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Um blog de cartoons sobre as notícias da actualidade. Um sector informativo do Grupo Galeriacores.

domingo, 21 de dezembro de 2008

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Bush: coroa preta e sapato

Para ver a animação clique neste cartoon e aguarde uns segundos.
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Cerca de 50 activistas colocaram uma coroa preta com a fotografia de um sapato na porta da embaixada dos EUA em Ancara, Turquia, em protesto contra a detenção do jornalista iraquiano que atirou um sapato ao presidente Bush.


O grupo protestava contra a prisão do jornalista Muntadhar al-Zeidi e exigiam a sua libertação. «Adeus, Adeus, cão Bush», podia ler-se na grinalda. O grupo, que se auto-denomina União da Juventude Turca, considera inaceitável a detenção «de um herói».

Os jogos do sapato

O episódio do jornalista que atirou sapatos a George W. Bush correu mundo e já chegou ao mundo dos jogos. Segundo a agência France Press, o primeiro terá sido criado por um jovem britânico e o objectivo é atirar sapatos ao presidente dos Estados Unidos.


Segundo o criador do jogo, que pode ser experimentado em
Sock and awe, até agora, 1,4 milhão de sapatos já foram atirados.


Atirar sapatos também é o objectivo do jogo
Bush Shoe Throw, criado por um site alemão. O internauta tem 20 segundos para tentar acertar com a maior quantidade de sapatos em Bush, no cenário em que aconteceu o episódio real.


O nome do jogo «Sock and awe» é uma alusão à operação americana lançada em 2003 para tirar Sadam Hussein do poder no Iraque.


Mas o filão do episódio dos sapatos não secou e ainda deu inspiração a mais um jogo. Chamas-se
Bush's Boot Camp e coloca o jogador no lugar dos guarda-costas do presidente. O objectivo é evitar que Bush leve com um sapato.


E o leitor? Quer atirar sapatos a Bush? Faça-o aqui


Fonte da notícia: IOL Diário

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quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

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Bush inicia hoje longa visita ao Médio Oriente

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O Presidente George W. Bush inicia hoje, em Israel, uma longa visita ao Médio Oriente com dois objectivos. O primeiro, e mais mediatizado, é fazer avançar o processo de paz israelo-palestiniano. O segundo, e mais relevante, é dar garantias aos países da região sobre a sua política de contenção da "ameaça iraniana".

O Presidente desloca-se amanhã à Cisjordânia, estará sexta-feira no Kuwait, irá depois ao Bahrein, aos Emirados Árabes Unidos (EAU) e à Arábia Saudita, terminando a digressão no Egipto, a 16 de Janeiro. É a sua primeira visita a Israel e aos territórios palestinianos, mas também à Arábia Saudita, EAU e Bahrein, em sete anos de mandato. Embora reine um clima de cepticismo, é uma das mais ambiciosas missões diplomáticas da sua presidência.

O programa da digressão inscreve-se no desígnio de deixar um "legado", a solução do conflito de 60 anos entre árabes e israelitas, através da criação de um Estado palestiniano. Depois do Encontro de Annapolis, no fim de Novembro, e da Conferência de Paris, que deu luz verde a uma maciça ajuda financeira aos palestinianos, é o próprio Bush que agora reafirma o seu empenho pessoal na solução do conflito.

Numa entrevista ao diário israelita Yedioth Ahronoth, o Presidente esclareceu os seus outros objectivos. "Convencer os Estados árabes de que Israel é um parceiro para a paz, no interesse dos palestinianos e do mundo árabe." E reforçar os regimes árabes aliados "para que sirvam de barreira à agressão iraniana".

"Estarei lá para olhar as pessoas nos olhos e dizer-lhes: o Irão é uma ameaça; nós temos uma estratégia para a enfrentar e queremos cooperar convosco", declarou à televisão Al-Arabiya.

Israel e Palestina

No plano oficial, há grandes expectativas. Mas tanto analistas americanos como israelitas ou árabes manifestam elevadas dúvidas sobre a eficácia da viagem.

O primeiro-ministro israelita, Ehud Olmert, e o presidente palestiniano, Mahmoud Abbas, prepararam a chegada de Bush com o anúncio de que as duas partes vão começar a discutir directamente as "questões fundamentais" - Jerusalém, fronteiras, regresso de refugiados palestinianos - que bloquearam as anteriores tentativas de acordo.

A Autoridade Palestiniana apelou a Bush para que force Israel a congelar toda a actividade de colonização. Olmert não assume esse compromisso, recusando abdicar da expansão dos grandes blocos de colonatos. Prevê-se que as pressões de Bush se limitem ao desmantelamento dos colonatos "selvagens".

Outro ponto fulcral seria o levantamento das barragens de estrada (checkpoints), que penalizam o quotidiano da população palestiniana na Cisjordânia, tal como Olmert prometeu em Annapolis. Mas a situação no terreno é negativa, explica Aluf Benn, analista do diário Ha"aretz. Sem resposta aos rockets disparados de Gaza, os militares israelitas opõem-se à desocupação da Cisjordânia. Argumentam ainda que se Abbas procura agir contra o Hamas, não tem controlo sobre os sectores radicais da Fatah.

As "questões explosivas", sobretudo Jerusalém e os refugiados, ameaçam desagregar a coligação de Olmert, que optará pela gestão do statu quo. Também Bush baixou as suas metas. Em lugar da criação de um Estado palestiniano até ao fim do mandato, em Janeiro de 2009, fala agora na "definição das linhas gerais de um Estado palestiniano".

Mesmo este objectivo é altamente duvidoso, prevê Benn. "Uma expectativa mais realista pode ser preservar Abbas e os seus apoiantes no poder, mesmo apenas formalmente, e mitigar a crise doméstica israelita, dando a Olmert uma raison d"être política para o próximo ano."

Por tudo isto, a visita de Bush "não representará um ponto de viragem da sua Administração em relação ao conflito israelo-palestiniano", escreve o analista e antigo negociador Yossi Alpher. "Tanto Olmert como Abbas são demasiado fracos para suportar um processo de paz com sucesso." E também George W. Bush não está propriamente no zénite do poder e do prestígio.

A sombra iraniana

Se não está no centro do itinerário, o Irão está de facto no centro da agenda da digressão de Bush, observa a "análise diária" do Council on Foreign Relations, de Nova Iorque.

O relatório dos serviços secretos americanos (National Intelligence Estimate, NIE) sobre a ameaça nuclear iraniana, publicado a 1 de Dezembro, provocou uma reacção em cadeia. Ao afirmar que o Irão suspendeu o programa de construção da arma nuclear em 2003, mas tem a capacidade de dominar rapidamente todo o ciclo nuclear, de forma a poder construir a bomba se o decidir, significou o fim da política iraniana da Administração Bush, retirando a credibilidade à ameaça militar e tornando muito mais improvável a escalada das sanções internacionais.

Israelitas e árabes interpretaram o documento ou como uma desautorização do Presidente pelos seus próprios serviços, a um ano do fim do mandato, ou como o prenúncio de uma viragem. Sem poder de ameaça e com poucas "alavancas" diplomáticas, é lógico pensar - com Bush ou depois de Bush - num processo de diálogo com Teerão. Por sua vez, os iranianos baixaram o tom das acusações a Washington.

Os Estados sunitas, a começar pela Arábia Saudita, sempre se opuseram a um ataque militar às instalações nucleares iranianas. Mas desenvolviam uma política de isolamento do Irão, sem no entanto romper os contactos. A publicação da NIE suscitou a pergunta: irão os EUA procurar uma "acomodação" com os mullah? Por isso, sauditas e egípcios terão decidido lançar uma nova política iraniana (ler entrevista ao lado).

O Cairo, Amã, Riad ou os emirados do Golfo continuam decididos a travar uma hegemonia iraniana ou xiita na região. Mas deixam de o fazer no quadro de uma estratégia americana, ou melhor, querem ser eles a desenhá-la.

A escala de Bush em Jerusalém será simbólica. A etapa decisiva deverá ser a de Riad, observa o Washington Post. O rei Abdullah "prefere neutralizar os inimigos em vez de os afrontar".

Fonte da notícia: Público PT

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quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

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Bush está feito ao bife

Afinal as afirmações do Senhor Bush em relação ao programa nuclear do Irão foram, para satisfação dos iranianos, uma grande mentira

O Irão suspendeu seu programa de armas nucleares há quatro anos. Esta afirmação dos serviços secretos dos EUA contesta o relatório de 2005 e as afirmações de Bush de algumas semanas atrás, escreve Christina Bergmann.


Há algumas semanas, o presidente norte-americano declarou que a terceira guerra mundial seria iminente, caso o Ocidente não se aliasse para impedir com todos os meios que o Irão prosseguisse seu programa de armas nucleares. E agora os próprios agentes secretos de George W. Bush afirmam que já há quatro anos Teerão não prossegue com seu programa nuclear para fins militares.


Isso permite uma série de conclusões. Primeiro: a era Bush e de seus falcões na Casa Branca está definitivamente encerrada. Em vista desta avaliação, os poucos correligionários que restaram ao presidente e que não abandonaram seu governo não conseguirão convencer ninguém sobre a necessidade, por exemplo, de um ataque militar.

Por outras palavras, Bush está feito ao bife...


Fonte da notícia: FolhaOnline.br

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segunda-feira, 26 de novembro de 2007

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Iraque quer presença dos EUA a longo prazo

Iraque quer presença dos EUA a longo prazo


O Governo iraquiano prepara-se para permitir a presença militar dos EUA no país a longo prazo e um tratamento preferência dos investidores norte-americanos, em troca de segurança, noticia o jornal britânico The Guardian.


O tenente-general Douglas Lute, conselheiro presidencial para o Iraque, confirmou esta proposta, que descreveu como um «acordo de princípio para partir para negociações formais».


Segundo este acordo, as tropas norte-americanas ficaram mais tempo no território, mas a actual força de 160 mil militares será reduzida a 50 mil homens, que ficaram destacadas em bases fora das cidades. Já que a segurança interna ficará a cargo as autoridades iraquianas.


As negociações estão previstas para o primeiro semestre do próximo ano. E, segundo o The Guardian, fará parte do acordo o fim do mandato da força multinacional das Nações Unidas no país, desejado por Bagdad.


Fonte da notícia: Portugal Diário

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Jorge Goncalves

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