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Um blog de cartoons sobre as notícias da actualidade. Um sector informativo do Grupo Galeriacores.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Maldita ressaca

Bloody Hangover
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Vésperas de excessos descambam quase sempre em dias de enjoos e fortes dores de cabeça. Será possível fugir às ressacas?" A resposta, infelizmente, é NÃO. Se bebeu muito ontem... pedimos desculpa pela má notícia.

Arrisca-se a ser o lado menos agradável da sua passagem de ano, mas se recebeu 2010 com uns brindes a mais que o desejado, não tem outro remédio a não ser esperar. É que, contra os excessos de bebida e apesar dos muitos remédios e mezinhas apregoados, não há outro antídoto além do tempo.


É científico. "Quando alguém ingere álcool a mais, este é absorvido e nada o tira do sangue", afirma Rui Tato Marinho, hepatologista e dirigente da Sociedade Portuguesa de Gastrentologia. Para este especialista, os produtos que anunciam ter a a capacidade de anular os efeitos adversos do pós-bebedeira, não passam de "um negócio".


Nem pastilhas de ácido ascorbótico, nem cafeína, nem nomes mais estranhos como glucoronamida. Pode sempre recorrer ao velho Guronsan, mas várias pesquisas são unânimes em reconhecer que qualquer medicamento pode tanto contra o excesso de álcool como a alcachofra ou o chá de camomila.


Pior que a ressaca, Rui Tato Marinho alerta para outros efeitos negativos do álcool: "Violência, acidentes de viação e sexo desprotegido", além do abuso provocar também a diminuição das defesas do organismo.


Posto isto, a única receita eficaz contra a ressaca resume-se pois a uma evidência: não beber. Tarde de mais, não é? Então tenha paciência e votos de rápidas melhoras.


Fonte: Expresso

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segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Afinal, o café não faz bem à bebedeira

Coffee makes drunk people think they are sober
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Investigadores da Universidade Temple, Filadélfia, nos EUA, garantem que, afinal, beber uma chávena de café depois de uma bebedeira não é a melhor opção, informa o 20minutos.

Segundo o estudo publicado na revista Behavioral Neuroscience, apesar da cafeína parecer aclarar os sentidos, o efeito é pura ilusão.

O café apenas esconde a bebedeira e as bebidas energéticas que contêm altos níveis de cafeína também não neutralizam o efeito do álcool.

«É importante desfazermos o mito sobre os poderes desembriagantes do café», disse Thomas Gould, um dos investigadores, acrescentando: «O uso combinado de cafeína e álcool pode conduzir a más decisões com consequências desastrosas.»

O cientista deu como exemplo a condução: quando uma pessoa se sente verdadeiramente bêbada opta por não conduzir, mas depois de beber um café pode ficar iludida que já o pode fazer em condições.



Fonte da notícia: IOL

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segunda-feira, 31 de março de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Jovens e o consumo excessivo de álcool

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Consumo precoce e frequente de álcool aumenta risco de dependência em 50 por cento. Tipo de alcoolismo actual é mais grave, avisa especialista. Adolescentes iniciam-se no álcool aos 13 anos.

Saiba o que é o «binge drinking» e que 10 «shots» equivalem a três litros de cerveja

Os jovens portugueses começam a beber álcool, em média, aos 13 anos. Se o consumo for frequente, até à maioridade, o risco de dependência aumenta em 50 por cento, revela o presidente da Associação Portuguesa para o Estudo do Fígado.

Rui Tato Marinho avançou à agência Lusa que «o tipo de alcoolismo actual é mais grave. Há fenómenos como o binge drinking - beber muito num curto período de tempo principalmente ao fim-de-semana - e ao qual está associada a violência, os acidentes rodoviários e sexo com desconhecidos e desprotegido.

Consumo excessivo de álcool: factor de risco para contrair vírus da Sida

«A própria Organização Mundial de Saúde aponta o consumo excessivo de álcool como factor de risco para a infecção da Sida». Temos de pensar por que é que temos quatro vezes mais infecções de Sida do que a Espanha. Talvez estes comportamentos dos jovens sejam parte da explicação», avisou o hepatologista.

Risco de dependência aumenta
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Segundo este especialista, o risco de dependência aumenta em 10 por cento por ano desde que os jovens começam a beber até que completam o seu desenvolvimento, aos 18 anos. «Quando se começa a beber aos 13 anos e se passa a consumir frequentemente, os jovens têm mais 50 por cento de risco de serem alcoólicos quando chegam aos 18».

Tato Marinho afirmou ainda que o consumo de shots «dá maiores lucros económicos e faz parte de uma teia de interesses que faz mal à saúde», acrescentando que o consumo de 10 shots equivale a três litros de cerveja.

O cenário de uma cirrose pode também tornar-se mais real a longo prazo (entre 10 a 20 anos) e deve afectar entre 10 e 15 por cento dos praticantes do binge drinking.

A preocupação com este fenómeno levou já o ministro das Finanças britânico a anunciar um aumento dos impostos sobre as bebidas alcoólicas. A Associação de Médicos Britânicos recomendava ainda a proibição de promoções especiais na venda de bebidas.

O testemunho de João

Uma vez que a lei portuguesa autoriza o consumo a partir dos 16 anos, e não existe um plano nacional de combate ao alcoolismo, Rui Tato Marinho defende que a mensagem fundamental a transmitir não é que beber faz mal, mas sim mostrar as consequências do consumo excessivo.

O hepatologista tem desenvolvido desde o início do ano lectivo um projecto-piloto de sensibilização dos jovens para os perigos do consumo do álcool.

Nas suas próprias palavras, João Figueira vive «todo emperrado» desde que um acidente rodoviário o deixou dois meses em coma e cinco sem falar, aos 18 anos. No regresso a casa, depois de uma festa com muito álcool, no Algarve, o carro onde João seguia com um amigo embateu numa parede. Ficou quase um ano no hospital.

O testemunho deste estudante universitário do curso de Acção Social, agora com 27 anos, tem sido repetido em várias escolas secundárias para sensibilizar os jovens para as consequências de beber demasiado e conduzir.

Fonte da notícia: Portugal Diário
Nota Pessoal:
O consumo excessivo de álcool entre jovens é actualmente um problema global gravíssimo que não conhece fronteiras. Este problema resulta daquilo a que os ingleses chamam de "peer pressure", isto é, da pressão social que existe entre jovens. Eis aqui alguns exemplos: "Se não beberes não és um de nós" ou "se não bebes é porque és maricas" ou ainda "se não curtires e não beberes connosco não és homem nem és nada" etc. Estas são, por exemplo, algumas expressões típicas que os jovens portugueses estão habituados a ouvir no dia a dia. A única forma que eles têm de pertencer ao grupo dos amigos é exactamente fazendo o mesmo que eles. Isto acontece pelo facto da nossa sociedade estar actualmente extremamente carenciada de valores morais e éticos. De salientar que isto é um problema que afecta não apenas os jovens mas também muitos adultos e daí que a nossa sociedade esteja na situação decadente em que está.
A solução para este problema está na educação entre pais e filhos. De salientar também que quando a educação é não existente na vida dos jovens o espaço é totalmente preenchido pela permissividade e pelo hedonismo que, aliás, não olha a meios para atingir os fins. É uma triste e lamentável situação que teima em se proliferar em todo este mundo civilizado.
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Jorge Goncalves

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