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quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

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Quarta-feira de Cinzas

Ash Wednesday
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A Igreja Católica começa a viver esta Quarta-feira de Cinzas o tempo da Quaresma, uma etapa do percurso litúrgico que ao longo de 40 dias propõe uma mudança em profundidade, como forma de preparar a festa maior do Cristianismo, a Páscoa.


As
mensagens de vários Bispos do nosso país seguem de perto as reflexões de Bento XVI para a Quaresma de 2010, na qual o Papa convida os cristãos de todo o mundo a “contribuir para a formação de sociedades justas, onde todos recebem o necessário para viver segundo a própria dignidade de homem”. O texto apresenta uma reflexão sobre os conceitos de justiça e injustiça, assinalando que “aquilo de que o homem mais precisa não lhe pode ser garantido por lei”.


O Dossier que a Agência ECCLESIA publica esta semana destaca a
mensagem assinada pelo Bispo da Guarda, D. Manuel Felício, o qual aborda a realidade portuguesa, pedindo que haja “a coragem de promover entre os cidadãos uma verdadeira cultura de justiça, que supõe conjugação de esforços para a autêntica educação cívica e de valores”. “De outro modo – e os factos estão a confirmá-lo – será difícil garantir eficácia à nossa justiça, sujeita como está a toda a espécie de pressões e cada vez mais embrulhada em jogos de interesses”, alerta.


Por seu lado,
José Dias da Silva, vogal da Comissão Nacional Justiça e Paz, escreve que “somos chamados a exigir de todos, governo, oposição e a sociedade nas múltiplas valências e talentos, que, com respeito pela democracia e pelo sentido de Estado, dêem prioridade a um clima de harmonia na diversidade de projectos”. “Em nome do amor, somos chamados a combater, por todos os meios, a corrupção, esse monstro que conspurca a nossa sociedade e está disseminada por todos os estratos sociais”, atira.


Acácio Catarino defende que numa Quaresma de crise “seria razoável que, sobretudo, os leigos católicos se lembrassem que estão «condenados», felizmente, a viver, em comunhão plena e para sempre, na bem-aventuraça eterna; por isso, nada perderiam se «ensaiassem» essa comunhão, na vida terrena”.


Em entrevista ao programa da Igreja Católica na Antena 1, Fr. José Nunes, professor de teologia na UCP, destaca que o tempo quaresmal ajuda os cristãos a centrarem atenções no “cerne” da sua fé, que é a “festa da Páscoa”. A ressurreição de Jesus, sublinha, é o momento que o distingue como “aquele a quem se deve seguir”. O “número simbólico” dos 40 dias lança os católicos numa caminhada de “ascese, interioridade, conversão.

“Os cristãos na Quaresma procuram rezar mais intensamente, para se prepararem para essa grande festa da Páscoa. É também um tempo de luta, de luta contra o mal, digamos assim”, indica.


O teólogo dominicano sublinha que este esforço de conversão não é apenas uma questão privada, interior, mas visa “todos os males do mundo, todas as formas de morte, porque a Páscoa é a vitória da vida”.


Outra prática habitual deste tempo, o jejum, não deve ser vista como uma mortificação ou algo que interesse por si mesmo. “Jesus nunca pediu sacrifícios pelo sacrifício”, observa. Assim, a autodisciplina do jejum tem em vista “um projecto de vida” e permitir “ajudar outros”, com o que se poupa através desse esforço.


História e espiritualidade


A Quaresma é, no Ano Litúrgico, o tempo preparatório da Páscoa, a grande celebração do mistério da Salvação pela morte e ressurreição de Jesus Cristo. Na actual disciplina litúrgica, vai da Quarta-Feira de Cinzas até Quinta-Feira Santa, excluindo a Missa da Ceia do Senhor, que já pertence ao Tríduo Pascal.


Inicialmente durava 3 semanas, mas depois, em Roma, foi alargada a 6 semanas (40 dias), com início no actual I Domingo da Quaresma (na altura denominado Quadragesima die, entenda-se 40.º dia anterior à Páscoa).


O termo Quadragesima (a nossa "Quaresma") passou depois a designar a duração dos 40 dias evocativos do jejum de Jesus no deserto a preparar-se para a vida pública. Como, tradicionalmente, aos Domingos nunca se jejuou, foi necessário acrescentar alguns dias para se perfazerem os 40. Daí a antecipação do início da Quaresma para a Quarta-Feira de Cinzas.


A cinza recorda o que fica da queima ou da corrupção das coisas e das pessoas. Este rito é um dos mais representativos dos sinais e gestos simbólicos do caminho quaresmal.


Nos primeiros séculos, apenas cumprem este rito da imposição da cinza os grupos de penitentes ou pecadores que querem receber a reconciliação no final da Quaresma, na Quinta-feira Santa, às portas da Páscoa. Vestem hábito penitencial, impõem cinza na sua própria cabeça, e desta forma apresentam-se diante da comunidade, expressando a sua vontade de conversão.


A partir do século XI, quando desaparece o grupo de penitentes como instituição, o Papa Urbano II estendeu este rito a todos os cristãos no princípio da Quaresma. As cinzas, símbolo da morte e do nada da criatura em relação a seu Criador, obtêm-se por meio da queima dos ramos de palmeiras e de oliveiras abençoados no ano anterior, na celebração do Domingo de Ramos.


Este Domingo dá início à Semana Santa, que conclui a Quaresma e tem como finalidade a veneração da Paixão de Cristo a partir da sua entrada messiânica em Jerusalém


Uma prática penitencial preparatória para a Páscoa, com jejum, começou a surgir a partir de meados do século II; outras referências a um tempo pré-pascal aparecem no Oriente, no início do século IV, e no Ocidente no final do mesmo século.


Nos primeiros tempos da Igreja, durante esse período, estavam na fase final da sua preparação os catecúmenos que, durante a vigília pascal, haveriam de receber o Baptismo. Por volta do século IV, o período quaresmal caracterizava-se como tempo de penitência e renovação interior para toda a Igreja. Tradicionalmente, a Igreja recomenda as práticas da oração, o jejum e a esmola.


Na Liturgia, este tempo é marcado por paramentos e vestes roxas, pela omissão do "Glória" e do "Aleluia" na celebração da Missa.


Fonte: Agência Ecclesia

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