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Um blog de cartoons sobre as notícias da actualidade. Um sector informativo do Grupo Galeriacores.

domingo, 26 de abril de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Peste suína

SWINE FLU
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As bancadas dos estádios de futebol mexicanos vão estar hoje vazias. Assim como museus, bibliotecas e outros locais onde se possam concentrar muitas pessoas. Pelo menos 553 eventos foram cancelados no México, e havia soldados nas ruas a distribuir máscaras. Tudo para tentar conter um surto de gripe que já terá morto 68 pessoas e que está a alarmar a Organização Mundial de Saúde (OMS), que fala em risco de pandemia deste “acontecimento de saúde pública preocupante a nível internacional”.
O vírus responsável pelo surto é uma nova estirpe, nunca antes vista, do H1N1, da gripe suína, uma mistura muito invulgar de material genético de porcos, aves e humanos. Mas enquanto a gripe suína se transmite raramente de porcos para pessoas, e ainda mais raramente de pessoa para pessoa, a marca desta estirpe parece ser uma transmissão simples de pessoa para pessoa.
Entre os casos confirmados de infecção estão oito americanos, divididos em três grupos sem contacto entre si, que nunca tinham tido contacto com suínos — e que entretanto recuperaram da doença.
Uma questão-chave para perceber o potencial deste vírus é a taxa de mortalidade, sublinha a revista New Scientist. Para já, não se faz ideia de quantas pessoas morreram face ao número total de infecções. No México, há 68 mortes suspeitas, das quais 18 têm como confirmada a causa, e há ainda mil pessoas com sintomas.
O ministro mexicano da Saúde, José Angél Córbova, afirmou que está optimista, porque todas as mortes ocorreram antes de ontem.
No entanto, há razões para preocupação: primeiro, a transmissão fácil de pessoa para pessoa, que dá ao vírus o potencial de criar uma pandemia, disse a directora-geral da OMS, Margaret Chan, citada pela Reuters. Segundo, a maioria das mortes ocorreram entre pessoas de idades entre os 25 e os 45, quando a gripe costuma atacar crianças e idosos.
Os Centros para o Controlo e Prevenção das Doenças (CDC), o organismo encarregado da vigilância da saúde pública nos EUA, disse que o vírus está já disseminado e não pode ser “contido”. Há casos na Califórnia, no Texas, e no Kansas, e havia ainda suspeitas em relação a oito crianças de Nova Iorque.
“O vírus já está espalhado. Por isso, temos de vos dizer que não o conseguimos conter”, disse a responsável Anne Schudat, citada pela Reuters. Estas medidas resultam quando os casos estão localizados, o que não acontece com este vírus.
Na América Latina, países como Chile, Peru, Brasil, Colômbia, Equador puseram ontem em prática medidas de protecção, reforçando vigilância em aeroportos e postos fronteiriços, diz o diário espanhol El Mundo.
A busca da vacina
Não há ainda vacina para esta estirpe do vírus — o CDC diz que está a preparar uma, mas que deverá ainda levar meses —, mas há pelo menos dois medicamentos eficazes, o Tamiflu (nome comercial do remédio do laboratório Roche) e o Relenza (nome comercial, GlaxoSmithKleine).
Para prevenir a transmissão, aconselha-se o uso de máscaras e lavar frequentemente as mãos.
Em Portugal e na Europa não há casos registados, tinha informado na sexta-feira a Direcção-Geral da Saúde, segundo a Lusa. Mas a OMS apela aos países que tenham especial atenção a casos suspeitos. Os sintomas desta estirpe do vírus são semelhantes aos da gripe normal: cansaço, dores musculares, febre, tosse, mas terão mais náuseas e diarreia.
A OMS acabou por não decidir aumentar o nível de alerta de gripe, actualmente 3 numa escala de 1 a 5 (o nível manteve-se inalterado mesmo com a circulação da gripe das aves).
A última pandemia de gripe ocorreu em 1968, com a gripe de Hong Kong, que matou um milhão de pessoas em todo o mundo. Em 1976, outra estirpe do vírus H1N1 passou de porcos para humanos, matando uma pessoa em Nova Jérsia (EUA), mas não chegou a causar uma epidemia humana.



Fonte: Público.pt

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sábado, 14 de fevereiro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Ratos matam vacas em Portugal

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Segundo os números oficiais do Ministério da Agricultura, morreram 787 bovinos na região de Portalegre desde Dezembro de 2007. Embora ainda estejam a ser feitas mais análises aos animais mortos, a leptospirose já é apontada como a principal causa de uma epidemia que causou milhares de euros de prejuízos.


Bactéria dos ratos já matou 800 vacas


"Já viu isto?! E agora, em tempo de crise vem ainda mais isto para nos complicar a vida." Domingos António, proprietário de uma exploração agropecuária em Nisa, é um dos muitos criadores de gado da região de Portalegre a sofrer as consequências de um surto de leptospirose - uma bactéria mortal que se transmite pela água, alimentos ou solo contaminado e que penetra na pele de animais e humanos -, a principal responsável pela morte de 787 (números oficiais) bovinos desde o passado mês de Dezembro. "Só nas últimas três semanas já morreram 30 das 324 vacas que aqui tínhamos", conta. Os agricultores falam em milhares de euros de prejuízos.

Em comunicado oficial emitido ontem, o Ministério da Agricultura explica mesmo que, deste número, "alguns dos casos podem ser considerados anormais, particularmente os que são oriundos de explorações nas quais a taxa de mortalidade ultrapassa 1%. Nalgumas explorações as taxas rondam os 15%", pode ler-se.

Porém, e apesar da situação de apreensão generalizada, alguns criadores contactados pelo DN chegam a falar na existência de centenas de outros animais (só em Nisa, cerca de 500) que apareceram mortos sem razão aparente nos últimos meses, apontando para números que ultrapassam em larga medida a estimativa oficial, sobretudo nas regiões de Nisa, Crato, Castelo de Vide e Avis.

Fernando Bernardo, subdirector da Direcção-Geral de Veterinária explica que a proliferação da doença tem relação directa "com a falta de pastagens, a intensidade das chuvas e a existência de ratos, que acabam por transmitir a doença, principalmente nas explorações onde não tem havido vacinação", precisamente onde tem ocorrido um acrescido índice de mortalidade.

Apesar das conclusões apresentadas pelo Ministério da Agricultura, os produtores agropecuários da região aguardam pelos resultados de análises independentes entretanto requeridas, para aferir as causas da morte dos animais, assinala António Bonito, presidente da Associação de Agricultores do distrito de Portalegre, que considera mesmo ser "prematuro estar a avançar com causas prováveis antes das análises estarem concluídas", reitera. Entretanto, está agendada para hoje uma reunião que vai contar com a presença de elementos da Direcção-Geral de Veterinária e do Laboratório Nacional de Investigação Veterinária.


Fonte: DN Online

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segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Gripe da aves pode provocar «fim da Humanidade»


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Um especialista em «gripe das aves» disse, esta segunda-feira, que a taxa de mortalidade de uma pessoa infectada pelo vírus da doença é de 60 por cento e que caso este nível se mantenha quando começar a epidemia generalizada (pandemia) provocará «o fim da humanidade», alertou o especialista belga Geert Leroux-Roels, que participa no III Congresso Europeu da Gripe das Aves, que decorre em Vilamoura, Algarve, até quarta-feira.

Foram conhecidos este mês mais dois casos mortais, em Julho, na Indonésia, facto que foi lamentado pelo cientista, principalmente por só dois meses depois terem sido anunciados. «Se não formos comunicativos, a pandemia pode estalar num qualquer lugar do mundo e chegar ao outro lado do planeta em horas», alerta.

O especialista admite, no entanto, que é positivo o facto de pela primeira vez na história, o mundo se estar a preparar para combater uma epidemia generalizada. Em entrevista à Agência Lusa, Geert Leroux-Roels defendeu ainda que os tratamentos que Portugal tem em «stock» para combater uma eventual pandemia da «gripe das aves» são insuficientes para proteger a população contra o vírus H5N1 e aconselha, como suplemento, outros medicamentos anti-virais.

Não há stock de tratamentos suficientes

«Nem Portugal, nem a Bélgica, nem nenhum país está protegido com os stocks' de tratamentos contra o vírus H5N1», afirmou o cientista belga e especialista na área. «Senão nos preparamos para uma pandemia, podemos ter cenários onde milhões de pessoas vão morrer», acrescentou o investigador, que dirige o Centro de Vacinação e departamento Clínico de Patologia, Microbiologia e Imunologia da Universidade e Hospital de Ghent, na Bélgica.

Fazer um «stock» novo com vacinas novas seria a melhor forma para preparar o mundo para uma pandemia da gripe das aves, um surto que ninguém consegue adivinhar quando vai eclodir, mas que pode ser já amanhã ou em 2010, sustentou o especialista.

Administrar uma primeira dose da vacina contra o H5N1 seria um passo a dar para proteger a população da gripe das aves numa primeira instância, e se a epidemia disparasse, uma segunda dose seria depois administrada para «aumentar o grau de protecção», sugeriu.

Actualmente, apenas há cerca de 400 mil doses de vacinas em Portugal, um número muito baixo para prevenir a pandemia.

Portugal adquiriu tratamentos contra uma hipotética pandemia de vírus da gripe das aves, um investimento nas ordem dos 25 milhões euros, mas até ao momento não foi necessário administrá-lo e corre o risco de dentro de três anos estar fora da validade.

Apesar da vacina ser uma das medidas de protecção e dos anti-virais, como o oseltamivir, ajudarem a evitar que a doença se propague, os medicamentos servem apenas para ajudar a «combater o vírus» e não para «controlar a epidemia», alertou Geert.

«Se houver um surto de "gripe das aves" na Indonésia ou na China, e mesmo que se medique 80 por cento da população, o vírus vai propagar-se e a medicação não vai controlar a doença», acrescentou.

Se tivermos em conta que o planeta Terra tem cerca de seis mil milhões de pessoas, e se uma em cada três pessoas fosse infectada com o vírus da «gripe das aves», morreriam dois milhões de pessoas, mesmo que a taxa de mortalidade se registasse em apenas um por cento.
O Congresso Europeu de Gripe das Aves decorre até quarta-feira em Vilamoura.

Fonte da notícia: IOL Diário

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Jorge Goncalves

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