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sábado, 12 de abril de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Acordos de cooperação entre os Açores e Cabo Verde

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Uma visita memorável e uma marca indelével no relacionamento dos governos dos Açores e de Cabo Verde, bem como dos respectivos povos.

Esta foi a síntese feita por Carlos César à visita oficial de seis dias que, a convite do primeiro-ministro José Maria das Neves, efectuou àquele país africano, e na qual se fez acompanhar dos secretários regionais da Educação e Ciência, Álamo Meneses, da Economia, Duarte Ponte, e do Ambiente e Mar, Ana Paula Marques, bem como de várias entidades dos sectores público, universitário e municipal e, ainda, de mais de trinta empresários.

Falando numa conferência de imprensa conjunta com o primeiro-ministro de Cabo Verde, o presidente do Governo dos Açores mostrou a sua satisfação pelo balanço muito positivo dos seis dias de trabalho conjunto com as mais altas representantes políticas e com representantes do sector empresarial, balanço consubstanciado na assinatura de sete protocolos de cooperação.

Em destaque, desde logo, a criação do Observatório para a Cooperação Açores-Cabo Verde, estrutura que terá a missão de coordenar e aprofundar a cooperação política e técnica entre os dois arquipélagos e cujo órgão principal será a reunião de chefes de Governo, a ocorrer de dois em dois anos.

Na área da Intervenção Social ficou protocolado um acordo para formação, assistência técnica e acções conjuntas em áreas como a pobreza e a exclusão social, entre outras.

Na Educação e Ensino Superior ficou decidida a atribuição de bolsas de pós-graduação e doutoramento, bem como a realização de intercâmbios tecnológico-científicos e de investigação.

Na área da Cultura, um protocolo estabelece intercâmbios e a realização de trabalho conjunto entre promotores de cultura, investigadores, artistas e grupos culturais.

No Ambiente ficou privilegiada, em protocolo, a gestão da biodiversidade, dos recursos hídricos, da conservação marinha e costeira, e do turismo ambiental.

No que respeita ao Ordenamento do Território, formas de cooperação e apoio mútuo na elaboração e acompanhamento dos instrumentos de gestão e planeamento territorial ficaram igualmente protocoladas.

Finalmente, na Agricultura, um protocolo regulará a cooperação em aspectos ligados à inspecção fito-sanitária e à certificação de produtos de origem animal e vegetal.

A juntar a todas estas novas formas de relacionamento produtivo e concreto entre os Açores e cabo Verde, as Câmaras de Comércio dos dois arquipélagos acordaram, em protocolo também assinado hoje, mecanismos de relacionamento mais estreito, de forma a concretizar oportunidades e actividades em áreas como os transportes marítimos e aéreos, a construção civil, as telecomunicações, a energia, a agro-indústria, as pescas e a indústria conserveira, e o turismo.

“Nunca as instituições governamentais e não-govermamentais estiveram tão próximas e empenhadas em passar das palavras aos actos. E nunca estiveram tão localizadas na forma concreta de dar expressão a essa cooperação e a esse entendimento”, afirmou Carlos César, que concluiu garantindo que regressava aos Açores com a convicção que a relação, agora ainda mais estreita, entre os dois arquipélagos, é uma relação natural, faltando apenas “concretizar o destino que lhes é conferido pela geografia e pelo facto de partilharem valores civilizacionais como os da Democracia, da Justiça e da Paz.”

A visita do presidente do Governo dos Açores – que foi especialmente saudado pelo primeiro-ministro cabo-verdiano pela sua contribuição pessoal na materialização da Parceria Especial entre a União Europeia e Cabo Verde – permitiu reforçar intenções de cooperação no plano político, nomeadamente no âmbito das Regiões Ultraperiféricas e da Macaronésia, a propósito da qual reafirmaram o interesse no estreitamento e aprofundamento das relações entre todos os arquipélagos que a compõem, considerando oportuno desenvolver diligências no sentido da realização de uma Cimeira.

Fonte da notícia: GaCS

Nota Pessoal:
Carlos César, o Presidente do Governo Regional dos Açores, tem sido incansável em estabelecer laços de amizade e acordos de cooperação política entre a Região Autónoma dos Açores e outros países, nomeadamente com o Canadá, EUA, Brasil, Bermuda, vários países da América do Sul e, por último, com o Arquipélago de Cabo Verde. Na minha opinião e numa escala de 1 a 10 o Presidente Carlos César destaca-se com 10+.

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terça-feira, 8 de abril de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Presidente dos Açores de visita a Cabo Verde

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Carlos César disse hoje que os Açores e Cabo Verde estão destinados a não se ignorarem e que os respectivos Governos estão satisfeitos por isso.

O presidente do Governo dos Açores falava no jantar que em sua honra foi oferecido por José Maria das Neves, primeiro-ministro cabo-verdiano, a convite de quem, aliás,
o governante açoriano está a efectuar uma visita oficial de seis dias à mais meridional região da Macaronésia.

Confessando-se muito encorajado pela forma fraterna e interessada como o Governo de Cabo Verde tem estimulado uma relação mais próxima e produtiva com os Açores, Carlos César afirmou saber que se deve insistir em estreitar essa relação, congregando vontades e interesses mútuos que confiram uma expressão mais concreta à herança histórica moldada no espaço da lusofonia.

Quer Cabo Verde, quer os Açores, atravessam fases pujantes no seu desenvolvimento económico e social, comungam valores de democracia e de estabilidade, desejam partilhar com outras regiões e outros países experiências e projectos frutuosos, são arquipélagos distanciados dos centros com maior dinâmica económica, gerem sobrecustos internos de dispersão territorial, têm dimensão e população com valores relativos aproximados, falam a mesma língua, repartem-se pelo espaço das 28 ilhas da Macaronésia, e até se encontram, em comunidades irmãs, em alguns lugares do mundo, como em Massachusetts, através dos seus concidadãos emigrados, acrescentou Carlos César.

Reiterando que os Açores devem, podem e desejam ser uma via de reforço e de especialidade da cooperação luso-caboverdiana, o presidente do Governo açoriano disse ter privilegiado, na delegação que o acompanha – para além de um pequeno núcleo político de decisão e de mandatários de associações de produtores, comerciantes e industriais e de outras actividades – um grupo numeroso dos mais representativos empresários que actuam na Região Autónoma dos Açores, quer do sector público, quer do privado, e que manifestaram interesse, eles próprios, em indagar e encontrar oportunidades de negócios e de investimentos.

O compromisso do Governo a que preside, concluiu Carlos César, é o de “acarinhar e dispensar todo o apoio aos projectos empresariais com origem nos Açores que cada um, também em conformidade com os interesses de Cabo Verde, possa apurar e desejar promover neste país. Temos, de igual modo, no que se refere ao sector público empresarial açoriano, iniciativas e perspectivas de cooperação que desejamos dar a conhecer e discutir.”

Já na tarde de ontem tinham sido especialmente abordados, por Carlos César e José Maria das Neves, as promissoras perspectivas abertas com a vinda a Cabo Verde, na comitiva açoriana, de um expressivo número de empresários.

O primeiro-ministro cabo-verdiano, que se fazia acompanhar de dez membros do seu Governo, entre os quais cinco ministros, disse mesmo que “há um mar de razões para cooperarmos” e um conjunto de áreas a explorar, como os Transportes, as Pescas, a Banca e Seguros, o Turismo e outras no domínio económico-empresarial.

Para Carlos César, que liderava uma delegação que integrava os secretários regionais da Economia, da Educação e Ciência e do Ambiente e do Mar, o caminho já percorrido no entendimento entre os dois arquipélagos permitiu conferir uma credibilidade e um suporte institucional, ao mais alto nível de Cabo Verde e dos Açores, que permitiu desenvolver factores de confiança que estão na origem da composição da delegação que o acompanha.

Frisando que não fez um esforço para procurar que empresários viessem a Cabo Verde, mas apenas uma demonstração de disponibilidade, concluiu terem sido esses empresários a querer estar neste país – atraídos pelo crescimento que se verifica no arquipélago e pelo clima de novas oportunidades – e isso pode marcar período de concretização muito diferente daquele que foi o passado comum.


Fonte da notícia: GaCS
Nota Pessoal:
Julgo saber que existem excelentes praias no arquipélago de Cabo Verde. É um lugar tropical que eu gostaria de visitar mas ainda não tive essa oportunidade, talvez num futuro próximo.

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Jorge Goncalves

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