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terça-feira, 2 de junho de 2009

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Procurar caixa-preta do avião da Air France será tarefa difícil

SEARCH FOR AIR FRANCE'S "BLACK BOX" WILL BE A HARD TASK Para ver a animação clique neste cartoon gif e aguarde uns segundos.
To view the animation click on this cartoon gif and wait a few seconds.



Os relatos de observação de possíveis destroços do avião da Air France desaparecido na madrugada de segunda (1º) sinalizam o início do que deverá ser uma das operações mais desafiadoras já organizadas para recuperar uma "caixa-preta".
A caixa, que na verdade se constitui em dois aparelhos diferentes contendo gravações das vozes da cabine do piloto e dados de instrumentos, representa a melhor oportunidade de descobrir por que o Airbus sumiu numa tempestade sobre o Atlântico na rota Rio de Janeiro-Paris com 228 pessoas a bordo.

Os equipamentos são programados para enviar sinais de orientação ao atingir a água, mas apenas localizá-los apresenta-se como uma das tarefas de resgate mais árduas desde a exploração do Titanic e, com sorte, poderá levar meses, dizem especialistas.
Se estiverem em águas tão profundas como temem algumas pessoas, 4 mil metros ou mais, submarinos-robô chegarão a seus limites. No entanto, outros desastres do passado levaram a progressos na tecnologia, trazendo esperança para se descobrir o que aconteceu.
"Há uma boa chance de o gravador ter sido preservado, mas o problema principal seria encontrá-lo", disse Derek Clarke, diretor administrativo adjunto da Divex, com sede em Aberdeen, que projeta e constrói equipamentos de mergulho militar e comercial.
"Se você pensar no tempo que se levou para encontrar o Titanic e que os destroços devem ser menores, o que se procura é uma agulha num palheiro. Há uma extensa área para pesquisar e é possível gastar meses usando sonares a uma grande profundidade.
" As caixas-pretas têm um sinalizador para debaixo d'água chamado "pinger" que é acionado quando o gravador está imerso em água. O sinalizador é capaz de transmitir a partir de profundidades de até 4.300 metros, de acordo com o Conselho Nacional de Segurança nos Transportes dos Estados Unidos.
Recorde de profundidade
A profundidade nessa faixa do oceano excede o máximo de 600 metros ao qual qualquer Marinha poderia tentar um resgate submarino bem-sucedido, disse um experiente especialista em mergulho da Marinha Real Britânica. O Brasil informou nesta terça-feira (2) que aviões militares localizaram destroços a cerca de 650 quilômetros de Fernando de Noronha (PE).
Com base nas notícias da provável localização do avião, Neil Wells, professor de oceanografia e meteorologia do Centro Nacional de Oceanografia da Grã-Bretanha, disse que a caixa-preta poderia estar a mais de 4 mil metros abaixo da superfície. "Não há dúvida sobre isso; os limites da tecnologia serão pressionados. Não é uma operação fácil." Profundidades como essas estão bem abaixo do alcance de embarcações com tripulação.
Uma série de "prowlers" para águas profundas, como o Alvin da Marinha dos EUA, que vasculhou os destroços do Titanic a 4 mil metros de profundidade no Atlântico em 1986, pode ser equipado para essas profundezas.
Em 1987, o avião do vôo 295 da South African Airways caiu no Oceano Índico perto de Maurício, deflagrando a busca de uma aeronave em águas mais profundas já realizada. Os investigadores encontraram o gravador de voz do cockpit após três meses de busca a mais de 4.200 metros de profundidade, o recorde até agora.
Sejam quais forem os desafios, os especialistas afirmam que os interesses são muito grandes para desistir de uma busca. "Não saber seria totalmente inaceitável para a Airbus e para a aviação em geral", disse David Learmount, editor de segurança e operações da revista britânica Flight International.
Destroços
A Força Aérea Brasileira (FAB) detectou nesta terça destroços que podem ser do Airbus 330 que desapareceu no trajeto entre o Rio de Janeiro e Paris. “As posições desses retornos foram marcadas por coordenadas e motivaram o replanejamento das buscas concentrando-se agora 650 km a nordeste de Fernando de Noronha”, informou coronel da Aeronáutica Jorge Amaral, em entrevista concedida nesta manhã.
Vítimas
Nesta terça-feira a Anac confirmou que 58 brasileiros, sendo 57 pessageiros e um tripulante, estavam a bordo do voo 447. Entre os passageiros estavam o príncipe Pedro Luis de Orleans e Bragança, quarto na linha sucessória do trono e membro da família imperial brasileira. Vinte famílias esperam por mais notícias dos familiares desaparecidos em um hotel na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro.
Histórico
O voo AF 447 da Air France, operado por um Airbus A 330-200, desapareceu com 228 pessoas a bordo depois de decolar do Rio às 19h de domingo (31). A chegada na capital francesa estava prevista para as 6h15 (de Brasília), segundo a empresa.
A companhia informou que localizou a zona onde ocorreu a tragédia. Segundo comunicado, o desastre aconteceu a meio caminho das costas do Brasil e da África. O governo brasileiro participa das buscas com aviões da Força Aérea Brasileira (FAB) e navios da marinha.
A expectativa de encontrar sobreviventes, no entanto, é muito pequena. O presidente da França, Nicolas Sarkozy, visitou o aeroporto Roissy-Charles de Gaulle, onde o avião deveria chegar, e declarou que o acontecido "é um acidente trágico. As chances de serem encontrados sobreviventes são muito pequenas".
Dentre 228 os passageiros, 126 são homens, 82 mulheres, além de sete crianças e um bebê. Dos tripulantes, três são responsáveis pela condução da aeronave e 12 pelo atendimento aos passageiros.
A Air France informou que não vai divulgar a lista oficial com os nomes dos passageiros até contatar todas as famílias. No entanto, a companhia já afirmou que havia 58 brasileiros no voo. Este número diverge do divulgado pela ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil), que disse haver 57 pessoas do Brasil no avião.



Fonte: Abril.com

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