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Um blog de cartoons sobre as notícias da actualidade. Um sector informativo do Grupo Galeriacores.

domingo, 2 de novembro de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


O olho negro de Lula da Silva

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O presidente de Cuba, Raúl Castro, fará em dezembro, ao Brasil, sua primeira viagem internacional desde que assumiu a chefia do governo em julho de 2006. Ele aceitou o convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para participar da primeira reunião em que só estarão presentes países da América Latina e Caribe. Na quinta e na sexta-feira, durante os dois dias de visita de Lula a Cuba, Raúl Castro sempre acompanhou o presidente brasileiro. E, com seu jeito de irritadiço que às vezes é engraçado, protagonizou momentos divertidos.

Quando caminhava com Lula perto de um quartel feito por Che Guevara e se dirigiam para ver a parte velha de Havana, Castro perdeu a paciência com os jornalistas, que dificultavam a passagem. "Ó povo indisciplinado", afirmou, e jogou a mão para o ar. Acabou atingindo o olho direito de Lula. Ao perceber, Castro passou a mão na cabeça do brasileiro, enquanto Lula apertava o olho. Antes, ao ver o batalhão de repórteres e fotógrafos, Castro reivindicou: "Quero liberdade de locomoção".

Na sexta-feira, durante solenidade em que a Petrobrás assinou convênio com a Cuba Petróleo para fazer prospecção no mar, Raúl Castro esqueceu-se de seu passado de ateu. "Somos um dos três países do Golfo do México. Estados Unidos têm petróleo, México tem petróleo. Não é possível que Deus seja tão injusto que só não dê petróleo a Cuba", disse.

Na quinta-feira, no Palácio das Convenções, onde funciona o Congresso, Castro sugeriu ao brasileiro que, com ele, fizesse "cara" de parlamentar da União Européia, para que os fotógrafos registrassem a cena. Quando um fotógrafo pediu que os dois repetissem o gesto de aperto de mão, Raúl Castro tornou a resmungar: "Depois dizem que somos a ditadura do proletariado. Vivemos a ditadura do protocolo".

Ao se despedir de Lula, no aeroporto de Havana, Castro comentou que o Brasil é gigantesco, com 192 milhões de habitantes. E previu que o crescimento demográfico vai zerar logo, porque, segundo ele, "as mulheres não querem mais trabalhar, no sentido da maternidade". Lula emendou: "As brasileiras trabalham".

O presidente Lula também teve momentos divertidos. Disse que, por causa do encontro com Fidel Castro, perdeu o almoço. "Queria almoçar no Bodeguita Del Medio (famoso restaurante de Havana Velha, freqüentado pelo escritor Ernest Hemingway), mas perdi. E minha assessoria, que só se importa comigo quando estou por perto, não se lembrou nem de trazer uma quentinha pra eu comer no avião."

Fonte da notícia: Estadao.com.br

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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Raúl Castro é o novo presidente de Cuba

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Raúl Castro foi eleito pelo Parlamento cubano como sucessor de El Comandante. No seu primeiro discurso, como presidente cubano, prometeu «consultá-lo» nas «decisões mais importantes» e disse que «Fidel é insubstituível»

O Parlamento cubano escolheu este domingo o sucessor de Fidel Castro, de 81 anos, que governou Cuba durante quase meio século. O general Raúl Castro, de 76 anos, foi nomeado presidente de Cuba, sucedendo no cargo ao seu irmão Fidel, noticiam as agências internacionais, citadas pela Lusa.

Raul Castro foi eleito pela nova Assembleia para um mandato de cinco anos, anunciou o presidente do parlamento, Ricardo Alarcon. O presidente do parlamento leu em directo, através da televisão, a lista dos 31 membros do Conselho de Estado, anunciando também que a vice-presidência será ocupada por José Ramon Machado, outra figura história da «velha guarda».


No seu primeiro discurso, como novo presidente de Cuba, Raúl castro anunciou que «assumia a responsabilidade» da sucessão confiada pelo irmão Fidel, mas que continuaria a «consultá-lo» nas «decisões mais importantes».

«Assumo a responsabilidade que me foi confiada com a convicção de que (...) o Comandante em Chefe da Revolução Cubana é único, Fidel é Fidel, como bem o sabemos, Fidel é insubstituível», afirmou.

«Só o Partido Comubnista pode ser o digno herdeiro da confiança que o seu líder nele depositou», acrescentou Raul Castro.

Raúl avança com reformas

Raúl Castro encabeçava a única lista ao Conselho de Estado, principal autoridade do país, apresentada perante a Assembleia Nacional, com 614 deputados.

Esta será a primeira transição na liderança cubana desde Janeiro de 1959, quando os irmãos Castro derrubaram o ditador Fulgencio Batista.

Fidel, de 81 anos de idade, afasta-se da presidência devido a problemas de saúde, depois de 49 anos e 55 dias no poder.

Paralelamente, foi reeleito, por um período de cinco anos, o presidente da Assembleia Nacional, Ricardo Alarcón.

Cinco dias depois

A sessão histórica ocorre cinco dias depois da renúncia de Fidel e a expectativa já era a de que o seu irmão, Raúl, fosse nomeado para o cargo, ocupado por ele interinamente desde Julho de 2006, quando o líder cubano foi submetido a uma cirurgia intestinal.

Reformas

Antes de ser «escolhido», Raúl Castro prometeu que vai implementar grandes reformas económicas e estruturais.

Enquanto presidente interino, Raúl esforçou-se para realizar uma transição política suave, mantendo o Exército leal ao regime e fortalecendo o poder do Partido Comunista com a introdução de reformas e a demissão de autoridades corruptas.

Mas o irmão de Fidel tem ainda a vantagem do apoio económico do presidente venezuelano, Hugo Chávez, através de milhões de barris de petróleo a baixo preço.




Fonte da notícia: Portugal Diário

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quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Irmã de Fidel Castro foi agente secreta da CIA

Fidel Castro's sister was a CIA secret agent
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Segredo de Juanita Castro foi revelado no livro de memórias «Fidel e Raul, meus irmãos. A história secreta», escrito pela mesma

Por vezes, as memórias que algumas pessoas guardam contêm segredos que nunca se revelarão. No entanto, alguns desses segredos são fundamentais para compreender a trajectória de um país, de um governo ou mesmo de uma revolução, como foi o caso da publicação das memórias de Juanita Castro, irmã de Fidel e Raúl Castro.

«Fidel e Raul, meus irmãos. A história secreta» é o livro onde Juanita Castro conta primeira pessoa o que aconteceu durante a ascensão e os primeiros anos de poder do seu irmão Fidel, perante um perante um país que sente como seu, Cuba, e que deixou depois de provar os métodos e resultados com que Fidel governava para ajudar ao máximo o general Raul Castro.

Juanita revela ainda todos os segredos que a impulsionaram a fugir de Cuba e confessou também que, durante vários anos, trabalhou como agente para o maior inimigo dos seus irmãos: a CIA.

Segundo Juanita, as razões que a levaram a tornar-se numa agente «Donna» para a CIA, foi o descontentamento da falsa revolução. No inicio da sua colaboração Juanita ajudou os seus irmãos a conseguir dinheiro para a campanha, ajudava na construção de clínicas e hospitais, até que, pouco a pouco, o mesmo movimento que apoiou a revolução para o povo, virou as costas para louvar a igualdade, justiça e liberdade.

Começaram entao as execuções, as detenções ilegais e as injustiças contra as quais os irmãos Castro tinham lutado e quando Juanita descobriu decidiu mudar a sua forma de viver.

Começou a ajudar pessoas mais carenciadas da ilha com a ajuda da mãe, até 1963 ano em que esta morreu. Nessa altura, Juanita pediu ajuda ao seu irmão Raúl, para a ajudar a fugir de Cuba. Assim, em 1964, Raúl conseguiu que a irmã fugisse para o México, onde «Donna» fez um comunicado onde rompia oficialmente com a revolução.

Esta foi a última vez que Juanita viu os seus irmãos. Agora, a história da irmã espia de Castro, pode ser lida num livro que renuncia ao poder digno de admiração, rumo ao mundo em que é mais fácil ver o outro lado do que desfrutar das vantagens de ser irmã do ditador de Cuba.




Fonte: IOL Diário

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terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Fidel Castro sai da cena


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Líder histórico cubano não regressa à presidência do Conselho de Estado. Depois de 19 meses afastado, a doença levou a melhor, e será Raúl, o irmão, a tomar conta dos destinos do país.

Fidel Castro renunciou esta terça-feira à presidência de Cuba, numa carta publicada no jornal online Granma.

«Comunico-vos que não aspirarei nem aceitarei, repito, não aspirarei nem aceitarei o cargo de Presidente do Conselho de Estado nem de Comandante em Chefe», afirmou Fidel Castro, que desde o dia 31 de Julho de 2006 que cedeu o poder provisório ao ser irmão Raúl Castro.

O líder histórico cubano está afastado do poder há 19 meses por motivos de doença, tendo sido operado aos intestinos em 2006.

Fidel Castro, de 81 anos, está na liderança de Cuba há 49 anos, desde que encabeçou a revolução em 1959 e conseguiu, apesar de quase isolado internacionalmente, fazer o regime sobreviver mais de meio século num ambiente adverso.

Figura incontornável da segunda metade do século XX, Fidel Castro abordou o século XXI sem interromper as suas diatribes contra «a sociedade de consumo» ou o «imperialismo norte-americano», apresentando-se como defensor do «terceiro mundo» contra o «Norte» e dando a impressão de que, para ele, a guerra fria nunca terminou.

No passado dia 20 de Janeiro, o presidente interino e irmão do líder histórico cubano, Raúl Castro, obteve mais votos que Fidel nas eleições gerais, apesar de o «comandante» também ter sido eleito. No próximo dia 24, será designado o Conselho de Estado e o seu presidente, cargo exercido por Fidel desde 1976.

O líder histórico cubano está afastado do poder há mais de um ano devido a doença prolongada, situação que o obrigou a delegar funções no irmão Raúl em 2006. Foi submetido a uma operação cirúrgica, nesse mesmo ano, mas nunca deixou de aparecer, nem de garantir que velava por todas as decisões importantes. Para Fidel, «os verdadeiros revolucionários nunca se reformam», nem quando a doença leva a melhor: agora promete ser um «soldado das ideias», depois de anos à frente dos destinos do país.

Sobreviveu a 9 presidentes norte-americanos, e ao fim de 50 anos de exercício absoluto do poder, sete em cada dez cubanos nunca conheceram outro chefe de Estado.

Ditador inflexível ou humanista revolucionário

Ditador inflexível para os seus opositores, humanista revolucionário para os admiradores, é primeiro que tudo Fidel para os cubanos, quer os que o apoiam, quer os que o combatem, numa quase clandestinidade na ilha ou abertamente no exílio.

Atípico, com a sua barba de antigo guerrilheiro, o seu uniforme, a sua boina e os célebres charutos (até 1985), este filho de um emigrante espanhol que se tornou grande proprietário agrícola foi educado nos melhores colégios de maristas e jesuítas do país.

Só na Universidade aderiu à rebelião, e depois à guerra total, até à sua tomada do poder em 1959, de armas na mão, contra a ditadura de Fulgencio Batista.

Guerreiro inveterado, os seus «mais belos anos» foram, diz ele, os 25 meses de guerrilha na Sierra Maestra (1957-1959), forjando a sua personagem de chefe militar, levado ao pico da lenda anti-imperialista com a sua retumbante vitória na Baía dos Porcos, em 1961.

Apaixonadamente anti-norte-americano, nunca cessou de desafiar «o império» e, de facto, nenhuma das 13 administrações que se sucederam na Casa Branca conseguiu obter dele concessões de monta em 47 anos.

Simultaneamente calculista e exaltado, capaz de cóleras homéricas, permitiu que centenas de milhares dos seus compatriotas tomassem o caminho do exílio, na sua maioria para as costas dos Estados Unidos.

Os opositores não passam, aos seus olhos, de «mercenários» de Washington, passíveis de pesadas penas na prisão.

Ideologicamente arreigado - «Nunca me senti mais próximo de Marx e Engels», disse o ano passado -, Fidel Castro devota ao dinheiro um desprezo feroz e sempre lhe preferiu um igualitarismo duvidoso. Praticamente só com Deus, o antigo aluno dos jesuítas procurou um compromisso: entre o marxismo e o cristianismo.


Fonte da notícia: Portugal Diário

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sábado, 23 de fevereiro de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Não haverá mudanças em Cuba, garante Fidel

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Fidel Castro assegurou esta quinta-feira, no primeiro artigo publicado após ter anunciado que renunciava à presidência, que a sua saída do cargo não será uma «mudança de regime», como espera o presidente dos Estados Unidos.

No primeiro artigo publicado nas «Reflexões do companheiro Fidel», rubrica que tinha o nome de «Reflexões do Comandante-Chefe», Castro abordou a reacção do seu «adversário» norte-americano: na terça-feira, Bush disse esperar que esta decisão de Fidel Castro significasse o início de uma «transição democrática» e do «caminho para a liberdade» em Cuba. Para o líder cubano, o que Bush queria realmente dizer era esperar que o país estivesse no «caminho da anexação».

Recorde-se que na terça-feira, uma mensagem publicada por Fidel jornal oficial do Partido Comunista Cubano, o Granma, dava conta que Castro não aceitará o cargo do Presidente do Conselho de Estado, para o que foi eleito desde 1976.

Reagindo às declarações de Bush e de todos os candidatos às presidenciais norte-americanas, Fidel reiterou que os cubanos não regressarão «jamais ao passado», antes do triunfo da Revolução que destronou Fulgêncio Batista, em 1959.

O líder cubano escreveu ainda que contava publicar um reflexão só na próxima semana, mas não podia «guardar silêncio durante tanto tempo» depois de ter ouvido as declarações de George W. Bush e dos candidatos norte-americanos: «É preciso disparar ideologicamente contra eles, de forma rápida», sublinha. No próximo domingo, a nova Assembleia Nacional eleita no final de Janeiro deve escolher o novo Conselho de Estado e o Presidente do país: tudo indica que será o irmão de Fidel, Raul, que já governa o país nos últimos 19 meses, desde que a doença afastou Castro da governação.

Fonte da notícia: Portugal Diário

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domingo, 12 de outubro de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Eleições americanas segundo Fidel Castro

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O antigo líder de Cuba, Fídel Castro, assumiu uma nítida preferência pelo candidato democrata às eleições presidenciais dos EUA, considerando que Barack Obama é mais inteligente que o seu adversário republicano, John McCain.


Na sua “Reflexão”, publicada na Internet, Castro mostra a sua admiração pelo facto de Obama não ter sido assassinado, tal como aconteceu a Martin Luther King. “Nos EUA existe um profundo racismo e o pensamento de milhões de brancos não consegue reconciliar-se com a ideia de que uma pessoas negra, com mulher e filhos, ocupe a Casa Branca, que se chama assim: ‘Branca’”, escreveu o antigo líder cubano.


No seu texto, Castro lembrou também as “más notas” de McCain na Escola Militar de West Point e a sua confissão de falta de conhecimentos em questões económicas. Por isso, o antigo líder considerou que Obama “ultrapassa-o em inteligência e serenidade”. “O que abunda em McCain são os anos”, ironizou, acrescentando que a sua candidata a vice-presidente, Sarah Pallin “não sabe nada de nada”.


Os EUA aplicam desde 1962 um embargo à ilha de Cuba. Obama já se mostrou favorável a uma abertura, mas McCain defendeu a manutenção da linha dura aplicada pela Administração de George W. Bush.

Fonte da notícia: Correio da Manhã

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segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Fidel acusa Obama pelo aparecimento da Gripe A em Cuba

Fidel blames Obama for the introduction of the Flu Virus in Cuba
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O Presidente norte-americano aligeirou as visitas de cubanos residentes em Miami e o facto contribuiu para a introdução em Cuba do vírus H1N1, considera Fidel Castro. Os turistas de países como o Canadá e a Espanha também terão ajudado.
Castro escreve, num artigo divulgado pelos meios de comunicação social cubanos e citado pela TSF, que «os sintomas iniciais da febre A H1N1 surgiram quase em simultâneo no México, Estados Unidos e Canadá».
«Quando o Presidente dos Estados Unidos suprimiu as restrições de visitas a Cuba de cubanos residentes nos Estados Unidos, a epidemia já estava avançada nesse país. Também os quatro países que mais geram turismo em Cuba contribuíram para o alastramento da doença», atirou.
O líder histórico da ilha sublinhou que «os primeiros portadores do vírus para Cuba foram turistas, porque inicialmente os casos de contágio eram poucos». «À medida que o vírus se foi estendendo às províncias, sobretudo as com maior número de familiares residentes nos Estados Unidos, foi necessário adquirir novos equipamentos de análises».
Para Castro, «o mais estranho é que Obama autorizou um maior número de pessoas a viajarem para Cuba mas continua a proibir a compra de equipamentos e medicamentos nos Estados Unidos para combate à epidemia».


Fonte: A Bola

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domingo, 23 de março de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Repórter da RTP no Iraque

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Ora aqui vai mais um dos meus cartoons animados. Desta vez é um cartoon dedicado ao Luís Castro, repórter da RTP no Iraque.

Tive conhecimento esta tarde que Luís Castro tinha disponível na Internet «Cheiro a pólvora», um blog recentemente criado por ele sobre a sua actual actividade jornalística em Bagdade.
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O blog de Luís Castro, até ao momento, tem apenas 6 posts mas é muito informativo e já conta também com centenas de comentários.

Apraz-me registar que não é todos os dias que temos oportunidade de conhecer alguém como ele, de carne e osso, que seja de facto tão corajoso ao ponto de ir trabalhar para o Iraque como jornalista. De uma maneira geral julgo que a maioria das pessoas quando se sentam no sofá a ver as notícias na televisão sinceramente não param para pensar que são pessoas tal como elas que estão no terreno a fazer a cobertura televisiva e, muitas vezes, em zonas altamente perigosas como é o caso do Iraque. Temos de reconhecer que esses trabalhos exigem pessoas altamente qualificadas, destemidas e corajosas. É por conseguinte graças a profissionais como ele que temos acesso todos os dias a todo esse tipo de informações que são, aliás, cada vez mais indispensáveis e imprescindíveis.

Resta-me apenas agradecer e desejar-lhe uma Feliz Páscoa e a continuação do excelente trabalho que ele está a desempenhar. O meu bem haja a ele e a todos os seus colegas.
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Jorge Gonçalves, Webmaster da Galeriacores
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domingo, 21 de junho de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Dia Mundial do Yoga

WORLD YOGA DAY
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Centenas de praticantes de yoga reuniram-se este domingo em Lisboa para comemorar o Dia Mundial do Yoga numa mega aula. A iniciativa é da Federação Lusa do Yoga, da Associação Lusa do Yoga e da Confederação Portuguesa do Yoga que pretendem com a celebração deste dia “promover a paz e esbater as desigualdades mundiais”.

Apesar do calor que se fez sentir logo pela manhã, chegaram ao Estádio 1º de Maio centenas de pessoas de todo o país para comemorar o dia que celebra a técnica milenar de origem indiana.

Para o presidente da Confederação Portuguesa de Yoga, Jorge Veiga e Castro, mestre do yoga, este dia, celebrado desde 2001, pretende instituir uma "nova era de paz no mundo". "É o dia da fraternidade em que todos os povos devem celebrar as suas diferenças como uma riqueza", disse ao CM. O mestre do yoga, realça a importância da prática do yoga nesta fase de crise que o país atravessa. "O yoga permite-nos atingir a paz interior e exterior e hoje em dia todos nós precisamos dessa tranquilidade".

Jorge Veiga e Castro explicou os benefícios da prática do yoga. De acordo com o mestre, o yoga é um óptimo exercício mental e físico. "O yoga desenvolve o cérebro de uma forma única através da meditação e através do exercício físico desenvolve a musculatura e a flexibilidade", explicou frisando que a prática do yoga é a melhor forma de combater o stress que se vive hoje em dia.

Maria de Deus Geadas é praticante de yoga há já 25 anos. "Faço yoga pelo bem estar físico e emocional, aprendo a controlar as emoções e sinto-me muito mais relaxada depois das aulas", contou ao CM enquanto assistia a uma demonstração de yoga avançado. Ao lado estava a filha Beatriz Reis de 8 anos que também já é praticante.

Para Ana Brites de 40 anos, o yoga é uma forma de se sentir mais calma "nesta época de crise". "Hoje em dia temos muitas preocupações e o yoga é uma forma de me sentir mais tranquila e de encarar os problemas com serenidade".

No evento estão presentes as diversas escolas do yoga do país e do mundo e algumas personalidades nacionais e internacionais. Maria Barroso, a madrinha do projecto, foi uma das convidadas de honra.

Depois da mega aula que reuniu famílias, jovens e crianças seguiu-se um almoço de convívio vegetariano. Durante a tarde vão decorrer várias demonstrações de yoga e de dança clássica indiana.



Fonte: Correio da Manhã

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segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

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O Dia Mundial da Sida

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Quatro em cada cinco portugueses admitem que o medo do diagnóstico impede as pessoas de realizarem os testes para a detecção da Sida, revela o estudo «A opinião Pública Portuguesa e a Sida - Ultrapassar a Era do Medo», realizado pelo Instituto de Ciências da Saúde (ICS) da Universidade Católica Portuguesa.


«É muito próprio da nossa cultura. As pessoas querem ter boas notícias, querem que só aconteça aos outros», sublinha ao DN Castro Caldas, director do instituto.


Oitenta por cento dos inquiridos associam a doença ao medo e «este sentimento é capaz de impedir as pessoas de irem ao médico só para não se confrontarem com eventuais resultados», adiantou ao jornal a mesma fonte. Até porque 43 por cento consideram ser esta uma doença grave, só ultrapassada pelo cancro.


Carlos Castro refere que é impossível contabilizar a população que já fez os testes do VIH, até porque, paralelamente aos que têm receio de os fazer, há quem os realize compulsivamente.


Contudo, segundo a Organização Mundial de Saúde, as análises voluntárias combinadas com um tratamento anti-retroviral imediato, se o diagnóstico é positivo, reduziriam drasticamente os casos de sida em dez anos.


Segundo o mesmo estudo, há ainda um desconhecimento da população face aos comportamentos de risco. 77 por cento do portugueses associam o risco da Sida às relações sexuais não protegidas, mas apenas 14 por cento consideram que a multiplicidade de parceiros aumenta os riscos de contágio.


O Dia Mundial da Sida assinala-se esta segunda-feira pela vigésima vez em todo o mundo, uma efeméride que visa lembrar uma infecção que já atingiu mais de 33 mil pessoas em Portugal desde 1983.


Este ano, o lema das comemorações é a liderança, numa referência à importância de envolver os líderes políticos no combate à sida e, nomeadamente, para que estes assumam os compromissos assumidos para 2010 de garantir o acesso universal à prevenção e ao tratamento.


Em Portugal, aproveita-se o dia para destacar o papel das Organizações Não-Governamentais, em especial na prestação de cuidados e apoio social às pessoas que vivem com a infecção.



Fonte da notícia: IOL Diário

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sábado, 8 de novembro de 2008

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O Natal está a chegar

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A crise financeira está a afectar duramente a sociedade e a provocar o fecho de muitas empresas mas as iluminações de Natal permanecem acesas, até porque são uma oportunidade para o comércio sair da estagnação em que se encontra, noticia a agência Lusa.


Na capital, as iluminações de Natal serão financiadas pela primeira vez inteiramente por privados, depois de um concurso lançado pela autarquia, através do qual os patrocinadores garantem um investimento entre dois e três milhões de euros, que sucede aos cerca de 400 mil euros do ano passado.


O presidente da Câmara de Lisboa, António Costa (PS), sublinhou que «este novo modelo marca uma ruptura com um modelo desenvolvido durante anos», através de um protocolo com a União de Comerciantes que, segundo o autarca, se revelou «insustentável».


As iluminações vão acender-se em 24 ruas e 15 praças, incluindo locais inéditos como a zona ribeirinha, sob o signo dos contos natalícios, em que o Rossio dedicado ao «Quebra-Nozes» será o núcleo principal.


Natal na cidade do Porto


No Porto, as iluminações de Natal representam um investimento de cerca de 500 mil euros, suportado exclusivamente pela autarquia. Esta verba é exactamente igual à do ano passado e a aposta é a promoção do comércio tradicional.


«A situação económica actual não permite que as empresas privadas invistam dinheiro nesta área, por razões de natureza financeira, ao contrário do que aconteceu, por exemplo, no ano passado», disse Gonçalo Gonçalves, vereador da Cultura, turismo e Lazer da CMP.


A zona da Baixa portuense e as principais ruas de comércio vão ser as áreas mais iluminadas da Invicta, para onde está a ser igualmente preparado um programa de animação de acesso gratuita.


Almada, Coimbra e Faro com diferentes soluções


A cidade de Almada recebe este ano um dos projectos que mais satisfação traz à empresa de iluminações Castro. Um pinheiro com cerca de 30 metros de altura, equivalente a um prédio de 10 andares, vai ser instalado na cidade da margem sul do Tejo, uma obra única que reserva ainda algumas surpresas aos visitantes.


«Este é um projecto inovador que vai ter a particularidade de ser controlado por um controlo remoto, que permite uma descarga de neve ao envio de uma mensagem escrita», explicou Jorge Castro, administrador da empresa.


Mais a norte, em Coimbra, a autarquia consegue, com gastos «um pouco inferiores aos do ano passado» alargar a iluminação de Natal, pela primeira vez, a todas as freguesias do concelho, disse o presidente da Empresa Municipal do Turismo, Luís Alcoforado.


Em 2007, foram gastos 150 mil euros. Este ano, o município optou por lançar um único concurso para a iluminação das Festas da Cidade (realizadas em Julho) e o Natal, sendo o orçamento de 200 mil euros, dos quais, cerca de 70 serão gastos com a época que se aproxima.


No Algarve, a Câmara de Faro vai gastar 140 mil euros na iluminação de Natal, um valor que foi decidido em Junho e que a crise financeira global não chegou a afectar na decisão, disse o autarca José Apolinário.

Fonte da notícia: IOL Diário

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sexta-feira, 18 de abril de 2008

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Liberdade vai chegando a Cuba aos poucos

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O governo de Raúl Castro deverá autorizar em breve a tão esperada reforma migratória que irá permitir aos cubanos viajar para o estrangeiro sem necessidade de autorizações especiais, de acordo com o "El País", que cita fontes próximas do governo cubano.

De acordo com o diário espanhol, a flexibilização migratória já estará decidida, faltando apenas ultimar alguns pormenores para que as medidas entrem em vigor, o que poderá acontecer já nos próximos dias ou semanas.

Actualmente, os cubanos só podem sair do país com um documento chamado "carta branca" ou permissão de saída, cuja emissão custa 150 pesos cubanos (cerca de 100 euros) e que pode demorar meses ou, na melhor das hipóteses, algumas semanas a ser entregue ao peticionário. Continuaria, porém, a haver excepções. Médicos, recém-licenciados que ainda não tenham cumprido o seu serviço social, os militares e os membros do ministério do Interior com acesso a informação que afecte a segurança do Estado deverão continuar a pedir autorizações. Mas para a grande maioria da população, esta burocracia desapareceria.

Outro requisito para a saída de um cidadão cubano para o estrangeiro é a "carta de convite", ou seja, um documento que justifique a saída da pessoa (visita a familiares no estrangeiro ou participação em algum evento, por exemplo) e que é igualmente pedido pelas embaixadas dos países que os cubanos se propõem visitar. Quando esta nova lei entrar em vigor, este convite formal também passará a ser desnecessário o que, em última análise, passaria para os países "receptores" a possibilidade de limitarem as viagens de cidadãos cubanos.

A acontecer, esta medida dá resposta a uma cada vez mais forte exigência popular. Intelectuais e artistas comprometidos com a revolução pediram recentemente a abolição completa de permissão de entrada ou saída de Cuba, por não corresponder à nova realidade do país.

Integrada nesta flexibilização legal poderia ainda vir a estar o alargamento do período de tempo durante o qual os cubanos podem ficar no exterior sem terem que regressar ao seu país, sob risco de perderem os seus direitos. O actual prazo é de onze meses, que poderia ser ampliado para dois anos. Para além disto, os menores de idade poderiam sair com os seus pais, algo que actualmente está restringido e apenas é autorizado em casos excepcionais.

Do mesmo modo, espera-se uma simplificação dos trâmites de entrada temporária no país aos cubanos que residem no estrangeiro. A possibilidade de autorizar o regresso definitivo a Cuba dos emigrados está, porém, ainda em discussão.

Fonte da notícia: Público.pt

Nota Pessoal:

São realmente notáveis as mudanças políticas que se têm verificado em Cuba nos últimos tempos. A liberdade e democracia (de que tanto se fala nos países ocidentais) vai progressivamente chegando também àquela ilha e a todos os cubanos em geral. Tudo indica que o recente encontro do Secretário de Estado de Sua Santidade com Raul Castro esteja a dar os seus frutos. Ainda bem que assim é.

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quinta-feira, 13 de março de 2008

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Precisamos de muitos bebés

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Azores, Açores, ilhas dos Açores, a nossa natureza, dos Açores, viagens, paisagens e fotos
Depois do alerta do INE que revelou taxas de natalidade baixíssimas, e traçou um cenário pessimista para 2050, a OCDE revela que Portugal é dos países que menos incentiva a natalidade. Medidas do Governo têm sido «desastradas».

Portugal é um dos 30 países da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Económico (OCDE) que menos incentivam a natalidade. A conclusão é de um relatório divulgado pela OCDE, que tem em conta o impacto de variáveis como os impostos, contribuições para a Segurança Social e os subsídios do rendimento líquido das famílias.

Dados recentes divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) revelam que a taxa de natalidade atingiu, em 2006, os valores mais baixos de que há registo, sendo que nasceram menos 4.100 bebés em Portugal do que em 2005. Estas estatísticas levam o INE a traçar um cenário muito pessimista para 2050, apontando que Portugal terá perdido um quarto da população, passando para 7,5 milhões de pessoas.


Algumas autarquias já promovem várias medidas de apoio à natalidade e combate à desertificação. São os casos dos municípios de Alijó e de Mértola, que oferecem incentivos às famílias que tenham o segundo filho.


O Governo tem anunciado ultimamente algumas medidas na área da natalidade e das famílias, medidas essas que não têm agradado à Associação Portuguesa de Famílias Numerosas (APFN). «Finalmente temos um primeiro-ministro que olha para este problema, mas as medidas anunciadas têm sido desastradas», referiu Fernando Castro, presidente da organização, em declarações ao PortugalDiário.

A entrada em vigor dos quatro meses de subsídio para grávidas com rendimentos baixos é uma das políticas merece o aplauso da APFN. No entanto, outras medidas têm sido aplicadas pelo Governo de Sócrates. Houve um reforço dos abonos de família para os agregados mais carenciados e, em 2008, as famílias com filhos até três anos vão poder beneficiar, na dedução do IRS, da duplicação da dedução específica. A confiança do Governo no sucesso destas medidas levou Sócrates a anunciar o aumento de 33 por cento da rede de creches na cobertura do território, até 2009.


Fernando Castro refere que o Governo «promove medidas natalistas e implementa anti-natalistas». O dirigente da APFN sustenta que tem de haver «uma promoção da conjugalidade» e crítica a penalização fiscal contra os casais. E dá um exemplo: «Não existe margem para baixar os impostos dos produtos para crianças e o IVA das cadeirinhas, mas baixaram o IVA dos ginásios».


Relatório da OCDE aponta as diferenças
Em 2007, um contribuinte solteiro que auferisse um rendimento correspondente a 67 por cento da média teria de entregar ao Estado 16,6 por cento do rendimento bruto. No caso do contribuinte ter dois filhos, entregaria ao Estado apenas 5,7 por cento do seu rendimento bruto. A diferença entre os dois valores é um incentivo público à natalidade. Existe uma diferença de 10,8 por cento, mas que, ainda assim, é considerado um valor muito baixo face aos outros países da organização internacional.


Fonte da notícia: Portugal Diário

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domingo, 26 de junho de 2011

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Dia Mundial do Ioga

World Yoga Day




Milhares de pessoas são esperadas hoje, no Estádio 1º de Maio, em Lisboa, para comemorar o Dia Mundial do Yoga com a realização de uma mega-aula e a atribuição de um prémio ao arquiteto Siza Vieira.



Com o objetivo de "celebrar a fraternidade" e apelar à "unidade do ser humano", o encontro junta mestres mundiais do yoga e, pela primeira vez, os "grandes mestres" da Índia, a pátria desta filosofia.



O Dia Mundial do Yoga - que este ano se celebra hoje, primeiro domingo após o solstício - "tem o objetivo de lembrar o ser humano que o planeta é um só, que a raça humana é uma só e que a globalidade deve ser uma tendência para a fraternidade e para resolver os conflitos com humanidade e diplomacia e não com guerra", disse à agência Lusa o presidente da Confederação Portuguesa do Yoga, Jorge Veiga e Castro, que organiza o evento.



Espaço para crianças



Ao todo, a organização espera nesta mega aula milhares de pessoas, entre praticantes, professores e mestres, havendo ainda uma zona dedicada aos mais novos, que deverá reunir cerca de 200 crianças praticantes de yoga.



Em 2001, Portugal propôs a consagração de um feriado no dia do solstício, 21 de junho, como Dia Mundial do Yoga, junto da UNESCO e Nações Unidas e dos partidos portugueses, para que houvesse uma "celebração intercultural, intercontinental e interreligiosa".



Embora não seja oficial, desde então a data é comemorada todos os anos no primeiro domingo após o solstício, em diversos países.



Além da mega-aula, a começar às 10h30, com entrada gratuita, o programa de comemorações do Dia Mundial do Yoga conta também com atividades para cegos, crianças e demonstrações de yoga avançado.



Siza Vieira homenageado



Será ainda entregue o prémio Gandhi ao arquiteto Siza Vieira pelo trabalho feito em prol da "Globalidade Justa, Igualdade Inter-Étnica, Fraternidade e Carreira Internacional".



O prémio, atribuído pela Confederação Portuguesa do Yoga, já distinguiu em anos anteriores Mário Soares, Médicos sem Fronteiras, o ex-presidente do Brasil Lula da Silva, Dr. Durão Barroso, entre outros.



A Câmara Municipal de Lisboa é a anfitriã desta iniciativa, que envolve ainda a Fundação Inatel, o Alto Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural, Fundação Pró-Dignitate, Instituto Português da Juventude e Turismo de Lisboa, entre outros.





Fonte da notícia: Expresso

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Dia Mundial de Luta contra a Desertificação

World Day to Combat Desertification and Drought
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A ONU assinala hoje o Dia Mundial de Luta contra a Seca, numa altura em que a desertificação e a degradação dos solos afectam um terço da superfície da Terra, ameaçando o bem-estar de mil milhões de pessoas.

Numa mensagem a propósito do Dia Mundial de Luta contra a Desertificação e a Seca, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-Moon, referiu que se estima que "24 milhões de pessoas tenham migrado devido a problemas ambientais" e que este número poderá "atingir 200 milhões até 2050".

Nas palavras de Ban Ki-Moon, as alterações climáticas contribuíram para essa situação, mas são "apenas um dos factores", sendo necessário, em particular, repensar "as práticas agrícolas e a forma como são geridos os recursos hídricos".

"A agricultura e a criação de gado representam 70 por cento do consumo de água doce e são responsáveis por cerca de 80 por cento da desflorestação. A procura crescente de produtos agrícolas utilizados para alimentar o gado e como biocombustíveis exercerá uma pressão acrescida sobre estes recursos escassos, se não forem geridos de uma maneira sustentável", advertiu.

Em sua opinião, o consumo mundial e os modos de produção actuais "não são sustentáveis" e isso terá como consequências, entre outras, "novas crises alimentares mundiais como a de 2008 e a continuação da desertificação, da degradação dos solos e dos períodos de seca".

"Como sempre, os pobres serão as primeiras vítimas e as últimas a recuperarem", acentuou.

Em Portugal, segundo o ambientalista e ex-presidente da Liga para a Protecção da Natureza Eugénio Sequeira, o risco de desertificação, que em 1994 afectava um terço do território, abrange hoje metade do país.

O engenheiro agrónomo e professor universitário considera que não têm sido tomadas medidas concretas de combate à desertificação e explica que, apesar de Portugal ter "as melhores leis" nesta matéria, "na realidade não se está aplicar nada".

Pelo contrário, o presidente do Programa de Acção Nacional de Combate à Desertificação (PANCD), Lúcio do Rosário, minimiza o problema da desertificação em Portugal, considerando que se resume a situações pontuais.

"Não existem grandes chagas de degradação" em termos de desertificação, disse à Lusa, explicando que as situações mais preocupantes se registam no sul do país, nomeadamente Castro Marim/Alcoutim e Mértola.

O Dia Mundial de Luta contra a Desertificação e a Seca foi proclamado pela Assembleia Geral da ONU em 1994.



Fonte: EXPRESSO

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quarta-feira, 22 de abril de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Biblioteca digital mundial em português

WORLD DIGITAL LIBRARY AVAILABLE IN PORTUGUESE
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A UNESCO reuniu 32 instituições mundiais e criou uma plataforma gratuita de internet que reúne documentos de bibliotecas e arquivos de todo o mundo. O projecto, que foi desenvolvido por uma equipa da biblioteca do congresso norte-americano, tem com objectivo aprofundar a singularidade das diferentes culturas num único projecto global, que está acessível em português.

Através do endereço
http://www.wdl.org/pt é possível aceder directamente ao site da Biblioteca Digital Mundial em português.

Depois basta clicar num dos continentes pretendidos. Se escolhermos, por exemplo, o continente europeu e procurarmos Portugal, vemos que os técnicos da UNESCO mostram mapas e gravuras muito antigas com datas que vão desde 1500 até quase 1900.

Um dos destaques vai para o mapa de Lisboa, depois do terramoto de 1755. A reconstrução da cidade pode ser vista neste mapa.

Um outro mapa, em aguarela e bico de pena do século XVI, faz parte de um Atlas da Madeira e dos Açores, onde é possível ver detalhadamente os diversos portos da ilha da Madeira.

A descrição de Portugal, por alturas de 1500 é incluído num outro mapa feito pelo cartógrafo que fez o primeiro mapa do país, mas mostra o Algarve no sudoeste da Península Ibérica.

Neste site podemos consultar documentos históricos, também um novo mapa que mostra as explorações espanholas e portuguesas com observações dos mais engenhosos geógrafos de Espanha e Portugal, que fazem as delícias dos que gostam de História.

Portugal tem direito a 13 arquivos históricos, Espanha por exemplo a três e Timor Leste a um arquivo. Trata-se de um livro, da autoria de Afonso de Castro, um capitão de infantaria do Exército Português que serviu como governador de Timor-Leste no período de 1859 a 1863, que pode ir analisado online e que é um dos primeiros estudos históricos desta antiga colónia Portuguesa.

Ao clicar no Reino Unido e Irlanda do Norte percebe-se que existem alguns documentos históricos que apresentam vídeos do curador.

É o exemplo do Resumo dos Direitos da América Britânica. Um panfleto, cópia pessoal de Thomas Jefferson, esboçado em 1774 como um conjunto de instruções para os delegados da Virgínia para o primeiro Congresso Continental.

Esta é uma biblioteca gratuita, disponíbvel para os utilizadores que queiram aceder a mapas, manuscritos, partituras, gravações, filmes, gravuras e imagens de fotografia e pintura dos cinco continentes.



Fonte: TSF

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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Carnaval Magalhães com Sócrates e Hugo Chávez

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Milhares de mascarados desfilam nas ruas de Torres Vedras e Loures, principais carnavais do distrito de Lisboa. No Carnaval mais português de Portugal, os foliões saíram para a rua pelas 15h00 para acompanharem o corso que este ano tem por tema 'Profissões' e especial foco sobre o computador Magalhães.

António Esteveira, presidente da Promotorres, empresa municipal que produz o Carnaval, estima em cerca de 20 mil o número de pessoas que esta tarde brincam ao Carnaval na cidade.

Um dos carros alegóricos mais fotografado pelos visitantes retrata o casamento por conveniência entre José Sócrates e o presidente venezuelano Hugo Chávez. O carro conta ainda com representações em forma de anjos dos ministros Mario Lino e Manuel Pinho. Várias imitações do computador Magalhães estão também presentes com mensagens referentes ao negócio de troca de petróleo por computadores.

A organização do Carnaval confirma que a polémica em torno do Magalhães atraiu mais foliões a Torres Vedras, pelo que no corso de ontem estiveram mais de 11 mil pessoas na rua.

A polémica resultou de quinta-feira a procuradora-adjunta de Torres Vedras, Cristina Anjos, proibir a exposição de imagens de mulheres nuas no ecrã de uma representação do Magalhães. Sexta-feira a mesma procuradora recuou na sua decisão e a representação ostenta agora o carimbo de Descensurado.

Em Loures, ao ritmo de música brasileira mais de 15 mil pessoas estão hoje no centro da cidade. Energéticos os figurantes acompanham os carros alegóricos, com majoretes e fanfarra convidando os visitantes a sambar. O rosto popular de Filipa Castro desfila pelo grupo das Mastronças de Moulin Rouge, que integra um grupo de 90 pessoas em que eles são elas.





Fonte: Correio da Manhã

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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


O Rei da América Latina

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O presidente Hugo Chávez celebrou domingo os resultados do referendo que aprovou uma emenda da Constituição para permitir a possibilidade de se candidatar ilimitadamente à presidência da República e anunciou um novo ciclo da «revolução bolivariana», 2009-2019.

«Foi uma grande vitória, aqui está o povo a levantar as bandeiras da vitória popular», foram as primeiras palavras do presidente Hugo Chávez, transmitidas em simultâneo e de maneira obrigatória pelas rádios e televisões do país.

Desde o «balcão do povo», do palácio presidencial de Miraflores, Hugo Chávez anunciou que «com esta vitória começa um terceiro ciclo da revolução bolivariana, de 2009 a 2019».

«Estou pronto, abrimos as portas ao futuro, para percorrer o caminho da dignidade e do socialismo. Há que reforçar a marcha do verdadeiro socialismo», sublinhou Chávez, perante milhares de simpatizantes que empunharam bandeiras vermelhas (a cor da revolução).

Hugo Chávez vincou que «a Venezuela deve ser socialista ou não será uma pátria perpétua» e anunciou que «a menos que Deus disponha outra coisa, a menos que o povo disponha outra coisa, este soldado (Chávez) já é pré-candidato à presidência para 2013».

«Que veja o Mundo como brilha a luz do povo de Simón Bolívar. Aqui estou de pé, firme, mande-me o povo que saberei obedecer-lhe, soldado sou e saberei obedecer-lhe», frisou o chefe de Estado.

Aplauso para Fidel

Chávez pediu ainda um forte aplauso para o ex-presidente cubano Fidel Castro e agradeceu ao povo de Cuba: Esta vitória «também é tua Fidel e é de todo o povo cubano e da nossa América».

«Ressuscitámos (com o resultado do referendo) a pátria que estava morta e humilhada (...) Estou a falar da pátria e da necessidade de que a façamos perpétua. A pátria é uma ou não o é. A pátria venezuelana ou é socialista ou nunca será uma pátria perpétua», disse.

Aos seus simpatizantes, Chávez deixou um agradecimento: «hoje vocês escreveram o meu destino político que é igual ao destino da minha vida».

«Quero dizer-lhes que o assumo com plenitude em alma e espírito. Hoje quero jurar de novo ao povo venezuelano que a partir deste instante me consagro integramente ao pleno serviço do povo venezuelano», sublinhou.

Por outro lado, o presidente venezuelano anunciou que o combate à insegurança e à corrupção vai estar entre as prioridades do seu governo.

A maioria dos venezuelanos aprovou a emenda da constituição nacional para permitir ao presidente Hugo Chávez candidatar-se ilimitadamente à presidência da República.

Segundo a presidente do Conselho Nacional Eleitoral, Tibisay Lucena, o «sim» obteve 54,36 por cento dos votos (6.003.544) e o «não» 45,63 por cento dos votos (5.040.082).

Os resultados correspondem ao momento em que estavam apurados 94,2 por cento dos boletins de voto.



Fonte: IOL Diário

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domingo, 7 de dezembro de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Ted Turner, a man with a vision

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As media moguls go, they don’t come much bigger, and they certainly don’t come any brasher, than Ted Turner. The man who founded CNN and built an empire that transformed the television landscape once said that he wanted to be “the world’s greatest sailor, businessman and lover, all at the same time”. Today, at 70, he modestly says, “I had to settle for two out of the three. Number one businessman and number one sailor.” All the evidence suggests that he didn’t stint in his attempt to be the third.




Turner is no longer connected with the cable station that triumphed in the presidential election ratings. He has left the media business and has fewer billions than he did. But his retirement projects keep him busy. His two million acres make him the biggest private landowner in the United States, including numerous ranches that provide bison meat for his growing chain of restaurants. He is gradually releasing a $1 billion donation to the United Nations, and through his various foundations has focused on goals that are no less ambitious than saving the planet.




By his own standards he has slowed down, allowing himself time to produce an autobiography, Call Me Ted. He is naturally disinclined to look back and did not consider writing about himself before because he was too busy being himself. Driven on relentlessly by personal demons and colossal energy, he created, bought and sold businesses, won international sailing races, romanced countless women and held forth with opinions that earned him nicknames such as the World’s Greatest Maverick and the Mouth from the South. He is finally reflecting on all this, and for the first time giving his side of the story of his marriage to Jane Fonda.




Meeting him in his Atlanta office, it is clear that he has lost none of his eccentricity. I am barely across the threshold before he is explaining that he fills his own water bottle from the tap because bottled water is a crime against the environment. He throws back his head and lustily glugs, either unaware, or unconcerned, that he is spilling half a litre of water down his jacket.




He is tall, still lean, but walks stiffly. One moment his pale blues twinkle impishly, the next they are as cold as stones on a Montana riverbed as he scrutinises someone who has been granted an hour of his precious time. An Oscar statuette for Gone with the Wind – his favourite film – which was produced by MGM, a company he once briefly owned, sits on the coffee table. A replica of the America’s Cup, which he won, stands on a plinth.



The walls are lined with photographs of him with presidents and world leaders. He introduces an attractive blonde woman in her forties called Elizabeth, who has a definite look of Jane Fonda, and says she is going to sit with us. She whispers something to him. “What?” he says. “I can’t hear you. I’m not zipped up? That's what happens when you are 70 years old. Thanks, honey.”




Turner is famously impatient, almost psychotically driven. But there is something boyish and charming, almost naive about his enthusiasm for his projects. He struggles to sit still, leaping up repeatedly to hunt down photographs and mementoes. The photographer asks for 15 minutes for pictures. Turner snaps: “No. Five,” and walks away after four. He wears slip-on shoes so he doesn’t waste time tying laces. His drive and restlessness can be traced to his childhood. There are two huge characters in his autobiography: Turner himself and his father. Ed Turner told his son to set his ambitions so high they could not be realised during a lifetime.




At the age of 4, Ted was sent to boarding school. He hated it and believes the experience led to the insecurities that have plagued him since. “My greatest fear growing up was that I would be in the position of the Count of Monte Cristo, that I would be put in a dungeon in the dark, in solitary confinement.” When he was 9, the family moved from Ohio to Georgia, where Ed Turner built a billboard advertising company. A strict disciplinarian, he would thrash his son, and on one occasion tried to make Ted thrash him (to demonstrate that handing out thrashings hurt him more than it did Ted). “I knew he loved me," says Turner. "He was trying to make me the best man that he possibly could. It was tough, but I always loved him.”




He describes Jimmy Brown, who was black and a sort of old family retainer, as his “second father. I grew up loving black people in a time and a place, the South in the Fifties, when there was segregation.” Later, Brown fulfilled a similar role in the lives of Turner’s own children. Ed Turner was a heavy drinker, smoker and philanderer, and his marriage to Turner’s mother, Florence, ended while their son was at college. They had struggled to cope with his sister Mary Jean’s autoimmune disease, which eventually led to her death, an event so painful that Turner has blocked out all memory of it.




He was suspended from Brown University for having a woman in his room, then left because his father stopped paying the fees in disgust over his son studying classics. He entered the family business, but working for a father who was now addicted to prescription pills and suffering depressive mood swings caused Turner to lose weight and develop nervous twitches. He vigorously opposed his father’s sudden decision to sell large chunks of the business, asking why he was breaking his rule about never quitting. A few days later, his father shot himself. Despite their fraught relationship, Turner says, “I had lost my best friend.” His father, who set such high standards for himself, had told friends that he was a failure.




The autobiography has contributions from family members, friends and colleagues, and “even my ex-wife got a chance to pipe up”. Jane Fonda writes: “For Ted, there’s a fear of abandonment that is deeper than with anyone I’ve ever known. As a result, he needs constant companionship and keeping up with him can be exhausting. He can’t sit still, because if you sit still the demons catch up with you. He has to keep moving.” Turner agrees that he fears being left alone. “You are a collection of all your experiences,” he says.




In the Eighties, he was diagnosed with bipolar disorder and put on lithium, but later another doctor changed that diagnosis and took him off the medication. “At least I know what I have now. I don’t have depression, thank God. A moderate case of anxiety. Primarily going back to my childhood, but exacerbated by losing my fortune, losing my job and breaking up with my wife all at the same time. And I lost a grandchild, too.” His granddaughter, Maddox, died of a rare enzyme deficiency in 2001. “That’s enough to put anyone in hospital. I didn’t go to hospital. I toughed it out and I rallied, and I’m capable of leading a productive life. I see a psychiatrist every month, mainly now just to kick things around.” He has a trademark tic of punctuating almost every sentence with a curious “haw” sound.




After his father’s death, he halted the sale of parts of the business and aggressively expanded it, fending off rivals “like Horatius at the bridge”. He recites a chunk of Macaulay’s poem and, for good measure, a lot of Richard II. “I was looking for battle and I found it. I wanted to get to the top.” He bought radio and TV stations, and early on saw the potential of getting into cable and satellite television. To say he was a hands-on proprietor is an understatement. When he owned the Atlanta Braves baseball team, he briefly made himself the manager, until the baseball authorities stepped in after one game. When one of his stations made a film about Gettysburg, he had a cameo as a Confederate general. During the war in Afghanistan in 2001, CNN executives politely declined his offer to become a correspondent.


Dick Parsons, the former CEO of Time Warner, says that “there’s supposed to be a little box in everybody’s head, and when an idea forms, before it comes out, it goes in that box and gets checked for political correctness and appropriateness and timeliness. But Ted doesn’t have one.” In 1979, toughing out a freak storm that killed 15 people, Turner’s boat won the Fastnet race. His comment that the British should be thankful for such weather because it helped defeat the Armada, and without it “you’d all be speaking Spanish” was denounced as insensitive. “That was a good line to come up with, huh?” he says now. But wasn’t the timing inappropriate? “It wasn’t that bad,” he smirks. He called abortion opponents “bozos” and Christianity “a religion for losers”, a comment he now admits was “unfortunate. I apologised innumerable times.”




Turner founded the rolling news channel Cable News Network in 1980, pledging, “We won’t be signing off until the world ends.” In 1991, after the world watched the first Gulf War unfold live on CNN, Time magazine named Turner Man of the Year in recognition of the way he had changed the media landscape. He calls CNN his proudest achievement. His work ethic was phenomenal. He often slept in the office. His first marriage, to Judy, lasted four years. They had two children. His second marriage, to Janie, ended in divorce after more than 20 difficult years. Even when his children were young, if he wasn’t working he was often away pursuing his sailing dream, culminating in winning the America’s Cup in 1977. His obsession with work and sailing sounds selfish. It wasn’t even easy to share his success. When he noticed the value of his stock had risen so he was worth $1 billion, “I couldn’t tell anybody, because a billion back in those days was a lot of money. We didn’t have enough for the payroll. If I told my executives, they would all want a raise. When I got home, I said, ‘Honey, I’m a billionaire.’ She said, ‘I don’t give a damn, I’m working with the kids on their homework.’ Really, it was a non-event.”




Does he regret being away so much when his kids were growing up? “Yes. I say that repeatedly [in the book].” He gets a little defensive. “I did spend some time with them and it was quality time. If it had been that bad, if I had neglected them completely, they would have got angry and got in trouble and drugs and alcohol.” When his kids graduated, they were given two weeks to get their stuff out of his house. “I wanted to make them strong so they could get by on their own.” Isn’t focusing on developing a competitive instinct tough on a child? “It is. Good for them. Just like exercise is good for them. Sitting around playing video games and watching TV is bad for ’em.” Hang on, didn’t you start up the 24/7 Cartoon Network? “I made my kids get outside a lot, too.”




It didn’t help his domestic life, he admits, that he had been taught by his father that men are naturally polygamous, “like roosters in a hen yard”, and that throughout his marriages he was unfaithful. “I think if you can have a happy, monogamous relationship then that’s probably the best road to happiness.” He had that “for periods of time. It just didn’t last.” His “most intense and fulfilling” relationship was with Jane Fonda. They were married for ten years. When Turner read she was divorcing, he thought, “Jane Fonda is someone I’d like to go out with,” and called her. They had only met once before. Somewhat taken aback, Fonda said she wouldn’t be ready to date for six months. Six months later, he called again.
On their first date he waded straight in by saying that some of his best friends were Communists, including Fidel Castro and Gorbachev. This was an attempt to show that he didn’t hold it against “Hanoi Jane” that she opposed the Vietnam War. He pointed out that they had a lot in common because they both had a parent who had killed themselves. Despite these unsophisticated opening gambits, the relationship eventually took off. It came to an end, he says, because their schedules kept them apart and they ended up not communicating, most notably when she told him she had become a born-again Christian.




“I had not an inkling. I thought this was surely something we would discuss because it’s going to alter our entire lives together. I had been a fundamentalist Christian in high school, so I knew what it entailed. Hard for someone who didn’t believe in it to live with somebody who did.” He is not anti-Christian and still has some faith. “I have had so many friends that have had cancer, and when I think about it I pray for them a little bit. I don’t spend a whole lot of time on it because God is busy and he’s getting a lot of messages, I am sure. I don’t want to clog up the lines too much.”




When I mention that, in the book, Fonda refers to his infidelity towards the end of their relationship, he just says, “Right. And we had a lot of great times together, too, we really did. Ten years: that’s a long time.” When he went to his ranch in Montana after the relationship ended and saw that her closet was empty, “I sat down on the floor… and cried. I loved Jane very much and still love her to this day.” Part of him still laments the end of the relationship. “Absolutely. Of course. [It was] like the relationship coming to an end with CNN. It hasn’t completely come to an end because I still watch it. They can’t keep me from doing that. And as far as Jane is concerned, I talked to her on the phone yesterday. She’s being interviewed about the book and hasn’t had a chance to read it.”




In the book, she says that he was reluctant to open up during their counselling and that, “The things that allow certain people to become super-achievers are the exact opposite qualities that allow them to have successful relationships.” She seems to be saying that it is not possible for someone like him to commit fully both to work and a relationship. “I’d say that’s probably true,” he says. “You only have so much energy. But you know she hasn’t really had a long-term relationship since then.” In an interview with CBS’s 60 Minutes, Fonda said, “If Ted really needed me I would be there in a blue minute.” As her eyes welled up, she added, “I’m not getting emotional because I wish I was still living with him. But he touches me deeply, deeply… the contradictions that make up Ted Turner.”
While Turner is having his picture taken, Elizabeth shows me around his office. I am fishing for the nature of their relationship when she points out a photograph of Turner with Fonda and says, “I love that picture.” When he comes back in the room I ask if he is in a relationship now. “I’m dating,” he says, then points at Elizabeth. “I’m in a relationship with her.” Afterwards, I go for a bison burger with Elizabeth in Ted’s Montana Grill downstairs. She is Elizabeth Dewberry, the author of four novels and delightful company. Later, I discover she left her husband, Robert Olen Butler, a Pulitzer prize-winning author, for Turner. In his own interview with 60 Minutes, Turner said what he chivalrously didn’t say when Dewberry was in the room: that he has “some” girlfriends. They take it in turns to travel with him, so he is never alone.




Four days after he finalised his marriage split with Fonda on January 3, 2000, Turner’s business life began to unravel. In 1995, he had sold his companies to Time Warner, while retaining a lot of control and holding 10 per cent of the merged company. Five years later, in the largest ever US corporate merger, AOL and Time Warner were combined. Turner signed up to the deal in haste and is still repenting. The internet bubble burst, wiping $7 billion off Turner’s $10 billion personal wealth. Soon afterwards he was forced out by Time Warner CEO Jerry Levin. In Turner’s book, Levin writes, “I have everlasting regret that we don’t talk.” Turner is scathing. “He shouldn’t have fired me. He would have seen me more.” Levin left AOL Time Warner soon afterwards. “From my understanding he’s living in LA, he’s gotten married again and he’s running a spa for burnt-out executives. I’m not angry with him,” says Turner, the put-down all the more devastating for its subtlety.




Don’t feel sorry for Ted Turner. He still has a billion or two to rub together. But the loss of his baby is still painful. He has a view of the CNN building, which is a few blocks from his HQ, from both his personal office and his apartment upstairs. “I figured if they needed me they could call me and I would just be a couple of minutes away if there was a crisis.” The fondness of his hope that they would ever call is touching. “It hurts like hell to be away from Turner Broadcasting and CNN. I’ve learnt to live with it. But I hardly look out of the window. When I’m in the office, I’m usually working.” He has CNN on the TV most of the time and has only switched it off during this interview “to save electricity”. He doesn’t like the way some CNN presenters now express their own opinions.




In the late Eighties, Turner, who was then pretty conservative, met Castro and Gorbachev and was converted to the idea that, “It is important to meet people who think differently from you. I went from a man of war to a man of peace.” Busts of Gandhi and Martin Luther King replaced the one of Alexander the Great on his desk. Over the past decade he has been paying $1 billion to the United Nations in instalments, through his United Nations Foundation. He and his five children are the trustees of the Turner Foundation, which supports environmental causes. His Nuclear Threat Initiative lobbies to reduce the number of warheads. “I’m trying to broker world peace. I don’t think we are quite there. We don’t want to blow the world up. You can fight a dandy war with conventional weapons. Much more exciting than a missile coming in and you can’t see it. I don’t like war personally and think it’s time to put it behind us.”




He thinks that the chance of the human race still existing in 50 years “might be less than 50-50”. One of his other pet concerns is stabilising population growth. But, wait a minute, how many children does he have? “I have five, but my youngest is 40. Forty years ago, the world population was three billion. It’s doubled in the past 40 years.” In the course of railing against population growth in Africa, he starts gurning, like a schoolboy mocking a severely retarded person: “Dum, dum, dur, dur, dum, dur.” I don’t know where to look, fearing he may have gone completely mad or is about to say something hideously inappropriate. Everyone in the room is palpably relieved when he reveals this is an impression of Robert Mugabe. Trying to save the world is the sort of impossible goal his father would have approved of. But doesn’t aiming so high lead to disappointment? “I don’t feel dissatisfied because I’m doing my best. I’m dissatisfied with the progress of the human race.”




He spends a lot of time touring his ranches in the American West and South America. He has been at the forefront of reintroducing bison, and with almost 50,000, he owns ten per cent of the world population. He says they are more sustainable than cattle and produce a leaner meat. They turn a profit, too. His Ted’s Montana Grill chain has 57 outlets. There’s no doubt he’s mellowed. He has even buried the hatchet with Rupert Murdoch, chairman and chief executive of News Corporation, parent company of The Times. He once challenged his rival to a boxing match, but says recently they met for a bison burger at his New York restaurant and “had a great time”. He has had some health problems, and “of course, I feel a sense of mortality, [but] I’m not afraid.” He hopes he will “catch a fish so big I’m shocked into a stroke – that would be fine.”




The clock is running down on our scheduled hour. “In one sentence what would you say about the book? Would you say it’s a must-read for someone with a college education?” he demands. “Or a must-read for anybody?” I mutter something vaguely positive and that clearly doesn’t satisfy. His secretary calls out, “Your 11 o’clock is on the way up.” A handshake and he is back behind his desk preparing for his next meeting. He may have paused briefly to glance back, but the restless Ted Turner never stops looking forward.




Call Me Ted by Ted Turner is published by Sphere and is available from BooksFirst priced £18 (RRP £20), free p&p, on 0870 1608080; timesonline.co.uk/booksfirst.





Fonte da notícia: Timesonline

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quarta-feira, 15 de outubro de 2008

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Ciclo de iniciativas sobre o Padre António Vieira nos Açores

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A Direcção Regional da Cultura (DRaC) da Presidência do Governo dos Açores promove a partir do dia 23, nas ilhas de São Miguel, Faial, Terceira e Graciosa, um ciclo de iniciativas destinadas a assinalar os 400 anos do nascimento do Padre António Vieira nos Açores.

A exposição bibliográfica “Padre António Vieira: o eco das palavras”, patente ao público até 6 de Fevereiro de 2009, na Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Ponta Delgada marca, a 23, pelas 21 horas, o início do programa comemorativo.

No mesmo dia, pelas 22 horas, no Museu Carlos Machado, em Ponta Delgada, decorrerá uma leitura do sermão de Santa Teresa, pelo actor Miguel Borges.

A 12 de Novembro, na Biblioteca Pública e Arquivo Regional João José da Graça, na Horta, a DRaC promove a conferência “António Vieira, uma “coincidentia oppositorum” da sua vida e escrita, pelo professor Doutor Aníbal Pinto de Castro, uma iniciativa agendada para 20:30 horas.

No dia seguinte, pelas 18 horas, o Centro de Conhecimento dos Açores, em Angra do Heroísmo, recebe a conferência “Vieira e Pessoa”, da autoria pela professora Yvette Centeno.

O programa encerra, dia 16 de Novembro, pelas 21 horas, na Igreja Matriz de Santa Cruz da Graciosa, local escolhido para a realização do concerto de música barroca “Em louvor ao Padre António Vieira”.



Fonte da notícia: GaCS

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Jorge Goncalves

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