Está sempre disposto a participar. Seja numa conversa de amigos ou numa discussão de trabalho, este tipo de pessoas não se coíbe de dar a sua contribuição. Nestas situações, facilmente dominam uma conversa, dado o entusiasmo com que se entregam à defesa dos seus argumentos e apresentação de novas ideias.

8. Gosta de novos desafios. A confiança nas suas próprias capacidades levam qualquer pessoa a gostar de ir sempre um bocadinho mais longe e assumir novos desafios. Em termos profissionais, a auto-confiança traduz-se em não ter receio de correr o risco e sair da esfera das funções habituais.


Fonte: Sapo

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domingo, 1 de novembro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


"Caim" de José Saramago e a desilusão de Carreira das Neves

The dispute about Abel and Cain
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O teólogo católico Joaquim Carreira das Neves explica por que ficou desiludido com a leitura do livro "Caim". Em artigo de opinião, escreve que José Saramago "pode ficar totalmente em paz porque só é herege quem é crente". E agradece o convite, feito pelo escritor e pela mulher, Pilar del Río, para visitar Lanzarote.

Todos temos desilusões na vida: com amigos, clube de futebol, partido político, ideais e sonhos... Aconteceu-me também com José Saramago, que admiro como ficcionista. Com as descobertas linguísticas dos séculos XVIII-XX já não se lêem textos sem os contextos e hipertextos, as pequenas narrativas sem as macronarrativas. A Bíblia das escrituras hebraicas (Antigo Testamento com 46 livros) e gregas (Novo Testamento com 27 livros) oferecem-nos um Código de vida dependente da fé em Deus, composto ao longo de dois séculos (AT) e de um século (NT).


Constituem um processo histórico de gente com nomes, mas, sobretudo, de gente anónima. Do AT só conhecemos o nome de um autor - o Ben Sirac - , e, do NT, o nome de S. Paulo para sete das suas cartas. Todos os demais autores são fruto de decisões das respectivas comunidades, a judaica e a cristã - o chamado Cânone.


Ler a Bíblia é um desafio para qualquer pessoa, mais letrado ou menos letrado, crente ou descrente. Encontramo-nos com mitos, sagas, lendas, poesia, sabedoria, contos, profecia, "romances" (Rute e Ester), evangelhos, cartas, apocalipse. Encontramo-nos com um Deus único, criador, senhor de um povo, defensor ciumento desse povo a quem impõe leis, a quem prova, por quem combate e por quem aniquila inimigos (AT).

É um Livro de livros, com narrativas esplêndidas, umas, aborrecidas - muito aborrecidas -, outras. Mas quem estudar o texto no seu contexto acaba por se apaixonar, até os não crentes. E foi com toda esta boa disposição que, entre outros de José Saramago, li também o Evangelho Segundo Jesus Cristo e, agora, o Caim. Quem gosta de literatura gosta de imagens, metáforas, analepses e prolepses, narrativas de idealismos míticos e messiânicos, de paixões humanas, de mundos de Deus e do Diabo, de esperança e desespero. Na Bíblia está tudo. E, a nível literário, José Saramago é um "mago" de imagens e metáforas (Harold Bloom dixit).


E foi por tudo isto que aceitei o repto da SIC para me encontrar com o Prémio Nobel da literatura. E a desilusão aconteceu. Nunca pensei que um Prémio Nobel da Literatura, mesmo ateu confesso e militante, folheasse as narrativas bíblicas de maneira literalista e fundamentalista. Saramago respiga, na Bíblia, os textos mais "escandalosos", que têm Deus por autor, e classifica esse Deus de "filho da p..." (p. 82), sanguinário, colérico, absolutamente mau. A Bíblia é um "manual de maus costumes...".


E os milhões de judeus e cristãos que nela depositam confiança, o que são? E os milhares de exegetas bíblicos, que queimam as pestanas de noite e de dia, a estudá-la, o que são? E as Bibliotecas, de centenas de milhares de livros sobre a Bíblia, ou as dezenas de Revistas científicas dedicadas à Bíblia, em todas as línguas, o que significam? E porque é que a Bíblia continua a ser o best-seller de todos os livros e a inspiração para grandes romancistas, artistas, igrejas e catedrais?


Sempre pensei que o encontro de José Saramago com o Prof. Tolentino Mendonça e comigo o convencesse a mudar de agulha. Nada. O Deus da Bíblia é o Deus daquela letra e nada mais. Como classificar, então, o livro Caim? Saramago começa mal ao apresentar os dois irmãos, Caim e Abel. Põe Abel a louvarinhar-se a si próprio desafiando semanas seguidas o seu irmão Caim pelo facto do "senhor" (Deus) aceitar as suas oferendas e rejeitar as do irmão (p. 36s). Mas o texto bíblico (Génesis 4, 3-8) oferece-nos um Abel que nunca abre a boca. É um pastor que apresenta as suas ofertas a Deus, aceites por Deus, e que é morto por Caim, chateado - este, sim - com Deus por não aceitar também as suas ofertas. Nada mais.


A partir daqui, Caim sente-se amaldiçoado por Deus, e leva uma vida errante, merecedor de ser também morto, mas Deus não consente e, por isso, coloca-lhe na testa um sinal de defesa mortal. Nesta errância geográfica, Saramago é um excelente ficcionista em todos os anacronismos caínicos: Caim encontra-se com Abraão, Moisés, Josué, Noé, Job e demais personagens bíblicas. São personagens trágicas "manipuladas" por um "senhor" (Deus) trágico e sádico que obriga Abraão a sacrificar o seu próprio filho, as cidades de Sodoma e Gomorra a desaparecer num fogo divino sem poupar as crianças, Lot a ser embebedado pelas duas filhas para, através de incesto, ficarem grávidas do pai. Josué vai conquistando os cananeus por obra e graça do senhor guerreiro (Deus), que impõe a lei do herem (anátema) a todos os inimigos conquistados: matar gados, homens, mulheres e crianças, despojos de guerra.


Mas regressemos à substância do tema: saber ler o texto no seu contexto. Por escassez de espaço fixemo-nos apenas em três exemplos contra os quais Saramago se insurge.


Sobre Caim e Abel, o livro de Génesis oferece-nos vinte e quatro versículos e não apenas os nove de Saramago. Sem este contexto não entendemos nada de Caim. No versículo 17 lemos: "Caim conheceu a sua mulher. Ela concebeu e deu à luz Henoc. E começou, depois, a edificar uma cidade, à qual deu o nome do seu filho Henoc". Um dos descendentes de Caim foi Tubal-Caim (4, 22), pai daqueles que fabricavam todos os instrumentos de cobre e ferro". Quem é, então, o Caim da Bíblia? Não é um indivíduo mas o epónimo de uma cultura e civilização - a das cidades -, muito mal vista por um fio condutor e transversal a toda a Bíblia do AT, que opõe a cultura e civilização dos pastores (Abel) à das cidades.


Nas cidades há senhores, patrões, gente rica e trabalhadores pobres e mal tratados, enquanto que na cultura dos pastores são todos iguais, vivem em fraternidade, cumplicidade, mútua ajuda. O mitograma de Génesis sobre Caim e Abel consubstancia estas duas culturas (ler Juízes 9 e Samuel 8 contra a monarquia). A Bíblia não conhece a ciência da paleontologia, arqueologia, nem os períodos do paleolítico, neolítico, mesolítico, mas conhece os períodos civilizacionais do ferro e cobre, das cidades e dos pastores. O mal vem das cidades, dos senhores que detêm a riqueza dos campos e dos minerais. A costela da esquerda política de Saramago devia ficar satisfeita com a Bíblia.


O incesto das duas filhas de Lot (Génesis 19, 30-38) é um conto ou lenda para denegrir dois povos inimigos de Israel. Não são filhos que elas dão à luz, mas dois povos (19, 37s: "A mais velha deu à luz um filho, ao qual deu o nome de Moab, pai dos moabitas, que vivem ainda hoje. A mais nova teve igualmente um filho, ao qual deu o nome de Ben-Ami, pai dos amonitas, que vivem ainda hoje).


As leis do Herem aplicadas aos povos cananeus conquistados por Josué era, infelizmente, um costume em todo o Próximo Médio Oriente. Conquistar povos pagãos e deixar homens e mulheres, inseridos culturalmente, conduziria ao perigo dos crentes monolátricos e monoteístas perderem a sua identidade através dos casamentos mistos.


Foi muito pior o nazismo, o comunismo de Estaline, MaoTsé Tung, Pol Pot... São páginas bíblicas que não gostamos de ler segundo os nossos conceitos cristãos e democráticos. Mas a Bíblia não nasceu nem em tempos de democracia ocidental nem com a Carta das Nações Unidas sobre os direitos humanos. Jesus, muito diferente do AT, pronunciou: "Amai os vossos inimigos, fazei bem aos que vos odeiam, bendizei os que vos amaldiçoam, orai por aqueles que vos difamam, rezai pelos que vos caluniam. A quem te bater numa das faces, oferece-lhe também a outra..." (Lucas 6, 27 e par).


É assim tão difícil ler o texto no seu contexto? A pequena narrativa na grande narrativa?


José Saramago terminou, na SIC, por dizer: "Na Carta das Nações Unidas falta a enunciação de dois direitos: "o direito à dissensão e à heresia". Se por dissensão entendemos o direito à diferença, política ou religiosa, já lá está, e quanto à heresia, como me pronunciei então, José Saramago pode ficar totalmente em paz porque só é herege quem é crente. Quanto ao mais, agradeço o convite que me fez, reiterado pela sua mulher, a quem dedica o livro ("A Pilar, como se dissesse água"), para o visitar em Lanzarote. Versão integral do texto publicado na edição do Expresso de 31 de Outubro de 2009, 1.º Caderno, página 37.

Texto do Professor Doutor Carreira das Neves em resposta ao livro "CAIM" de José Saramago


Fonte: Expresso

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domingo, 30 de novembro de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Carlos do Carmo: 45 anos de carreira

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A vida de Carlos do Carmo confunde-se um pouco com a própria história do fado. Este sábado, a partir das 22 horas, o Pavilhão Atlântico, em Lisboa, recebe o fadista, num concerto em que vai revisitar, com vários convidados, 45 anos de carreira.

Apesar de, na juventude, Carlos do Carmo não ter pensado em seguir a carreira de cantor (chegou a estudar hotelaria, gestão e línguas na Suíça), tornou-se uma referência do fado desde que, em 1963, gravou o primeiro disco.

Quando o fadista der início à sua actuação, num concerto a que, afectivamente, chamou "Fado maestro", título de um dos seus primeiros fados, o público esperará que cante temas incontornáveis como "Canoas do Tejo", "Gaivota" ou "Lisboa Menina e Moça", para só citar alguns dos quase 50 clássicos que marcaram a sua carreira e aos quais deu um estilo próprio, alargando os horizontes do fado.

"A comparação é, talvez, fútil, mas atrevo-me a dizer que Marceneiro cantou os fados de Lisboa e que Carlos do Carmo canta Lisboa em fado. E, por isso, quando longe desta cidade eu o ouvia, ele trazia-me sempre naquilo que cantava a cor, o ruído, o cheiro, a gente, o paradoxo de uma saudade que doía e, ao mesmo tempo, consolava". As palavras são do professor João Lobo Antunes e foram escritas a propósito de Carlos do Carmo.

Filho de uma fadista famosa, Lucília do Carmo, o cantor passou a sua adolescência e juventude mais virado para outros géneros musicais. Admirava Frank Sinatra, Ray Charles, Louis Amstrong e Jacques Brel. Mas não esconde que apreciava o fado, ou não tivesse convivido com ele desde criança (os pais eram donos de uma casa de fados, O Faia).

Aliás, foi enquanto ajudava os pais na gestão deste espaço que, aos poucos, o fado se foi entranhando na sua alma. A pedido de amigos, também já cantava um ou outro fado. E, quando menos esperava, descobriu que havia cada vez mais público a ouvi-lo.

Pois é sobre esta vida de canções que o fadista assenta o concerto de hoje. Será acompanhado pela Orquestra Sinfonietta de Lisboa e leva consigo diversos convidados, como os fadistas Camané, Carminho e Mariza, o pianista Bernardo Sassetti, a cantora basca Maria Berasarte e o seu filho, Gil do Carmo. O espectáculo será também integrado no 125.º aniversário da Voz do Operário, pelo que as receitas do mesmo irão reverter a favor desta instituição.

Refira-se que os 45 anos de carreira do artista foram assinalados com a edição do primeiro "best of" da sua carreira, "Fado maestro", editado neste mês.

Fonte da notícia: Jornal de Notícias (Sapo)


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Jorge Goncalves

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