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segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Deputados «fogem» do Parlamento

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Em três anos, um total de 117 deputados suspenderam o mandato e 37 abandonaram de vez a Assembleia da República, o que quer dizer que apenas um terço dos parlamentares em funções foram eleitos. As contas foram feitas pela Comissão de Ética da Assembleia da República e divulgadas na edição desta segunda-feira do jornal Correio da Manhã.



A maioria dos deputados abandonou funções para desempenhar cargos camarários, segundo aponta o documento. Luís Filipe Menezes é um desses casos, mas não o único. Na lista dos desistentes estão também nomes como o de Marques Mendes, Pires de Lima, Morais Sarmento, Álvaro Castelo Branco, José Apolinário, António Pina Moura, António Vitorino, entre muitos outros.


A situação abrange todos os grupos parlamentares, em particular o PS e o PSD. Os sociais-democratas tem mais suspensões e os socialistas mais renúncias.


Das 117 suspensões ocorridas entre 12 de Março de 2005 e 16 de Janeiro deste anos, 50 pertencem ao PSD, 41 ao PS, 14 ao CDS-PP, cinco ao Bloco de Esquerda, quatro do PCP e três aos Verdes.


Em relação aos casos de renúncia de mandato, o PS conta com 19 abandonos, o PSD com 11, o CDS-PP com três, o PCP com dois, o BE e os Verdes com uma.


Fonte da notícia: Portugal Diário

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terça-feira, 6 de novembro de 2007

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


O "duelo" na Assembleia da República entre José Sócrates e Santana Lopes

Esperava-se um duelo sem paralelo, depois de quase três anos de silêncio, só interrompido por um breve episódio parlamentar. Mas Sócrates e Santana «sintonizaram» no Canal Memória, e pouca história fizeram daí.
Longe de um
«combate de wrestling», ou mesmo de um simples duelo ao pôr-do-sol, o primeiro-ministro apostou nas medidas para a saúde para «brilhar», durante a apresentação do Orçamento de Estado no Parlamento, com destaque para o cheque-dentista, a vacinação contra o cancro do colo do útero e os benefícios para as famílias com crianças pequenas. Sócrates garantiu ainda, no âmbito das políticas sociais, que o salário mínimo atingirá os 500 euros em 2011.
Logo no início do debate, e fugindo ao Orçamento de Estado, o primeiro-ministro criticou o «passado», protagonizado por Santana Lopes, e «atirou» antes mesmo de perguntar. O alvo foi o anterior Governo de Santana Lopes, agora sentado na primeira fila da bancada parlamentar do PSD. Na comparação, Sócrates mostrava sempre como a memória, ou a «má memória» do «passado», deixa o Executivo PS a ganhar.
O primeiro-ministro atirou sem hesitar: «O senhor é o passado».
Na réplica, Santana afirmou: «E o senhor é o símbolo do Governo do pântano, que fugiu», numa alusão ao Executivo de António Guterres.
Medidas, propostas, ideias? Santana não trouxe nenhuma ao hemiciclo terça-feira. Ficaram guardados para quarta-feira, frente ao ministro das Finanças, os projectos e sugestões do PSD. No intervalo das sessões plenárias sobre o Orçamento de Estado, almoçará com Luís Filipe Menezes, presidente dos sociais-democratas. Depois da intervenção de Santana, que não voltou a intervir, coube ao vice-presidente da bancada, Patinha Antão, fazer a intervenção de fundo.
«Não correu como queria»
À saída do debate, Santana Lopes reconheceu que o «duelo» com Sócrates «não correu como queria». «Estou a adaptar-me no regresso a estas lides», afirmou o líder parlamentar, apontando o dedo ao presidente da Assembleia da República por ser tão rigoroso com o tempo.
«Acho que foi um bocadinho notório demais», considerou, recordando que, cinco segundos depois de ter terminado o tempo reservado à sua intervenção, Jaime Gama já lhe estava a dizer que tinha terminado. «Gostava de ter tido tempo para acabar. Contei com a habitual tolerância do presidente da Assembleia da República».
Mas quarta-feira «será melhor, se Deus quiser», afirmou, sublinhando que a intervenção inicial do primeiro-ministro pode ser longa, ao contrário da réplica da oposição. «É uma intervenção do primeiro-ministro para ganhar. São 30 balas contra cinco», afirmou, referindo-se ao facto do primeiro-ministro poder fazer uma intervenção de 30 minutos, enquanto aos partidos cabem apenas 5. Para Santana, neste primeiro dia de debate, os trabalhos estão organizados para o primeiro-ministro ganhar. Mas «amanhã [quarta-feira] é a segunda volta, amanhã tenho a minha intervenção».
No debate, o líder parlamentar do PSD deixou apenas uma ameaça ao primeiro-ministro: «Prepare-se porque Menezes vai ganhar em 2009».
Já da bancada do CDS, Portas criticou o Orçamento, garantindo que este é o quarto documento assinado por José Sócrates que consagra o aumento de impostos, e
apontou os grupos que merecem uma diminuição da carga fiscal.

Fonte da notícia: Portugal Diário

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Jorge Goncalves

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