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domingo, 19 de julho de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Trezentos dias com um porco numa ilha deserta

Three Hundred Days With A Pig On A Deserted Island
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A ilha Tofua, no Oceano Pacífico, teve como único habitante, ao longo de 300 dias, um suíço que viveu durante três meses na companhia de um porco.

Xavier Rosset partiu numa aventura de 300 dias em Tofua, uma ilha vulcânica deserta, onde apenas existem «alguns porcos, muito coco, um lago e floresta tropical». O suíço teve que ao longo deste tempo, procurar comida e abrigo, tendo como bagagem apenas um canivete suíço, uma outra faca e uma câmara de vídeo para registar a aventura, com a finalidade de lançar no final do ano um documentário, noticia o «Globo».

O objectivo da missão era reaprender práticas de sobrevivência. Rosset perdeu, ao longo dos 300 dias, 18 quilos, tendo engordando antes de iniciar a aventura, prevendo a perda de peso. «Eu tive que encontrar comida e água, construir um abrigo, aprender a pescar, tudo», explicou o suíço.

Rosset não conseguia manter o peso, até que descobriu como preparar armadilhas para matar porcos. Neste processo de sobrevivência, apegou-se a uma cria de porco, mantendo-a como se fosse um cão de estimação.

«Eu não podia comê-la porque ainda não tinha carne suficiente. Então fiquei com ela durante três meses. Era exactamente como um cachorro. Era uma boa amiga para mim, mas não conversava com ela como o Tom Hanks conversava com a bola de voleibol no filme "o Náufrago"», explicou Rosset.



Fonte: IOL Diário

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quinta-feira, 7 de maio de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


O melhor emprego do mundo

The best job in the world
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Ben Southall foi apurado para ‘O Melhor Emprego do Mundo’, como ficou conhecido o concurso lançado pelo turismo australiano.
O britânico, de 34 anos, foi escolhido entre 15 finalistas e vai ter de viver seis meses numa ilha paradisíaca de Queensland, Austrália, a alimentar peixes, a limpar a piscina, a apanhar banhos de sol e a nadar na barreira de coral. Para além de descrever semanalmente a sua experiência num blogue, com fotos e vídeos do seu dia-a-dia, receberá um prémio de 75 mil euros.

Southall, que trabalhava numa instituição de solidariedade, destronou outros 15 concorrentes, seleccionados entre 34 mil candidatos. "Honestamente, não pensei que tivesse hipóteses de vencer", disse, quando o seu nome foi anunciado.



Fonte: Correio da Manhã

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terça-feira, 24 de março de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Aviões F-22 nos Açores

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O Comandante do Comando Aéreo dos Açores, Major-general Mora de Oliveira, confirmou, esta terça-feira, que «é exequível a criação de um campo de treinos para aviões F-22 norte-americanos nas Lajes», em entrevista à Lusa.

Mora de Oliveira revela que «está a ser elaborado o conceito de operações que avalia o impacto que a activação destas áreas terá na aviação comercial e em terra junto das populações com o aumento de tráfego de aviões militares».

Impacto da localização e sua visibilidade

O processo desenrolou-se após reuniões em Setembro [de 2008 entre a Força Aérea Portuguesa (FAP) e o United State Air Force Europe (USAFE) onde «os americanos explicaram os requisitos necessários».

Foram também necessários encontros de trabalho entre a NAV-EPE portuguesa e a USAFE tendo um relatório sido entregue ao adido militar e aeronáutico da embaixada norte-americana em Lisboa.

No documento foram explicados os constrangimentos pelo facto de «esta zona ser altamente povoada pela aviação comercial e qual o impacto que teria o campo de treinos» tendo a 18 de Fevereiro «a USAFE aceite as condições».

Este é mais um facto que leva o Major-general a acreditar que, na sua opinião, «a Base das Lajes é importante estrategicamente no contexto do Atlântico Norte» recusando-se a fazer «juízos de valor» [comparativos] quanto a outros locais localizados no Oceano Atlântico.

«A importância das Lajes para os americanos e aliados também se pode traduzir nos melhoramentos que são feitos permanentemente pelos inquilinos», acrescentou.

Segundo Mora de Oliveira «estão em constante modernização física e tecnológica».

Salienta que «este é o primeiro ponto de apoio que os aliados possuem no meio do atlântico entre a América e a Europa e tem condições para receber o Space Shuttle e qualquer outra aeronave».

Acentua que «a projecção das forças norte-americanas necessita das Lajes não só para aterrar para descanso das tripulações como para manter reabastecedores que fazem o reabastecimento das aeronaves no ar».

O Comandante do Comando Aéreo dos Açores diz «ter expectativas» quanto «à valorização ou não da base e à sua visibilidade com o campo de treinos para os F-22 e até com a anunciada modernização das forças militares russas e o seu rearmamento».

Questão de Guantanamo pertence ao Estado

O Major-general «não pode confirmar, ou desmentir, que pelas Lajes tenham passado aviões norte-americanos com prisioneiros rumo a Guantanamo».

Mora de Oliveira, sublinhou que a passagem, ou não, de aviões americanos para Guantanamo «é uma questão diplomática e de Estado que não compete ao Comandante do Comando Aéreo dos Açores pronunciar-se sobre ela».

As autorizações de sobrevoo e escala são concedidas pelos Ministérios dos Negócios Estrangeiros e da Defesa Nacional.

«Nas Lajes compete ao comando e aos operacionais, apenas, conferir se tudo está de acordo com o plano de voo», frisou.

Custos repartidos entre Portugal e EUA

A Base das Lajes, instalada numa área com cerca de 500 hectares de terrenos, conta com uma pista principal com cerca de 4 quilómetros.

A pista, a única em funcionamento durante 24 horas no arquipélago, vai ser sujeita a obras de manutenção profunda, o que não sucede desde 1987.
Os custos serão percentualmente repartidos, diz Mora de Oliveira, entre Portugal e os EUA, como consta do acordo técnico entre os dois países.

Na Base das Lajes trabalham 333 militares e 118 civis portugueses, enquanto os americanos mantêm em serviço 689 militares, 77 civis e 997 familiares do pessoal norte-americano.

O destacamento norte-americano emprega 777 portugueses nas mais variadas funções e serviços.



Fonte: TVI24 Sociedade

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Jorge Goncalves

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