} Galeriacores Cartoon Notícias: Ditador faz tudo por tudo para ficar no poleiro

Home

 

Galeriacores Cartoon Notícias

Um blog de cartoons sobre as notícias da actualidade. Um sector informativo do Grupo Galeriacores.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Ditador faz tudo por tudo para ficar no poleiro

Dictator is willing to give it all to stay in power Para ver a animação clique neste cartoon gif e aguarde uns segundos
To view the animation click on this cartoon gif and wait a few seconds

Manifestantes mortos em Trípoli. Ditador promete vitória, filho admite cessar-fogo. Embaixador em Lisboa rompe com regime



O líder líbio Muammar Khadafi quis ontem mostrar ao mundo que na Líbia ainda é ele quem manda, e voltou a aparecer no centro de Trípoli e a apelar à resistência, apesar das notícias que dão o seu poder como confinado a algumas zonas da cidade. Forças do regime dispararam mortalmente sobre manifestantes que pretendiam protestar na capital depois das orações de sexta-feira.

Numa declaração feita a noite passada a repórteres estrangeiros que viajaram para Trípoli, Saif el-Islam, um dos filhos de Khadafi, disse que as forças do regime mantêm combates nas cidades de Misurata e Az Zawiyah, na região ocidental, dadas como libertadas pelos revoltosos, e afirmou esperar que um cessar-fogo seja hoje negociado.

O levantamento na Líbia, que está no seu décimo-segundo dia, já fez inúmeros mortos, ainda que os balanços sejam bastante diferentes: 300, segundo dados oficiais líbios; 640,de acordo com a Federação Internacional das Ligas dos Direitos do Homem; pelo menos mil, nas estimativas que, refere a AFP, circulam nos meios diplomáticos.

"O regime do ditador vive os seus últimos instantes", sentenciou em Nova Iorque o embaixador adjunto da missão líbia nas Nações Unidas, Ibrahim Dabbashi, segundo o qual os mortos são já "milhares, não centenas". A Alta Comissária para os Direitos Humanos, Navi Pillay, referiu também que "milhares" devem já ter morrido e apelou a uma intervenção internacional para protecção dos civis.

Khadafi apareceu na Praça Verde e pediu aos partidários que se preparem para "defender a Líbia??. "Dancem, cantem e preparem-se... É esse o espírito... Vamos lutar e vamos vencê-los", disse à multidão, segundo imagens da televisão estatal, nas quais se viam alguns milhares de pessoas a agitarem bandeiras verdes e retratos do chefe. "Se necessário, abriremos os depósitos de armas para armar todo o povo" contra o "inimigo", referiu também o líder líbio, segundo o qual o povo "ama Khadafi". No final, atirou beijos à multidão.

No seu discurso, o ditador transmitiu uma determinação também expressa numa entrevista de Saif el-Islam à CNN-Turk: "O plano A é viver e morrer na Líbia. O plano B é viver e morrer na Líbia. O plano C é viver e morrer na Líbia", disse.

O analista Tarik Yousef, do Brookings Institute, em Washington, manifestou à Al-Jazira a opinião de que muitos dos que apareceram ontem junto a Khadafi são apoiantes genuínos. "Não conhecem nenhum outro líder. E muitos vão sentir-se perdidos quando Khadafi cair."

"O que impressiona é que ele não falou sobre as cidades já libertadas no país. Foi um discurso em que teve a intenção de mostrar resistência ao que considera interferência estrangeira. Mas mesmo os seus filhos já admitiram que parte do país já não está sob controlo do regime", acrescentou o especialista em Médio Oriente.

Logo pela manhã, horas antes do quarto discurso de Khadafi desde o início da semana, o regime fez promessas de efeito duvidoso: cerca de 500 dinares (quase 290 euros) a cada família para fazer face à subida do preço dos alimentos e aumentos de 150 por cento para algumas categorias de funcionários públicos, noticiou a televisão estatal.

Testemunhos recolhidos pelas agências referiram que opositores ao regime se deslocavam ontem livremente por Trípoli e que algumas zonas estavam fora do controlo dos fiéis a Khadafi. Mas outras informações referiam que as suas forças patrulhavam as ruas e que à volta da capital foi montado um cordão militar, no que seria uma tentativa de evitar a afluência de revoltosos de outras cidades.

A repressão acabou por cair sobre manifestantes que pretenderiam protestar após as orações da manhã. Morreram duas pessoas, segundo a Al-Jazira, sete, de acordo com a Al Arabiya. "Começaram a alvejar as pessoas. As pessoas estão a ser mortas por atiradores", disse uma testemunha à Reuters, referindo-se a acontecimentos junto a uma mesquita numa artéria que conduz à praça central de Trípoli.

Mais deserções

O dia de ontem reforçou as indicações de que extensas áreas do território estão nas mãos dos sublevados. "Percorri de carro os vastos desertos da Líbia oriental, desde a fronteira com o Egipto até Bengasi. Cidades como Tobruk e muitas outras vilas no caminho estão calmas. Só se vêem bandeiras antigas do tempo da monarquia, e nenhum sinal das forças pró-Khadafi", descreveu o correspondente da BBC Kevin Connoly.

Informações da estação britânica referem também que as tentativas do regime para recuperarem Az Zawiyah e Misurata foram repelidas, mas há notícia de combates pelo controlo de uma base aérea próxima desta última cidade. "Uma das unidades especiais, comandada por um dos filhos do coronel, está a tentar fazer recuar as forças revoltosas de uma cidade já bem perto de Trípoli", referiu Jon Leyne, outro correspondente da estação.

Yefren, Zenten e Jadu, na região das Montanhas Ocidentais, cerca de 150 quilómetros a Sul de Trípoli, foram dadas como cidades libertadas pelos opositores de Khadafi. A situação que se vive está a criar novas preocupações: a população tem dificuldade crescente para obter alimentos, combustíveis e medicamentos, alertou o Programa Alimentar Mundial.

Uma série de deserções, que se somaram ao abandono de antigos fiéis em dias anteriores, deixaram ontem Khadafi ainda mais só. A missão junto das Nações Unidas em Genebra decidiu juntar-se em bloco à revolta e passar a "representar o povo líbio na sua totalidade". Os embaixadores em Portugal, em França e na Unesco romperam também com Khadafi. Num comunicado enviado à AFP, o representante em Lisboa, Ali Ibrahim Emdored, referiu-se ao regime como "fascista, tirânico e injusto".

Ao princípio da noite, foi anunciada a demissão de Ahmed Kadhaf al-Dam, conselheiro e primo de Khadafi, que se afastou em protesto "contra a gestão da crise", refere uma declaração do seu gabinete, no Cairo.



Fonte da notícia: Publico

0 Comentários:

Enviar um comentário

Subscrever Enviar comentários [Atom]

Hiperligações para esta mensagem:

Criar uma hiperligação

<< Página inicial


Jorge Goncalves

web site hit counter

Add to Technorati Favorites
Estou no Blog.com.pt

Galeriacores / Home I ForumsIGrupo/Groups I Cartoons I Publicações I Culinária/Recipes

Altar virtual /Chapel I Notícias dos Açores I Notícias da Graciosa I Links I Fotos-Photos


Pesquisa personalizada

Outros blogs de interesse:

Notícias da Ilha Graciosa
Notícias dos Açores
Curiosidades
TV grátis via Satélite
Satellite free TV
Desgarradas pela Internet
O mundo da música grátis
Plantas Milagrosas
Saúde e dietas
Galeriacores cartoon humor


Photography Newsfeed:




Galeriacores © Some rights reserved

Creative Commons License
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.

Contacte o dono deste blog:

Galeriacores@gmail.com




Melhor visualização com a Internet Explorer / Best viewd with the Internet Explorer