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terça-feira, 20 de abril de 2010

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Península Ibérica aquece três vezes mais rápido que o resto do Mundo

Iberian Peninsula is heating up
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A Península Ibérica está a aquecer três vezes mais rápido do que o resto do planeta. Nesta região as temperaturas estão a subir a um ritmo preocupante e a chuva é cada vez mais escassa. São as conclusões de um relatório apresentado pelo Ministério do Ambiente espanhol, divulgado pelo jornal «i»


De acordo com o documento, Portugal e Espanha são dos países do mundo onde as temperaturas mais aumentaram nos últimos 30 anos. Neste espaço de tempo, o mercúrio nos termómetros desta região subiu meio grau centígrado, em cada década.


Pode não parecer muito, mas na verdade, o valor supera em 50 por cento a média do aquecimento no hemisfério norte e é quase três vezes superior aos valores globais.


Previsões assustadoras


As previsões não são animadoras, segundo os especialistas a tendência de aumento da temperatura vai ser generalizada e «assustadora».


O cenário fica ainda mais negro, perante a tendência de redução da precipitação que até 2070 vai reduzir até 30 por cento.


Fonte: IOL

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quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Ibéria: Portugal e Espanha num só país

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O escritor Arturo Pérez-Reverte defendeu a existência de uma Ibéria, um país único, sem fronteiras que separem Espanha e Portugal, porque é «um absurdo» que os dois países vivam «tão desconhecidos um do outro».


«Há uma Ibéria indiscutível que está entre os Pirinéus e Gibraltar, com comida, raça, costumes, história em comum e as fronteiras são completamente artificiais», disse o escritor espanhol à agência Lusa, de passagem por Portugal a propósito do lançamento do romance «Um dia de cólera».


Para Pérez-Reverte, essa Ibéria não existe administrativamente, mas «qualquer espanhol que vem a Portugal sente-se em casa e qualquer português que vá a Espanha sente o mesmo».


«Houve dificuldades históricas que nos separaram, mas a Ibéria existe. Náo é um mito de Saramago, nem dos historiadores romanos. É uma realidade incontestável que precisa de um empurrão social e não político para concretizar o projecto», disse.


Ainda assim, disse que «é um absurdo que Portugal e Espanha vivam sempre tão separados, tão desconhecidos um do outro», já que deviam olhar para a Europa como ibéricos, porque o mundo de hoje «é um lugar de grandes mudanças sociais».


«Esse Ocidente pacífico, sereno, poderoso, com uma certa coerência cultural e social do século XX não poderá continuar. O Ocidente como o entendemos está na sua etapa final», disse.


Arturo Pérez-Reverte, 57 anos, é um dos escritores mais populares das letras espanholas da actualidade, com obra traduzida em quase 30 idiomas. Antigo repórter de guerra, dedica-se em exclusivo à escrita desde finais dos anos 1980, tendo editado romances como «O cemitério dos barcos sem nome», «Território Comanche», «O hussardo», «O pintor de batalhas» e os seis romances da série de aventuras «Capitão Alatriste».


Fonte da notícia: IOL Diário

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quarta-feira, 26 de março de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Ver aqui cartoon sobre esta temática

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Açores, Azores, paraíso, turístico, visitar, viajar, viagens, Açores, Azores, Portugal
Há mais de um milhão de anos, numa gruta na Serra de Atapuerca, no Norte de Espanha, vivia um grupo de homens e mulheres primitivos. Tinham muita comida, pois, naqueles tempos, o clima era bastante ameno e húmido na Península Ibérica, e sabiam fabricar ferramentas de pedra muito simples, que lhes permitiam cortar a carne e os ossos dos animais que caçavam. Tinham provavelmente vindo do Médio Oriente através do Cáucaso, na fronteira entre a Europa e a Ásia.

Juan Luis Arsuaga, co-director do projecto de investigação de Atapuerca, deu o nome de Homo antecessor a esta espécie de homem primitivo – e especula que eles foram os antepassados comuns à nossa espécie (Homo sapiens) e aos Neandertais.

Na Europa, terão dado origem aos Neandertais (ramo que “secou” há 28 mil anos), enquanto em África acabariam por desembocar no homem moderno, que mais tarde sairia do seu “berço” africano e conquistaria o mundo. Um belo relato, que embora seja compatível com os diversos restos fósseis que se conhecem, ainda não foi totalmente confirmado.

Mas o que parece confirmar-se é que esses primeiros homens chegaram até à extremidade ocidental da Europa bastante mais cedo do que se pensava. Até aqui, os achados provenientes de Atapuerca, uma zona em escavação há 30 anos, apontavam para uma primeira instalação humana há cerca de 800 mil anos. Mas agora, a descoberta de novos fósseis obrigou a rever a cronologia.

Hominíneos e hominídeos

O artigo publicado amanhã na revista Nature por Eudald Carbonell, Arsuaga e os seus colegas do Centro Nacional de Pesquisa da Evolução Humana de Burgos e do Instituto Catalão de Paleoecologia Humana e Evolução Social de Tarragona, tem um título tão simples quanto contundente: “O primeiro hominíneo de Europa” (os hominíneos são uma sub-família dos hominídeos). Claro que os investigadores não excluem que, no futuro, a data dessa primeira migração possa ainda vir a recuar mais.

Mas, tanto quanto sabem, o maxilar inferior humano descoberto em 2007 na antiga gruta de Sima del Elefante – e que vai ser apresentado publicamente amanhã, por volta do meio-dia, em Burgos – faz deste local particular de Atapuerca “o mais antigo e o mais precisamente datado registo de ocupação humana na Europa”. Sima del Elefante encontra-se a uns escassos duzentos metros da jazida de Gran Dolina, onde, em 1994, foram descobertos os primeiros fósseis de Homo antecessor (os tais com 800 mil anos de idade).

Três tipos de datação

Os investigadores espanhóis não olharam a meios para confirmar a idade do maxilar. Utilizaram técnicas “baseadas no paleomagnetismo, bioestratigrafia e nuclidos cosmogénicos”, escrevem na Nature.

O estudo do paleomagnetismo permite fazer a datação a partir das variações, ao longo do tempo, do campo magnético terrestre, que fica “registado” nos minerais magnéticos contidos nos sedimentos. A bioestratigrafia permite estudar a fauna enterrada nos sedimentos e fossilizada ao mesmo tempo que os restos humanos (os cientistas analisaram os ossos de pequenos roedores contemporâneos dos homens que ali viveram).

Quanto aos nuclidos cosmogénicos, trata-se de determinar as proporções de diversos elementos radioactivos (alumínio e berílio, neste caso), produzidos em partículas de quartzo que na altura se encontravam perto da superfície por interacção com os raios cósmicos vindos do espaço.

Como esses grãos de quartzo foram a seguir soterrados, deixaram de ser bombardeados pelos raios cósmicos – e a degradação radioactiva dos dois elementos referidos deu-se a partir daí com uma precisão literalmente atómica, constituindo um verdadeiro “cronómetro geológico” (expressão dos autores).

Todas as técnicas de datação são convergentes e colocam a idade do maxilar em um milhão e duzentos mil anos (mais ou menos 160 mil).

A morfologia do maxilar, dizem os investigadores em comunicado, “é primitiva e faz lembrar a de fósseis africanos do Pleistoceno inferior [1,8 milhões a 800 mil anos atrás]”. Mas também apresenta “muitas semelhanças com os maxilares encontrados em Dmanisi” (no Cáucaso, que datam de há 1,7 milhões de anos). Ou seja, tudo indica que, naquela altura, uma nova espécie (Homo antecessor) terá surgido no extremo mais ocidental da Europa.
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Fonte da notícia: Público.pt Público

Nota Pessoal
Em termos de civilidade social ao longo de todo esse trajecto e espaço de tempo, pouco ou nenhum avanço do termo em questão se pode verificar na evolução da espécie humana. O homem moderno continua agindo egocentricamente sobremaneira como os animais da selva em que ganha o mais forte (survival of the fittest) e os fracos, coitados, ficam pelo caminho.

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Jorge Goncalves

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