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Um blog de cartoons sobre as notícias da actualidade. Um sector informativo do Grupo Galeriacores.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Cristiano Ronaldo já é pai

Cristiano Ronaldo became a daddy
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Cristiano Ronaldo foi pai de um menino. O anúncio foi feito pelo próprio nas suas páginas do Twitter e no Facebook. De acordo com informação avançada pela SIC, a criança já se encontra em Portugal com a família.

"É com muita alegria e emoção que informo ter sido recentemente pai de um rapaz. Por acordo com a mãe, que prefere manter o anonimato, o meu filho ficará confiado à minha guarda exclusiva. Sobre este assunto não prestarei quaisquer outras informações", escreveu o internacional português ao serviço do Real do Madrid.


Uma amiga do jogador havia já confirmado ao CM que a mãe, Dolores, e as irmãs Elma e Kátia, estavam a tratar da documentação necessária para trazer a criança para Portugal. A mãe do bebé é norte-americana e deu à luz no início de Junho, soube o CM.


Ainda recentemente, no programa "Os Incríveis", exibido na SIC, ao ser questionado sobre a possibilidade de poder vir a ser pai, Ronaldo respondeu com um enigmático "Já estive mais longe do que estou de o ser".


Recorde-se que em 2009, Cristiano Ronaldo passou férias em Los Angeles e em Miami. O menino ficará à guarda da família de Ronaldo.


Irina Shayk, namorada do jogador, está desolada e afirmou no Facebook: "O meu namorado é, agora, pai de um rapaz". A Gestifute confirma a veracidade do comunicado de Ronaldo.


Fonte: Correio da Manhã

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sexta-feira, 19 de março de 2010

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Pai do século XXI

21st century dad
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Nunca, como hoje, os homens mostraram tanto o seu lado emocional. E ainda bem!


Habituámo-nos a ouvir dizer que o conceito de família está em crise. Alguns, os mais pessimistas, chegam a afirmar que as verdadeiras famílias deixaram de existir e agora só persistem fragmentos.


Os estudos do âmbito da sociologia mostram que esta ideia é completamente falsa e o que de facto se passa, é que a família se encontra em profunda mutação, mudança essa que tem que ser encarada de frente para que consigamos gerir a diferença, sem angústias desnecessárias.


Existem agora famílias de muitos tipos: monoparentais, reconstruídas, alargadas, de acolhimento, adoptivas, etc. A maior parte dos casais tem unicamente um filho, o que pressupõe que as crianças são muito planeadas e desejadas.


Por outro lado, apenas uma minoria, usufrui dos cuidados permanentes da mãe, já que as mulheres optaram por responder ao apelo de trabalhar fora de casa, o que as torna mais felizes do ponto de vista individual e não prejudica necessariamente a educação dos filhos.


Mudança de papéis


Neste contexto, também os papeis das figuras parentais, acabaram por sofrer profundas mudanças. Aquilo a que assistimos durante décadas deixou de ser uma realidade.


Essa realidade pode até chocar as gerações mais antigas, onde o homem e a mulher tinham papeis muito distintos dos que desempenham actualmente. Deixando de lado o caso dos pais solteiros, ou dos divorciados, podemos constatar que mesmo nos casais que se mantêm juntos, a vida familiar se tem vindo a alterar.


A imagem do pai deste século, é de um homem emocional e activo no que respeita às questões do lar. Vai buscar os filhos ao infantário e ajuda nas tarefas caseiras como aspirar a casa ou mesmo lavar a louça. É um homem interventivo, que gosta de partilhar tarefas e que as faz na perfeição.


É com agrado que se desloca às compras ao hipermercado, mesmo que para isso leve uma lista elaborada pela mulher. Não demonstra nenhum acanhamento em fazê-lo, porque encara essa atitude como algo perfeitamente natural.


A gravidez é vivida a dois


Muitos são os homens que fazem absoluta questão de estarem presentes nas consultas pré-parto e durante os exames complementares, como é o caso das ecografias.


A nível psicológico este facto é de extrema importância porque o envolvimento masculino no processo da gravidez, acaba por ser sempre um pouco mais vivido á distância, já que não existe possibilidade de uma vivência física.


Ao assistir às ecografias, o pai vive um momento único, que muitas vezes é descrito como a constatação prática de que o bebé é real, que algo muito querido vai crescendo no interior da mãe.


Um pouco mais tarde, são convidados a fazerem parte das aulas de preparação para o grande momento do nascimento. E, em regra, respondem de imediato à chamada. Aprendem a ajudar a mulher, a acalmá-la e a poderão constituir importantes pilares de apoio no momento do parto.


Contudo, esta questão ainda não é muito linear, porque a boa vontade só não conta. Outros factores como as regras do hospital e também a emoção do momento, podem condicionar a presença do pai na sala de parto. Nesse caso, é melhor desistir da ideia e deixar que os médicos e enfermeiras tratem do assunto.


O pós-parto


As coisas complicam-se nos primeiros dias, sobretudo quando se trata do primeiro filho. São os horários a cumprir, as tarefas rotineiras e, muitas vezes, um ser pequenino e frágil que reclama por tudo e por nada. É o momento do pai entrar em plena actividade!


Para mudar uma fralda não é preciso muita sabedoria, basta um pouco de jeito e, sobretudo muito amor e boa vontade. Aqui fazemos um parêntesis para nos dirigirmos directamente às mães.


Nós sabemos que nos ensinaram que o papel de mãe implicava mudar fralda, dar biberon ou peito , aconchegar .... mas os tempos mudaram, portanto há que haver adaptações. Se o homem está disposto a ajudar, há que o estimular nesse sentido e permitir a divisão de tarefas.


Deste modo a mulher consegue ficar com um pouco mais de tempo para si e as coisas correrão bastante melhor. Nenhuma mulher é capaz de ser boa mãe, mulher e profissional, ao mesmo tempo. Não é humanamente possível, nem devemos tentá-lo.


Por esse motivo, algumas desistem de serem mães e optam pela carreira, outras silenciam a ambição e vivem toda a vida a culpar a família, silenciosamente, por não terem tido coragem de mudar de vida.


Instinto paterno


Actualmente, quase a totalidade de especialistas em Ciências Humanas estão de acordo que o homem tem tantas competências como a mulher para cuidar de uma criança.


Precisa apenas que o deixem ajudar, sem que nós mulheres, nos sintamos ameaçadas no nosso papel de fêmeas. Ter mais duas mãos e dois braços é algo precioso em muitos momentos.


Além disso, também é a relação de casal que sai reforçada, porque aprendem a viver e a partilhar os momentos bons e maus na vida, no verdadeiro sentido das palavras.


O homem deste século é mais emotivo


As estatísticas mostram, que a maior parte dos homens morre devido a problemas cardíacos. Possivelmente devido ao facto de passarem uma vida inteira a negar os seus sentimentos de medo, angústia e até a esconderem a sua fragilidade emocional.


O síndroma do “homem não chora” tem custos internos muito grandes, que os homens deste século não estão com vontade de pagar. Assiste-se então a uma mudança social, que pode ser o início de uma alteração ao nível do comportamento masculino, para bem dos homens e também de nós mulheres. Cabe-nos a tarefa de estimular essa mudança.



Fonte: Família / Sapo

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quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Lévi-Strauss, o pai da antropologia moderna

Claude Lévi-Strauss, the father of modern anthropology
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Um contrato como professor no Brasil, nos anos 30, mudou para sempre a vida de Claude Lévi-Strauss. O autor de 'Tristes Trópicos' morreu em França, centenário e venerado por políticos e intelectuais de todo o mundo.


O homem que lançou as bases da antropologia moderna e foi o principal teorizador do estruturalismo morreu sexta-feira, a poucas semanas de completar 101 anos. Claude Lévi-Strauss morreu na sexta-feira e o seu funeral realizou-se segunda-feira em Lignerolles (centro de França), mas a família só ontem autorizou a Academia Francesa a dar a notícia, "receando ser invadida e ultrapassada pela mediatização da morte e das exéquias".


Filósofo de formação, foi no Brasil que começou, nos anos 30, a sua acção como etnólogo, estudando a vida dos milhares de índios que ainda sobreviviam a poucos quilómetros de São Paulo.


No seu livro mais famoso, Tristes Trópicos (uma espécie de autobiografia intelectual que venceu o prémio Goncourt em 1955), Lévi-Strauss escreveu: "Odeio as viagens e os exploradores." Era já uma crítica ao etnocentrismo, que ocupou parte importante de uma obra que empreendeu a reabilitação do pensamento primitivo.


Nascido em Bruxelas, filho de judeus franceses, formou-se na Sorbonne e estava destinado a uma carreira universitária "normal" se a sua infatigável curiosidade e a aceitação de um convite para dar aulas no Brasil não tivesse dado uma irremediável volta à sua vida. Dessa curiosidade nascem então investigações plasmadas em livros como Estruturas Elementares de Parentesco (1949), Antropologia Estrutural (1958) e O Pensamento Selvagem (1962), que Manuel Maria Carrilho considera "a trilogia que todos liam e que a todos influenciou". Philippe Descola, que lhe sucedeu na direcção do laboratório de antropologia social no Colégio de França, salientou a importância de O Pensamento Selvagem: "Não se trata do pensamento dos selvagens, mas do pensamento selvagem. É uma forma que é apanágio de toda a humanidade e que podemos encontrar em nós, mas preferimos ir procurá-la nas sociedades exóticas."


As suas concepções estão presentes em livros como Raça e História (1952) ou Mito e Significado (1978). Membro da Academia Francesa desde 1973, Lévi-Strauss legou ao Museu do Quai Branly importantes colecções, incluindo fotografias documentando o seu trabalho no Brasil nos anos 30.


Tímido, melómano, admirador da civilização japonesa, atraído pelo budismo nos últimos anos de vida, Lévi-Strauss recusou comparecer a todas as homenagens que lhe prestaram em Novembro de 1008 por ocasião do seu centenário. Manteve-se céptico até ao fim: "Penso no presente e neste mundo: não é um mundo que ame."Mas deixou herdeiros. Muitos poderão hoje como Dinah Ribard, da Escola de Altos Estudos em Ciências Sociais de Paris: "Todos os antropólogos franceses são filhos espirituais de Lévi-Strauss."

Fonte: DN

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quarta-feira, 30 de abril de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Morreu o pai do LSD

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Albert Hofman, o químico suíço que descobriu a droga alucinogénia LSD (dietilamida do ácido lisérgico), associada ao movimento hippy dos anos 60, morreu terça-feira de ataque cardíaco aos 102 anos.

Um comunicado hoje divulgado na Internet pelo presidente da Associação Multidisciplinar para Estudos Psicadélicos, Rick Doblin, refere que Hofman faleceu de ataque cardíaco em casa, na Suíça.

A sua morte foi hoje confirmada à agência Associated Press por Doris Stuker, um residente da aldeia de Burg im Leimental, aldeia dos montes Jura para onde Hofman se retirou quando se reformou em 1971.

Nascido em Baden, na Suíça, Hoffman começou o seu trabalho de investigação na farmacêutica Sandoz em 1929, onde nove anos depois sintetizou o LSD quando estudava utilizações médicas de um fungo encontrado no trigo e noutros cereais no âmbito de investigações sobre estimulantes circulatórios.

Aparentemente, os laboratórios não encontraram qualquer utilidade prática para o composto, que teria caído no esquecimento se o próprio Hofman não o tivesse tomado involuntariamente durante uma experiência laboratorial a 16 de Abril de 1943.

"Tive de interromper o trabalho e ir para casa porque senti subitamente uma sensação de desassossego e de ligeira tontura", escreveu posteriormente num relatório aos seus chefes na Sandoz.

"Tudo o que via estava distorcido como num espelho deformado", lê-se na descrição da sua viagem de bicicleta do laboratório até casa, onde se sentou num divã e começou a sentir aquilo a que chamou uma "visão".

"O que estava a pensar aparecia-me em cores e imagens", afirmou numa entrevista à televisão suíça SF DRS quando fez 100 anos: "Durou duas horas e depois desapareceu".

Três dias depois, Hofman repetiu a experiência com uma dose maior: o resultado foi uma viagem de terror.

"A substância que queria experimentar tomou conta de mim. Fui acometido por um medo avassalador que me enlouquecia. Fui transportado para um mundo diferente, um tempo diferente", escreveu.

O LSD alcançou fama internacional no final dos anos 50 e 60 graças ao professor de Harvard Timothy Leary, que defendeu o seu uso, e a numerosos músicos pop e até estrelas de cinema como Cary Grant que viram nela um meio de autodescoberta e auto-esclarecimento.

Mas à parte as "viagens" psicadélicas da geração hippy dos anos 60, sucederam-se histórias de terror de crimes e de pessoas que se atiravam de janelas sob o efeito de alucinações, bem como casos de danos psicológicos permanentes em grandes consumidores.

O governo norte-americano proibiu o LSD em 1966, uma decisão seguida depois pelos outros países.

Hofman discordou, alegando que a droga não causa habituação.

Além disso, insistiu repetidas vezes que o LSD poderia dar uma importante contribuição para a investigação psiquiátrica.

Por intensificar os problemas e os conflitos internos, defendia que o composto fosse reconhecido para tratar doenças como a esquizofrenia.

Fonte da notícia: SAPO/Lusa
Público.pt Público.pt
Nota Pessoal:
Para muitos a droga representou "viagens" psicadélicas, um meio para atingir um mundo de utopia, enquanto que para outros acabou por provocar o terror desenfreado e até a morte.

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Jorge Goncalves

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