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domingo, 30 de novembro de 2008

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Carlos do Carmo: 45 anos de carreira

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A vida de Carlos do Carmo confunde-se um pouco com a própria história do fado. Este sábado, a partir das 22 horas, o Pavilhão Atlântico, em Lisboa, recebe o fadista, num concerto em que vai revisitar, com vários convidados, 45 anos de carreira.

Apesar de, na juventude, Carlos do Carmo não ter pensado em seguir a carreira de cantor (chegou a estudar hotelaria, gestão e línguas na Suíça), tornou-se uma referência do fado desde que, em 1963, gravou o primeiro disco.

Quando o fadista der início à sua actuação, num concerto a que, afectivamente, chamou "Fado maestro", título de um dos seus primeiros fados, o público esperará que cante temas incontornáveis como "Canoas do Tejo", "Gaivota" ou "Lisboa Menina e Moça", para só citar alguns dos quase 50 clássicos que marcaram a sua carreira e aos quais deu um estilo próprio, alargando os horizontes do fado.

"A comparação é, talvez, fútil, mas atrevo-me a dizer que Marceneiro cantou os fados de Lisboa e que Carlos do Carmo canta Lisboa em fado. E, por isso, quando longe desta cidade eu o ouvia, ele trazia-me sempre naquilo que cantava a cor, o ruído, o cheiro, a gente, o paradoxo de uma saudade que doía e, ao mesmo tempo, consolava". As palavras são do professor João Lobo Antunes e foram escritas a propósito de Carlos do Carmo.

Filho de uma fadista famosa, Lucília do Carmo, o cantor passou a sua adolescência e juventude mais virado para outros géneros musicais. Admirava Frank Sinatra, Ray Charles, Louis Amstrong e Jacques Brel. Mas não esconde que apreciava o fado, ou não tivesse convivido com ele desde criança (os pais eram donos de uma casa de fados, O Faia).

Aliás, foi enquanto ajudava os pais na gestão deste espaço que, aos poucos, o fado se foi entranhando na sua alma. A pedido de amigos, também já cantava um ou outro fado. E, quando menos esperava, descobriu que havia cada vez mais público a ouvi-lo.

Pois é sobre esta vida de canções que o fadista assenta o concerto de hoje. Será acompanhado pela Orquestra Sinfonietta de Lisboa e leva consigo diversos convidados, como os fadistas Camané, Carminho e Mariza, o pianista Bernardo Sassetti, a cantora basca Maria Berasarte e o seu filho, Gil do Carmo. O espectáculo será também integrado no 125.º aniversário da Voz do Operário, pelo que as receitas do mesmo irão reverter a favor desta instituição.

Refira-se que os 45 anos de carreira do artista foram assinalados com a edição do primeiro "best of" da sua carreira, "Fado maestro", editado neste mês.

Fonte da notícia: Jornal de Notícias (Sapo)


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quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Carlos do Carmo em 92 países

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O fado, música, Açores, Azores, viagens, passeios, transporte, passatempos

O fadista Carlos do Carmo foi o único artista não-espanhol a receber, anteontem à noite, um Prémio Goya na cerimónia de entrega dos prestigiados galardões – os equivalentes espanhóis aos Óscares – pelo tema ‘Fado da Saudade’, considerada a Melhor Canção Original do ano.

O artista, que ao longo da sua carreira tem sido frequentemente premiado, diz que, mais do que uma distinção pessoal, encara o Goya como uma prova do estatuto que o fado alcançou lá fora e lembra – com orgulho – que o filme de Saura, em cuja banda sonora se inclui ‘Fado da Saudade’– já está vendido para 92 países.

“Claro que este prémio é uma grande honra e um estímulo para quem, como eu, trabalha ininterruptamente há 45 anos nesta área, mas já não tenho idade para correr atrás de foguetes. Vejo isto mais como o reconhecimento de que o fado é, cada vez mais, uma canção internacional, respeitada em todo o Mundo.

”Incluída no último disco de originais de Carlos do Carmo – ‘À Noite’, que já vendeu 40 mil cópias – ‘Fado da Saudade’ tem letra de Fernando Pinto do Amaral, mas o cantor não arrisca dizer se o prémio vai, ou não, aumentar ainda mais a venda dos discos. “É-me difícil dizer. Não sou um cantor da moda.”

Fonte da notícia: Correio da Manhã

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Jorge Goncalves

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