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segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

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O "divórcio" dos cisnes

Divorce of the swans
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Responsáveis de reserva britânica surpreendidos com separação, que pode ser causada pela infertilidade de uma das aves.

Até os cisnes, espécie que por natureza tem um par para a vida, põem em causa a ideia da fidelidade eterna. Um casal destas aves está a intrigar os veterinários da reserva de Slimbridge, no condado de Gloucestershire, Inglaterra. É que depois de acasalarem juntos durante dois anos, regressaram este ano da migração de Inverno com novos parceiros. Situação que, pela raridade, está a despertar curiosidade.

Ao que os responsáveis da reserva britânica explicaram à BBC, esta é apenas a segunda vez, em mais de quatro décadas, que um "divórcio" como este foi registado entre os mais de quatro mil casais de cisnes que, ao longo desse tempo, foram passando pela reserva. É também por isso que os cientistas descrevem esta situação como algo "bizarro".

As primeiras suspeitas de que algo não estaria a obedecer à norma natural surgiu quando o cisne macho, Sarindi, regressou da sua migração anual para o Árctico russo sem a parceira que tinha há dois anos, Saruni. Ao invés, com ele chegou uma nova fêmea, que os veterinários logo baptizaram de Sarind.

Confrontados com este facto, os responsáveis da reserva de Slimbridge acreditaram que Saruni teria morrido durante a migração. Isto tendo em conta que os casos de cisnes que encontram novos parceiros após a morte do anterior não são raros. No entanto, e contrariando as conclusões iniciais, poucos dias depois foi a vez da fêmea Saruni chegar ao santuário. Também ela trazendo consigo um novo macho, baptizado de Surune.

Ao longo de vários dias, os veterinários e investigadores foram observando os dois casais e chegaram à conclusão que a relação entre Sarindi e Saruni tinha mesmo terminado, dando lugar a uma nova relação. De tal forma que, segundo Julia Newth, investigadora de vida selvagem em Slimbridge, o ex-casal mostrou não reconhecer o anterior parceiro através de qualquer sinal de reconhecimento ou saudação. Isto apesar de estarem a ocupar a mesma parte de um pequeno lago da reserva.

Conforme explicou à BBC Julia Newth, esta situação surpreendeu por completo os funcionários da reserva, uma vez que os cisnes tendem a manter-se leais e a construir relacionamentos para a vida inteira. "Enquanto ambos estiverem vivos a tendência é que se mantenham juntos", adiantou esta investigadora, salientando que "se eles mudam de parceiros, isso normalmente é uma consequência da morte de um deles e não por escolha própria".

Para já os responsáveis da reserva e os veterinários preferem não estabelecer uma qualquer razão concreta para o fim deste relacionamento. No entanto, quando questionada, Julia Newth admite que uma possível explicação para esta rara separação poderá estar relacionada com uma "incapacidade de reprodução de um dos parceiros". Isto porque, acrescenta, "o casal já estava junto há dois anos, mas, até agora, nunca tiveram filhotes". Mas sublinha que "é difícil dizer com certeza a razão" concreta de um "divórcio" que está a intrigar os cientistas.



Fonte: DN

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segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Gripe da aves pode provocar «fim da Humanidade»


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Um especialista em «gripe das aves» disse, esta segunda-feira, que a taxa de mortalidade de uma pessoa infectada pelo vírus da doença é de 60 por cento e que caso este nível se mantenha quando começar a epidemia generalizada (pandemia) provocará «o fim da humanidade», alertou o especialista belga Geert Leroux-Roels, que participa no III Congresso Europeu da Gripe das Aves, que decorre em Vilamoura, Algarve, até quarta-feira.

Foram conhecidos este mês mais dois casos mortais, em Julho, na Indonésia, facto que foi lamentado pelo cientista, principalmente por só dois meses depois terem sido anunciados. «Se não formos comunicativos, a pandemia pode estalar num qualquer lugar do mundo e chegar ao outro lado do planeta em horas», alerta.

O especialista admite, no entanto, que é positivo o facto de pela primeira vez na história, o mundo se estar a preparar para combater uma epidemia generalizada. Em entrevista à Agência Lusa, Geert Leroux-Roels defendeu ainda que os tratamentos que Portugal tem em «stock» para combater uma eventual pandemia da «gripe das aves» são insuficientes para proteger a população contra o vírus H5N1 e aconselha, como suplemento, outros medicamentos anti-virais.

Não há stock de tratamentos suficientes

«Nem Portugal, nem a Bélgica, nem nenhum país está protegido com os stocks' de tratamentos contra o vírus H5N1», afirmou o cientista belga e especialista na área. «Senão nos preparamos para uma pandemia, podemos ter cenários onde milhões de pessoas vão morrer», acrescentou o investigador, que dirige o Centro de Vacinação e departamento Clínico de Patologia, Microbiologia e Imunologia da Universidade e Hospital de Ghent, na Bélgica.

Fazer um «stock» novo com vacinas novas seria a melhor forma para preparar o mundo para uma pandemia da gripe das aves, um surto que ninguém consegue adivinhar quando vai eclodir, mas que pode ser já amanhã ou em 2010, sustentou o especialista.

Administrar uma primeira dose da vacina contra o H5N1 seria um passo a dar para proteger a população da gripe das aves numa primeira instância, e se a epidemia disparasse, uma segunda dose seria depois administrada para «aumentar o grau de protecção», sugeriu.

Actualmente, apenas há cerca de 400 mil doses de vacinas em Portugal, um número muito baixo para prevenir a pandemia.

Portugal adquiriu tratamentos contra uma hipotética pandemia de vírus da gripe das aves, um investimento nas ordem dos 25 milhões euros, mas até ao momento não foi necessário administrá-lo e corre o risco de dentro de três anos estar fora da validade.

Apesar da vacina ser uma das medidas de protecção e dos anti-virais, como o oseltamivir, ajudarem a evitar que a doença se propague, os medicamentos servem apenas para ajudar a «combater o vírus» e não para «controlar a epidemia», alertou Geert.

«Se houver um surto de "gripe das aves" na Indonésia ou na China, e mesmo que se medique 80 por cento da população, o vírus vai propagar-se e a medicação não vai controlar a doença», acrescentou.

Se tivermos em conta que o planeta Terra tem cerca de seis mil milhões de pessoas, e se uma em cada três pessoas fosse infectada com o vírus da «gripe das aves», morreriam dois milhões de pessoas, mesmo que a taxa de mortalidade se registasse em apenas um por cento.
O Congresso Europeu de Gripe das Aves decorre até quarta-feira em Vilamoura.

Fonte da notícia: IOL Diário

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Jorge Goncalves

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