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quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


As perguntas mais estúpidas que os turistas fazem

Tourists ask the most stupid questions
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O Hotels.com, site de reservas de hotéis em todo o mundo, contactou os Postos de Turismo de algumas das principais cidades europeias, e chegou à conclusão que, não há nada como viajar, para nos libertar dos constrangimentos. Prova disso é que os turistas fazem as perguntas mais insólitas.

Eis as listas de algumas perguntas (no mínimo, estranhas) feitas em Postos de Turismo:

Em Itália:
- Desculpe, a que horas são as corridas de carroças no Coliseu?
- Quando é que os gladiadores começam a lutar no Coliseu?
- Posso dormir nas catacumbas?
- (numa exposição do Museu Egípcio) Esta múmia é uma pessoa morta?
- (num resort montanhoso) Que montanhas lindas! A neve é real ou artificial?
- (num resort montanhoso) Olá, onde é que fica a praia?

Em Portugal:
- Importa-se que eu me esconda aqui até a minha mulher se ir embora?
- Disseram-me que a vidente era aqui¿
- As pegadas de dinossauros são verdadeiras?
- Quem foi o homem que fez estas pedras? (referindo-se às grutas)
- É aqui a casa de banho pública?
- (no Algarve) Onde é que fica aquela cidade bonita chamada Algarve?
- (no Algarve, perguntado por uma idosa com bengala) É possível ir a pé até Espanha?
- Sabe se Lisboa é perto de Lisbon?
- Os sinais de trânsito em Portugal são iguais aos de Inglaterra?

No Reino Unido:
- Pode dizer-me por onde passa a «Tour Mistério»?
- Onde é que encontramos casas com chapéus de palha?

Nos Países Baixos:
- Onde é que encontro esta vila de vacas? (apontando para uma foto de uma vaca num mapa)
- Onde é que posso ir para ver a maratona de patinagem no gelo? (durante o Verão)
- Onde é que posso encontrar o centro histórico de Roterdão? (perguntado por alemães, sendo que o Exército Alemão destruiu a cidade durante a II Guerra Mundial)
- Onde é que encontro um soutien, tamanho de copa G?
- Qual é a razão para tantas caixas de pássaros à beira da estrada? (referindo-se às caixas de correio)

Na Irlanda:
- Onde é a floresta de duendes?
- Não acredito que vocês também têm telemóveis cá!
- Porque é que não aceitam dólares?
- Todas as pessoas falam inglês neste Posto de Turismo?

Na França:
- Qual é a diferença entre Paris e o resto da França?
- Os barcos do Sena mexem-se mesmo ou ficam só atracados?
- Onde é que encontro a senhora com o sorriso? (referindo-se à Mona Lisa)
- Os esgotos de Paris são debaixo de terra?
- O Hotel Gay Lussac é só para homossexuais?

Em Espanha:
- A que horas fecha a Puerta del Sol?
- Onde é a praia? (em Madrid)

Na Suécia:
- Podemos levar o nosso porquinho-da-índia de férias para a Suécia?
- Até que distância de Estocolmo é que temos que viajar para ver ursos, alces e lobos na floresta? Há autocarros para lá?



Fonte: IOL

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quarta-feira, 4 de março de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


D. Duarte de Bragança faz perguntas à democracia

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Mensagem de D. Duarte de Bragança, chefe da Casa Real Portuguesa e presidente de honra do Instituto da Democracia Portuguesa, proferida hoje, por ocasião do encerramento do I Congresso Marquês Sá da Bandeira em Lisboa:

PERGUNTAS À DEMOCRACIA


Tem vindo a crescer em Portugal um sentimento de insegurança quanto ao futuro, sentimento avolumado por uma crise internacional, económica e social, de proporções ainda não experimentadas pela maioria dos portugueses. São momentos em que importa colocar perguntas à Democracia que desejamos.

Admitindo-se que a situação concreta é grave, torna-se necessário encará-la de frente, antevendo todos os aspectos em que os portugueses experimentam dificuldades.

Os tempos de crise vão-nos trazer privações mas também vêm exigir reflexão. Este é o momento de olharmos para o que somos. Para este país tão desaproveitado. Para a sua costa atlântica com Portos tão ameaçados, para uma fronteira tão vulnerabilizada, para um património cultural tão desaproveitado.

Temos de perguntar até onde deixaremos continuar o desordenamento do território, que levou a população a concentrar-se numa estreita faixa do litoral, ocupando as melhores terras agrícolas do país e esquecendo o interior, reduzido a 10% do PIB.

Temos de perguntar à economia portuguesa por que razão os bens de produção são despromovidos perante os “serviços”, o imobiliário, e ultimamente, os serviços financeiros. O planeamento das próprias vias de comunicação se subjugaram a essa visão.

Temos de perguntar até onde o regime democrático aguenta, semana após semana, a perda de confiança nas instituições políticas e uma atitude de “caudilhização” do discurso.

Temos de perguntar até onde continuaremos a atribuir recursos financeiros a grandes naufrágios empresariais, ou a aeroportos e barragens faraónicas que são erros económicos.

Temos de perguntar até onde o sistema judicial aguenta, sem desguarnecer os direitos dos portugueses, a perda de eficácia e a morosidade crescente dos processos.

Temos de perguntar se não deveríamos estabelecer um serviço de voluntariado cívico em que os desempregados possam prestar um contributo à comunidade.

Temos de perguntar até onde as polémicas fracturantes que só interessam a uma ínfima minoria política, não ofendem a imensa maioria das famílias, preocupadas com a estabilidade pessoal e económica.

Temos de perguntar como vamos aproveitar o ciclo eleitoral que se avizinha, a começar pelas eleições europeias, onde será desejável que apareçam independentes que lutem pelos interesses nacionais.

Temos de perguntar se nas relações lusófonas, estamos a dar atenção suficente às relações especiais que sempre existiram entre Portugal e o Brasil.

Para ultrapassarmos as dificuldades, precisamos de todos os nossos recursos humanos em direcção a uma economia mais “real”, mais sustentada, mais equitativa, uma economia em que respirem todas as regiões a um mesmo “pulmão”.

Apesar de tudo, o nosso sector bancário fugiu das estrondosas irresponsabilidades dos congéneres mundiais. Saibam os Governos regulamentar os apoios para as empresas grandes, médias ou pequenas mas que sejam produtivas.

Em regime democrático, exige-se processos e discursos ditados pelo imperativo de responsabilidade. A equidade e integridade territorial só poderão ser obtidas com a participação de todos, e com sacrifícios para todos.

Estamos confiantes que somos capazes de fazer das nossas fragilidades as nossas maiores vantagens. Onde outros tiveram soluções muito rígidas que falharam, nós venceremos promovendo os portugueses que lutam por um país de imensas vantagens competitivas.

Mostremos como somos um grande País, uma Pátria em que todos cabem porque acreditam na Democracia. Portugal precisa de mostrar o seu projecto para o século XXI. Pela minha parte, e pela Casa Real que chefio, estou, como sempre, disponível para colaborar.

D. Duarte de Bragança

Lisboa, 3 de Março de 2009
Discurso de encerramento do I Congresso Marquês Sá da Bandeira


Fonte: IDP

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Jorge Goncalves

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